Luto por um mundo melhor , com um ar mais puro, menos dor, sofrimento, quase uma utopia, mas creio que esse lugar existe, dentro de cada um de nós, podemos mudar este mundo, se unirmos forças e pensamentos conjuntos e objetivos únicos, neste blog deixo os pensamentos que mudaram vidas , pessoas e pode mudar a sua vida também. Que você possa transmitir estes pensamentos e ajude a melhorar o mundo pela força do pensamento positivo e reflexivo.....
domingo, 16 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O Sabbath é Sábado ou Domingo?

O Sabbath é Sábado ou Domingo?
Ra McLaughlin
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto1
Pergunta
Por que muitas pessoas vão à igreja no Domingo, claramente o
primeiro dia da semana, quando na Bíblia é dito que devemos ir à igreja no
sétimo dia? Eu sei que algumas pessoas dizem que a Segunda-feira é o
primeiro dia da semana, mas isso não é verdade. Basta analisar qualquer
calendário. Outros dizem que o motivo é Jesus ter ressuscitado no primeiro
dia, mas em nenhum lugar é dito que deveríamos adorar nesse dia porque ele
ressuscitou no mesmo. Por favor, mostre-me na Bíblia onde o Sabbath foi
mudado. Ou pelo menos me diga quem o mudou, e por qual motivo.
Resposta
O argumento para a observância do Sabbath no Domingo que acho
mais convincente é o seguinte:
Começamos com a premissa que a Bíblia na verdade não diz que
devemos nos reunir no sétimo dia da semana. Antes, ela ensina que devemos
nos reunir no sétimo dia (sem a qualificação "da semana"). O Antigo
Testamento em hebraico normalmente usa a frase "o sétimo dia", sem
qualificações, para se referir a dias que não eram o sétimo dia do mês, e que
possivelmente não teriam caído no mesmo dia da semana ano após ano (e.g.
Ex. 12:15,16; 13:6; Lv. 23:6-8; 13:5,6,27,32,34,51; 14:9,39; Nm. 6:9; 7:1-48;
19:12,19; 28:17-25; 31:19,24; Dt. 16:1-8; Josh. 6:4,15; Jz. 14:12-18; 2Sm. 12:18;
1Rs. 20:29; Et. 1:10). Esses usos da frase (que constituem a vasta maioria dos
seus usos no Antigo Testamento) parece simplesmente significar "sete dias
mais tarde". Além do mais, havia alguns Sabbath que não eram no sétimo dia
(e.g. Lv. 23:27-32,39).
Similarmente, em Êxodo 16, onde Deus ordenou que os israelitas
observassem o Sabbath no deserto, ele indicou que dia seria o Sabbath, não se
referindo aos dias da semana, mas pedindo para que eles contassem os dias
nos quais tinham recebido maná (Ex. 16:4-5,22-23). A Bíblia não diz que eles
começaram a receber maná no primeiro dia da semana, mas marca o tempo
desde "os quinze dias do mês segundo, depois de sua saída da terra do Egito"
(Ex. 16:1). Não possuímos um calendário hebraico antigo, e não sabemos em
qual dia o Sabbath caia no deserto. De fato, é inteiramente possível que os
hebreus não determinaram que dia era o Sabbath olhando no calendário para
achar o sétimo dia da semana, mas determinaram o sétimo dia da semana após
determinar em primeiro lugar quando era o Sabbath.
Avaliando todas as ocorrências de "sétimo dia" no Antigo Testamento,
e olhando para a instituição do Sabbath, parece que o Antigo Testamento não
ensina claramente que o Sabbath deve ser observado no sétimo dia da semana
– ou pelo menos que o calendário semanal não deve ser usado para
determinar qual dia é o sétimo.
No Novo Testamento, os judeus celebravam o Sabbath no que era
geralmente reconhecido como o sétimo dia da semana (Mt. 28:1; Marcos 16:1-
2; Lucas 23:56-24:1), e Jesus reconheceu a escolha dos dias por eles (e.g. Mt.
12:1-13; Lucas 13:14-16). Contudo, nem Jesus ou algum escritor do Novo
Testamento indicaram que o dia do Sabbath tinha que cair no sétimo dia da
semana, como determinado por algum calendário regular.
Baseada nesse pensamento, a igreja do Novo Testamento, sob a
orientação dos apóstolos, aparentemente sentiu-se livre para mudar o dia da
observância, e ligá-la ao calendário secular. Ela ainda manteve o padrão do
mandamento seis-dias-mais-um, mas mudou a observância do seu Sabbath
para o primeiro dia da semana do calendário secular. Mui provavelmente os
cristãos escolheram esse dia porque era o dia no qual Jesus tinha ressurgido
dentre os mortos (Mt. 28:1; Marcos 16:2; Lucas 25:1; João 20:1). O Senhor
ressurreto também escolheu o primeiro dia da semana para se manifestar aos
seus discípulos quando estes estavam reunidos (João 20:19,26). Em todo caso,
parece que o primeiro dia da semana provavelmente veio a ser conhecido
como o "Dia do Senhor" (Ap. 1:10), e parece ter sido o dia no qual a igreja se
reunia com a aprovação dos Apóstolos (Atos 20:7). Não parece haver alguma
evidência no Novo Testamento que a igreja primitiva sentiu-se compelida a
observar o sétimo dia da semana como o Sabbath, e há certa possível evidência
que Paulo ensinou que os cristãos não estavam obrigados a observar esse dia
particular (Cl. 2:16).
Concluindo, a prática da observância do Sabbath no Domingo é baseada
primeiramente no entendimento que a Bíblia não ordena a observância no
sétimo dia do calendário semanal, e em segundo lugar na tradição da igreja
estabelecida sob a aprovação dos Apóstolos.
Fonte: http://thirdmill.org/
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Crente fica doente?

Creio em milagres. Creio que Deus cura hoje em resposta às orações de seu povo. Durante meu ministério pastoral, tenho orado por pessoas doentes que ficaram boas. Contudo, apesar de todas as orações, pedidos e súplicas que os crentes fazem a Deus quando ficam doentes, é um fato inegável que muitos continuam doentes e eventualmente, chegam a morrer acometidos de doenças e males terminais.
Uma breve consulta feita à Capelania Hospitalar de grandes hospitais de algumas capitais do nosso país revela que há números elevados de evangélicos hospitalizados por todos os tipos de doença que acometem as pessoas em geral. A proporção de evangélicos nos hospitais acompanha a proporção de evangélicos no país. As doenças não fazem distinção religiosa.
Para muitos evangélicos, os crentes só adoecem e não são curados porque lhes falta fé em Deus. Todavia, apesar do ensino popular que a fé nos cura de todas as enfermidades, os hospitais e clínicas especializadas estão cheias de evangélicos de todas as denominações – tradicionais, pentecostais e neopentecostais –, sofrendo dos mais diversos tipos de males. Será que poderemos dizer que todos eles – sem exceção – estão ali porque pecaram contra Deus, ficaram vulneráveis aos demônios e não têm fé suficiente para conseguir a cura?
É nesse ponto que muitos evangélicos que adoeceram, ou que têm parentes e amigos evangélicos que adoeceram, entram numa crise de fé. Muitos, decepcionados com a sua falta de melhora, ou com a morte de outros crentes fiéis, passam a não crer mais em nada e abandonam as suas igrejas e o próprio Evangelho. Outros permanecem, mas marcados pela dúvida e incerteza. Eu gostaria de mostrar nesse post, todavia, que mesmo homens de fé podem ficar doentes, conforme a Bíblia e a História nos ensinam.
1. Há diversos exemplos na Bíblia de homens de fé que adoeceram. Ao lermos a Bíblia como um todo, verificamos que homens de Deus, cheios de fé, ficaram doentes e até morreram dessas enfermidades. Um deles foi o próprio profeta Eliseu. A Bíblia diz que ele padeceu de uma enfermidade que finalmente o levou a morte: "Estando Eliseu padecendo da enfermidade de que havia de morrer" (2Re 13.14). Outro, foi Timóteo. Paulo recomendou-lhe um remédio caseiro por causa de problemas estomacais e enfermidades freqüentes: "Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades" (1Tm 5.23).
Ao final do seu ministério, Paulo registra a doença de um amigo que ele mesmo não conseguiu curar: "Erasto ficou em Corinto. Quanto a Trófimo, deixei-o doente em Mileto" (2Tm 4.20).
O próprio Paulo padecia do que chamou de "espinho na carne". Apesar de suas orações e súplicas, Deus não o atendeu, e o apóstolo continuou a padecer desse mal (2Co 12.7-9). Alguns acham que se tratava da mesma enfermidade da qual Paulo padeceu quanto esteve entre os Gálatas: "a minha enfermidade na carne vos foi uma tentação, contudo, não me revelastes desprezo nem desgosto" (Gl 4.14). Alguns acham que era uma doença nos olhos, pois logo em seguida Paulo diz: "dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os próprios olhos para mos dar" (Gl 4.15). Também podemos mencionar Epafrodito, que ficou gravemente doente quando visitou o apóstolo Paulo: "[Epafrodito] estava angustiado porque ouvistes que adoeceu. Com efeito, adoeceu mortalmente; Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza" (Fp 2.26-27).
Temos ainda o caso de Jó, que mesmo sendo justo, fiel e temente a Deus, foi afligido durante vários meses por uma enfermidade, que a Bíblia descreve como sendo infligida por Satanás com permissão de Deus: "Então, saiu Satanás da presença do Senhor e feriu a Jó de tumores malignos, desde a planta do pé até ao alto da cabeça. Jó, sentado em cinza, tomou um caco para com ele raspar-se" (Jó 2.7-8). O grande servo de Deus, Isaque, sofria da vista quando envelheceu, a ponto de não saber distinguir entre Jacó e Esaú: "Tendo-se envelhecido Isaque e já não podendo ver, porque os olhos se lhe enfraqueciam" (Gn 27.1). Esses e outros exemplos poderiam ser citados para mostrar que homens de Deus, fiéis e santos, foram vitimados por doenças e enfermidades.
2. O mesmo ocorre na História da Igreja. Nem mesmo cristãos de destaque na história da Igreja escaparam das doenças e dos males. João Calvino era um homem acometido com freqüência de várias enfermidades. Mesmo aqueles que passaram a vida toda defendendo a cura pela fé também sofreram com as doenças. Alguns dos mais famosos acabaram morrendo de doenças e enfermidades. Um deles foi Edward Irving, chamado o pai do movimento carismático. Pregador brilhante, Irving acreditava que Deus estava restaurando na terra os dons apostólicos, inclusive o da cura divina. Ainda jovem, contraiu uma doença fatal. Morreu doente, sozinho, frustrado e decepcionado com Deus.
Um outro caso conhecido é o de Adoniran Gordon, um dos principais líderes do movimento de cura pela fé do século passado. Gordon morreu de bronquite, apesar da sua fé e da fé de seus amigos. A. B. Simpson, outro líder do movimento da cura pela fé, morreu de paralisia e arteriosclerose. Mais recentemente, morreu John Wimber, vitimado por um câncer de garganta. Wimber foi o fundador da igreja Vineyard Fellowship ("A Comunhão da Vinha ou Videira") e do movimento moderno de "sinais e prodígios". Ele, à semelhança de Gordon e Simpson, acreditava que pela fé em Cristo, o crente jamais ficaria doente. Líderes do movimento de cura pela fé no Brasil também têm ficado doentes. Não poucos deles usam óculos, para corrigir defeitos na vista e até têm defeito físico nas mãos.
O meu ponto aqui é que cristãos verdadeiros, pessoas de fé, eventualmente adoeceram e morreram de enfermidades, conforme a Bíblia e a História claramente demonstram. O significado disso é múltiplo, desde o conceito de que as doenças nem sempre representam falta de fé até o fato de que Deus se reserva o direito soberano de curar quem ele quiser.
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O PERIGO DA ESPIRITUALIDADE SEM BÍBLIA

O PERIGO DA ESPIRITUALIDADE SEM BÍBLIA
Isaltino Gomes Coelho Filho
Um dia desses, assisti um programa de música evangélica jovem numa emissora de televisão evangélica de Manaus.
Foi um espetáculo curioso, digno de reflexão séria e objetiva. Um rapaz cantou um hino de sua autoria. Sua voz não era boa. A música era de qualidade sofrível e de execução muito barulhenta.
A letra, simplesmente terrível. Passou uma imagem muita fraca dos evangélicos. Na realidade, se houvesse critérios técnicos, o rapaz não deveria ter cantado.
Mas infelizmente muitos crentes acham que para Jesus qualquer coisa serve, mesmo que de baixo padrão.
O que lhes importa é a intenção, como se esta fosse desculpa para má qualidade. E por isso a música foi elogiada pelo apresentador, que imitava os locutores de FM, falando no estilo "metralhadora" .
É bem verdade que os locutores de programas populares de FM são todos iguais, imitando o falecido Big Boy, lançador do estilo.
O programa evangélico imita o estilo do mundo. Isso, por si só, já não é recomendável.
O cântico falava do Diabo. Certos segmentos evangélicos têm uma fixação com esta figura. Mas gosto é gosto. Não se discute. O problema é a teologia duvidosa passada pelo programa. Dizia a letra que antigamente os crentes fugiam de Satanás, mas agora, não. Agora nós o perseguimos, corremos atrás dele, nós o desmoralizamos, nós o vencemos, nós zombamos dele.
Agora, o inferno treme de medo diante da Igreja. O jovem gritava a ponto das veias do pescoço se salientarem. Gritar, por vezes, dá ar de verdade ao que se diz.
Há gente que pouco diz, mas que grita bem e por isso impressiona. Alguns podem ter levado a música a sério. Mas eu fiquei chocado. Gosto de espiritualidade. Busco-a. Como a minha é deficiente, persigo-a. Mas também gosto de qualidade e não a vi. Gosto do ensino bíblico correto e não o vi. Pelo contrário. Vi um ensino em franco desacerto com a Bíblia.
Não houve teologia sadia na música. Muitos compositores põem suas idéias em música sem submetê-las ao crivo de um ensino bíblico correto. Confunde-se a inspiração musical com revelação bíblica e se presume que "se Deus inspirou" (um conceito tão subjetivo!), é válido. Tem-se cantado muita aberração por se desprezar a doutrina bíblica correta. E este é um problema sério no meio evangélico: o abandono da Bíblia como fonte de doutrina e de inspiração. A experiência, as sensações, a intuição, o querer, têm sido colocados como padrão.
Voltemos à música e sua teologia. Não se persegue o Diabo. Não fomos autorizados nem mandados a fazer isto (e não há como fazê-lo - como persegui-lo? ). Fomos orientados para resistir-lhe (Tg 4.7) que ele fugiria de nós. Devemos ter cautela com ele (1 Pe 5.8). Não devemos lhe dar lugar (Ef 4.27). E o inferno não está tremendo de medo da Igreja. Quem disse isso?
A vida cristã apresenta uma tensão: o já e o ainda não. O reino de Deus já foi estabelecido por Jesus e está em vitoriosa expansão, mas ainda não está consumado. O mundo vindouro já chegou e já temos provado seu poder, mas o mundo antigo ainda não cessou. Já somos filhos e não mais escravos, mas ainda não entramos na liberdade da glória dos filhos de Deus. Satanás já está vencido, mas ainda não aniquilado. Já estamos salvos, mas ainda não glorificados. "Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam" (Sl 24.1), mas "o mundo jaz no maligno" (1 Jo 5.19). A ênfase exagerada no ainda não conduz ao derrotismo. Deixamos de ter estímulo para o futuro e nos centramos no agora. Por outro lado, a ênfase exagerada no já conduz ao ufanismo, à criancice, a afirmações pueris sem embasamento bíblico. Olhamos o futuro como se fosse agora. Muitos hoje querem o já (saúde completa, impecabilidade, posse de todas as bênçãos e perfeição). Mas isso pertence ao reino consumado que ainda não chegou.
Um mandamento bíblico muito esquecido e pouquíssimo enfatizado no meio evangélico é a sobriedade. Ser sóbrio e viver sobriamente é ordem bíblica: 1 Tessalonicenses 5.6 e 5.8, 1 Timóteo 3.2, 2 Timóteo 4.5, Tito 1.8. 1 Pedro 1.13, 4.7 e 5.8.
É bom cantar e louvar a Deus. É bom celebrar a vitória cristã.
Mas é bom ter doutrina correta. Também é bom não menosprezar o adversário. Ele ruge como leão (1Pe 5.8) e não mia como gatinho domesticado. Não se brinque com ele. E uma palavra cordial aos compositores evangélicos, autores de hinos e corinhos: subordinem suas idéias à Bíblia. Ela deve ser normativa de nossa doutrina e de nossos cânticos. Se assim não for, podemos cantar conceitos incorretos. Isso nos prejudicará.
Daremos ao mundo uma mensagem errada. Isso prejudicará o mundo. E Deus responsabilizará vocês por ensinarem o erro.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
DOENÇAS / CAUSAS:

Amigo(a),
Segundo a psicóloga americana Loise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.
"Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga americana Louise L. Hay.
Abaixo, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas,
elaboradas pela psicóloga Louise.
Reflita, vale a pena tentar evitá-las.
DOENÇAS / CAUSAS:
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSONIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustação. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIROÍDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Curioso não?
Por isso vamos tomar cuidado com os nosso sentimentos ... ... principalmente daqueles que escondemos de nós mesmos.
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade."
( C.Drummond de Andrade) *
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
AS COLHERES DE CABO COMPRIDO

AS COLHERES DE CABO COMPRIDO
Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno. Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou-o para conhecer o Céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em Volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento.
- Eu não compreendo... - disse o homem a Deus - Por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?
Deus sorriu e respondeu:
- Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros...
Temos três situações que merecem profunda reflexão:
1. Egoísmo: as pessoas no 'inferno' estavam totalmente preocupadas com a própria fome, o que as impedia de pensar em alternativas para equacionar o problema.
2. Criatividade: como todos estavam querendo se safar daquela situação em que se encontravam, não tiveram iniciativa para buscar solucionar o problema.
3. Trabalho em equipe: se tivessem um espírito solidário e de ajuda mútua, aquela situação teria sido rapidamente resolvida.
Lembre-se:
Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.
O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.
Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Pecadores sem maldição

Pecadores sem maldição
Ricardo Gondim
Desde a adolescência, organizei minha vida com valores religiosos. Freqüentei e lecionei em escolas dominicais. Militei em grupos de jovens cristãos. Estudei em um instituto bíblico. Conheci bem os bastidores do mundo religioso, tanto no Brasil como nos Estados Unidos.
Sincero e zeloso, sempre procurei cumprir as exigências de todas as instituições que participei. Se a igreja não permitia as mulheres cortarem o cabelo, briguei com a minha por aparar as franjas; se era pecado ir ao cinema, eu, que não aceitava essa proibição absurda, para evitar mau testemunho, viajava para longe se queria ver algum filme.
Relevei disparates, incoerências e hipocrisias eclesiásticas, porque considerava a causa de Cristo mais importante que as pessoas. Para não "escandalizar" , fazia vista grossa para comportamentos incompatíveis com a mensagem cristã.
Abraçado às instituições, acabei conivente de mercenários, alguns intencionalmente cobiçosos. Justifiquei tolices argumentando que as pessoas eram minimamente sinceras. Nem sei como me iludi a ponto de dizer: "fulano faz bobagem, muita bobagem, mas é sincero".
Cheguei a um tempo de vida, que algumas reivindicações da religião perderam o apelo. Com tantas decepções, deixei de acreditar na pretensa santidade dos religiosos. Considero piegas as pregações de que Deus exige uma santidade perfeita. Lembro imediatamente dos malabarismos que testemunhei que tentavam falsear tantas inadequações, dos jogos de esconde-esconde para não expor demagogias.
Jesus não conviveu com gente muito certinha. Ao contrário, ele os evitava e criticava. Chamou os austeros sacerdotes de sepulcros caiados, de cegos que guiam outros cegos, de hipócritas e, o mais grave, de condenarem os prosélitos a um duplo inferno. Cristo gostava da companhia dos pecadores, que lhe pareciam mais humanos.
Jesus alistou pessoas bem difíceis para serem apóstolos; Pedro era tempestivo; Tomé, hesitante; João, vingativo; Filipe, lento em compreender; Judas, ladrão. Acostumado com os freqüentadores de sinagoga e com os doutores da Lei, por que ele não buscou seguidores nesses círculos? Talvez, não entendesse santidade e perfeição como muitos.
Jesus aceitou que uma mulher de reputação duvidosa lhe derramasse perfume; elogiou a fé de um centurião romano, adorador de ídolos; não permitiu que apedrejassem uma adúltera para perdoá-la; mostrou-se surpreso com a determinação de uma Cananéia; prometeu o paraíso para um ladrão nos estertores da morte. Sabedor das exigências da lei, por que Jesus não mediu esforços ou palavras para enaltecer gente assim? Talvez, não entendesse santidade e perfeição como muitos.
Para Jesus, santidade não significava uma simples obediência de normas. Para ele, os atos não valem o mesmo que as intenções. Adultério não se restringe a sexo, mas tem a ver com valores que podem ou não gerar uma traição.
O ódio que explode com ânsias de matar é mais grave do que o próprio homicídio. Para ele, portanto, pecado e santidade fazem parte das dimensões mais profundas do ser humano. Lá, naquele nascedouro, de onde brotam os primeiros filetes do que se transformará em um rio, forma-se o caráter. E santidade depende da estrutura do ser, com índole que gera as decisões.
Para Jesus, santidade se confunde com integridade; que deve ser compreendida como inteireza. As sombras, as faltas, as inadequações, os defeitos, bem como as luzes, as bondades, as grandezas, as virtudes, de cada um precisam ser encaradas sem medos, sem panacéias, sem eufemismos.
Deus não requer vidas perfeitinhas, pois ele sabe que a estrutura humana é pó; não exige correção absoluta, pois para isso, teria que nos converter em anjos.
As prostitutas, que souberem lidar com faltas e defeitos com inteireza, precederão os sacerdotes bem compostos, mas que vivem de varrer as faltas para debaixo dos tapetes eclesiásticos. O samaritano, que traduziu humanidade em um gesto de solidariedade, é herói de uma parábola que descreve como herdar o céu. O tempestivo Pedro, que transpirava sinceridade, recebeu as chaves do Reino de Deus. A mulher, que fora possessa de sete demônios, anuncia a alvissareira notícia da ressurreição.
Os mandamentos e a lei só serviram para mostrar que para produzir humanidade não servem os legalismos. Integridade e santidade nascem do exercício constante de confrontar suas luzes e sombras trazendo-as diante de Deus e mesmo assim saber-se amado por Ele.
Soli Deo Gloria.
A carta de amor do Pai

A carta de amor do Pai
Meu filho,
Você pode não me conhecer, mas Eu sei tudo sobre você
Salmo 139:1
Eu sei quando você se senta e quando se levanta
Salmo 139:2
Eu conheço bem todos os seus caminhos
Salmo 139:3
E até os cabelos da sua cabeça são todos contados
Mateus 10:29-31
Pois você foi feito a minha imagem
Gênesis 1:27
Em mim você vive, se move e tem existido
Atos 17:28
Pois você é a minha descendência
Atos 17:28
Eu te conheci mesmo antes que você existisse
Jeremias 1:4-5
E escolhi você quando planejava a criação
Efésios 1:11-12
Você não foi um erro, pois todos os seus dias estão escritos no meu livro
Salmo 139:15-16
Eu determinei o momento exato do seu nascimento e onde você viveria
Atos 17:26
Você foi feito de forma admirável e maravilhosa
Salmo 139:14
Eu formei você no ventre da sua mãe
Salmo 139:13
E tirei você do ventre de sua mãe no dia do seu nascimento
Salmo 71:6
Eu tenho sido mal representado por aqueles que não me conhecem
João 8:41-44
Eu não estou distante e zangado, pois sou a expressão completa do amor
1 João 4:16
E o meu desejo é derramar meu amor sobre você
1 João 3:1
Simplesmente porque você é meu filho e Eu sou seu Pai
1 João 3:1
Eu ofereço a você mais do que o seu pai terrestre jamais poderia oferecer
Mateus 7:11
Porque sou o Pai perfeito
Mateus 5:48
Cada bom presente que você recebe vem da minha mão
Tiago 1:17
Pois Eu sou o seu provedor e supro todas as suas necessidades
Mateus 6:31-33
Meu plano para o seu futuro tem sido sempre cheio de esperança
Jeremias 29:11
Porque Eu te amo com um amor eterno
Jeremias 31:3
Meus pensamentos sobre você são incontáveis como a areia na praia
Salmo 139:17-18
E Eu me regozijo sobre você com cânticos
Sofonias 3:17
Eu nunca vou parar de fazer o bem para você
Jeremias 32:40
Porque você é meu tesouro mais precioso
Êxodo 19:5
Eu desejo te estabelecer com todo meu coração e toda minha alma
Jeremias 32:41
E quero te mostrar coisas grandes e maravilhosas
Jeremias 33:3
Se você me buscar de todo o coração, você me encontrará
Deuteronômio 4:29
Se deleite em mim e Eu darei a você os desejos do seu coração
Salmo 37:4
O valor do culto doméstico

O valor do culto doméstico
"-Por que fazer culto doméstico todos os dias?", perguntou uma adolescente. Convictos do valor desse momento, os pais lhe mostraram as razões. E o culto continua a ser realizado nesse lar, inclusive com a participação ativa e alegre da jovem. É lamentável que nem todos os pais pensem assim.
Essa é a realidade do resultado da enquete feita pelo Ministério OIKOS em seu site (clickfamilia. org.br) sobre: "Na sua família há o hábito de realizar o culto doméstico?" Eis os resultados em percentuais:
Todos os dias: 12,6% ; uma vez por semana: 9,7%; uma vez por mês: 2,3%; raramente: 34,2%; nunca: 41,3%.
É disparado o percentual dos lares que o realizam raramente ou nunca. Louvado seja Deus pelos que o realizam todos os dias, ou pelo menos uma vez por semana ou por mês. Não é tão fácil, mas conseguem, porque têm priorizado a comunhão com Deus em família. A lembrança desses cultos, ainda que esparsos, ficarão na memória e no coração dos filhos.
Lamentável mesmo, são os que NUNCA se reúnem em culto familiar. E olhem que eles representam o maior percentual dos que responderam a enquete.
Os que têm o privilégio de realizar diariamente um culto doméstico, "sabendo que o seu esforço não é vão no Senhor", vencem as barreiras e as ações inimigas. Por certo têm preciosas experiências.
Com os demais grupos, quero compartilhar razões que justificam a realização dos cultos em família e sugerir estratégias para começarem a fazê-lo.
Razões por que realizar o Culto Doméstico
1. É bíblico – Deus recomendou em Deuteronômio 6.7. "Sentado em tua casa" quer dizer sentar com a família para falar de Deus e das coisas espirituais. Timóteo aprendeu em casa, com a avó Loide e a mãe Eunice.
2. Fortalece os laços familiares – Dissensões, inimizades e separações dificilmente acontecem numa família que cultua a Deus e medita em sua Palavra diariamente.
3. Edifica e fortalece a vida cristã de cada indivíduo, deixando nele marcas indeléveis.
4. Necessidades e vitórias são compartilhadas em orações.
5. É momento para tirar dúvidas a respeito da Bíblia e da vida cristã.
6. É oportunidade preciosa para apresentar aos filhos e a outras pessoas o plano de salvação. Que privilégio para os pais saberem que seu filho aceitou Jesus no culto em família!
7. É momento de testemunho. As orações e os cânticos podem ser ouvidos pela vizinhança, despertar interesse e atingir os corações.
Sugestões de estratégias
1. Fazer esse propósito e orar para que Deus afaste todos os impedimentos.
2. Se não é possível reunir toda a família, verificar a hora do dia em que há o maior número de familiares em casa e combinar o culto para esse horário.
3. Dar oportunidade de participação a todos – até às crianças.
4. Não pode ser muito longo, sobretudo quando há crianças. Não deve haver sermão, mas um pequeno comentário sobre o texto lido ou a leitura de um livro de meditações diárias.
5. Os cânticos devem ser fáceis de cantar e conhecidos de todos.
6. De preferência usar a mesma versão da Bíblia, para que todos possam acompanhar a leitura.
7. Agradecer é importante! Não só pedir. Cada um deve mencionar um motivo de gratidão.
As orações devem ser breves e objetivas. Orações longas tornam-se cansativas e desviam a atenção.
8. Esse momento deve causar prazer e não aborrecimento.
Há muitos momentos em que a família está reunida ao redor da mesa para uma refeição, ou até diante de um programa de televisão. Alguns minutos podem ser usados para a realização de um culto. Afinal, sempre se encontra tempo para o que se julga importante. É questão de prioridades e de coração.
Vamos reverter esse quadro? Quem sabe em outra ocasião o maior percentual será dos que realizam o culto doméstico todos os dias? A glória será de Deus, mas as bênçãos serão da família.
Extraído do site: Click Família
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Emoções Religiosas Segundo Jonathan Edwards

Emoções Religiosas Segundo Jonathan Edwards
Num tempo em que o emocionalismo assola muitas vidas e igrejas, o livro A Genuína Experiência Espiritual (no original, Tratado sobre as afeições religiosas), de Jonathan Edwards (1703-1758), é como um oásis em meio ao deserto. Transcrevi abaixo os títulos dos capítulos desse excelente livro, que falam sobre o que prova ou não a genuinidade de nossas emoções religiosas.
I. Aquilo que não prova que nossas emoções vêm de uma verdadeira experiência de salvação:
1. Experiências fortes e vivas não provam que nossas emoções sejam espirituais ou não.
2. O fato de nossas emoções produzirem grandes conseqüências no corpo não prova que sejam espirituais ou não.
3. O fato de nossas emoções produzirem grande calor e disposição para falar sobre o cristianismo não prova que sejam espirituais ou não.
4. Emoções que não são produzidas por nosso próprio esforço podem ser ou não espirituais.
5. O fato de nossas emoções virem acompanhadas por um versículo bíblico não prova que sejam ou não espirituais.
6. Se nossas emoções parecem conter amor, isto não prova que sejam ou não espirituais.
7. A existência de experiência de muitos tipos de emoções não prova que sejam ou não espirituais.
8. Se conforto e alegria parecem seguir em determinada ordem, isto não prova que nossas emoções sejam espirituais ou não.
9. Se nossas emoções nos levam a despender muito tempo nas tarefas do culto cristão, aí não há prova que sejam ou não espirituais.
10. O fato de nossas emoções nos levarem a louvar a Deus com nossas bocas não prova que sejam ou não espirituais.
11. O fato de nossas emoções produzirem segurança de salvação não prova que sejam ou não espirituais.
12. Não podemos saber se as emoções de alguém são espirituais ou não, somente por seu relato comovente.
II. Os sinais que distinguem verdadeiras emoções espirituais:
1. Emoções espirituais verdadeiras surgem de influências espirituais, sobrenaturais e divinas no coração.
2. O propósito de emoções espirituais é a beleza das coisas espirituais, não nosso próprio interesse.
3. Emoções espirituais são baseadas na excelência moral das coisas divinas.
4. Emoções espirituais surgem da compreensão espiritual.
5. Emoções espirituais trazem uma convicção da realidade das coisas divinas.
6. Emoções espirituais sempre coexistem com a humilhação espiritual.
7. Emoções espirituais sempre coexistem com uma mudança de natureza.
8. As emoções espirituais verdadeiras diferem das falsas, na promoção de um espírito de amor, humildade, paz, perdão, compaixão à semelhança de Cristo.
9. As verdadeiras emoções espirituais enternecem o coração e existem juntamente com uma ternura do espírito cristão.
10. As verdadeiras emoções espirituais, ao contrário das falsas, têm simetria e equilíbrio belíssimos.
11. As verdadeiras emoções espirituais produzem um desejo por santidade mais profunda, diferentemente das emoções falsas, as quais se satisfazem em si mesmas.
12. O fruto das verdadeiras emoções espirituais é a prática cristã.
13. A prática cristã é, para outros, o principal sinal da sinceridade de um convertido.
14. A prática cristã é sinal certo de conversão para a consciência da própria pessoa.
Bibliografia: A Genuína Experiência Espiritual, Jonathan Edwards, Editora PES
cristianismo de consumo

O que quero dizer com cristianismo de consumo? Em termos gerais, é qualquer tentativa de construir o Reino de Deus ou edificar o cristão individual (ou atrair o convertido potencial ao cristianismo) por meios e métodos que apelam à carne – ou seja, o coração enganoso e egoísta do homem. O começo de tal cristianismo consumista foi no jardim do Éden quando Satanás manipulou Eva para que desobedecesse a Deus, deixando que ela cresse, no entanto, que estava aperfeiçoando a is mesma (Gn 3.1-6).
Especificamente relacionado com o que está acontecendo hoje em dia, o cristianismo de consumo é um esforço para ajudar igrejas cristãs a crescerem em tamanho e a se tornarem eficientes através da aplicação de princípios comerciais, estratégias de marketing e conceitos de gerenciamento. Esse é o empreendimento mais popular do cristianismo atual, fato bastante estranho, até mesmo preocupante, para qualquer pessoa que tenha entendimento de "consumismo" e "cristianismo". Por quê? Porque esses dois termos são antagônicos.
Consumismo, no senso de negócios, é um conceito baseado em satisfação do freguês, a qual é a chave para qualquer transação comercial de sucesso. O produto ou serviço oferecido deve ser ajustado aos desejos e necessidades expressas pelo freguês, ou não haverá lucro sustentável. O freguês sempre tem razão, porque onde não há freguês, não há lucro e, portanto, não há transação comercial.
Deus reina no cristianismo bíblico. A Sua revelação para a humanidade são "todas as coisas que conduzem à vida e à piedade" (2 Pe 1.3). Cristianismo bíblico é simplesmente tudo o que a humanidade necessita saber para ser reconciliada com Deus, para fazer a Sua vontade diariamente e para viver com Ele por toda a eternidade. Não é uma estratégia de marketing e, de fato, não tem nenhuma associação ao mundo de negócios e seus conceitos.
Qualquer tentativa de aperfeiçoar a prática do cristianismo bíblico através de princípios comerciais está, no melhor dos casos, adicionando metodologias fúteis à Palavra de Deus. No pior dos casos, tal tentativa rejeita a suficiência das Escrituras em favor das obras da carne, apaga o Espírito Santo e sujeita aqueles que assim procedem ao serviço do deus deste mundo, a serem enganados por ele e, finalmente, a se tornarem seus escravos. De qualquer modo, leva à destruição espiritual na igreja e tem conseqüências eternas.
O cristianismo de consumo está no centro do movimento de crescimento de igrejas e seu efeito letal pode ser encontrado em todas as denominações (também pseudo-cristãs). Muitas igrejas evangélicas têm se entregado de coração a uma estratégia de marketing designada primeiramente a atrair os perdidos, que são vistos como fregueses em potencial. À medida que os não-cristãos freqüentam os cultos e se misturam com os membros (novos e mais antigos), não se pode evitar que o conceito de consumismo se espalhe por toda a congregação. Inevitavelmente, isso afetará a pregação, a música, a Escola Dominical, as programações, etc., o que, por sua vez, produzirá uma falta de profundidade através da igreja inteira.
Freqüentemente, as estratégias de marketing têm tido sucesso em adicionar números a uma congregação. Dezenas de milhares de pastores nos EUA e internacionalmente têm sido influenciados por ministérios altamente populares, colocando em prática metodologias de marketing usadas por else, visando ganhar almas e aumentar o número de membros em suas igrejas.
Freqüentemente, as estratégias de marketing têm tido sucesso em adicionar números a uma congregação. Será essa a maneira bíblica de ganhar almas e efetivar o crescimento na igreja?
Será essa a maneira bíblica de ganhar almas e efetivar o crescimento na igreja?
Para alguns cristãos bíblicos a resposta é obviamente "não!", mas para um número cada vez maior dos que proclamam ter a Bíblia como autoridade e fonte totalmente suficiente da verdade de Deus, esse "não!" tem mudado para "possivelmente... Talvez..." ou "sejamos cuidadosos em não jogar for a o que é bom junto com o que não tem valor". Vejamos, portanto, se há algo de valor a ser salvo em tudo isso.
O consumismo tem apoio nas Escrituras? Será que Deus formatou o Evangelho para gratificar os desejos mundanos da humanidade? Existem certas coisas na Bíblia que devem ser evitadas para que não assustem os que poderiam se converter? Será que a Palavra de Deus reflete uma preocupação de que as pessoas possam tomar outro rumo se as necessidades que sentem não forem saciadas? A Bíblia nos manda tornar a verdade mais aceitável ao oferecê-la aos perdidos de uma forma diluída ou usando entretenimento? Ainda se trata do Evangelho que salva quando a mensagem é alterada para agradar ao paladar dos não-cristãos? Se algum cristão acha que a resposta a essas perguntas é "sim", creio que o pensamento do mundo já influenciou profundamente seu entendimento bíblico.
Certamente, os pastores é que deveriam saber melhor. No entanto, na maioria dos casos em que o consumismo afetou uma igreja, os pastores foram o instrumento em implementá-lo. Os pastores aos quais estou me referindo, e com os quais estou muito preocupado, são aqueles que se consideram bíblicos, que sinceramente querem ver almas salvas e que honestamente querem cumprir seu chamado e seu ministério de maneira agradável a Deus. Como pode tal pastor de ovelhas ser atraído para o cristianismo de consumo?
O processo freqüentemente se desenvolve de forma sutil. Imaginemos que um pastor ama os membros de sua igreja e quer que sejam felizes. Ele também quer que cresçam espiritualmente e está sempre procurando meios pelos quais novas ovelhas possam ser adicionadas ao rebanho. Quando conflitos acontecem e expectativas de crescimento não se realizam, as soluções são freqüentemente procuradas com outros que tiveram sucesso nesses aspectos. Os remédios recomendados quase sempre envolvem alguma forma de ajustamento.
Por exemplo, um conflito muito comum que existe hoje em dia é sobre os diferentes gostos em música, o qual é usualmente resolvido estabelecendo-se cultos separados – um com hinos tradicionais e outro com cânticos atuais. Como essa solução parece satisfazer a maioria dos membros, muitos pastores sentem-se encorajados a adicionar mais almas à sua igreja ao combinar a atração da música contemporânea com mensagens ao gosto do público (ou seja, atraentes e que não o façam sentir-se ameaçado), apresentadas num culto casual e conveniente de sábado à noite. Programas inovadores são, então, formulados para sustentar o interesse desses membros em potencial e para motivar os membros desinteressados e inativos, com ênfase particular em atividades de entretenimento para atrair jovens e mantê-los na congregação.
Alguns pastores têm me contado que, relutantemente, coletam idéias já usadas pelo mundo para que possam competir com ele, de maneira a alcançar os perdidos para salvá-los do mundo. Eles estão cientes da ironia desse método, mas argumentam que é o único jeito de não ter que ficar pregando para bancos vazios. A propósito, a pregação é freqüentemente diminuída e suplementada por visuais, produções musicais e teatrais.
A pregação é freqüentemente diminuída e suplementada por visuais, produções musicais e teatrais.
Esse é um caminho que, embora pareça inofensivo a princípio, leva ao caminho largo do cristianismo de consumo. Apesar de simpatizarmos com pastores que se sentem compelidos (alguns até coagidos pela própria igreja) a descer até esse caminho, a verdade é que ele é pavimentado com meios-termos bíblicos e leva a um beco espiritual sem saída.
Essa metodologia para o crescimento da igreja não é algo novo na cristandade. Trata-se de uma forma crônica de fazer as coisas do jeito do homem ao invés de seguir o modo de Deus. O imperador Constantino, que viveu no século IV, ainda está para ser igualado em suas estratégias de sucesso para o "crescimento da igreja". Ele professou ter se tornado cristão e induziu a metade do Império Romano a fazer o mesmo. Essa era de compromissos assumidos pelo imperador (que intitulou a si mesmo "Vigário de Cristo" e "Bispo dos Bispos") de modo a atrair novos convertidos é caracterizada por Will Durant como um tempo em que "o mundo se converteu ao cristianismo".[1] Outro historiador escreveu: "Ao invés de ser uma fonte de melhorias (em relação às perseguições que os cristãos sofriam antes), essa aliança (política) foi uma fonte de 'maior perigo e tentação'... Enchendo as igrejas indiscriminadamente com pagãos... simplesmente acabou com as claras demarcações morais que separavam a 'igreja' do 'mundo'."[2]
Um milênio mais tarde, "Martim Lutero encontrou uma Roma pagã totalmente entregue ao dinheiro, à luxúria e a males semelhantes", escreve Edwin Booth. Ele se "espantou e não conseguiu compreender o porquê disso".[3] O grito de guerra da Reforma foi "Sola Scriptura!" e, apesar desse lema não ter sido seguido totalmente, a Palavra de Deus e Seu caminho foram restaurados como autoridade e regra de vida para milhares de pessoas enganadas pela acomodação devastadora que se abatera sobre a Igreja Católica Romana.
O cristianismo de consumo nunca foi uma prática de um lado só. É necessário que haja um ofertante e um receptor. Tetzel, um monge dominicano do século XVI, famoso vendedor de indulgências, foi um grande manipulador. Ainda assim, seu trabalho foi facilitado por "indulgir" a natureza egocêntrica dos seus fregueses católicos. Tanto ricos quanto pobres estavam dispostos a pagar qualquer coisa para evitar as chamas do inferno e o purgatório.
O protestantismo tem tido sua quota de exploradores espirituais e de consumidores a serem explorados. Da mesma maneira que a "campanha de levantamento de fundos" de Tetzel foi fundamental para a construção da Basílica de São Pedro em Roma, os evangelistas de "saúde e prosperidade" do século XX (muitos continuando do mesmo jeito atualmente) ajudaram a transformar a Trinity Broadcasting Network (canal de TV nos EUA) na maior rede televisiva religiosa do mundo. Distorcendo a doutrina bíblica da fé e tornando-a em uma força que qualquer pessoa pode usar para obter poder e cura, esses espertalhões ajuntaram fortunas às custas de pessoas biblicamente fracas e iletradas, como também daqueles cujo "deus... é o ventre, e a glória está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas" (Fp 3.19).
Durante os últimos quinze anos, os mais suscetíveis às maquinações de charlatães religiosos eram crentes professos que tinham mais afinidade com experiências do que com a sã doutrina. Eles se achavam usualmente entre os pentecostais e carismáticos. Crentes mais cuidadosos, cientes da doutrina, pareciam estar imunes a idéias como a da "semente de fé" de Oral Roberts, ou aos shows blasfemos de "poder do Espírito Santo" de Benny Hinn, dois líderes entre muitos que promovem a linha de "sinais e maravilhas".
Contudo, a credulidade espiritual agora achou solo fértil – ou melhor, um charco profundo – entre aqueles que tradicionalmente se ativeram ao discernimento bíblico. Apesar das metodologias sedutoras serem um pouco diferentes, as bases para o engano espiritual efetivo são as mesmas: nenhum cristão, evangélico ou não, está imune a "tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos, a soberba da vida..." (1 Jo 2.16). Além do mais, a única proteção contra tal engano – a leitura e a obediência à Palavra de Deus no poder do Espírito Santo – está sendo sistematicamente diluída por toda a igreja evangélica.
A História da Igreja tem demonstrado a necessidade de se aderir à Palavra de Deus e quando isto acontece o resultado pode ser visto em santidade e frutos. Quando o cristianismo bíblico é adulterado (por adicionar-se métodos de homens), ou completamente abandonado, as distorções religiosas dos homens prevalecem, levando a Igreja a uma cegueira e anemia espiritual: "Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte" (Pv 14.12). Existe uma correlação entre o nível de apoio nas Escrituras que uma igreja demonstra e sua aceitação de práticas e crenças heréticas. À medida que uma igreja se esvazia de entendimento bíblico, a habilidade de seus membros de discernirem falsas doutrinas torna-se praticamente nula.
O efeito mais perigoso do cristianismo de consumo é o que ele faz da apresentação do Evangelho da Salvação, a única esperança que as pessoas têm de se reconciliar com Deus. No cristianismo de consumo ouve-se uma propaganda sutil, mostrando todas as coisas que Deus oferece à humanidade: "Ele nos ama tanto que deseja que passemos toda a Eternidade com Ele, a humanidade é muito importante e de valor infinito". Isso torna-se a razão do sacrifício de Cristo na cruz. A essa mistura de verdades e distorções voltadas para o ego, adiciona-se uma breve "oração de conversão" que deve ser repetida por aqueles que foram persuadidos a aceitar a oferta sedutora. Esse método tornou-se tão comum que é até difícil para alguns cristãos reconhecerem que há algum problema com ele, sem falar em discernirem quão duvidoso é se as pessoas alcançadas foram realmente salvas.
Como? Comecemos por alguém que foi genuinamente salvo e vamos examinar a situação a partir daí. Qualquer pessoa que é nascida de novo pelo Espírito de Deus tem um coração novo, cheio de amor genuíno por Deus e pelos outros, como também pela Palavra. Ele ou ela é uma nova criatura e, ainda que não seja perfeita, dentro dela existe um coração que deseja agradar a Deus mais do que a si mesma.
"Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte" (Pv 14.12).
Um exemplo específico é encontrado em Lucas 7.36-50, envolvendo uma mulher de má reputação que entrou na casa de Simão, o fariseu, por quem Jesus tinha sido convidado. Ela lavou os pés dEle com suas lágrimas, secou-os com os seus cabelos e beijou-os repetidamente. Jesus declarou que ela amou muito porque muito lhe fora perdoado.
Essa passagem nos mostra como é essencial a convicção de pecado quando alguém vem a Cristo. Os fariseus, cheios de si e virtuosos aos seus próprios olhos, tinham pouca ou nenhuma convicção de pecado, portanto, não procuravam perdão. A mulher, pelo contrário, não pensou em si mesma, ou no desprezo dos convidados daquele jantar. Sua gratidão a Jesus, por ter lavado os seus pecados, a compeliu a morrer para si mesma e a viver para Ele.
O evangelho de acordo com o cristianismo de consumo, por outro lado, tem que apelar para o ego, colocando a ênfase em coisas (verdadeiras ou distorcidas) que vêm ao encontro das necessidades expressas dos perdidos. Isso restringe seriamente quase todas as doutrinas bíblicas que possam trazer convicção de pecado. Qual é o problema? É que Jesus veio salvar os pecadores, não os consumidores.
Notas:
1. ‑Will Durant, The Story of Civilization (Simon and Schuster, 1950), Vol. III, 657.
2. ‑Peter Brown, Augustine of Hippo (University of California Press, 1967), 213.
3. ‑Edwin P. Booth, Martin Luther: the Great Reformer (Barbour Publishing, Inc., Urichsville, Ohio).
A BELEZA DA MATEMATICA

A BELEZA DA MATEMATICA
1 x 8 + 1 = 9
12 x 8 + 2 = 98
123 x 8 + 3 = 987
1234 x 8 + 4 = 9876
12345 x 8 + 5 = 98765
123456 x 8 + 6 = 987654
1234567 x 8 + 7 = 9876543
12345678 x 8 + 8 = 98765432
123456789 x 8 + 9 = 987654321
1 x 9 + 2 = 11
12 x 9 + 3 = 111
123 x 9 + 4 = 1111
1234 x 9 + 5 = 11111
12345 x 9 + 6 = 111111
123456 x 9 + 7 = 1111111
1234567 x 9 + 8 = 11111111
12345678 x 9 + 9 = 111111111
123456789 x 9+10 = 1111111111
9 x 9 + 7 = 88
98 x 9 + 6 = 888
987 x 9 + 5 = 8888
9876 x 9 + 4 = 88888
98765 x 9 + 3 = 888888
987654 x 9 + 2 = 8888888
9876543 x 9 + 1 = 88888888
98765432 x 9 + 0 = 888888888
Brilhante, não?
E veja esta simetria:
1 x 1 = 1
11 x 11 = 121
111 x 111 = 12321
1111 x 1111 = 1234321
11111 x 11111 = 123454321
111111 x 111111 = 12345654321
1111111 x 1111111 = 1234567654321
11111111 x 11111111 = 123456787654321
111111111 x 111111111 = 12345678987654321
Agora veja isto:
101%
De um ponto de vista estritamente matemático:
O que é igual a 100%?
O que significa dar MAIS que 100%?
Já pensou sobre aquelas pessoas que dizem
estar dando mais do que 100%?
Todos já estivemos em situações em que alguém quer que você DÊ MAIS DO QUE 100%.
O que acha de ALCANÇAR 101%?
O que se iguala a 100% na vida?
Aqui está uma pequena fórmula matemática que pode ajudar a responder essas perguntas:
Se
A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
forem representados como
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26
então
H-A-R-D-W-O-R-K (trabalho duro)
8+1+18+4+23+15+18+11 = 98%
e
K-N-O-W-L-E-D-G-E (conhecimento)
11+14+15+23+12+5+4+7+5 = 96%
mas
A-T-T-I-T-U-D-E (atitude)
1+20+20+9+20+21+4+5 = 100%
Então, veja onde o amor de Deus o levará:
L-O-V-E-O-F-G-O-D (amor de Deus)
12+15+22+5+15+6+7+15+4 = 101%
Portanto, pode-se concluir com certeza matemática que:
enquanto trabalho duro e conhecimento o levarão perto de 100%
e a atitude o levará até 100%,
é o AMOR DE DEUS que o colocará no topo: 101%!
VALEU A PENA?

VALEU A PENA?
Um dia você vai ver que não valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e não usufruir.
Vai ver que o tempo passou e o cansaço tomou conta de seu corpo.
Vai ver que, mesmo rodeado de muita gente, você se sente só.
Um dia você vai se recolher ao seu quarto e ter vontade de abraçar o travesseiro, porque não sobrou ninguém pra abraçar.
Vai ver que, entrando numa roda viva, você não
é mais dono do tempo que dizem que é seu e que não pode cedê-lo a qualquer um.
Vai ver que o carro já está se tornando um problema, e não um conforto. O telefone é chato, a gravata incomoda... Por mais que tente se livrar de tudo, é um escravo, e ainda assim invejado por muitos.
Vai ver que não valeu a pena os anos sem férias, sem descanso.
Vai ver que não tem mais ilusões e a esperança anda com vontade de dormir.
Um dia você vai ver que passou pela vida sem viver.
Freqüentou o mundo sem saber porquê. Rodou, rodou, rodou e não saiu do lugar. Pensou que foi, mas ficou. Teve tudo e não sentiu nada.
Um dia você verá que o tempo escoa tão rápido como a areia fina pelos seus dedos. Vai ver que resta parar e gritar: "Chega!".
Vai ver que é hora de sorrir, de amar, de ser da
família, de misturar-se com as crianças e dar a mão ao próximo. Antes que seja tarde demais...
Disponibilize tempo para os presentes que Deus lhe deu. Esses presentes são: seu cônjuge, seus filhos, seus parentes, seus amigos...
Não vale a pena você ter dinheiro, sucesso, riquezas se não tiver pessoas para compartilhar de tuas alegrias... Dê valor e respeite as coisas mais queridas ao seu coração. Apegue-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
Enfim, viva um dia de cada vez, e viverá todos os dias de sua vida.
Lembre-se que o tempo é algo que não volta mais...
Pense nisso, mas pense agora!
.
Peixe, simbolo do cristianismo

Você conhece os símbolos do Cristianismo?
Um dos seus símbolos mais conhecidos é aquele peixinho, desenhado de forma muito simples e que, para nós cristãos, identifica os "do caminho".
Mas de onde veio este símbolo? O que ele de fato significava na sua criação?
Certa feita perguntei a origem dele na escola dominical e obtive algumas respostas interessantes como:
- É porque alguns apóstolos eram pescadores;
- É porque Jesus disse a Pedro que ele seria pescador de homens - [Lucas 10.5] (era o que eu achava antes das aulas de História do Cristianismo no Seminário);
- É por causa da igreja Renascer (essa foi a top);
- E por ai vai…
Na verdade não é nada disso. A igreja primitiva, já no século primeiro, era muito perseguida. Nossos irmãos daquele tempo não podiam sair na rua declarando publicamente "eu sou cristão, aleluia, glória a Deus…". Isto poderia lhe custar o pescoço. Na verdade isto ainda acontece em alguns países onde a Igreja de Cristo é verdadeiramente perseguida, mas este é assunto para outro post. Diante desta situação, surgiu a necessidade de se criar uma forma secreta de se dizer "eu sou cristão". Daí surgiu então o famoso peixinho. Desenhar aquele peixinho em algum lugar, talvez na terra do chão, já dizia que você era seguidor do Mestre Jesus.
Mas a pergunta que não quer calar: por quê um peixinho? O peixe na verdade era um acróstico (não sabe o que é um acróstico? Clique aqui).
A palavra "peixe" em grego é "ictos". Estas cinco letras são as iniciais de uma declaração a respeito do Senhor Jesus: "Jesus Cristo, Filho do Deus, Salvador" (as vírgulas eu que coloquei). Se a língua falada naquele tempo fosse o português, seria algo do tipo:
Jesus
Eterno
Suficiente
Unico
Salvador
Até que ficou legal esse acróstico né? Saiu na hora. (risos). Para quem entende um pouquinho de grego eu fiz a seguinte imagem que ilustra isto bem:
Agora você já sabe que aquele adesivo no seu carro tem um significado teológico (Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador).
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