quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A salvação no hinduísmo


A salvação no hinduísmo

por Ernesto Arosio

mbora nos últimos anos, as religiões, especialmente as recém-fundadas, estejam assumindo um valor salvífico mais material “do aqui e do agora”, a essência das religiões foi – e ainda é – a resposta essencial à vida e ao depois da morte. No homem, encerram-se medos e esperanças, alienações e liberdade, solidão e amor, superações e contradições. Pode-se negar o além, mas, no âmago da consciência humana, existirá sempre o anseio de saber se existe algo depois da vida.


Vedas, os seculares livros sagrados do hinduísmo
As respostas aos enigmas da vida e do além tornam-se a finalidade das religiões e, conforme o tipo de salvação admitida, organiza-se a prática religiosa na vida terrena do fiel. As religiões oferecem os meios, os caminhos, os guias e os mediadores para se conseguir o status final. A salvação depois da morte pode ser entendida como uma libertação pessoal da vida terrena, de uma situação existencial provisória e passageira, ponto de chegada definitiva, como acontece no islã, no judaísmo e no cristianismo.

Pode ser considerada, como a liberação da história ou da existência individual, para se perder na divindade, como no hinduismo, no budismo, nas religiões orientais ou cósmicas. De qualquer maneira, percebe-se a busca incessante de felicidade que pode consistir na existência eterna, na anulação total ou no perder-se individualmente na divindade.

Salvação como libertação da angústia

O hinduísmo atual é a religião da salvação individual e do perder-se na divindade, embora em sua origem, a salvação fosse um pouco diferente. Nos Vedas, os seculares livros sagrados do hinduísmo, encontra-se o desejo de continuação da vida humana na morada dos deuses, onde os virtuosos e os justos gozariam da imortalidade num reino de luz, enquanto os malvados sofreriam os tomentos do inferno. Sucessivamente, foram se infiltrando os conceitos dos ciclos e épocas cósmicas que modificaram totalmente o conceito primitivo.

O célebre mito da Bramavaivarta Puruna relata Vishnu mostrando a Indra, o rei dos deuses, uma miríade de formigas que são as reencarnações que sofreu e sofre o mesmo Indra, ao longo dos ciclos cósmicos. “Quem contará o número dos universos, tendo cada qual seus Vishnu e Brahma?... os universos nascem e desaparecem indefinitivamente... os universos flutuam nas águas puras e sem fundo que forma o corpo de Vishnu”.


Peregrinos hindus banham-se às margens do rio Ganges, considerado sagrado pelos indianos
Neste turbilhão de nascimentos e renascimentos cósmicos, surge a idéia da transmigração das existências dos corpos em outros, através dos tempos cíclicos. Os seres humanos e divinos reencarnam-se numa seqüência de vidas (Samsara), dentro da lei inexorável do karma, que amarra, indissoluvelmente, todo o peso dos atos realizados nas vidas anteriores e o transmite às vidas posteriores, até seu desaparecimento na divindade como forma de purificação.

O ciclo dos milênios

Atualmente, estaríamos na idade de Kali-Kaliyuga que, por sua vez, foi precedida por três ciclos de yuga (idade): o Dvaparayuga, o Tretayuga e o Kritayuga, épocas felizes da humanidade. Essas quatro idades ou yugas formarão a grande idade de 4.321 milhões de anos, ao término da qual, Brahma, o criador, descansará, provocando uma dissolução cósmica. Ao seu despertar, o processo recomeçará e assim até o infinito.


Montados no touro, a deusa Parvati e o deus Shiva
Nesses ciclos de nascimentos e renascimentos cósmicos que acontecem de um corpo ao outro, concentra-se a angústia dos hindus e o desejo de fugir desses ciclos que, praticamente, fundamentam a vida religiosa seja dos eruditos mestres, dos gurus como do povo. A aspiração de se livrar destes ciclos infinitos e doloridos é o componente mais importante do hinduísmo.

A condição humana

As escrituras sagradas do hinduísmo – Upanishad e Bhagavad-Gita – apontam as raízes da condição humana na ignorância, no desejo, no egoísmo. De tudo isto, brota um agir – karma – cheio de egoísmos e de paixões que proíbem ou retardam a chegada ao Brahma e seu aniquilamento nela. “A árvore do desejo nasce no coração da confusão mental; a ignorância é a sua raiz, a ira e o orgulho são o tronco e o fruto provém das ações realizadas nas vidas passadas”.


Indra, o rei dos deuses
A solução, portanto, estaria na renúncia radical de todos os desejos que levam a essas ações más. “O homem, que está dominado pelas paixões, – diz o livro da Upanishad – por causa das ações, pode alcançar a finalidade de sua mente. Quando esgotou o efeito das obras que fez aqui, do outro mundo volta a esta terra para continuar a agir. Isso para quem é dominado pelos desejos. Mas, para quem está livre de desejos, quem já apagou seus desejos... ele já é brahma e se reúne com Brahma”.

Isso explica por que os cadáveres dos sadus, que já conseguiram chegar a esse estado de libertação, não são cremados, mas simplesmente abandonados às águas do rio Ganges e de outros rios sagrados. O invólucro dos seus corpos não é mais necessário, porque já se auto-identificaram com a realidade profunda de Brahma que é o termo final da salvação: “Quando todos os desejos do coração foram anulados, então o mortal se torna imortal e goza no Brahma.

Como a serpente que perde a pele morta, assim este corpo; permanece, porém, o espírito incorpóreo, imortal, puro Brahma, pura luz...”. Tornar-se Brahma significa tornar-se um ser puro e atingir a suprema felicidade de perder-se na divindade. Esse encontro com Brahma tem diferentes interpretações, conforme os mestres hindus: para alguns é chegar aos pés do Brahma, para outros a salvação é comparada ao amor dos esposos, para outros ainda é um aniquilamento na divindade.

Aliás, para alguns místicos, isso deveria acontecer já durante a vida e a interpretação dessa chegada final é o que diferencia os grandes caminhos místicos do hinduísmo: o do conhecimento, o das obras e o da dedicação amorosa. “Qualquer coisa que vocês façam – comer, sacrificar, dar uma esmola – ou qualquer sofrimento aceito, ofereçam tudo a mim... Trabalhem para mim, me amem lealmente, abandonem qualquer outro afeto, não cultivem ódio, porque todos os que assim agem, chegarão até mim” diz Krishna. Importante para a salvação, portanto, é não ter ou cultivar o egoísmo.

Os mediadores e os meios da salvação

Além do esforço pessoal e da ajuda divina, o hindu que busca a salvação pode contar com outros meios e mediadores como o avatar, o guru e o mantra. O avatar é a encarnação da realidade última – divindade – que se manifesta em forma humana, mas pode aparecer também sob a forma de outros seres, como nos animais sagrados, e desce à terra, quando há algum desvio ético, como está escrito na Bhagavad-Gita: “Eu sou imutável não gerado... Todavia, pela minha energia criativa, me associo à natureza que é minha e venho existir no tempo...

Todas as vezes que a lei da justiça é instável e triunfa a ilegalidade, então eu me encarno aqui na terra”. O guru é um componente importante na via da salvação, é o guia indispensável de quem procura encurtar os ciclos cósmicos. Verdadeiro mestre de espiritualidade com autoridade absoluta para seus seguidores, é o guru que escolhe para o seu discípulo a divindade a ser venerada, a meditação a ser feita, a invocação ou mantra, fórmula sagrada, cuja meditação e repetição freqüente facilita o encontro com o divino e com a salvação.

Ele pode receber, ainda em vida, honrarias e apelativos divinos de seus discípulos. O mantra, instrumento indispensável no caminho da salvação, é a repetição e a meditação de frases místicas que interligam profundamente o humano ao divino. O hinduísmo insiste também na importância da vida moral ensinada pelos mestres espirituais. Os pontos mais importantes dessa moral hindu podem ser resumidos em: domínio de si mesmo, compaixão pelos outros, pessoas ou animais, e a esmola.

No Bhramasutra, encontram-se outros conselhos, como a renúncia das coisas não reais deste mundo, uma nítida separação intelectual entre o eterno e o humano transitório, a prática das virtudes e o desejo intenso da salvação.

Ashram e devoção popular

Os preceitos da salvação são praticados, sobretudo, entre as classes religiosamente mais preparadas e no ashram, centro de espiritualidade que se forma ao redor de um guru. Às vezes, esses princípios são polêmicos, privilegiando a espiritualidade dos gurus e de seus discípulos. O povo, longe das discussões místicas, procura sua salvação nos templos, nos rios sagrados, nas romarias aos santuários das divindades mais populares, com orações, votos, na purificação das culpas, por meio de autopunições e penitências, numa mistura de ingenuidade e espontaneidade, criando práticas espirituais pessoais que desembocam numa magia de cores que são as da Índia.

O objetivo dos peregrinos hindus é o banho na confluência do rio Ganges e Yamuna: para eles, isso lava as culpas das pessoas, compensando até uma vida inteira de comportamentos pecaminosos e oferece a chance de uma existência mais nobre e em melhores condições na próxima reencarnação. É verdade que, todos os dias do ano, chegam peregrinos para se banharem nas águas dos rios sagrados e que para muitos, em qualquer dia, se consegue a purificação desejada.

Contudo, segundo alguns hindus ortodoxos, fazer isso no tempo do Kumbh Mela e no dia da lua nova, dá maior garantia de ter suas culpas lavadas e até pode garantir a salvação total, isto é, a liberdade de novas reencarnações depois da morte. Kumbh Mela é a maior das peregrinações indianas e a maior reunião de pessoas que uma confissão religiosa jamais conseguiu realizar no mundo inteiro. Milhões de peregrinos de todos os rincões da Índia e até do exterior, falando diferentes línguas, dos mais variados costumes e culturas, encontram-se para o santo mergulho nos rios sagrados.

(Alberto Garuti)

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A salvação na perspectiva islâmica


A salvação na perspectiva islâmica

por Xeique Armando Hussein Saleh

Vocês, que são dotados de intelecto, o que diriam a respeito de uma pessoa que constata ter sido transportada para uma cidade desconhecida, ou para um deserto que lhe é estranho, sem que isso tivesse sido resultado de uma escolha sua, mas sim uma ocorrência alheia a sua vontade?

Lá, ela vem a saber que quem a colocou em tal lugar também providenciou enviados, com a finalidade de orientá-la e guiá-la. Depois disso tudo, ela não demonstra o menor interesse em travar conhecimento com eles, que vieram com o intuito de salvá-la e conduzi-la, mas luta contra eles, que suportam todo o mal que ela lhes causa e procuram se aproximar dela. O que diriam?

Um indivíduo sensato, certamente, dirá que o primeiro dever dessa pessoa, que se encontra perdida e que foi trazida para um mundo desconhecido, seria procurar aquele que a trouxe a tal lugar, independentemente da sua vontade, para saber qual a finalidade de sua vinda.

E, encontrando os enviados para guiá-la, ela deveria testar a sua veracidade e, uma vez certificada, deveria homenageá-los e segui-los. Quanto àquela pessoa que não se interessa pelo que acontece consigo mesma, nem por quem a trouxe ou pelos seus enviados, não há dúvida sobre a sua mediocridade e insensatez.

Por que existo?

Se uma pessoa ponderada meditar sobre a sua vinda a este mundo: como era pó desprovido de vida e como se transformou num ser humano bem feito, chegará à conclusão de que a causa primeira de sua criação, de sua existência e de sua vida está nas mãos do criador que a configurou. Portanto, é sua obrigação conhecer aquele em cujas mãos está o seu destino e a sua existência, desde o início, e ao qual ela se acha submetida. Sendo assim, você tem um dono e eu tenho um dono.

E todas essas nações, esses povos, esses governantes e governados são propriedades daquele que os criou como quis, que os trouxe para este mundo e que dotou cada uma dessas criaturas com os dons que lhes são inatos. E você sabe por que foi criado e por que todas as demais criaturas foram criadas? Se você não souber qual é a razão da própria existência, então você terá menos valor do que a folha de papel que está a sua frente. Isso porque essa folha de papel tem uma razão de ser, que é a de servir para ser escrita. A seu ver, você não tem nenhuma razão de ser? Então, analise sua situação: como é que você vive, sem saber qual é a razão de sua criação?

O caminho certo

O dever primordial do ser humano é procurar saber quem é o criador Allah e quem é o seu enviado. As pessoas devem se conscientizar que elas têm um criador, cuja sabedoria abrange tudo, que tem a ética mais perfeita, os atributos mais grandiosos e os melhores nomes. Ele é o conhecedor de tudo e nada ficou, fica ou ficará fora de sua sapiência. Ele é o criador misericordioso, perante o qual todas as pessoas são iguais a adorá-lo.

Se as pessoas souberem quem é o seu criador e procurarem a sua direção, elas se libertarão dessa dúvida, salvarão a si mesmas das conseqüências e viverão como servos unidos, apegados ao elo do seu criador e bem encaminhados, graças a sua condução. Allah disse: “Àqueles que crerem em nossos versículos e forem muçulmanos lhes será dito: – Ingressai, vós e vossas esposas, no paraíso, para serdes felizes. Circularão, por entre vós, bandejas e copos que contêm aquilo que as criaturas desejam e que agradam aos olhos.

E nele vós permanecereis por toda a eternidade”. O crente está a par de que não será bem sucedido na obtenção dessa felicidade contínua e nem se salvará do suplício do inferno, exceto se passar no exame de avaliação da sua obediência ao seu criador, que ele presta durante a sua vida sobre a Terra. Cumprindo com obediência as ordens de seu criador e dono, e abstendo-se daquilo que ele lhe proibiu, o crente vive numa sociedade onde o amor se difunde em substituição à inimizade, a solidariedade vigora em lugar do egoísmo, o bem querer impera em vez do ódio, a honestidade viceja em troca da baixeza, a nobreza predomina em permutação da vileza, a generosidade reina ao invés da mesquinhez, a consolação é a norma em substituição à exploração, a justiça é soberana em lugar da iniqüidade, a humildade é um fato em vez da soberba e o contentamento e a felicidade resplandecem ao invés da ira, da ansiedade, do sofrimento e da desolação.

Você e todos aqueles que estão hoje na Terra sairão do mundo, na mais otimista das hipóteses, dentro de aproximadamente cem anos (se assim Allah desejar). Após isso, você estará entre os mortos. Allah disse: “Onde quer que estejais, sereis alcançados pela morte, até mesmo se estiverdes em torres altaneiras”. Portanto, você nada mais é do que um dos filhos da morte e está aguardando a hora em que virá a sua convocação para sair do mundo. Você sairá de bom grado ou a contra gosto.

Os reis, os presidentes e os ricos terão que sair, da mesma maneira como já saíram as nações do passado e como saem os indivíduos, os pobres e os fracos. Todos os povos terão de partir, como tantos já o fizeram anteriormente, pois as pessoas não passam de servos daquele que lhes dá a vida e os faz morrerem, sem lhes pedir autorização ou lhes dar a faculdade da livre escolha.

A justiça de Allah

Por acaso, você já indagou a respeito da realidade do seu porvir duradouro e será que compreendeu o que será feito de você no seu extenso futuro? Você e aqueles que se acham na Terra, sejam eles estados ou povos, gastam o máximo de seus esforços para garantir um futuro que é contado em anos e não demorará muito, pois os seus anos e dias terminarão.

Então, o que é que você preparou para o seu futuro, que será permanente?
Ainda haverá algum futuro?
Haveria uma outra vida além desta?
Haveria alguma vinculação entre aquela vida e esta?
Qual é o caminho da bem-aventurança e da salvação?
E o que confirmam todas essas informações?

Página de um manuscrito do Alcorão realizado no sultanato de Delhi nos séculos 14-15
Aquele que nos criou pela primeira vez a partir do pó não encontrará nenhuma dificuldade em nos ressuscitar mais uma vez, após termos voltado ao pó. Aquele cuja sabedoria apareceu em nossa criação e suas várias fases, sem dúvida alguma, vai manifestá-la também na hora da nossa morte, quando nos transportará para nossa nova dimensão. Aquele que estabeleceu a justiça, tanto na terra quanto no céu, vai distribuí-la no que se refere aos atos do ser humano, quer sejam em prol do bem ou do mal, recompensando regiamente o benfeitor e punindo o malfeitor, no dia da prestação de contas.

Aquele que mandou os enviados, anunciando para todas as nações as boas novas e advertindo para o dia de acerto de contas que virá após a morte, não falhará em sua promessa e provará que os seus enviados disseram a verdade. Aquele que tem o poder de iniciar a criação e fazer com que ela retorne é perfeitamente capaz de nos recriar pela segunda vez, assim como nos criou na primeira. A coisa, então, é perigosa: ela se refere ao futuro contínuo e ao destino constante.

O medo do seu futuro, que é desconhecido, não o deixará, a menos que você se certifique de que os enviados de seu criador estão dizendo a verdade, isto é, que ele o fará morrer e que o ressuscitará. Aí sim, as suas preocupações desaparecerão, a sua vida será feliz e a sua ansiedade e o temor do destino desconhecido o deixarão em paz.

Crer em Allah e no seu enviado

Todavia, tudo isso não será possível, a não ser que você creia em Allah e no seu enviado Mohamed. É por isso, que o primeiro dever de um ser humano é crer em Allah, o criador, e procurar conhecer o seu enviado. O ser humano tem uma premente necessidade de estabelecer um elo duradouro com o seu criador. Se ele conseguir isso, estará a salvo das apreensões, viverá e se salvará, confiante, tranqüilo e venturoso, sob a proteção de seu criador, como se verifica nos casos dos crentes verdadeiros e através da história dos muçulmanos genuínos.

Por conseguinte, é imprescindível que haja a fé em Allah e que haja a crença no seu enviado, porque esse é o orientador para os detalhes do referido elo. Não há uma só nação para a qual Allah não tenha mandado enviados. Allah, disse: “E não há nenhuma nação que haja ficado sem um admoestador”. A história humana escrita é testemunha de que não há nenhuma nação que não tenha tido nenhuma religião, quer essa tenha permanecido fiel às origens ou tenha sido adulterada com o passar do tempo.

Portanto, não restou nenhuma desculpa que possa ser apresentada por quem quer que seja, pois Allah fez com que a religião fosse uma luz e salvação para os seus servos, com o fito de resgatá-los das trevas para a claridade. E ele mandou essa luz com seus honoráveis enviados, incumbindo-os de fazê-la chegar até os seus servos, para que não restasse nenhuma justificativa em poder daqueles que teimam em viver na escuridão. Allah disse: “São enviados portadores de boas novas e de advertências, para que os seres humanos não tenham nenhuma justificativa a apresentar perante Allah, após a vinda deles”. Oh, pessoa sensata!

Se você precisa da fé, como foi demonstrado, você necessita dela para se salvar do suplício do fogo, para ser um dos que estarão no paraíso e isso porque não é do feitio do criador – louvado seja! – admitir que haja uma paridade entre os ateus e os muçulmanos. Por isso, aquele que determinou a morte e a vida mandou enviados que dizem a verdade, apoiando-os com referências e provas, e eles nos informaram sobre o porvir e a tortura à qual serão submetidos por Allah os desobedientes, no inferno, cujo combustível serão os humanos e as pedras.

O enviado de Allah, Mohamed, informou-nos que ele é o último dos profetas e que a prestação de contas está próxima. Portanto, quem quiser ser feliz e se salvar neste mundo e na eternidade deve ter fé em Allah, o criador, e no seu mensageiro Mohamed, seguindo os seus ensinamentos. Quem desejar ter uma vida saudável e fazer obras justas no mundo, terá que apelar para a fé, porque a obra justa é um dos seus frutos. E quem conseguir ter fé, conscientemente, com conhecimento de causa, deve desenvolvê-la e protegê-la com as ações virtuosas, porque a fé aumenta com as obediências e diminui com as desobediências.

Assim nos orientou o enviado de Allah, o mensageiro Mohamed. Vejam, esse é o caminho da salvação através da fé. O caminho para o saber e o conhecimento. O caminho para a ascensão aos mais elevados graus: “Allah eleva aqueles que dentre vós crerem e aqueles que forem dotados do saber, muitos graus acima”.

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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Suicídio - a luz da ciência


Suicídio - a luz da ciência

"O suicídio faz com que os amigos e familiares se sintam seus assassinos".

(Vicent Van Gogh)

O termo suicídio foi utilizado pela primeira vez em 1737 por Desfontaines. O significado tem origem no latim, na junção das palavras sui (si mesmo) e caederes (ação de matar). Esta conotação especifica a morte intencional ou auto-infligida. Num aspecto geral, o suicídio é um ato voluntário por qual um indivíduo possui a intenção e provoca a própria morte. Pode ser realizado através de atos (tiro, envenenamento ou enforcamento) ou por omissão (recusa em alimentar-se, por exemplo).

É considerada tentativa de suicídio qualquer ato não fatal de automutilação ou de auto-envenenamento. A intenção da morte não deve ser incluída nesta definição, pois nem sempre é manifestada. A gravidade da tentativa deve relacionar-se com a "potencialidade autodestrutiva" do método utilizado, com a probabilidade de uma intervenção de terceiros.

O suicídio é a conseqüência de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve, e culmina nos conflitos intrapsíquicos de gravidade acentuada, transtorna a tal ponto que a morte torna-se único refúgio e a inevitável solução dos problemas. Inconscientemente, o suicida tentou depositar a culpa de sua morte nos outros indivíduos que compõem seu ambiente social, principalmente nos familiares. Neste caso o suicídio funciona como um ''castigo''. É como revidar uma agressão do ambiente que o envolve.

Na civilização romana a morte não era significativa, importante era a forma de morrer: com dignidade e no momento certo. Para os primeiros cristãos, a morte equivalia à libertação, pois a doutrina pregava que a vida era um "vale de lágrimas e pecados". Nesse momento a morte surgia como um atalho ao paraíso.

Nos séculos V e VI, nos Concílios de Orleans, Braga e Toledo, proibiram as honras fúnebres aos suicidas, e determinaram que mesmo aquele que não tivesse obtido sucesso em uma tentativa deveria ser excomungado. Assim o suicídio passou a ser considerado um crime que poderia implicar na condenação à morte dos que fracassavam. Os familiares dos suicidas eram deserdados e vilipendiados enfrentando os preconceitos sociais. Apenas na Renascença a humanidade dos suicidas foi reconhecida, o romantismo desse período forjou em torno do tema uma determinada áurea de respeitabilidade.

Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo, é mais freqüente nas idades que delineiam as fronteiras da vida, como a puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice. Porém, a faixa etária compreende genericamente dos 15 aos 44 anos.

Um ponto significativo a ser analisado, é que os casos de suicídios foram extremamente raros nos campos de concentração, o que reforça a evidência de que as condições exteriores (mesmo as mais brutais) não explicam o fenômeno. Além disso, o suicídio é mais comum em nações ricas e ocorre com mais freqüência nas classes médias.

Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens. No entanto os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes.

As doenças físicas como câncer, epilepsia e AIDS; ou doenças mentais como alcoolismo, dependência toxica e esquizofrenia, compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida. Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio. Podemos incluir como exemplo o insucesso no matrimônio ou não ser casado, não ter filhos, não ser religioso, isolamento social e o fracasso financeiro.

A depressão também está aliada aos casos de suicídio. Porém, no auge das crises depressivas o indivíduo fica menos vulnerável a tais tentativas. Isto porque a depressão é caracterizada principalmente pela desmotivação, desinteresse e letargia do raciocínio. Nesse momento, o indivíduo não se dispõe a nenhuma atividade, inclusive o ato de se matar. Alcançado este estágio, a tendência é a omissão, que também é considerado uma das formas de suicídio.

Jovens Suicidas

Entre os jovens (faixa etária que compreende dos 15 aos 24 anos) o suicídio já é a terceira causa de morte, atrás apenas dos acidentes e homicídios.

Os conflitos mais comuns que desencadeiam os suicídios entre os jovens são encontrados na educação, criação e conduta familiar dos indivíduos. O sentimento de culpa imposto pelas chantagens emocionais, agressões, castigos exagerados, criação e imposição de uma auto-imagem irreal ao indivíduo, o abandono afetivo e a superproteção, são as principais causas dos suicídios cometidos entre os jovens. A soma desses, e outros fatores menos relevantes, resultam numa desorganização da personali- dade em desenvolvimento, desequilibra continuamente o sistema nervoso e desencontra o indivíduo do seu ego. Por conseqüências superficiais temos o bloqueio intelectual, a constante desmotivação pelas atividades cotidianas (como os estudos), a necessidade de uma fuga psíquica e o entorpecimento mental. Novamente o suicídio é o resultado mais grave dos desequilíbrios.

Indicadores de Risco

Geralmente o suicídio não pode ser previsto, mas existem alguns indicadores de risco:

Tentativa anterior ou fantasias de suicídio.
Disponibilidade de meios para o suicídio.
Idéias de suicídio abertamente faladas.
Preparação de um testamento.
Luto pela perda de alguém próximo.
História de suicídio na família.
Pessimismo ou falta de esperança.

Índices no Brasil e no Mundo

Suicídios no mundo:

No mundo suicidam-se diariamente 2000 pessoas.*
Nos Estados Unidos são 30.000 suicídios por ano (quase 100 por dia).
No geral, 7% dos suicidas sofrem de dependência alcoólica.
Aproximadamente 90% de quem tenta, avisa antes.
Em torno de 70% dos suicídios ocorrem em decorrência de uma fase depressiva.
Quem já fez uma tentativa, tem 30% mais chances de repetir do que quem nunca tentou.
* Esses valores podem ser bem maiores, pois muitos casos de suicídios são considerados acidentes.

No Brasil:

Entre 1989 e 1998 os suicídios aumentaram 56,9%.
O índice brasileiro é de 4,9 suicídios para cada grupo de 100 mil habitantes.
O Rio Grande do Sul possui os índices mais altos: 11 para cada grupo de 100 mil habitantes.
Porto Alegre é a capital com maior taxa de suicídios (11,9/100 mil).
Entre 1993 e 1998, o número de jovens que tentaram o suicídio aumentou 40%.
Em 1997 quase 1.500 jovens tentaram se matar no Brasil.

Por Spectrum

www.spectrumgothic.com.br

Suicídio - a luz da bíblia


Suicídio - a luz da bíblia

INTRODUÇÃO

Este trabalho tem por finalidade dar-nos uma noção de como devemos tratar pessoas com tendências suicidas, falaremos sobre a definição do suicídio, traremos as causas e algumas pesquisas.
Teremos também exemplos de suicídio na Bíblia, e veremos uma declaração do Espírito de profecia.
E a parte final traremos como ajudar e aconselhar pessoas com tendências suicidas.

CAPÍTULO I

DEFINIÇÃO

Suicídio: Ato ou efeito de suicidar-se; desgraça ou ruína procurada de livre vontade ou por falta de discernimento.
Suicidar-se – dar a morte a si próprio.
A palavra suicídio vem do latin e esta composta por sui, si mesmo e cídio, morte, do verbo coedere, ceder, matar. Etimologicamente significa ‘dar morte a si mesmo’.
Na literatura foi introduzida pelo Abade Des Fontaines no término de 1737.2
Temos aqui então o que os dicionários dizem sobre o significado da palavra.

CAUSAS DO SUICIDIO
Acreditava-se antigamente que as idéias de suicídio eram devidas a perturbações funcionais e lesões do cérebro. Esse conceito evoluiu com o decorrer do tempo e hoje acredita-se que a tendência ao suicídio é o resultado de alterações da consciência e o suicida um anormal psíquico. O suicídio – disse Janet – é uma memória mórbida de reação de reação ao fracasso.

Alguns psiquiatras defendem a tese segundo a qual a maioria dos suicidas pertence ao tipo de personalidade deprimida, que não possui em si os cursos necessários para superar os obstáculos e frustrações que a vida lhe apresenta. Desta sorte, o suicida não busca a morte, mas foge da vida. Esses psiquiatras acreditam que a tendência ao suicídio seja uma predisposição herdada”.

A impulsão ao suicídio ora é súbita, ora resulta de um processo lento e progressivo. Nesses casos, o doente tem plena consciência do que se passa com ele.

Muita literatura se tem feito a custa de pobres criaturas que, cegas pelo desespero e cedendo a um impulso mais forte mais forte do que o próprio instinto de conservação mergulham na morte. A verdade porém é que ninguém sabe, ao certo, o que se passou com elas, pois do mundo de sombras para onde foram voluntariamente, ninguém volta para se explicar.

Para o escritor J. Wolfer o melhor conceito da causa do suicídio é de Maurice Fleury quando disse que “a principal causa dos suicídios são as crises de angústia”. Segundo ele, a única condição necessária ao suicídio é o estado de angústia, ou seja, a suprema exaltação da emotividade humana.
A depressão clínica e outras enfermidades mentais. Mais de 60 por cento de todas as pessoas que se suicidam sofrem de depressão grave. Sem incluir as pessoas deprimidas que abusam do álcool, a cifra aumenta para 75 por cento. Caso todas as pessoas que se suicidam sofrem de algum desajuste mental diagnosticável ou padecendo pelo abuso de alguma substancia, de ambas desordens. O abuso do álcool e outras substâncias. O alcoolismo é um fator que aparece em 30 por cinto de todos os suicídios que se cometem.

Os eventos adversos da vida. Tais eventos podem ser: sofrer uma confusão acerca da própria identidade, no caso das pessoas jovens, o sentir-se excluídos dos demais; uma crise familiar pelo divórcio ou pela morte de alguém próximo; a perda dos meios de subsistência, ocasionada por uma crise econômica rural, por redução nos negócios ou nas empresas, o por algum recorte de pessoal ou a eliminação de programas governamentais. Outras causas podem ser: o comportamento aditivo, alguma enfermidade crônica, grave ou fatal, os efeitos de um desastre natural ou social. Para a maioria das pessoas, os eventos adversos da vida não necessariamente conduzem a um comportamento suicida. Podem contribuir para um comportamento suicida se já existe um contexto de enfermidade mental ou abuso de substancias tóxicas.

Os fatores familiares, tais como uma história clínica familiar de suicídio, de enfermidade mental ou de abuso de substancias, assim como de violência e abuso sexual.

Os fatores culturais e religiosos, tais como as crenças de que o suicídio é uma resolução nobre a um dilema pessoal, a destruição da cultura tradicional da gente, que pode conduzir a sentimentos de separação do passado, lamento e falta de esperança.

Los intentos de suicidio previos, la existencia de armas de fuego en el hogar, el encarcelamiento, tendencias impulsivas o agresivas, y exposición a comportamiento suicida de otros (por parte de miembros de la familia o compañeros, o a través de reportajes noticiosos inadecuados o de historias de ficción). Los suicidios entre las personas jóvenes a veces ocurre en grupo y pueden, incluso, llegar a convertirse en una epidemia. Las personas jóvenes son particularmente susceptibles a imitar el comportamiento que conduce a un suicidio no intencional.

CAPITÚLO II

PESQUISAS E DADOS

Existem muitas pesquisa sobre quem se suicida mais, homens ou mulheres, qual a idade, classe social, e outras perguntas, para isso selecionamos algumas pesquisas, para estarmos mais interados, com o suicídio.

Entre 50.000 a 70.000 pessoas cometem suicídio anualmente (falando só dos Estados Unidos), e sabemos que apenas uma pequena porcentagem dos que tentam suicidar-se consegue seu intento. A pesquisa revela que mais da metade dessas pessoas sofrem de depressão.

Nos Estados Unidos a cada ano mais de 30.000 pessoas interrompem sua vida. O suicídio é a oitava causa de morte, e entre as pessoas cujas idades vão dos 15 aos 24 anos, é a terceira causa de morte. Mais pessoas morrem por suicídio que por homicídio. Cerca de 500.000 pessoas ao ano cometem uma tentativa de suicídio o suficientemente seria como para receber atenção em salas de urgência. E milhões mais sofrem de pensamentos suicidas.

O Instituto Nacional de Saúde Mental indica que 125.000 norte-americanos são hospitalizados anualmente com depressão, enquanto outros 200.000 ou mais são tratados por psiquiatras. O Dr Nathan Kline, do Hospital Estadual Rockland, de Nova Iorque, relata que muitos casos de depressão ficam sem tratamento por não serem identificados. Estima-se que vão de quatro a oito milhões por ano! (Newsweek, artigo citado, p. 51).

As mulheres são mais inclinadas ao suicídio, porém três vezes mais homens que mulheres que o tentam, consegue realiza-li, é que os homens tendem a empregar métodos mais violentos e mortíferos que as mulheres, e são menos inclinados a usar o suicídio como meio para manipular os outros.

As pessoas que tem mais de 45 anos de idade e são profissionais, são mais propensas a se matarem do que as de idade inferior e de classe humilde.

CAPITÚLO III

CASOS BÍBLICOS

E temos citações bíblicas sobre pessoas que se suicidaram.
No A.T., temos:
- Em Juízes 9:54 – o caso de Abimeleque, que pediu para ser morto por uma questão de ‘honra’, e também estava praticamente morto, e para não ter de passar pela humilhação de ser morto por uma mulher pediu para ser morto.
- Em I Sm 31:4-51 – o caso de Saul, e o seu escudeiro, também por motivo de guerra, para não ser morto pelos incircuncisos como ele mesmo disse. E seu escudeiro tomou provavelmente a mesma atitude pelo mesmo motivo.
- II Sm 17:23 – o caso Aitofel, Elen G. White diz: Aitofel compreendeu que a causa dos rebeldes estava perdida. E viu que, qualquer que pudesse ser a sorte do príncipe, não havia esperança para o conselheiro que instigara os seus maiores crimes.
- I Re 16:18 – Zinri apresenta sua morte após o cerco a Tirza.
- Juizes 16:30 – talvez o mais conhecido caso, o de Sansão, que se matou, para cumprir um ‘mandado de Deus’.
E no N.T.
- Mt 27:5 – o caso de Judas, que se matou após trair Jesus, talvez pela angustia que tomou conta de seu ser, Ellen White diz: Judas viu que suas súplicas eram em vão e precipitou-se da sala, exclamando: É tarde! É tarde! Sentiu que não poderia viver para ver Jesus crucificado e, em desespero, foi enforcar-se.

CAPITÚLO IV

COMO AJUDAR PESSOAS COM TENDENCIAS

Antes deveríamos notar quais são as características mais importantes de uma pessoa que quer se suicidar:

1º) Tem uma depressão profunda e isolamento
2º) Tende a dar as coisas, ex: roupa que mais gosta, coleção de chaveiro...
3º) Estado de euforia
4º) Já tem em sua mente o suicídio esquematizado

Agora primeiramente, após detectarmos as tendências suicidas, devemos tem em mente que esta pessoa necessita de ajuda psiquiátrica. Devemos então conversar com o indivíduo, de modo a encaminha-lo a um profissional (psiquiatra), e comunicar os familiares e/ou pessoas mais próximas.

Segue-se um exemplo de tratamento na área, mas está presente apenas a título de informação.
Este capítulo é baseado na abordagem de dois livros.
Devemos levar em conta considerações gerais na entrevista:
Cuidado com a própria ansiedade, se o conselheiro estiver ansioso, não deve aconselhar. A ansiedade nos leva a atuar de forma rápida e acelerada, por medo que o sujeito se mate. Então muitas vezes nós pensamos, que devemos usar frases como: a vida é bela, não pense nisto, frases que não tem nenhum valor terapêutico. Um elemento indispensável é a tranqüilidade, que não quer dizer superficialidade. É importante saber que a vida desta pessoa não esta sob nossa responsabilidade.

Os conflitos que podem surgir no conselheiro são: a ansiedade incontrolável, agressividade diante das ameaças de suicídio, negação dos intentos suicidas, medo por sentir que a vida da pessoa depende de nós, racionalizar o que a pessoa fala.

Em segundo ter uma atitude exploratória, antes de falar e aconselhar devemos escutar e perguntar. O suicida deve falar e se expressar, pois com sua família não tem liberdade de falar sobre o assunto, por isso a importância de escutar. O tema do suicídio não deve ser tabu para o conselheiro. E se no aconselhamento notarmos que o aconselhado tem tendências suicidas, devemos fazer perguntas:

Tem pensado em suicídio? Ele pode responder:
a) Sim
b) Não
c) Esquivar-se
d) Silêncio

(As duas últimas questões devem ser consideradas como sim, e se a questão b) não é uma mentira. Se responder, não, devemos perguntar – Por que? Por que viver?

Estas são perguntas que nos ajudam para que o sujeito se expresse, e para nós podermos conhece-lo. Se ele foge do tema, ou fica em silêncio, devemos falar, que não é errado expressar o que sentimos, se escondermos o que sentimos é mais difícil resolver o problema, e insistir: em que você pensa?

Se o sujeito disser sim, devemos perguntar por que? Como?

Aqui temos as perguntas mais importantes, na qual podemos detectar claramente o problema: então podemos ver a) Que o incomoda especificamente b)Que tem feito para mudar a situação c) Por quanto tempo tem se sentido desta maneira? Assim com estes dados, vamos usar a técnica de espejo, significa repetir com outras palavras o que ele nos vai dizendo, para que ele sinta total liberdade. Depois devemos perguntar: se tem antecedentes de conduta suicida, um plano de suicídio, ver o estado que se encontra.

A partir daí traçamos o plano de trabalho. Se o sujeito não está disposto a tirar a vida, nossa abordagem será mais profunda e exploratória, como seus intentos anteriores de suicídio e características familiares. Se o sujeito esta decidido a se matar, temos de usar um plano urgente. Ex: ver se esta armado acompanha-lo para que tire as balas, nos de o revólver.

Depois do fato estabilizado, falemos claramente e com palavras positivas como:

Existe uma solução possível, ainda há esperança. Devemos falar com tranqüilidade e autoridade, mostrando que o suicídio é uma ação irreversível para um problema temporal.

A tarefa em caso de suicídio, exige muito esforço, e acompanhamento. Devemos evitar o que pode causar frustração, especialmente na hora dos encontros, pois pode gerar frustrações e abandono.

O uso da Bíblia, devemos estruturar assuntos, pois serão recursos com os quais pode ser usado em momentos de crise. O fortalecimento da auto estima é o primeiro passo. O conselheiro, deve traçar um projeto de vida, descobrindo suas motivações e interesses, para colocar o aconselhado em função do projeto. As tarefas ajudam com o tempo a retomar suas responsabilidades, a lhe proporcionar gratificação por conseguir terminar o projeto (por isso a importância de projetos curtos).

Devemos também envolvê-lo com um irmão, para que paulatinamente seja inserido no mundo psicossocial, e também para que seje um acompanhante espiritual, e um modelo a ser seguido.

CONCLUSÃO

Vimos que o suicídio pode acontecer com qualquer pessoa, e nós como pastores e leigos devemos estar aptos a atender estas pessoas, mas também estarmos cientes que devemos encaminha-las para uma ajuda psicológica, mas como vimos devemos dar apoio espiritual, para tenha novamente a vontade de viver, o tema não se esgotou, pois existe muito ainda a ser pesquisado, mas que cada um se motive, e se capacite, para atender melhor as pessoas em seu ministério.

BIBLIOGRAFIA

White, Ellen G. O Desejado de Todas as Nações. 19ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1995.
________. Patriarcas e Profetas, 7ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1983.
________. Orientação da Criança. 4ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1994.
J. Wolfer, Acalme os Seus Nervos, (Rio de Janeiro, RJ: Editora Tecnoprint, 1985)
Bernardo Stomateas, Aconsejamiento Pastoral (ed. Clei)
Norman Wright, Como Aconsejar em Situaciones de Crises (ed. Clie)
Tim Lahaye, Como Vencer a Depressão, 3ª ed. (Editora Vida, 1981)
Paul Hoff, O Pastor como Conselheiro, (Editora Vida, 1995)


www.jesusvoltara.com.br

domingo, 7 de novembro de 2010

O espinho de Paulo


O espinho de Paulo

"E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte." 2Co 12:7


Na tentativa de identificar o que seja este espinho na carne do apóstolo Paulo, vale a máxima de Lutero: o que as escrituras não afirmam com clareza, não devemos afirmar com certeza. Seguindo este conselho, o que segue são apenas conjecturas e opinião mais ou menos embasadas.

Podemos, inicialmente, supor que o espinho na carne era espiritual ou físico em sua manifestação. No primeiro caso, a primeira hipótese é de que o mensageiro de Satanás seja, de fato, um espírito maligno que o tormentava. Porém, o paralelo com a experiência de seu homônimo do Antigo Testamento, Saul, de "quando o espírito maligno, da parte de Deus, vinha sobre Saul" (1Sm 16:23) soa insultuoso ao Paulo que disse "o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus" (1Co 6:19).

Outra possibilidade de espinho espiritual é que seriam as tentações de maneira geral, ou de natureza sexual em particular. Porém, os termos mensageiro, no original angelos e esbofetear, do original kolaphizê, sugerem um ser pessoal e atividades pessoais. Embora Paulo pudesse ter uma tendência para o orgulho, pecados sexuais não deve ter sido um problema para ele, que aliás disse a este respeito: "quero que todos os homens sejam tais como também eu sou" (1Co 7:7).

Resta a alternativa de que o sofrimento seja físico e a primeira possibilidade a ser aventada é a perseguição que o apóstolo sofria por parte dos seus adversários. Em favor desta hipótese, há o precedente do Antigo Testamento, onde Deus diz "para a casa de Israel já não haverá espinho que a pique, nem abrolho que cause dor, entre todos os vizinhos que a tratam com desprezo" (Ez 28:24). A palavra traduzida por espinho na LXX foi a mesma utilizada por Paulo na passagem em tela e significa pedaço de madeira afiado, estaca pontiaguda, farpa.

Outro ponto que fortalece esta tese é o fato de que Paulo escreveu sobre o espinho no contexto das perseguições vindas de seus adversários. No capítulo anterior ele fala contra os "falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo" (2Co 11:13), lembra que "cinco vezes recebi dos judeus uma quarentena de açoites menos um" (2Co 11:24) e que "em Damasco, o governador preposto do rei Aretas montou guarda na cidade dos damascenos, para me prender" (2Co 11:32).

Porém, essa explicação também tem sua dose de dificuldades. Paulo recebeu as visões que poderiam levá-lo a se orgulhar bem antes desses adversários terem se levantado contra ele. Além disso, quando fala de seus adversários, diz que "o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2Co 11:14) e que "não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça" (2Co 11:15). A idéia é de ministros de Satanás travestidos de apóstolos de Cristo e não de homens transformados em emissários de Satanás. Além disso, as expressões "um espinho" e "mensageiro de Satanás" apontam para um indivíduo e não para um grupo de pessoas.

A maioria dos que se debruçaram sobre a questão entende que o espinho na carne refere-se a uma doença física. No texto, fortalece esta posição a espressão "na carne", que aqui deve ser tomada como significando "corpo de uma pessoa". Os diagnósticos são variados e incluem, entre outras doenças, epilepsia, histeria, depressão, reumatismo, má audição, lepra, malária, gagueira e retinite solar.

Embora eu entenda que podemos apenas supor a natureza do espinho na carne de Paulo, tenho uma opinião a respeito. Inclino-me a pensar que o espinho de Paulo seja de fato uma dificuldade de visão. Cito como apoio algumas passagens, das quais podemos fazer inferências. Em Gálatas 6:11 o apóstolo diz "vede com que letras grandes vos escrevi de meu próprio punho". É bem verdade que o motivo de ter escrito com o próprio punho esta parte era para dar ênfase à recomendação que faz, mas permanece o fato de que utilizou letras grandes como pessoas com dificuldade visual. Ele também diz "dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os próprios olhos para mos dar" (Gl 4:15). Novamente, a passagem não é decisiva, mas o fato de Paulo ter dito "se possível fora" e não "se necessário fora" me parece indicação de que Paulo não estava apenas sendo hiperbólico, mas que tinha mesmo essa necessidade.

Finalmente, um alerta. Muitas vezes, no estudo da Bíblia, nos perdemos em detalhes desimportantes e pouco claros e deixamos de ver a mensagem principal, aquilo que Deus intencionou nos ensinar. Se você está preocupado com a identificação do espinho na carne de Paulo a ponto de não ter prestado atenção no que a passagem diz de forma clara, sugiro que volte lá, não mais para investigar sobre o que seria o espinho, mas para aprender o que Deus quer te ensinar através dela.

Soli Deo Gloria

Blog Cinco Solas

Torrada queimada


Torrada queimada

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.

Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, lingüiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.

Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
" Baby, eu adoro torrada queimada."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:


"Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!"
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Essa é a minha oração para você, hoje. Que possa aprender a levar o bem, o mal, as partes feias de sua vida colocando-as aos pés do Espírito. Porque afinal, Ele é o único que poderá lhe dar um relacionamento no qual uma torrada queimada não seja um evento destruidor."
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, e com amigos.
Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio. Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração Dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.


As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as acolheu e valorizou.

Toda Mulher Deveria Ter...


Toda Mulher Deveria Ter...

Um velho amor que ela pudesse recordar e alguém que se lembrasse dela como uma pessoa especial.

Uma juventude que ela tenha deixado para trás com satisfação.
Um passado interessante que a permita revivê-lo quando for mais velha.


A percepção de que ela realmente terá uma velhice com algum dinheiro guardado.
Um jogo de chaves de fenda, uma furadeira sem fio e um sutiã preto de renda.

Uma amiga que sempre a faça sorrir e outra que a permita chorar.
Um lindo móvel que não tenha sido herdado da família, oito pratos iguais, copos altos de vinho e uma receita que faça com que seus convidados sintam-se honrados.

Uma sensação de controle sobre seu destino, cuidado com a pele e com o corpo para contrabalançar outros poucos aspectos da vida que não melhoram após os 30.
Uma carreira sólida, um bom relacionamento e tantos outros aspectos que melhoram após os 30.

Todas as mulheres deveriam saber...
Como se apaixonar sem se perder.
Ou como sair de um relacionamento...

Como sair de um emprego ou discutir com uma amiga, sem destruir a amizade.
Quando insistir e quando desistir.
Como pedir o que quer de maneira que sinta que irá conseguir.

Que ela não pode mudar o tamanho das suas coxas, a largura de seus quadris e nem o temperamento de seus pais.
Que sua infância pode não ter sido perfeita, mas já passou.
O que ela faria ou não por um amor, como viver sozinha, mesmo que não goste.
Em quem pode confiar, em quem não pode.
O que ela pode ou não pode realizar em um dia, um mês e um ano.
Toda mulher deveria saber como usar este manual...

A vida iria ficar bem melhor!

De um e-mail que enviaram prá mim...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

HALLOWEEN & SATANISMO - CRISTIANISMO - POS-MODERNIDADE


ORIGEM DO HALLOWEEN

Happy Halloween?Será que Halloween é realmente uma festa feliz?"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" (Efésios 6.12).
Será que Halloween é realmente uma festa feliz ("happy")? Ou será que há ocultismo da pesada nas suas origens? Será que essa festa envolve celebrações fúnebres, consultas aos mortos, louvor à "divindade" da morte e negociatas com entidades do mundo tenebroso? Será que é um evento tão ingênuo como se diz?A origem do HalloweenO calendário da bruxaria resume-se no relacionamento da "Grande Deusa" (representada pela Lua e que nunca morre) com seu filho, o "Deus Chifrudo" (representado pelo Sol e que a cada ano nasce no dia 22 de dezembro e morre no dia 31 de outubro).[1]Na roda do ano wicca (bruxaria moderna), o dia 31 de outubro é o grande sabá (festa) de Samhain (pronuncia-se "sou-en"). Nessa época tudo já floresceu e está perecendo ou adormecendo (no Hemisfério Norte): "O sol se debilita e o deus está à morte. Oportunamente, chega o ano novo da wicca, corporificando a fé de que toda morte traz o renascimento através da deusa."[2]O que é Samhain? É uma palavra de origem celta para designar "O Senhor da Morte". Os celtas dedicavam esse último dia de outubro para celebrar a "Festa dos Mortos".

Alto lá! Então, os professores de inglês, ao desejarem um "Happy Halloween!", estão, na verdade, desejando um "feliz" Samhain? Ou seja, uma "feliz" festa dos mortos? Um "feliz" ano novo da bruxaria? Um "feliz" dia da morte do "Deus Chifrudo"?Se todo esse pacote é oriundo da religião celta e foi incorporado às doutrinas da bruxaria moderna, então precisamos conhecer mais sobre os celtas.Os celtas e o culto aos mortosO que hoje chamamos de Halloween era o festival celta de Samhain, o "Deus dos Mortos".É possível rastrear as origens das tribos celtas até a cultura de Túmulos da Idade do Bronze, que atingiu o seu apogeu por volta de 1200 a.C. Contudo, os celtas não figuram como povo distinto e identificável até a época do período de Hallstatt (dos séculos VII a VI a.C.).[3]Durante o período de Hallstatt, os celtas espalharam-se pela Grã-Bretanha, Espanha e França.

O ano novo deles começava no dia 1º de novembro. O festival iniciado na noite anterior homenageava Samhain, "O Senhor da Morte". Essa celebração marcava o início da estação de frio (no Hemisfério Norte), com menos períodos de sol e mais períodos de escuridão.Os celtas acreditavam que durante as festividades de Samhain, os espíritos dos seus ancestrais sairiam dos campos gelados e dos túmulos para visitar suas casas e cabanas aquecidas. Os celtas criam que teriam de ser muito receptivos e agradáveis para com os espíritos, pois os bons espíritos supostamente protegeriam suas casas contra os maus espíritos durante aqueles meses de inverno.Os celtas tinham medo do Samhain. Para agradar-lhe, os druidas, que eram os sacerdotes celtas, realizavam rituais macabros.

Fogueiras (feitas de carvalhos por acreditarem ser essa uma árvore sagrada) eram acessas e sacrifícios eram feitos em homenagem aos deuses.[4] Criminosos, prisioneiros e animais eram queimados vivos em oferenda às divindades.Os druidas criam que essa era a noite mais propícia para fazer previsões e adivinhações sobre o futuro. Essa era a única noite do ano onde a ajuda do "Senhor da Morte" era invocada para tais propósitos.Um dos rituais para desvendar o futuro consistia da observação dos restos mortais dos animais e das pessoas sacrificadas. O formato do fígado do morto, em especial, era estudado para se fazer prognósticos acerca do novo ano que se iniciava. Essa prática ocultista aparece no Antigo Testamento sendo realizada pelo rei da Babilônia: "Porque o rei da Babilônia pára na encruzilhada, na entrada dos dois caminhos, para consultar os oráculos: sacode as flechas, interroga os ídolos do lar, examina o fígado" (Ezequiel 21.21).

Oh! Então, quando os professores de inglês desejam "Happy Halloween!" à classe, estão indiretamente desejando que seus educandos façam negociatas com espíritos do mundo sobrenatural que supostamente controlam os processos da natureza. E mais: que seus pupilos apaziguem e acalmem os espíritos maus, pedindo proteção aos espíritos bons durante aquele novo ano.Os principais símbolos do HalloweenCom a migração dos ingleses, e especialmente dos irlandeses, para os Estados Unidos, no século XIX, Halloween foi pouco a pouco tornando-se popular na América.a)

"The Jack O’Lantern" (A Lanterna de Jack)Esse é o nome daquela abóbora (jerimum, no Norte e Nordeste) esculpida com uma face demoníaca e iluminada por dentro.Conta-se uma história de que Jack era um irlandês todo errado, que gostava de aprontar com todo mundo e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu, não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás jogou para ele uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si.Quando os irlandeses chegaram aos Estados Unidos, encontram uma carência de nabos e uma abundância de abóboras. Para manter a tradição durante o Halloween, passaram a utilizar abóboras no lugar de nabos.b) "Apple-ducking [bobbing for apples]" (maçãs boiando)Esse é o nome de um ritual que foi incorporado às celebrações de Halloween depois que os celtas foram dominados pelos romanos. É uma homenagem a Pomona, a deusa dos frutos e das árvores, que era louvada na época da colheita (novembro). Os antigos geralmente a desenhavam sentada em uma cesta com frutos e flores. A maçã era uma fruta sagrada para a deusa.Maçãs ficavam boiando em um barril com água, enquanto as pessoas mergulhavam seu rosto nela tentando segurá-las com os dentes. Depois faziam adivinhações sobre o futuro, com base no formato da mordida.c)

"Trick or Treat" (Travessura ou Trato)Dos 20 aos 26 anos vivi no estado de Massachussets vendo a mesma cena se repetir várias vezes na noite de 31 de outubro. Crianças da vizinhança, fantasiadas de vários monstros, batiam à porta e, ao abrirmos, elas nos indagavam: – "Trick or Treat?".Se respondêssemos "trick!", elas iniciavam uma série de travessuras como sujar a grama em frente da casa com papéis e lixo, jogar ovos no terraço, além de sairem gritando ofensas ingênuas. Respondendo "treat!", nós lhes dávamos alguns confeitos e elas saíam contentes e felizes em direção à próxima casa.O que não sabíamos naquela ocasião, mas sei agora, é que aquelas criancinhas simbolizavam os espíritos dos mortos que supostamente vagueavam naquela noite procurando realizar maldades (travessuras) ou em busca de bom acolhimento (bons tratos). Os celtas deixavam comidas do lado de fora das casas para agradar os espíritos que passavam. Ao recebermos aquelas criancinhas ingênuas nas nossas casas, estávamos simbolicamente realizando negociatas com principados e potestades do mundo tenebroso, da mesma forma que os celtas faziam na

Antigüidade.Algumas pessoas afirmam que a tradição de "trick or treat" não retrocede aos celtas, sendo mais recente, introduzida pela Igreja Católica européia no século IX. Na noite anterior ao "Dia de Todos os Santos" (1º de novembro) alguns mendigos iam de porta em porta solicitando "soul cakes" (bolos das almas) em troca de rezas pelas almas dos finados daquela família. Quanto mais bolos recebiam, mais rezas faziam.A Igreja Católica passa a chamar a festa de Hallowe’enComo uma festividade pagã em honra ao "Senhor da Morte" e celebrada em memória à morte do "Deus Chifrudo" foi se infiltrar na Igreja Católica Romana?Em 43 d.C., os romanos dominaram os celtas e governaram sobre a Grã-Bretanha por cerca de 400 anos. Assim, os conquistadores passaram a conviver com os rituais dos celtas.

Durante séculos, a Igreja Católica Romana celebrava "O Dia de Todos os Mártires" em 13 de maio. O papa Gregório III (papado de 731-741), porém, dedicou a Capela de São Pedro, em Roma, a "todos os santos" no dia 1º de novembro. Assim, em 837, o papa Gregório IV introduziu a festa de "Todos os Santos" no calendário romano, tornando universal a sua celebração em 1º de novembro. A partir de então deixou-se de celebrar o "Dia dos Mártires" em maio.Na Inglaterra medieval esse festival católico ficou conhecido como "All Hallows Day" ("Dia de Todos os Santos"). A noite anterior ao 1º de novembro era chamada "Hallows Evening", abreviada "Hallows’ Eve" e, posteriormente, "Hallowe’en".

Mais de um século após instituir o "Dia de Todos os Santos", a Igreja Católica, através da sua Abadia de Cluny, na França, determinou que o melhor dia para se comemorar o "Dia dos Mortos" era logo após o "Dia de Todos os Santos". Assim, ficou estabelecido o "Dia de Finados" no dia 2 de novembro.Para a Igreja Católica, a noite de "Hallowe’en", o "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados" são uma só seqüência e celebram coisas parecidas – a honra e a alma dos mortos! O catolicismo tenta fazer o "cristianismo" e o paganismo andarem de mãos dadas!ConclusãoMeus queridos professores de inglês, o que há de tão "happy" no Halloween? Onde está a suposta felicidade transmitida pela festa de Samhain?

Pessoalmente, não consigo enxergar nada além de trevas espirituais.Para quem não sente prazer com o sofrimento, "divertida" é uma palavra pouco apropriada para descrever a festa de Samhain, marcada pela angústia, pelo medo, pela depressão, além das piores crueldades e contatos com um mundo espiritualmente tenebroso. Nem os celtas simpatizavam com a festa de Samhain.O Halloween é uma algolagnia* que leva as crianças a se familiarizarem com o sadismo cândido da infância e desperta o que existe de pior dentro de cada adolescente. É o avesso das relações sociais equilibradas! É a fusão com a distorção de valores do mundo cão, onde seus participantes tornam-se vítimas espiritualmente impotentes!O profeta Isaías nos adverte: "Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva" (Isaías 8.19-20). Meu querido leitor, a opção é sua: consultar aqueles que tagarelam e consultam mortos e adivinhos ou confiar no que diz a Lei do Senhor.

A Bíblia é clara na opção que devemos seguir: "Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus" (Deuteronômio 18.10-13).Estamos vivendo em tempos de perversão coletiva, onde a face enganosa de Satanás se manifesta algumas vezes de forma descarada, mas muitas vezes sutilmente e camuflada por trás de um ingênuo "Happy Halloween!". Que Deus nos livre do mal. Amém.

CELEBRAÇÃO SATÃNICA

Milhões de cristãos permitirão e até encorajarão seus filhos a prestarem respeito ao diabo dia 31 de outubro. Algumas igrejas darão total apoio aoevento com festas em suas dependências. Decorações terão bruxas, vassouras, gatos e Jack-o-Lanters (que é a abóbora com olhos e bocas cortados e uma vela acesa dentro). Qual o mal disso? De onde vem essas comemorações? O que está sendo celebrado? A história nos dá a resposta.

A HISTÓRIA DE HALLOWEENA

celebração americana baseia-se em costumes irlandeses e escoceses que podem ser traçados em uma linha direta, desde os tempos antes de Cristo.Ainda que Halloween tenha se tornado uma noite de celebração para muitos.Sua origem foi muito diferente. As primeiras celebrações de Halloween eram feitas pelos Druidas em honra de Samar, Senhor dos mortos, cuja comemoração data no dia 1 de novembro. Os Druidas criam que na noite desse festival, Saman convocava as almas que nos últimos 12 meses tivessem sido condenadas a habitar os corpos de animais. Elas eram soltas em forma de bruxas,fantasmas, duendes e espíritos. Os druidas, uma ordem de sacerdotes na antiga Gaul e Britania, também criam que os gatos eram sagrados porque em certa época eram seres humanos, que foram transformados como punição pelos atos malignos. Dessa crença Druidica vem até nossos dias o uso de bruxas, fantasmas e gatos nas atividades do Halloween.

Os pagãos criam que em uma noite do ano almas dos mortos voltavam aos seus lares originais. Esses espíritos vagantes tinham o hábito de assustar os vivos. Para exorcizaresses fantasmas (isto é se libertar de um espírito maligno). A pessoa teria que oferecer comida (agradar os demônios-treat) e providenciar para eles para a noite. Se a pessoa não fizesse isso, eles aplicariam um truque (trick) em você. Jogando uma praga ou ferindo a pessoa. (daí a frase americana Trick ou Treat). Foram os Celtas que escolheram a data de 31 de outubro como sua noite de ano novo e os quais originalmente planejaram-na como celebração a tudo que é maligno, mau e/ou morto. Também durante sua celebração eles se uniriam em volta de fogueiras e ofereceriam animais, produtos de suas plantações, e as vezes eles mesmo como sacrifício.

A celebração permaneceu quase igual depois que os Romanos conquistaram os Celtas por volta de 43 dC. Os romanos, no entanto, adicionaram uma cerimônia honrando sua deusa dos frutos e árvores: vindo assim a associação com maçãs e a brincadeira de tentar morde-las (enquanto flutuam em um balde de água). A aparentemente inocente cara iluminada de "jack-o-lantyern" nas abóboras é um símbolo antigo de uma alma condenada. Esse nome deriva de um homem chamado Jack que não pode entrar no Céu ou inferno. Como resultado, ele foi condenado a vagar nas trevas com sua lanterna até o dia do julgamento. Com medo de sustos, pessoas começaram a extrair o interior de nabos e abóboras e colocar velas acesas em seu interior para espantar espíritos malignos de casa.

HALLOWEEN HOJE

Depois de mais pesquisas, descobri que satanistas ainda celebram Halloween hoje. Um alto sacerdote (satanista) comentou: "Nós gozamos a exploração comercial do público no Halloween.... Isso é propaganda grátis" Em 1982 um grupo de bruxas na Califórnia fez balas e doces no formato de LSD e distribuiu a centenas de crianças inocentes. Um grupo satânico orou para queos espíritos malignos possuíssem as fantasias fabricadas comercialmente e vendidas para crianças em todo país. Ainda assim, mães desinformadas. Crentes e não crentes, despejam milhões de dólares anualmente na compra de fantasias de Halloween. Nós sabemos que não devemos participar nas obras das trevas. Ambos crentes e judeus são proibidos (Dt 18:10-11) de participar em qualquer coisa do oculto, ou de bruxaria. Ambos são abominação a Deus. Em I Ts 5:22b diz: "Abstende-vos de toda a aparência do mal." O apóstolo Paulo disse aos crentes de Éfeso para não darem lugar ao diabo" (Ef 4.27). Nenhum crente verdadeiro voluntariamente glorificaria a Satanás, mas o diabo tem usado Halloween como uma tentativa sutil de plantar sementes nos corações de nossas crianças. Como crianças devem ficar confusas quando elas ouvem osprofessores da escola dominical alertarem-nas sobre o diabo mas nós encorajarmos a se vestir como demônios .

ALTERNATIVAS

O que você pode fazer como pai e mãe? Primeiro eduque seu filho ou filha. Explique a história do Halloween e então explique como Cristo derrotou as forças das trevas por nós no calvário. Segundo, escreva uma nota aos professores de seus filhos. Nós temos feito isso através dos anos e descobrimos ser uma boa chance para testemunhar. Desde que o maior parte dos primeiros graus escolares descrevem e representam datas especiais (holydays), peça aos professores de seu filho ou filha que permitam que eles desenhem figuras de animais, árvores, etc... Enquanto outras crianças desenhem fantasmas e bruxas. Além disso nós também temos mantido nossas crianças em casa no diatendo escolar anterior ao Halloween porque muitas vezes aquele dia é separado somente para festa de sua celebração. Use aquele dia para encorajar seu filhos no Senhor. Mais e mais igrejas estão celebrações alternativas como "Festival de Outono" ou "Festa da Colheita".

Halloween é uma celebração satânica de origem satânica e não tem lugar na igreja de um Cristão .(Matéria autorizada pela BMFI-Bussines Men's Fellowship Int redação ernational)Não celebre Halloween, celebre Cristo em sua vida. No dia 31 de outubro nossa igreja comemora o dia do Espírito Santo (Holly gost), homenageando ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, dando-lhes honra e gloria por tudo que nos tem feito, nos orientado e guiado neste mundo tão conturbado e cheio de maldades.

Juventude
Os fatos sobre Halloween:


No dia 31 de outubro muitas pessoas irão participar de festas de "Halloween", popularmente chamado de "Dia das Bruxas" no Brasil. Mas essa festa aparentemente inocente tem estreita ligação com práticas ocultistas, mesmo que muitos não percebam isso. Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao "deus da morte" ou ao"senhor da morte" em 31 de outubro. Isso acontecia na cerimônia "Samhain" durante o festival de inverno, na qual eram oferecidos sacrifícios humanos. Essa prática ancestral foi sofrendo alterações com o passar do tempo. A Igreja Católica posteriormente tentou cristianizar o "Samhain ", declarando o1º de novembro como o Dia de Todos os Santos e o 2 de novembro com o Dia de Finados, sendo que em ambas as datas os mortos eram lembrados. Nos Estados Unidos essa festa é muito comum e tem forte apelo comercial, sendo também tema de vários filmes de horror.

A imagem de crianças vestidas com fantasias "engraçadinhas" de bruxas, fantasmas e duendes, pedindo por doces e dizendo "gostosuras ou travessuras". Há algum tempo, o Brasil tem se deixado influenciar por muitos aspectos que não fazem parte de sua cultura e tem celebrado essa festa em escolas, clubes e até em shopping centers. Diante dessa realidade, devemos nos questionar: Halloween está relacionado às práticas ocultistas modernas? Mesmo que hoje em dia Halloween seja comemorado de uma maneira inocente por muitos jovens, ele é levado a sério pela maioria das bruxas, membros do movimento neo-pagão e ocultistas em geral. Antes de continuarmos, devemos destacar que a associação histórica e contemporânea do Halloween com o ocultismo causaram uma espécie de "efeito híbrido" na maior parte da sociedade, de modo que a comemoração do Halloween não é, necessariamente, uma prática totalmente inocente. Ao ler vários relatos sobre o Halloween, pode-se ficar impressionado com o grande número de práticas de superstições e de adivinhação envolvidas com ele.

Algumas das superstições e todas as práticas estão relacionadas com o ocultismo. É preocupante o quanto as superstições podem controlar ou dirigir a vida de uma pessoa de maneiras terríveis. Mais ainda, as verdadeiras práticas de adivinhação sempre trazem conseqüências. Na verdade, desde as décadas finais do século dezenove, o Halloween tem sido lembrado como um período "para se usar amuletos, lançar maldições e se fazer adivinhações". Como já dissemos, isso está relacionado aos antigos druidas, pois o "Samhain" marcava o início de ano novo, o que resultou num interesse em adivinhações e previsões sobre o que o próximo ano traria. No Halloween se cria (e ainda á assim em certos lugares) que seguir um ritual em particular pode fazer com que a imagem do seu futuro cônjuge apareça atrás de você: "Muitas crenças surgiram sobre como invocar a imagem do futuro esposo ou esposa de alguém.

As garotas criam que caso alguém ficasse diante do espelho, comendo uma maçã, à meia-noite, a imagem de seu futuro esposo apareceria de repente diante dela. Se nenhuma imagem aparecesse, isso significava que a garota ficaria solteirona". No sul dos Estados Unidos há um costume baseado na crença dos druidas de que o desespero de uma vítima de sacrifício humano podia revelar previsões para o futuro. "Punha-se fogo numa tigela com álcool, e atirava-se no fogo ‘oferendas’ tais como figos, cascas de laranja, passas, castanhas e tâmaras envoltas em papel alumínio. A garota que tirasse a melhor das oferendas do meio do fogo iria conhecer seu futuro esposo dentro de um ano". A preocupação com tais atividades pode ser vista na seguinte declaração do Livro Americano dos Dias (American Book of Days): "Vários meios de adivinhação do futuro eram usados no Halloween e os resultados eram aceitos com toda seriedade".

Em outras palavras, quando estamos lidando com tentativas sérias de adivinhar o futuro – seja em relação ao futuro em geral, ao futuro cônjuge, ou sobre a vida e a morte - as conseqüências na vida das pessoas podem ser muito maiores do que simples brincadeiras. Hoje em dia outras práticas ocultistas estão presentes no Halloween. Em New Orleans o "Museu do Vodu apresenta normalmente um ritual de Halloween no qual as pessoas podem ver rituais de vodu reais". Na cidade de Salem, estado de Massachusetts, um festival de Halloween acontece de 13 a 31 de outubro incluindo uma mostra de parapsicologia. Na bruxaria moderna o Halloween também é considerado uma noite especial. Um livro conhecido sobre o movimento neo-pagão relata o seguinte sobre esses dias importantes de celebração da bruxaria: "As grandes cerimônias de sabbat são: o ‘Samhain’ (Halloween), o Ano-Novo celta (nesses dias acredita-se que os portais entre os mundos estão enfraquecidos, e então ocorrem contatos com os ancestrais), ‘Oimelc’ (1º de fevereiro, festival da purificação de inverno)... ‘Beltane’ (1º de maio, o grande festival da fertilidade)... diferentes linhas da bruxaria... tratam esses festivais de maneiras diversas.

Mas quase todas as linhas celebram pelo menos o ‘Semhain’ e o ‘Beltane’". Algumas bruxas tiram o dia de folga de seu trabalho para comemorarem essa data especial para elas, enquanto outras chegaram a tentar o fechamento das escolas para a comemoração desse grande sabbat. Muitos grupos satânicos também consideram o Halloween uma noite especial, em parte porque ele "tornou-se o único dia do ano em que se acredita que o diabo possa ser invocado para revelar os futuros casamentos, problemas de saúde, morte, colheitas e o que acontecerá no próximo ano". Na verdade a bruxaria e o satanismo têm certas semelhanças. Mesmo que sejam coisas distintas, e mesmo que se dê legitimidade às declarações do movimento neo-pagão que desdenha o satanismo, devemos lembrar o claro ensino bíblico de que o diabo é a fonte de poder por trás da bruxaria e de todas as formas de ocultismo. A ex-bruxa Doreen Irvine declara: "a bruxaria negra não está distante do satanismo... Praticantes da bruxaria negra têm um grande poder e não devem ser subestimados... Eles podem até exumar covas recentes e oferecer os corpos em sacrifício à Satanás".

Além disso tudo, o costume de pedir balas e doces fantasiados de bruxas, vampiros, fantasmas, etc., que é comum nessa festa, está relacionado com os espíritos dos mortos na tradição pagã e até católica. Por exemplo, para os antigos druidas "os espíritos que se acreditava andarem de casa em casa eram recepcionados com uma mesa farta para um banquete. No final da refeição, os habitantes da cidade fantasiados e com máscaras representando as almas dos mortos iam em procissão até os limites da cidade para guiar os fantasmas para fora". As máscaras e fantasias usadas no Halloween podem ser relacionadas também com a tentativa de certas pessoas de se esconderem para não serem vistas participando de cerimônias pagãs ou ,como no xamanismo e em outras formas de animismo, mudar a identidade de quem as usa para que possa se comunicar com o mundo espiritual.

As fantasias podem ser usadas também para afugentar espíritos maus. Depois de fazermos essas considerações sobre o assunto, tendo em vista que o Halloween está associado a práticas de bruxaria e ocultismo, devemos analisar qual deve ser nossa atitude em relação a essa festa, que mesmo sendo vista secularmente como um passatempo tem implicações sérias. Devemos nos perguntar: Que princípios bíblicos devem ser usados para discernir esse assunto? As Escrituras nos dizem que o homem espiritual julga todas as coisas e que no futuro irá também julgar os anjos. Então somos competentes o suficiente para julgar assuntos triviais agora (1 Coríntios 2,15; 6.3). Se julgarmos todas as coisas e retermos o que é bom, abstendo-nos de toda forma de mal, estaremos cumprindo com nossa obrigação (1 Tessalonicenses 5.21,22). Então vamos examinar esse assunto para chegarmos a uma posição bíblica sobre o Halloween.

Se na celebração de Halloween existem atividades envolvendo práticas genuinamente ocultistas, as Escrituras são claras em afirmar que devem ser evitadas. Tanto o Antigo como o Novo Testamento fazem referência às práticas de bruxaria, encantamentos, espiritismo, contatos com os mortos, adivinhações e assim por diante – e todas essas coisas estão potencialmente ligadas ao Halloween. "Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus" (Levítico 19.31). "Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; ... Porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa" (Deuteronômio 18.10,11,14) . "[Rei Manassés de Judá] queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provocar à ira" (2 Crônicas 33.6). Em nenhum lugar na Bíblia vemos essas coisas como sendo aceitáveis diante de Deus. À luz desses versículos, ninguém pode argumentar logicamente que a Bíblia apóia tais práticas. http://www.chamada.com.br/Extraído do livro "The Facts on Halloween"(de John Ankerberg e John Weldon)
Escreveu Raquel Almeida*

Hoje em dia ouvimos, com freqüência, a frase “não tem nada a ver”,
mas é muito importante que você saiba: a mídia é uma grande influência na formação da nossa personalidade, principalmente a TV. Por isso, precisamos aprender, desde pequenos, a ter senso crítico, não acreditar em tudo. E para isso é preciso pesquisar, estudar, meditar na Palavra de Deus e orar.Aqui estão algumas informações sobre a origem e o atual halloween, considere todas as possibilidades e tire suas conclusões.

SAIBA COMO TUDO COMEÇOU

O halloween nem sempre teve este nome. A origem dessa festa vem de séculos antes de Cristo. Tudo começou com os povos Celtas e os sacerdotes Druidas, que viviam nas Ilhas Britânicas. Naquele tempo, no calendário deles, o dia 31 de outubro era uma data muito importante, marcava o final do verão e também o início do ano novo. Eles acreditavam que neste dia, os espíritos das pessoas que morreram naquele ano, voltariam a seus lares procurando abrigo e provisão, pois o inverno começaria e com ele o reinado do “príncipe das trevas”. Com medo de que os mortos viessem possuir seus corpos, as pessoas se vestiam com roupas e máscaras assustadoras, esculpiam caras muito feias em nabos, acendiam velas e saiam pelas ruas fazendo bastante barulho, pois acreditavam que assim espantariam os espíritos. Um dos nomes desta festa era “samhain”, que quer dizer “o senhor dos mortos”, “o príncipe das trevas”. Os druidas eram sacerdotes que cultuavam a natureza, praticavam magias, adivinhações e na noite da festa ofereciam sacrifícios aos seus deuses, principalmente ao deus da morte, para receber em troca, adivinhações sobre o futuro, saúde e prosperidade; os sacrifícios variavam de vegetais a seres humanos.

Neste dia, os druidas, saiam de casa em casa pedindo comida, quem se recusasse, era amaldiçoado e atormentado através das magias.Veja o que diz a Palavra de Deus a respeito disso:“Cada pessoa tem de morrer uma só vez e depois ser julgada por Deus.” (Hebreus 9.27)Isso quer dizer que não precisamos ter medo de que os mortos voltem, pois a Palavra de Deus nos garante que eles não podem voltar! Se a festa era para cultuar “o senhor dos mortos, o príncipe das trevas”, está claro que esta festa não agradava a Deus, pois ele é o único que é digno de ser adorado. O príncipe das trevas, nós sabemos que é o próprio diabo. “Fiquem sabendo agora e nunca esqueçam disto: somente o eterno é Deus lá em cima no céu e aqui embaixo na terra. Não há outro deus”. (Deuteronômio 4.39)Praticar magias e adivinhações, fazer sacrifícios, assustar as pessoas, dentre outros pecados, nos afasta de Deus. “Ficam fora os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólotras e todos os que amam e praticam a mentira.” (Apocalipse 22.15)Veja também: Gálatas 5.19-21; Apocalipse 21.8.

A EVOLUÇÃO DA FESTA

Agora que já sabemos como tudo começou, vamos entender como o “samhain” passou a ser chamado de halloween ou, como chamamos, o “dia das Bruxas”.Os historiadores estudam e pesquisam a história da humanidade. Através desses estudos aprendemos que culturas e tradições dos povos são passados de geração em geração, e que as mudanças são inevitáveis de acordo com os acontecimentos de cada época. A festa do “samhain” sofreu transformações ao longo do tempo, um dos motivos foi o fato dos Romanos terem conquistado grande parte do território Celta. Os Romanos comemoravam o festival da colheita e cultuavam a deusa Pamona, a deusa das frutas. Assim, a festa dos Celtas adquiriu características da festa dos Romanos. Houve uma “mistura” desses costumes que resultou numa festa “comemorativa”. O tempo foi passando e Deus cumpriu sua promessa de enviar o Salvador. Jesus veio ao mundo e pregou o evangelho do Reino, as boas-novas. Ele foi crucificado por amor a cada um de nós, mas venceu a morte e ressuscitou. Ele está vivo! O povo não precisava mais ter medo de espíritos, fazer sacrifícios, nem cultuar falsos deuses. Mas, nem todos acreditaram nele, que pena! E o tempo não pára...

Muita gente já conhecia a Palavra de Deus. Muitos se converteram, mas alguns preferiram continuar presos aos costumes e tradições de seus antepassados, e permaneceram nas trevas. Em 1848, houve grande fome na Irlanda, então os irlandeses foram morar na América do Norte e levaram para lá o costume dos Celtas de comemorar o “samhain”. Os cristãos da América acabaram se envolvendo com esta festividade. A prática de magias e bruxarias foi renascendo e as pessoas acreditavam que as bruxas viajavam em vassouras para adorar a satanás no dia 31 de outubro. Desde a sua colonização a América do Norte declarou que respeitaria todas as crenças religiosas e por causa disso, as portas foram abertas para uma infinidade de seitas e religiões que não louvam a Deus, como o satanismo, por exemplo.

A REAÇÃO DA IGREJA

Na tentativa de acabar com os festivais e rituais de magias e sacrifícios, a igreja católica designou o dia 1º de novembro como o “dia de todos os santos”. Assim surgiu o “all hollows”, que quer dizer, todos os santos. Acrescentando a abreviatura “evening”, que significa anoitecer – a festa passou a ser conhecida popularmente como Halloween. As pessoas acreditavam que na véspera do “dia de todos os santos” os espíritos maus ficavam furiosos com a festa da igreja de Roma e vinham zombar da celebração, então eles pregavam peças e assustavam os humanos. É aí que entram as bruxas, feiticeiras, duendes, gnomos e as fadas. E como no ritual do “samhain” as pessoas saíam às ruas vestindo fantasias, como os Celtas, acreditando que espantariam as bruxas e espíritos maus. Substituíram o nabo por abóbora, que era encontrada com mais facilidade nos EUA.A Bíblia diz: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.” (Oséias 4.6)Atualmente o Halloween é uma das festas mais comemoradas dos EUA. A tradição virou brincadeira e está se expandindo por outros países. A festa tem conotação de alegria, pois as pessoas usam máscaras e fantasias de bruxas, Conde Drácula, Frankstein, fantasmas, diabos etc. As crianças saem à noite pelas ruas carregando lanternas feitas de abóbora, batendo de porta em porta, pedindo guloseimas ou prendas - “trick or treat”, que traduzido quer dizer, “doces ou travessuras”.

A brincadeira tem traços da festa dos Celtas, quando saíam pelas casas pedindo comidas. Os druidas amaldiçoavam as pessoas que não contribuíam, hoje, as crianças fazem travessuras como sujar as casas, jogar ovos, retirar as trancas dos portões etc. É um dia em que elas têm permissão para fazer traquinagens. Veja o que a Palavra de Deus diz a respeito disso em Lucas 6.31.“Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles.”
Recebi da Dra Neyde, sobre o Dia da Bruxaria
DIA DAS BRUXAS - halloweenMais do que simples travessuras ou doces, nos traz a verdadeira versão da tradicional festa norte-americana, halloween, comemorada no dia 31 de outubro. Na verdade, o dia das bruxas não passa de uma festa pagã, em sua origem e prática, e significa uma das datas mais importantes para os adeptos da igreja satânica. Muitos bruxos, satanistas e adoradores do diabo se preparam, durante todo o ano para estas festividades. Além de ser considerada por eles, o aniversário de satanás, é o dia ideal para fazer sacrifícios humanos e pactos satânicos. No período de 15 dias antes da data de 31 de outubro e 15 dias após os seguidores do diabo sacrificam pessoas, confiados na promessa de que alcançarão mais poder e prosperidade. Conforme as estatísticas, inclusive as do FBI, nos meses de agosto, setembro e outubro acontecem várias atrocidades, inclusive o desaparecimento de crianças do mundo inteiro, principalmente nos EUA.

A autora do livro "Satanás Escondido" conta que uma destas comemorações de halloween, tentaram introduzi-la em um ritual satânico e pediram que sacrificasse uma criança recém-nascida. Neste mesmo livro, ela relata que muitas das moças desaparecidas nos meses de março e abril, são usadas para a procriação, e seu fetos sacrificados na época do halloween. Os moradores de Anaheim, CA, também sabem e sentiram os efeitos desta Convenção de Satanás. A própria policia da cidade pede aos crentes que tomem algum tipo de providência, pois reconhecem que do Centro de Convenções de Bruxos, emana uma onda de violência e maus presságios. Os bruxos e adoradores do diabo não perdem tempo. Eles traçam metas horríveis para combater os cristão como, por exemplo, a destruição de 60 mil famílias por ano. Fora isso, trabalham incansavelmente, para que milhares de jovens e crianças sejam envolvidas e aprisionadas pelas drogas, prostituição e violência, confirmando algumas histórias da dramaturgia cinematográfica americana. Conforme Joel Engel, pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular do Rio Grande do Sul, o mais alarmante nesta história toda é que muitas igrejas estão participando das celebrações de halloween.

Além disto, vestem suas crianças de personagens bíblicos alegando que é uma opção . Para o pastor, não existe opção para este tipo de festa, pois de qualquer forma, a atitude do crente deve ser a de combater e não a de consentir com a comemoração.. "A participação do halloween é uma desonra para o Senhor Jesus Cristo. O problema é que muitos não acreditam nem mesmo na Palavra de Deus que é bem clara ao afirmar: "as bruxas, os feiticeiros, os gatos negros, os faróis de abóboras e outros misticismos malignos, são símbolos de tudo aquilo que é abominável a Deus", frisa e também adverte: "Irmão, fique longe de toda a celebração satânica, com certeza, ela entristece ao Espírito Santo de Deus." Doces travessuras ou bruxarias? Faz muito pouco tempo que o halloween ficou reduzido a uma pequena festa para as crianças. Mesmo no passado, a festa folclórica cultuada pelos americanos não significa nada de bom e oportuno.. Seus símbolos e práticas foram tirados diretamente do paganismo, do mal, da morte e do ocultismo. De acordo com os manuscritos históricos, a celebração antiga do halloween era feita pelos druidas em honra a Samhain, o Senhor dos mortos, no primeiro dia do mês de novembro. Eles acreditavam que na véspera deste dia Samhain chamava todas as almas malignas (espíritos) que, durante os doze meses passados, haviam sido condenados a habitar em corpos de animais.

O halloween era considerado "o caminhar universal de todas as almas e espíritos". Conforme a bruxa paulista Rosa Maria Biancardi, em uma entrevista ao jornal O Tempo de Belo Horizonte, os Celtas há mais de 2 mil anos, festejavam o dia dos mortos na data de 31 de outubro, celebrando a travessia e a troca de energia com antepassados. Os Druidas eram uma ordem sacerdotal da antiga Gaul e Bretanha, pagãos da religião Celta. Conforme os artigos mencionados nos textos de escritores gregos e romanos, entre o século II a.C. e o IV d.C., eles eram brutais, temidos pelo seu poder e tinham sede de sangue. Resolviam todas as disputas com uma decisão definitiva e inalterável, e castigavam com a morte. Além disso, seus altares destilavam o sangue de vítimas humanas. Algumas vezes, ofereciam homens, mulheres e crianças em holocausto, queimando-os em grandes torres de vime, como ofertas as suas supertições. Normalmente, os Celtas usavam os bosques para caça, pesca e a alimentação, mas também os utilizavam para as cerimônias demoníacas. Há evidencias, ainda, de que usavam as gigantescas pedras talhadas para decidir qual era o melhor dia para acalmar ao deus ou deuses de suas práticas misteriosas.

Afirmavam que Samham convocava os maus espíritos daqueles que haviam morrido durante a realização dos ritos demoníacos. Das crenças dos Druidas precedem o uso de bruxas, fantasmas e gatos que são utilizados nas festas de halloween. Eles acreditavam que os "gatos" eram sagrados e haviam sido pessoas castigadas por alguma má ação. Para livrarem-se da possessão diabólica, tinham que dar comida ou oferecer algo aos demônios, e arrumar-lhes hospedagem durante a noite. Se os espíritos ficassem satisfeitos com o que lhes davam, deixavam a casa em paz. Caso contrário, faziam um "trick" (truque, maldade), ou rogavam uma maldição de destruição sobre as pessoas que ali residiam. A história explicaA história nos dá a resposta sobre o halloween e porque a festa foi cristianizada pela igreja. Desde o tempo de Constantino (quem fez do catolicismo a religião do estado) os imperadores romanos perceberam que era necessário manter um império unificado, onde o maior número de pessoas professasse somente uma religião. Porém, uma lei foi implementada para forçar a todos os que não eram cristãos a aceitarem o cristianismo. Assim, um grande número de ateus se uniu à igreja trazendo as práticas e celebrações pagãs, como o halloween, tiveram que ser cristianizadas. Para a Igreja Católica, a única maneira de preservar os pagãos nas missas, era permitindo a prática de algumas tradições e costumes. Aos pagãos recém-convertidos, foi liberado para que guardassem alguns festivais, tais como o halloween ou o Dia dos Fiéis Defuntos.

Eles o usariam para comemorar a morte dos "santos". Em 800 d.C. a Igreja Católica estabeleceu o Dia dos Fiéis Defuntos no dia primeiro de novembro, para que o povo desse continuidade das celebrações antigas. No entanto, a missa que se rezava neste dia se chamava "allhallowmas", e a noite anterior ficou conhecida como "allhallow even" ou halloween, que significa santificado ou noite santa. Significado de alguns costumes do Dia das BruxasO costume moderno do "treat or trick", começou na Irlanda a centenas de anos, logicamente com base nestes costumes Druidas. Um grupo de trabalhadores do campo, em uma pequena cidade, resolveu fazer uma festa de halloween em homenagem aos seus antigos deuses. No entanto, saíram de casa em casa mendigando comida para a festa. Aos que contribuíam generosamente desejavam boa sorte e aos que não contribuíam faziam ameaças. Assim, a tradição continuou até nossos dias quando jovens e crianças saem de porta em porta, disfarçados de fantasmas, esqueletos e demônios, mendigando de certa por comida enquanto prometem não fazer maldades. 31 de outubroForam os Celtas que escolheram a data de 31 de outubro como véspera do ano novo separando-a também para celebrar todo o maligno, o malvado e o morto.

Durante esta celebração costumavam reunir-se em volta de uma fogueira na comunidade, e ofereciam seus animais, suas colheitas e às vezes a si mesmos como sacrifício. Usavam disfarces feitos de cabeça e pele de animais e prediziam o futuro uns dos outros. Abóbora iluminadaA aparente e inofensiva abóbora iluminada é um símbolo antigo de uma alma maldita e condenada. Elas são chamadas "Jack-O Lanterns", por causa de um homem chamado Jack, que não podia entrar nem no céu nem no inferno. Como resultado ele estava condenado a vagar pelas trevas com sua lanterna até o Dia do Juízo. Por medo dele e dos fantasmas, as pessoas arrumavam as calçadas e colocavam velas acesas dentro das abóboras para espantar os espíritos maus. Alerta!"Os EUA, outrora um exemplo de fé para os outros países, agora está diferente: os americanos, além de deixarem a vida espiritual de lado para cuidar da profissional, estão adotando festas pagãs, valorizando-as mais do que um culto, um encontro de fé", relatou indignado o pastor Joel Engel na Revista Cristã, após sua visita a nação americana. Segundo ele, a festa do Dia das Bruxas, trata-se de um ritual satânico e demoníaco que envolve crianças inocentes e faz com que as pessoas cultuem o mal. No intuito de combater a influência americana do halloween, o pastor convoca a Igreja de Cristo para guerrear, orando e jejuando contra este mal que está tomando conta do mundo inteiro, inclusive no Brasil.

Hoje adolescentes e crianças brasileiras esperam, ansiosos pela festa de halloween, que é comemorado nas escolas e boates. Até para os antropólogos, a cultura norte-americana está cada vez mais presente na vida dos brasileiros, provocando um choque cultural. "É preciso estar atento aos exageros das chamadas trocas culturais", lembra. "É hora de sermos radicais, buscarmos a virtude e o poder de Deus para nossas vidas e dizer ao diabo que fazemos parte de um exercito de vitoriosos, quem temos como propósito destruir as obras de satanás", diz o pastor Engel. Os evangélicos devem guerrear no dia 31 de outubro, com clamores, jejuns e orações ao Deus altíssimo, combatendo as hostes satânicas.

Postado por Manuel Segundo Neto

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