domingo, 28 de fevereiro de 2010

Nunca despreze quem ama você.


Nunca despreze quem ama você.

Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega! Ela também odiava a todos exceto seu namorado!!! um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria com seu namorado. Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela!!! Então seu namorado perguntou a ela: Agora que você pode ver, você vai se casar comigo???
A garota estava chocada quando ela viu que seu namorado era cego!!! Ela disse: Eu sinto muito, mas não posso casar com você porque você é cego!!! O namorado afastando-se dela em lágrimas disse: Por favor, apenas cuide bem dos meus olhos, eles eram muitos importantes para mim...

Nunca despreze quem ama você. As vezes as pessoas fazem certos sacrifícios e nós nem ligamos... precisamos amar independente de como somos e de como as pesoas são, pois o amor pode mudar o mundo.

A Loucura e o Amor


A Loucura e o Amor

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? – perguntou a Curiosidade.
- Esconde- esconde é uma brincadeira.
Eu conto até cem e vocês se escondem.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.

Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.

-1,2,3,… – a Loucura começou a contar.

A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu- se na copa de uma árvore.
A Alegria correu para o meio do jardim.
Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele de baixo de uma pedra.
A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.

- Cem – gritou a Loucura.

- Vou começar a procurar.

A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder.
E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez…

Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto..
A Loucura começou a procurá-lo.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.

Era o Amor, gritando por Ter furado o olho com um espinho .!
A Loucura não sabia o que fazer.

Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui- lo para sempre.

O Amor aceitou as desculpas..

Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.

Choro de Mulher


Choro de Mulher

Um garotinho perguntou à sua mãe:
- Mamãe, por que você está chorando?
E ela respondeu: Porque sou mulher…- Mas… eu não entendo.

A mãe se inclinou para ele, abraçou-o e disse:
- Meu amor, você jamais irá entender!…

Mais tarde o menininho perguntou ao pai:
- Papai, por que mamãe às vezes chora, sem motivo?

O homem respondeu: – Todas as mulheres sempre choram sem nenhum motivo…. Era tudo o que o pai era capaz de responder.

O garotinho cresceu e se tornou um homem.
E, de vez em quando, fazia a mesma pergunta:

- Por que será que as mulheres choram, sem ter motivo para isso?

Certo dia esse homem se ajoelhou e perguntou a Deus:
-Senhor, diga-me… Por que as mulheres choram com tanta facilidade?
E Deus lhe disse: – Quando eu criei a mulher, tinha de fazer algo muito especial.

Fiz seus ombros suficientemente fortes, capazes de suportar o peso do mundo inteiro… Porém suficientemente suaves para confortá-lo!

- Dei a ela uma imensa força interior, para que pudesse suportar as dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provém de seus próprios filhos!

- Dei-lhe a fortaleza que lhe permite continuar sempre a cuidar da sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço, até mesmo quando outros entregam os pontos!

- Dei-lhe sensibilidade para amar seus filhos, em qualquer circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito … Essa sensibilidade lhe permite afugentar qualquer tristeza, choro ou sofrimento da criança, e compartilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência!
Porém, para que possa suportar tudo isso, Meu filho… Eu lhe dei as lágrimas, e são exclusivamente suas, para usá-las quando precisar. Ao derramá-las, a mulher verte em cada lágrima um pouquinho de amor. Essas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade!

O homem respondeu com um profundo suspiro… – Agora eu compreendo o sentimento de minha mãe, de minha irmã, de minha esposa…

- Obrigado, Meu Deus, por teres criado a mulher

A bomba d'água


A bomba d'água

Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede…
Quando, esgotado, chegou a uma construção velha, desmoronando, sem janelas e sem teto.Andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol.
Olhando ao redor, viu uma velha bomba d’água, bem enferrujada.
Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, bombear, bombear sem parar.

Nada aconteceu…
Desapontado, caiu prostrado, para trás.

Então notou que ao seu lado havia uma velha garrafa.
Limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:

“Meu Amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando nela toda a água desta garrafa.”
“Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez, antes de partir, para o próximo viajante.”

O homem olhou bem e, de fato, lá estava a água.
A garrafa estava quase cheia de água!

De repente, ele se viu num dilema.
Se bebesse aquela água, poderia sobreviver.
Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse, morreria de sede.

Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca… Que fazer?
Ou beber a água da garrafa e desprezar a mensagem?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba.
Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear… A bomba pôs-se a ranger e chiar, mas nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água, depois um pequeno fluxo e, finalmente, a água jorrou com abundância!

Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina.
Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.

Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante, acrescentando uma pequena nota:

“Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”

Moral da história: Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento. Quantos ficam parados, satisfazendo-se com pequenos resultados, quando poderiam conquistar significativas vitórias.

E você…??? O que falta para despejar esta garrafa de água que você guarda, e conseguir água fresca em abundância, de uma nova fonte ???

Sermão de Domingo


Sermão de Domingo

Era uma cidadezinha pequena bem na divisa do Brasil e
Argentina. Na realidade, a avenida principal é que
dividia o Brasil da Argentina.

Chegara na manha de sábado, o novo padre da única
igreja daquela cidade. Conheceu todo o lado brasileiro
e a tarde foi visitar o lado argentino.

Preparou o sermao do dia seguinte e foi dormir. A
Igreja fica cheia para a missa das 10, argentinos,
brasileiros, o prefeito, etc… Começa o sermao:

- Irmaos…. Estamos hoje aqui reunidos para falar dos
Fariseus… Aquele povo desgraçado como esses
argentinos que estao aqui…

Ohhhhhhh!!! O maior tumulto tomou conta da igreja!

Os argentinos saíram xingando o padre, houve briga na
porta da igreja, o prefeito levou a mao na cabeça,
indignado! Acabada a confusao, o prefeito foi falar
com o padre na sacristia:

- Padre, pega leve, os argentinos vem para este lado,
gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem divisas
para a cidade. Nao faça mais isto!

Durante a semana nao podia ser diferente – a conversa
entre todos era a mesma: O padre e o sermao do domingo.
Aquele zum zum zum todo foi fazendo as pessoas ficarem
curiosas e querendo saber mais o que tinha acontecido.

Finalmente, chega o domingo seguinte. O prefeito chega
na sacristia comenta ao padre:

- Padre, o senhor lembra do que conversamos antes,
nao? Por favor, nao arrume nenhuma encrenca, certo?

Começa o sermao:

- Irmaos… Estamos aqui reunidos hoje para falar de
uma pessoa da bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher
prostituta que tentou Jesus como estas argentinas que
estao aqui…

Nao deu outra: pancadaria na igreja, quebraram velas
nos corredores, tapas, socos e algumas internaçoes no
pronto-socorro da cidade. O prefeito novamente foi ao
encontro do padre:

- Padre, o senhor nao me disse que iria pegar leve?
Pô, já era difícil o comércio nesta cidade, agora
vai ficar pior ainda. Padre, se o senhor nao
amansar, vou escrever uma carta à Congregaçao e
pedir a sua retirada imediata!

Naquela semana, o tumulto era maior ainda. As velhas
beatas choravam; havia brigas por toda parte; o
comércio quase nao funcionava. As conversas eram
maiores ainda e todos nao perderiam a missa do próximo
domingo nem por decreto! Na manha do domingo, o
prefeito entra na sacristia com a polícia e a espalha
pela igreja:

- Padre, pega leve desta vez senao te levo em cana!

A igreja estava abarrotada, saindo gente pelo ladrao.
Tinha gente pendurada nos lustres, agarradas nas
pilastras, segurando os vitrais. Quase nao se
conseguia respirar de tanta gente. Começa o sermao:

- Irmaos…. Estamos aqui reunidos hoje para falar do
momento mais importante da vida de Cristo: A Santa
Ceia (O prefeito entao respirou aliviado)

- Jesus, naquele momento disse aos apóstolos: Esta
noite, um de vós irá me trair! Entao João pergunta:
- Mestre, sou eu?
E Jesus responde:
- Nao, João, nao é você.
No que Pedro pergunta:
- Mestre, sou eu?
E Cristo responde:
- Nao, Pedro, nao é você.
Entao Judas pergunta:
- Mestre, soy yo?…

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

VIVENDO ACIMA DO MUNDO


VIVENDO ACIMA DO MUNDO

de Dennis Downing

Contam a história de Hadley Page, pioneiro da aviação. Certa vez ele
pousou numa área deserta durante uma viagem. Sem que ele percebesse,
um rato entrou no avião. Durante a próxima etapa da viagem ele ouviu
o terrível som do animal roendo alguma peça do seu pequeno avião.
Desconfiado que era um roedor ele começou a imaginar os danos que o
animal poderia causar aos mecanismos frágeis que controlam um avião.
Também ele estava longe de lugares onde poderia pousar e consertar
alguma peça danificada.

O que é que ele poderia fazer? Ele lembrou que um animal como o rato
não sobrevive acima de certas altitudes. Aí ele puxou os controles do
avião. O avião subiu e subiu até que o próprio piloto teve
dificuldade em respirar. Ele escutou atentamente e finalmente
respirou aliviado. O som do roedor havia cessado. Quando chegou ao
destino ele achou o rato morto atrás da cabine do piloto.

Freqüentemente nós, filhos de Deus, somos atormentados pelo pecado
que rói nossas vidas simplesmente porque estamos vivendo a uma
altitude espiritual muito baixa. Para ver o pecado derrotado em
nossas vidas temos que subir para um nível mais alto onde as coisas
deste mundo não conseguem sobreviver.

A realidade é que poucos conseguem sair totalmente do mundo. José num
porão Egípcio, Daniel na cova dos leões, Paulo e Silas na prisão em
Filipos. Nenhum deles tinha para onde "fugir". Mas, no meio da
escuridão das suas circunstâncias, todos conseguiram "subir" para a
presença de Deus e lá acharam alento e força para permanecerem fieis.
Se eles conseguiram, nós também conseguiremos.

Durante épocas como Carnaval, não dá para “brincar”. Temos que
“subir”, quer seja para um retiro espiritual ou para encontros e
estudos com irmãos. Se não tivermos outra alternativa, o mínimo que
podemos fazer é desligar a televisão, evitar áreas onde há
concentrações e focalizar nossas mentes na Palavra de Deus ou em
livros edificantes. E vamos vigiar e orar (Mat 26:41).

Faça desde já seus planos. Se não tiver acesso a um retiro da igreja,
ou algum grupo de irmãos com o qual possa se encontrar, decida qual
trecho da Bíblia você vai conhecer melhor, separe um livro ou alguns
filmes edificantes. Trace já o percurso por onde você vai subir lá
para o alto.

Que Deus lhe ajude nos próximos dias a viver acima do mundo,
bem no meio da presença do Senhor. Ele tem muita coisa boa para
compartilhar com você nesses dias. E a festa no Céu que vem depois –
não tem outra na terra que se compare!

João 8:21; Rom 8:5-6; Col 3:1-2

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Olhar com amor


Olhar com amor

Escrito por Reflexões

Foi um choque para aquela jovem mãe quando recebeu o diagnóstico de câncer.

Sucederam-se os tratamentos e, naquele dia, após o internamento, quando ela voltava para casa, se sentiu muito triste. Ela estava consciente da sua aparência. Estava sem cabelos, por causa da radioterapia.
Sentia-se desencorajada. Seu marido continuaria a amá-la? E seu filho? Ele tinha apenas seis anos.

Quando chegou em casa, sentou-se na cozinha, pensando em como explicar a seu filho porque estava tão feia.

Ele apareceu na porta e ficou olhando-a, curioso. Quando ela iniciou o discurso que ensaiara para ajudá-lo a entender o que via, o menino se aproximou e se aconchegou em seu colo, quietinho, a cabeça recostada em seu peito.

Ela acariciou a cabecinha do filho e disse: 'você vai ver como daqui a pouco o meu cabelo vai crescer e eu vou ficar melhor, como era antes'.

O menininho se levantou, olhou para ela, pensativo. Depois, com a espontaneidade da sua infância, respondeu: 'seu cabelo está diferente, mãe. Mas o seu coração está igualzinho.'

A mãe não precisava mais esperar por daqui a pouco para melhorar. Com os olhos cheios de lágrimas, ela se deu conta de que já estava muito melhor.

O essencial é invisível aos olhos, dizia o pequeno príncipe, no livro de Antoine de Saint Exupéry. Quem ama vê além da aparência física e é isto que ama: a essência.

Por isto os casamentos em que o amor é o autêntico laço de união perdura, apesar dos anos transcorridos. Para quem têm olhos de amor, o olhar penetra além do corpo físico que perdeu um tanto do vigor e já não apresenta a exuberância plástica dos verdes anos.

Para esses, o amor amadurece a cada ano, solidificando-se a cada dificuldade enfrentada, a cada óbice superado, a cada batalha vencida.

Enquanto os cabelos vão sendo prateados pelo exímio pintor chamado tempo, e a artista plástica chamada idade vai colocando pequenos sinais na face, aqui e ali, o amor mais cresce.

O sentimento se engrandece à medida que o passo deixa de ser tão vigoroso e um se apóia no outro para descer os degraus, para subir uma escadaria.

A solidariedade se torna mais intensa, enquanto a vista se embaça um pouco e o extraordinário computador que é o cérebro já não consegue fazer as corretas equações matemáticas, para aquilatar se dá ou não tempo para atravessar a rua. Uma mão segura a outra, muda, para afirmar: esperemos um pouco.

Envelhecer ao embalo do amor é maravilhoso. Desfrutar do aconchego um do outro é reconfortante.

Felizes os casais que envelhecem juntos. Felizes os filhos que sabem aproveitar da companhia generosa de pais e avós que o tempo alcançou.
..............................................

De todos os momentos da vida os mais preciosos são os desfrutados com amor.

Quando as dificuldades se avolumam, os problemas crescem, os dias solitários chegam, é maravilhoso ter momentos de carinho para serem recordados.

Momentos que recebemos ou que ofertamos. Momentos que nos fizeram extremamente felizes. Momentos que, revividos, pelos fios invisíveis do pensamento, ainda nos reconfortam e aquecem o coração.

Por tudo isso, ame muito e permita-se amar por seus amores.



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Cantar para Deus


Cantar para Deus

Escrito por Reflexões

Em um reino muito antigo, o rei tinha um cantor. Certo dia o rei disse ao seu cantor: - Você canta muito bem. Já fui a muitos reinos e não vi um cantor que se igualasse a você.

O cantor agradeceu ao rei o elogio e em seguida disse: - Apesar de seus elogios, devo confessar que meu mestre canta muito melhor do que eu.

O rei ficou logo curioso e pediu ao cantor que o levasse ao seu mestre, no que o cantor se recusou dizendo ao rei que o seu mestre era um ermitão, que tinha abandonado o contato com o mundo exterior e com certeza ele não cantaria somente para satisfazer a vontade do rei.

Após muita insistência por parte do rei, o cantor concordou em levar o rei ao local onde vivia o seu mestre, mas já foi logo advertindo o rei: - É muito pouco provável que o mestre cante para o senhor, meu rei.

O rei não se importou com a advertência e os dois iniciaram a viagem. Chegando à montanha onde vivia o mestre, logo o encontraram e o rei pediu para que ele cantasse, pois o seu discípulo, que cantava muito bem, havia dito que o seu mestre cantava ainda melhor.

Como era de se esperar, o mestre se recusou a cantar para o rei. Porém o rei não desistiu e decidiu que não sairia daquele lugar sem ouvir o mestre cantar.

Depois de muito tempo, o mestre, sentindo vontade, começou a cantar. O rei ficou maravilhado com aquilo. O mestre realmente cantava muito melhor do que o seu cantor. Satisfeito, o rei foi embora de volta para seu reino.

Passado bastante tempo, o rei virou-se ao seu cantor e comentou sobre o fato e, descobrindo que o cantor sabia cantar aquela melodia que ele tinha ouvido o mestre cantar, pediu para que ele cantasse.

O cantor satisfez o desejo de seu rei, mas ao final, o rei comentou: - É bela essa melodia e é a mesma que ouvi naquele dia, mas mesmo assim, quando cantada pelo seu mestre, parecia muito mais bela.

- É que eu estou cantando para o senhor, meu rei, e meu mestre cantava para Deus...

"Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida." Salmo 104:33

"Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!" Salmo 150:6

"Na transgressão do homem mau, há laço, mas o justo canta e se regozija." Provérbio 29:6



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Desculpe-me, foi engano.


Desculpe-me, foi engano.

Era uma vez um rapaz que tinha muitos problemas.
Constantemente, em suas orações, ele pedia que Jesus viesse visitá-lo no
seu sofrimento.
Um dia, Jesus bateu à sua porta.

Ele, maravilhado, convidou-o a entrar e
Jesus sentou-se no sofá da sala.

Na mesinha de centro encontrava-se uma Bíblia

aberta no Salmo 91. Numa das paredes estava pendurado um bordado com o Salmo 23,

e na outra um quadro da Santa Ceia.
"Senhor Jesus", disse o jovem, "em primeiro lugar gostaria de dizer que é uma honra recebê-lo em minha casa, conforme o Senhor deve saber, estou passando por algumas dificuldades e preciso muito da Sua ajuda..."

"Filho", interrompeu Jesus, "antes de conversarmos sobre os seus pedidos, gostaria de conhecer sua casa.

Onde é que você dorme?"
No mesmo instante o rapaz se lembrou que guardava, no quarto, umas revistas terríveis e se apressou em dar uma desculpa: "Não, Jesus, lá não!

Meu quarto não está arrumado!"

"Bem", disse Jesus,

"e a cozinha, posso conhecer sua cozinha?"
O rapaz lembrou que na cozinha havia algumas garrafas de bebida que ele
não gostaria que Jesus visse.
"Senhor, desculpe, mas prefiro que não", respondeu o rapaz,"a minha
cozinha está vazia, não tenho nada de bom para

oferecê-lhe."

Neste instante, um barulho forte interrompe a conversa.

- Pam, pam,pam...!

Era alguém que batia furiosamente na porta.

O rapaz se levantou,
assustado, e foi ver quem era.
Abriu a porta meio desconfiado, e viu que era o diabo.
"Sai da frente que eu quero entrar!", gritou o tentador.

"De jeito nenhum", respondeu o rapaz, e assim começou a briga.
Com muita dificuldade o homem conseguiu empurrar o diabo e fechar a porta.
Cansado, o rapaz voltou para a sala e continuou:
"Então, Jesus", disse ele, "como eu estava falando com o Senhor, estou
precisando de tantas coisas..."

Mas, outra vez a conversa é interrompida por um barulho forte que vinha da janela do quarto.
O rapaz correu para ver quem era e ao abri-la se deparou, novamente, com o diabo:
"Agora não tem jeito, eu vou entrar!", disse o inimigo.
Mais uma vez o rapaz se debateu com ele e conseguiu trancar a janela.

"Senhor", disse ele, "desculpe a interrupção, conforme lhe dizia..."
Outra vez, dos fundos da casa, se ouvia tamanho barulho como se alguém
quisesse arrombar a porta.
Era novamente o diabo:
"Eu quero entrar!"

O rapaz, já exausto, lutou com ele e conseguiu mantê-lo do lado de fora.
Ao voltar, contrariado, disse a Jesus:
"Eu não entendo. O Senhor está na minha casa e por que o diabo fica
insistindo em entrar?"
"Sabe o que é meu filho", explicou Jesus, "é que na sua casa você só me
deu a sala."

O rapaz humildemente entendeu a lição de Jesus e fez uma faxina na casa
para entregá-la aos cuidados do Senhor.
Neste instante, o diabo bateu mais uma vez à porta.
O rapaz olhou para Jesus sem entender, e o Senhor disse:
"Deixa que eu vou atender."
Quando o diabo viu que era Jesus, que atendia a porta, disse:
"Desculpe, foi engano," e sumiu rapidinho.

Muitas vezes, é assim que acontece com o nosso coração.
Entregamos a Jesus só uma parte dele, apenas a sala, ficando as dúvidas a
morar no quarto, o descaso na cozinha, o orgulho na varanda, a inveja no quintal, a soberba no banheiro, então lutamos e não vencemos porque a casa está dividida.

"Os olhos do Pai passeiam por toda a terra para se mostrar forte para com
aqueles cujo coração é inteiramente seu”.
Desculpe, foi engano...

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Filosofia de Vida


Filosofia de Vida

Havia um garotinho que tinha mau gênio. Seu pai lhe deu um saco cheio de
pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência que batesse um
prego na cerca dos fundos da casa. No primeiro dia o garoto havia pregado
37 pregos na cerca. Porém, gradativamente o número foi decrescendo. O
garotinho descobriu que era mais fácil controlar seu gênio do que pregar
pregos na cerca. Finalmente chegou o dia, no qual o garoto não perdeu mais
o controle sobre o seu gênio. Ele contou isto a seu pai, que lhe sugeriu que
tirasse um prego da cerca por cada dia que ele fosse capaz de controlar seu
gênio. Os dias foram passando ate que finalmente o garoto pode contar a seu
pai que não haviam mais pregos a serem retirados. O pai pegou o garoto pela
mão e o levou ate a cerca. Ele disse :

- Você fez bem garoto, mas de uma olhada na cerca. A cerca nunca mais será
a mesma. Quando você diz coisas irado, elas deixam uma cicatriz como esta.
Você pode esfaquear um homem e retirar a faca em seguida, e não importando
quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuara ali. Uma ferida
verbal é tão má quanto uma física. Amigos são uma jóia rara realmente. Eles
te fazem sorrir e o encorajam a ter sucesso. Eles sempre te ouvem, tem uma
palavra de apoio e sempre querem abrir seu coração para você. Mantenha
isto em mente antes de se irar contra alguém.

Mudar o Mundo


Mudar o Mundo

Quando eu era jovem e minha imaginação não tinha limites
sonhava mudar o mundo.

Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo
não mudaria: então restringi um pouco minhas ambições, e resolvi
mudar apenas meu país.

Mas o país também me parecia imutável.

No ocaso da vida, em uma última e desesperada tentativa, quis
mudar minha família. Mas eles não se interessavam nem um pouco
dizendo que eu sempre repeti os mesmos erros.

Em meu leito de morte, enfim descobri: se eu tivesse começado
por corrigir meus erros e mudar a mim mesmo, meu exemplo
poderia transformar minha família.

O exemplo de minha família talvez contagiasse a vizinhança,
e assim eu teria sido capaz de melhorar meu bairro, minha
cidade, o país, e, quem sabe, mudar o mundo...

Palavras escritas no túmulo de um bispo anglicano, em uma
catedral na Inglaterra.

Lições de Vida


Lições de Vida

Cada dia em nossas vidas nos ensina lições que muitas vezes nem percebemos.
Desde o nosso primeiro piscar de olhos, desde cada momento em que a fome bate, desde cada palavra que falamos.

Passamos por inúmeras situações, na maioria delas somos protegidos, até que um dia a gente cresce e começamos a enfrentar o mundo sozinhos.
Escolher a profissão, ingressar numa faculdade, conseguir um emprego...
Essas são tarefas que nem todos suportam com um sorriso no rosto ou nem todos fazem por vontade própria.

Cada um tem suas condições de vida e cada qual será recompensado pelo esforço, que não é em vão.
Às vezes acontecem coisas que a gente nem acredita.
Às vezes, dá tudo, tudo errado!

Você pensa que escolheu a profissão errada, que você mão consegue sair do lugar, ás vezes você sente que o mundo todo virou as costas...
Parece que você caiu e não consegue levantar...
Está a ponto de perder o ar...

Talvez você descubra que quem dizia ser seu amigo, nunca foi seu amigo de verdade e talvez você passe a vida inteira tentando descobrir quem são seus inimigos e nunca chegue a uma conclusão.
Mas nem tudo pode dar errado ao mesmo tempo, desde que você não queira.

E aí... Você pode mudar a sua vida!
Se tiver vontade de jogar tudo pro alto, pense bem nas conseqüências, mas pense no bem que isso poderá proporcionar.
Não procure a pessoa certa, porque no momento certo aparecerá.
Você não pode procurar um amigo de verdade ou um amor como procura roupas de marca no shopping e nem mesmo encontra as qualidades que deseja como encontra nas cores e tecidos ou nas capas dos livros.

Olhe menos para as vitrines, mas tente conhecer de perto o que está sendo exibido.
Eu poderia estar falando de moda, de surf, de tecnologia ou cultura, mas hoje, escolhi falar sobre a vida!
Encontre um sentido para a sua vida, desde que você saiba guiá-la com sabedoria.

Não deixe tudo nas mãos do destino, você nem sabe se o destino realmente existe...
Faça acontecer e não espere que alguém resolva os seus problemas, nem fuja deles.
Encare-os de frente. Aceite ajuda apenas de quem quer o seu bem, pois embora não possam resolver os seus problemas, quem quer o seu bem te dará toda a força necessária pra que você possa suportar e...
Confie! Entenda que a vida é bela, mas nem tanto...

Mas você deve estar bem consigo mesmo pra que possa estar bem com a vida.
Costumam dizer por aí que quem espera sempre alcança, mas percebi que quem alcança é quem corre atrás...
Não importa a tua idade, nem o tamanho de seu sonho...
A sua vida está em suas próprias mãos e só você sabe o que fazer com ela...


Autor ( Lilian Roque de Oliveira

Quando o orgulho cala o amor!


Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.

Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação. O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:

— Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.

Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando “ansiosamente” a sua morte.

Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.

A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.

O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos…

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Irmãos e a transfusão de sangue


Irmãos e a transfusão de sangue

Há muitos anos, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente tinha sobrevivido a mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.

O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.

Eu vi ele hesitar um pouco, mas depois de uma profunda respiração ele disse:
-"Tá certo, eu topo já que é para salvá-la....".

A medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:

-"Eu vou começar a morrer logo, logo?"

Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!


Obs.: Porque quando criança, somos capazes de grande gestos e com o passar da idade passamos a ser cada vez mais mesquinhos e arrumamos desculpas para justificarmos os nossos atos e omissões?

Eu Sou Humano


Eu Sou Humano

Sabe...
Há momentos que me emocionam e me tiram lágrimas. Certas músicas, certos filmes, certas fotos, certos locais, certas histórias. E o mais importante nisto é o sentimento de que partilhei com alguém, com pessoas realmente interessantes.

Mas...
Eu pareço estar no tempo errado, me parece um engano todo este romantismo. É estranho sentir-se humano e ter estas lembranças importantes. São bem poucos os que entendem ou talvez sintam é pena. Se deixar tomar por esta energia é como algo fora de moda, bem cafona. O tempo faz isto e misteriosamente nos conduz impassível.

Olha...
Tem coisas que já nascem importantes e outras surgem. O tempo faz o hoje ser surpresa e o amanha um costume, uma coisa bem comum. O tempo é um projeto que exige planejamento e bem pouco sentimento.

Porém...
Eu tenho em minha memória o que começou e me aconteceu. Sei o que me surgiu e ficou com a devida importância. Enfrentei o obstáculo para que a dificuldade me fosse alegria. A minha vida não se firma em desilusão.

Por isso...
Os pensamentos me vêm de mansinho, tomam o meu coração e me enchem de emoção, porque eu acredito nesta capacidade de tirar das experiências um espaço de grandeza. Um espaço no tempo de ainda acreditar e não de tê-lo somente como um resto de opção.

Na verdade...
Eu entendo esta minha “fragilidade” e confesso: boas lembranças são a minha maneira de testar o meu lado humano e de saber lidar com ele.

(das Crônicas que eu escrevo)

Wilson Ribeiro Filho

Lições do velho mestre


Torne-se um lago

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'agua e bebesse.
Qual é o gosto? Perguntou o Mestre.
É Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
E Qual é o gosto?
- Bom! disse o rapaz.
E Você sente o gosto do sal?
- Perguntou o Mestre.
- Não - disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
A dor na vida de uma pessoa é inevitável.
Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Então, quando você sofrer, a única coisa que você deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que você tem na vida.
Deixe de ser um copo.
Torne-se um lago.

Brincando de Deus


Brincando de Deus

Um grupo de cientistas estavam decidindo qual deles iria encontrar com Deus e dizer a ele que eles não precisavam mais dÈle.
Finalmente um dos cientistas apresentou-se como voluntário e foi dizer a Deus
que Ele não era mais necessário...
Assim, ao encontrar Deus, o cientista diz a Ele;
- Deus, sabe como é, um punhado de nós tem pensado neste assunto e eu vim dizer que você não é mais necessário.
Quero dizer, nós temos elaborado grandes teorias e ideias, nós clonamos uma ovelha e logo, logo iremos clonar humanos.
Como você pode ver, nós realmente não precisamos de você.
Deus balança a cabeça, compreensivamente e diz:
- Bom, sem ressentimentos. Mas, antes, vamos
fazer um concurso. O que você acha?
O cientista diz:
- Para mim, tudo bem. Que tipo de concurso?
- Um concurso de fazer homem - Deus responde.
- Legal ! Sem problemas !
- Exclamou o cientista,e rapidamente se adianta pegando um punhado de barro e diz:
- Vamos lá, estou pronto!!!
- E Deus diz:
- Não assim.
Você tem que criar seu próprio barro.

A águia Mudar ou Morrer




A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie.
Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta.
O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil!
Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão. Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno.
Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses, "renascida", sai para o famoso vôo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos.
Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar, por algum tempo, e começar um processo de renovação. Devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, e, outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar. Um vôo de vitória. Somente quando livres do peso do passado (pesado), poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.
Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo vôo para uma nova vida.
Um vôo de vida nova e feliz.

Cercas ou Pontes?


Cercas ou Pontes?

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.

- Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim.

- Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.

- Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.

O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho.

Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:

- Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio.

O irmão mais novo então falou:

- Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse. De repente,
num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.

O carpinteiro que fez o trabalho, partiu com sua caixa de ferramentas.

- Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu:
- Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir...

Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos...O que você está esperando? Que tal começar agora !!

Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de mágoas e mal entendidos. Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo.

Quanto mais amigos tiver, melhor vai se sentir, sabe por que??!!

É bom demais Amar e ser amado é melhor ainda.

Pense Nisso e Construa Pontes ao seu redor.

As sete verdades do Bambú



As sete verdades do Bambú

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
-Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.

A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.

Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.

A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” ( e não de eu’s ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.

A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.

Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto.

Essa é a sua meta.


Livro - Buscando coisas do alto

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O Burro no poço...


O burro de um camponês caiu num poço.

Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou

uma decisão cruel:

concluiu que o burro já estava muito velho e que o poço já estava mesmo seco, precisaria ser

tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro

de dentro do poço.

Ao contrário, chamou seus vizinhos para

ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a

jogar terra dentro do poço.

O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.

A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando...

A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra, principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Recorde as 5 regras para ser feliz:

1 Liberte o seu coração do ódio.

2 Liberte a sua mente das preocupações.

3 Simplifique a sua vida.

4 Dê mais e espere menos.

5 Ame mais e... Aceite a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução,

não o problema.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O guardião do castelo


Amigos, hoje quero destacar uma história sobre como enfrentamos os nossos problemas.

Certo dia num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela. O Mestre, com muita tranquilidade, falou:

- Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que vou apresentar.

Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas:

- Aqui está o problema!

Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria?! O que fazer?! Qual o enigma?! Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e???
ZAPT!! destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:

- Você será o novo Guardião do Castelo.

MORAL DA HISTÓRIA:
Não importa qual o problema. Nem que seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado. Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou.

Por mais lindo que seja ou, tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem que ser suprimido. Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam um espaço inútil em seus corações e mentes. Espaço esse indispensável para recriar a vida.

O leão e os gatos


Olá Amigos, hoje vou contar uma fábula, ela nos faz refletir sobre os pequenos acontecimentos do dia a dia. Muitas vezes nos queixamos por aquilo que não possuímos e esquecemos de agradecer pelo que temos em nossa vidas.

Um leão encontrou um grupo de gatos conversando. “Vou devorá-los”, pensou.

Mas começou a sentir-se estranhamente calmo. E resolveu sentar-se com eles, para prestar atenção no que diziam.

- Meu bom Deus - disse um dos gatos, sem notar a presença do leão.

-Oramos a tarde inteira! Pedimos que chovessem ratos do céu!

- E, até agora, nada aconteceu! - disse outro.

- Será que o Senhor não existe?

O céu permaneceu mudo. E os gatos perderam a fé.

O leão levantou-se, e seguiu seu caminho, pensando: “veja como são as coisas. Eu ia matar estes animais, mas Deus me impediu. Mesmo assim, eles pararam de acreditar nas graças Divinas: estavam tão preocupados com o que estava faltando, que nem repararam na proteção que receberam.”

Vamos lembrar de agradecer pelo que já possuímos!

Como adquirir a verdadeira sabedoria


Era uma vez um jovem que visitou um grande sábio para lhe perguntar como se deveria viver para adquirir a sabedoria.

O ancião, ao invés de responder, propôs um desafio:
- Encha uma colher de azeite e percorra todos os cantos deste lugar, mas não deixe derramar uma gota sequer.

Após ter concordado, o jovem saiu com a colher na mão, andando a passos pequenos, olhando fixamente para ela e segurando-a com muita firmeza. Ao voltar, orgulhoso por ter conseguido cumprir a tarefa, mostrou a colher ao ancião, que perguntou:
- Você viu as belíssimas árvores que havia no caminho? Sentiu o aroma das maravilhosas flores do jardim? Escutou o canto dos pássaros?

Sem entender muito o porquê disso tudo, o jovem respondeu que não e o ancião disse:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida; vivendo apenas para cumprir suas obrigações sem usufruir das maravilhas do mundo. Assim nunca será sábio.

Em seguida, pediu para o jovem repetir a tarefa, mas desta vez observando tudo pelo caminho. E lá foi o rapaz com a colher na mão, olhando e se encantando com tudo. Esqueceu da colher e passou a observar as árvores, cheirar as flores e ouvir os pássaros. Ao voltar, o ancião perguntou se ele viu tudo e o jovem extasiado disse que sim. O velho sábio pediu para ver a colher e o jovem percebeu que tinha derramado todo o conteúdo pelo caminho.

Disse-lhe o ancião:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida; vivendo para as alegrias do mundo sem cumprir suas obrigações. Assim nunca será sábio.

Para alcançar a sabedoria terá que cumprir suas obrigações sem perder a alegria de viver.

Somente assim conhecerá a verdadeira sabedoria.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ditados Populares Engraçados


Ditados Populares Engraçados

Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida.

Antes tarde do que mais tarde.

O salário-mínimo deveria se chamar gorjeta máxima.

Se um homem bate na mesa e grita, está impondo controle. Se uma mulher faz o mesmo, está perdendo o controle.

Onde há fumaça, há FEBEM.

Eu queria morrer como o meu avô, dormindo tranqüilo, e não gritando desesperadamente, como os quarenta passageiros do ônibus que ele dirigia!

Quantos guarda-chuvas você já perdeu? Quantos você já achou? Para onde será que eles vão?

Diga-me com quem andas que eu te direi se vou contigo.

O pior cego é aquele que não quer ver, não quer comer, não quer trabalhar, enfim, não quer fazer p… nenhuma!!

Porque ‘já’ quer dizer agora, e ‘já, já’ quer dizer daqui a pouco?

Que contradição: para desligar o computador clica-se no menu ‘iniciar’.

O sonho acabou, mas ainda tem pão doce!

Canela: dispositivo para encontrar objetos no escuro!

Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam… Não é bonito, mas é profundo.

Chocolate não engorda, quem engorda é você!

Mate-se de estudar e serás um cadáver culto.

Não sou um completo inútil… Ao menos sirvo de mau exemplo.

Errar é humano. Colocar a culpa em alguém, então, nem se fala.

O importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe!

Não leve a vida tão a sério, afinal ninguém sairá vivo dela.

Deixei a bebida. O ruim é que não lembro onde.

Existe um mundo melhor, mas é caríssimo!

A mulher que não tem sorte com os homens não sabe a sorte que tem.

Trabalhar nunca matou ninguém, mas… Por que arriscar?

Há duas palavras que abrem muitas portas: Puxe e empurre.

Meu lar é um inferno


Meu lar é um inferno

O pobre homem chegara ao fundo do poço e resolveu procurar seu rabino para pedir conselhos.
- Santo rabi! - clamou ele. - As coisas estão indo mal comigo, e piorando a cada momento! Somos pobres, tão pobres, que minha esposa, meus seis filhos, meus sogros e eu temos que viver num casebre de um só cômodo. Estamos sempre no caminho uns dos outros e com os nervos à flor da pele por causa de todas as nossas desgraças. Não paramos de brigar e discutir. Acredite: meu lar é um inferno e eu preferiria morrer a continuar vivendo assim!
O rabino ponderou a questão gravemente.
- Meu filho - disse por fim, - prometa que fará exatamente como eu lhe disser e sua condição irá melhorar.
- Eu prometo, rabi - respondeu o homem atormentado. - Farei tudo e qualquer coisa que me pedir.
- Diga-me, então, que animais ainda possui?
- Tenho uma vaca, uma cabra e algumas galinhas.
- Ótimo! Volte para sua família e coloque as galinhas dentro de casa para morar com vocês.
O pobre homem ficou estupefato mas, como havia prometido ao rabino, voltou para casa e levou as galinhas para morar com a família dentro de casa.
Alguns dias depois, porém, retornou ao rabino e lamentou-se:
- Rabi! Fiz como você havia dito e levei as galinhas para dentro de casa. Mas o que aconteceu? Uma desgraça, rabi, uma desgraça. As coisas estão piores do que nunca! Minha vida está um verdadeiro inferno. A casa está agora cheia de penas e titica de galinha! Salva-me, rabi, salva-me, por favor!
- Meu filho - respondeu o rabino com serenidade. - Não se desespere. Volte para casa e coloque a cabra dentro de casa para morar com vocês. Deus irá ajudá-lo!
O pobre homem achou que ia enlouquecer, mas voltou para casa e levou a cabra para dentro de casa. Mas não demorou até que voltasse correndo até o rabino.
- Santo rabi! - lamuriou-se. - Ajude-me, salve-me! A cabra está destruindo tudo dentro de casa: está transformando a minha vida num pesadelo. O cheiro está insuportável e ninguém agüenta mais a sujeira.
- Meu filho - condoeu-se o rabino. - Não se desespere. Deus irá ajudá-lo. Volte para casa e traga também a vaca para morar com vocês.
O pobre homem achou que ia enlouquecer, mas voltou para casa e levou a vaca para morar com a família dentro de casa. Logo no dia seguinte, porém, voltou desesperado ao rabino.
- Rabi, rabi! Seus conselhos só estão nos trazendo desgraças! As coisas não param de piorar. A vaca transformou minha casa num curral e agora estamos vivendo de fato no meio da bosta. Como pode um ser humano dividir o seu espaço com um animal? É um inferno, rabi, um inferno!
- Meu filho, você tem razão. Volte e tire todos os bichos de dentro de casa.
No mesmo dia o homem correu para procurar o rabino.
- Rabi, rabi! - gritou ele com o rosto resplandecente. - Minha vida voltou a ser um paraíso. A casa está limpa, sossegada e vazia como não se via há muito tempo. É um prazer viver nela.


Hassidismo

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A roupa de Gandhi


A roupa de Gandhi

Mahatma Gandhi provou que a "roupa não faz o homem". Só usava uma tanga a fim de se identificar com as massas simples da Índia.

Certa vez chegou assim vestido numa festa dada pelo governador inglês.

Os criados não o deixaram entrar.

Voltou para casa e enviou um pacote ao governador, por um mensageiro.

Continha um terno.

O governador ligou para a casa dele e lhe perguntou o significado do embrulho.

O grande homem respondeu:

- Fui convidado para a sua festa, mas não me permitiram entrar por causa da minha roupa. Se é a roupa que vale, eu lhe enviei o meu terno...

A mesa do velho avô


A mesa do velho avô

Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto mais velho de quatro anos. As mãos do velho homem tremiam, e a vista era embaralhada, e o seu passo era hesitante. A família comeu junto à mesa. Mas as mãos trêmulas do
avô ancião e sua visão falhando, tornou difícil o ato de comer. Ervilhas rolaram da colher dele sobre o chão. Quando ele pegou seu copo, o leite derramou na toalha da mesa. A bagunça irritou fortemente seu filho e nora: " Nós temos que fazer algo sobre o Vovô..." disse o filho. "Já tivemos bastante do seu leite derramado, ouvindo-o comer ruidosamente, e muita de sua comida no chão".

Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala. Lá Vovô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar. Desde que o Avô tinha quebrado um ou dois pratos, a comida dele foi servida em uma tigela de madeira. Quando a família olhava de relance na direção do Vovô, às vezes percebiam nele uma lágrima em seu olho por estar só. Ainda assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências acentuadas quando ele derrubava um garfo ou derramava comida. O neto mais velho de quatro anos assistiu tudo em silêncio.

Uma noite antes da ceia, o pai notou que seu filho estava brincando no chão com sucatas de madeira. Ele perguntou docemente para a criança: "O que você está fazendo? " Da mesma maneira dócil, o menino respondeu: "Oh, eu estou fabricando uma pequena tigela para Você e Mamãe comerem sua comida quando eu crescer." O neto mais velho de quatro anos sorriu e voltou a trabalhar.

As palavras do menino golpearam os pais que ficaram mudos. Então lágrimas começaram a fluir em seus rostos. Entretanto nenhuma palavra foi falada, ambos souberam o que devia ser feito. Aquela noite o marido pegou a mão do Vovô e com suavidade o conduziu atrás da mesa familiar. Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem marido nem esposa pareciam se preocupar mais quando um garfo era derrubado, ou leite derramado, ou que atoalha da mesa tinha sujado.

As crianças são notavelmente perceptivas. Os olhos delas sempre observam, suas orelhas sempre escutam, e suas as mentes sempre processam as mensagens que elas absorvem. Se elas nos veem pacientemente providenciar uma atmosfera feliz em nossa casa, para nossos familiares, eles imitarão aquela atitude para o resto de suas vidas. O pai sábio percebe isso diariamente, que o alicerce está sendo construído para o futuro da criança.
Sejamos sábios construtores de bons exemplos de comportamento de vida em nossas funções.

A montanha da vida


A montanha da vida

A vida de cada um de nós pode ser comparada à conquista de uma montanha. Assim como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.

Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado. Quanto mais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos.

No momento da escalada, o início parece ser fácil. Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho.

Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir. O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.

À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso. As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu. Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas…

É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados, são do tamanho daquelas casinhas.

Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo. Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.

É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar. Podemos estar machucados, feridos ao ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar. O amigo vem e nos cura os ferimentos.

Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.

Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia.

Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar. O que nos salva é o equipamento certo para este momento.

Depois vêm as tempestades de neve, os ventos gélidos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.

Se escorregamos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo. Se caímos num buraco de falsidade de alguém que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.

Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.

Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha.

A parte mais importante do corpo


A parte mais importante do corpo

Um rei mandou reunir um grupo de sábios para decidir qual era a parte mais importante do corpo.

O endocrinologista, afirmou que eram as glândulas, porque regulavam as funções; o cardiologista disse que era o coração, pois sem ele as glândulas não funcionavam; já o nutricionista garantiu que era o estômago, uma vez que sem alimento o coração não tinha forças para trabalhar.

Porém, o mais sábio de todos, ouvia tudo em silêncio. Como não chegavam a nenhum acordo, quiseram saber exatamente a sua opinião.

- "Todas essas partes são fundamentais para a vida." - disse o mais sábio de todos. - "Se faltar uma delas o corpo morre. Entretanto, a parte mais importante não existe. É o canal imaginário que liga o ouvido à língua. Se este canal imaginário estiver com problemas, o homem passa a dizer coisas que não ouviu, e então, não apenas o corpo morre, mas a sua alma é condenada para sempre!."

A aranha


A aranha

Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!"

Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..."

Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- "Vamos, entremos nesta trilha!"
- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha!? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas..."

Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que sua glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.

A Borboleta e o Cavalinho


A Borboleta e o Cavalinho

Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás. Eram elas, um cavalinho e uma borboleta

Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se
aproximaram e criaram um elo. A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza.

Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada. A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar
por toda a floresta.

Gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho. Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.

Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso. Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso.

Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser
ela uma criaturinha tão frágil. Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro.

Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto. E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a
ausência da borboleta.

Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore.

Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali. -Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu. - Ah, é você então o famoso cavalinho? - Famoso, eu?

É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?

- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos. - Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando.
Não ficou sabendo?
Ela morreu e já faz muito tempo.

- Morreu? Como foi isso? - Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.

Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém.

Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.

Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento. - Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.

Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu
desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.

- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias? - Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
"Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca
pude ajudá-lo a resolver.
Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui."

Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.

Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou no seu dorso, OU PERMITIU QUE FOSSE COLOCADO.

A Faxina


A Faxina

Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar alguns pensamentos indesejáveis fora
Lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados...
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões...
Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei...
Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li...
Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas
E as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.

Fiquei sem paciência!
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...
Mas, lá também havia outras coisas... e belas!
Um passarinho cantando na minha janela
Aquela lua cor de prata, o pôr-do-sol...

Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças...
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante:
O amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos...

Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as a mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar!

A brasa solitária


A brasa solitária

Juan ia sempre aos serviços dominicais de sua congregação. Mas começou a achar que o pastor dizia sempre as mesmas coisas, e parou de frequentar a igreja.

Dois meses depois, em uma fria noite de inverno, o pastor foi visitá-lo.
“Deve ter vindo para tentar convencer-me a voltar” pensou Juan consigo mesmo. Imaginou que não podia dizer a verdadeira razão: os sermões repetitivos. Precisava encontrar uma desculpa, e enquanto pensava, colocou duas cadeiras diante da lareira, e começou a falar sobre o tempo.
O pastor não disse nada. Juan, depois de tentar inutilmente puxar conversa por algum tempo, também calou-se. Os dois ficaram em silêncio, contemplando o fogo por quase meia-hora.

Foi então que o pastor levantou-se, e com a ajuda de um galho que ainda não tinha queimado, afastou uma brasa, colocando-a longe do fogo.
A brasa, como não tinha suficiente calor para continuar queimando, começou a apagar. Juan, mais que depressa, atirou-a de volta ao centro da lareira.
- Boa noite – disse o pastor, levantando-se para sair.
- Boa noite e muito obrigado – respondeu Juan. – A brasa longe do fogo, por mais brilhante que seja, terminará extinguindo rapidamente.

“O homem longe dos seus semelhantes, por mais inteligente que seja, não conseguirá conservar seu calor e sua chama. Voltarei à igreja no próximo domingo.”