sábado, 17 de setembro de 2011

Duas histórias emocionantes e edificantes


Histórias emocionantes e edificantes

via Desafiando Limites e
Vencendo Barreiras
de Wallace

HISTÓRIA NÚMERO UM

Há muitos anos, Al Capone controlava virtualmente Chicago. Capone não era famoso por nenhum ato heróico. Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando, bebida, prostituição e assassinatos.

Capone tinha um advogado apelidado ‘Easy Eddie’. Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom! Sua habilidade, manobrando no cipoal legal, manteve Al Capone fora da prisão por muito tempo.

Para mostrar seu apreço, Capone lhe pagava muito bem. Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais. Por exemplo, ele e a família moravam em uma mansão protegida, com todas as conveniências possíveis. A propriedade era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago. Eddie vivia a vida da alta roda de Chicago, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta.

No entanto, Easy Eddie tinha um ponto fraco. Ele tinha um filho que amava afetuosamente. Eddie cuidava que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação. Nada era poupado. Preço não era objeção. E, apesar do seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou lhe ensinar o que era certo e o que era errado. Eddie queria que seu filho se tornasse um homem melhor que ele.

Mesmo assim, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que ele não podia dar ao filho: ele não podia transmitir-lhe um nome bom ou um bom exemplo. Um dia, o Easy Eddie chegou a uma decisão difícil. Easy Eddie tentou corrigir as injustiças de que tinha participado.

Ele decidiu que iria às autoridades e contaria a verdade sobre Al ‘Scarface‘ Capone, limpando o seu nome manchado e oferecendo ao filho alguma semelhança de integridade. Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria muito alto. Ainda assim, ele testemunhou. Em um ano, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio em uma rua de Chicago.

Mas aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior presente que poderia oferecer, ao maior preço que poderia pagar. A polícia recolheu em seus bolsos um rosário, um crucifixo, uma medalha religiosa e um poema, recortado de uma revista. O poema:

‘O relógio de vida recebe corda apenas uma vez e nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão, se mais cedo ou mais tarde.

Agora é o único tempo que você possui. Viva, ame e trabalhe com vontade. Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento.’

HISTÓRIA NÚMERO DOIS

A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis. Um deles foi o Comandante Butch O’Hare. Ele era um piloto de caça, operando no porta-aviões Lexington, no Pacífico Sul.

Um dia, o seu esquadrão foi enviado em uma missão. Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível que alguém tinha esquecido de encher os tanques. Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e retornar ao navio. O líder do voo o instruiu a voltar ao porta-aviões. Relutantemente, ele saiu da formação e iniciou a volta à frota.

Quando estava voltando ao navio-mãe viu algo que fez seu sangue gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota americana. Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa ao ataque. Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da aproximação do perigo. Havia apenas uma coisa a fazer. Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira.

Afastando todos os pensamentos sobre a sua segurança pessoal, ele mergulhou sobre a formação de aviões japoneses. Seus canhões de calibre 50, montados nas asas, disparavam enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro. Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição finalmente acabou. Ainda assim, ele continuou a agressão.

Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios para voar. Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra direção. Profundamente aliviado, Butch O’Hare e o seu avião danificado se dirigiram para o porta-aviões.

Logo à sua chegada ele informou seus superiores sobre o acontecido. O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a história com detalhes. Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão japonês para proteger a frota. Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas. Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942, e por aquela ação Butch se tornou o primeiro Ás da Marinha na 2ª Guerra Mundial, e o primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra.

No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo com 29 anos de idade. Sua cidade natal não permitiria que a memória deste herói da 2ª Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto O’Hare, o principal de Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem.

Assim, se porventura você passar no O’Hare International, pense nele e vá ao Museu comemorativo sobre Butch, visitando sua estátua e a Medalha de Honra. Fica situado entre os Terminais 1 e 2.

O que têm estas duas histórias de comum entre elas?

Butch O’Hare era o filho de Easy Eddie.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Para Quem Pensa Estar em Pé


Para Quem Pensa Estar em Pé

Por Augustus Nicodemus Lopes


Faz alguns anos fui convidado para ser o preletor de uma conferência sobre santidade promovida por uma conhecida organização carismática no Brasil. O convite, bastante gentil, dizia em linhas gerais que o povo de Deus no Brasil havia experimentado nas últimas décadas ondas sobre ondas de avivamento. “O vento do Senhor tem soprado renovação sobre nós”, dizia o convite, mencionando em seguida o que considerava como evidências: o movimento brasileiro de missões, crescimento na área da ação social, seminários e institutos bíblicos cheios, o surgimento de uma nova onda de louvor e adoração, com bandas diferentes que “conseguem aquecer os nossos ambientes de culto”. O convite reconhecia, porém, que ainda havia muito que alcançar. Existia especialmente um assunto que não tinha recebido muita ênfase, dizia o convite, que era a santidade. E acrescentava: “Sentimos que precisamos batalhar por santidade. Por isto, estamos marcando uma conferência sobre Santidade...”

Dei graças a Deus pelo desejo daqueles irmãos em buscar mais santidade. Entretanto, por detrás dessa busca havia o conceito de que se pode ter um “avivamento” espiritual sem que haja ênfase em santidade! Parece que para estes irmãos — e muitos outros no Brasil — a prática dos chamados dons sobrenaturais (visões, sonhos, revelações, milagres, curas, línguas, profecias), “louvorzão”, ajuntamento de massas em eventos especiais, e coisas assim, são sinais de um verdadeiro avivamento. É esse o conceito de avivamento e plenitude do Espírito que permeia o evangelicalismo brasileiro em nossos dias. Parece que a atuação do Espírito, ou um avivamento, identifica-se mais com essas manifestações externas e com a chamada liberdade litúrgica, do que propriamente com o controle do Espírito Santo na vida de alguém, na vida da igreja, na vida de uma comunidade.

Lamentavelmente, os escândalos ocorridos nas igrejas vêm confirmar nosso entendimento de que em muitos ambientes evangélicos, a santidade de vida, a ética e a moralidade estão completamente desconectados da vida cristã, dos cultos, dos milagres, da prosperidade em geral.

Uma análise do conceito bíblico de santidade destacaria uma série de princípios cruciais, dos quais destaco alguns aqui (outros princípios serão mencionados num próximo post):

1) A santidade não tem nada a ver com usos e costumes.

Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney, a Bíblia na Linguagem de Hoje. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol e nunca tomar um copo de vinho ou uma cerveja. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. Para muitos, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).

2) A santidade existe sem manifestações carismáticas e as manifestações carismáticas existem sem ela.

Isso fica muito claro na primeira carta de Paulo aos Coríntios. Provavelmente, a igreja de Corinto foi a igreja onde os dons espirituais, especialmente línguas, profecias, curas, visões e revelações, mais se manifestaram durante o período apostólico. Todavia, não existe uma igreja onde houve uma maior falta de santidade do que aquela. Ali, os seus membros estavam divididos por questões secundárias, havia a prática da imoralidade, culto à personalidade, suspeitas, heresias e a mais completa falta de amor e pureza, até mesmo na hora da celebração da Ceia do Senhor. Eles pensavam que eram espirituais, mas Paulo os chama de carnais (1Coríntios 3.1-3). As manifestações espirituais podem ocorrer até mesmo através de pessoas como Judas, que juntamente com os demais apóstolos, curou enfermos e ressuscitou mortos (Mateus 10.1-8). No dia do juízo, o Senhor Jesus irá expulsar de sua presença aqueles que praticam a iniqüidade, mesmo que eles tenham expelido demônios e curado enfermos (Mateus 7.22-23).

3) A santidade implica principalmente na mortificação do pecado que habita em nós.

Apesar de regenerados e de possuirmos uma nova natureza, o velho homem permanece em nós e carece de ser mortificado diariamente, pelo poder do Espírito Santo. É necessário mais poder espiritual para dominar as paixões carnais do que para expelir demônios. E, a julgar pelo que estamos vendo, estamos muito longe de estar vivendo uma grande efusão do Espírito. Onde as paixões carnais se manifestam, não há santidade, mesmo que doentes sejam curados, línguas “estranhas” sejam faladas e demônios sejam expulsos. Não há nenhuma passagem em toda a Bíblia que faça a conexão direta entre santidade e manifestações carismáticas. Ao contrário, a Bíblia nos adverte constantemente contra falsos profetas, Satanás e seus emissários, cujo sinal característico é a operação de sinais e prodígios, ver Mateus 24.24; Marcos 13.22; 2Tessalonicenses 2.9; Apocalipse 13.13; Apocalipse 16.14.

4) O poder da santidade provém da união com Cristo.

Ninguém é santo pela força de vontade, por mais que deseje. Não há poder em nós mesmos para mortificarmos as paixões carnais. Somente mediante a união com o Cristo crucificado e ressurreto é que teremos o poder necessário para subjugar a velha natureza e nos revestirmos da nova natureza, do novo homem, que é Cristo. O legalismo não consegue obter o poder espiritual necessário para vencer Adão. Somente Cristo pode vencer Adão. É somente mediante nossa união mística com o Cristo vivo que recebemos poder espiritual para vivermos uma vida santa, pura e limpa aqui nesse mundo. É mais difícil vencer o domínio de hábitos pecaminosos do que quebrar maldições, libertar enfermos, e receber prosperidade. O poder da ressurreição, contudo, triunfa sobre o pecado e sobre a morte. Quando “sabemos” que fomos crucificados com Cristo (Romanos 6.6), nos “consideramos” mortos para o pecado e vivos para Deus (Romanos 6.11), não permitimos que o pecado “reine” sobre nós (Romanos 6.12) e nem nos “oferecemos” a ele como escravos (Romanos 6.13), experimentamos a vitória sobre o pecado (Romanos 6.14). Aleluia!

5) A santidade é progressiva.

Ela não se obtém instantaneamente, por meio de alguma intervenção sobrenatural. Deus nunca prometeu que nos santificaria inteiramente e instantaneamente. Na verdade, os apóstolos escreveram as cartas do Novo Testamento exatamente para instruir os crentes no processo de santificação. Infelizmente, influenciados pelo pensamento de João Wesley – que noutros pontos tem sido inspiração para minha vida e de muitos outros –, alguns buscam a santificação instantânea, ou a experiência do amor perfeito, esquecidos que a pureza de vida e a santidade de coração são advindas de um processo diário, progressivo e incompleto aqui nesse mundo.

6) A santificação é um processo irresistível na vida do verdadeiro salvo.

Deus escolheu um povo para que fosse santo. O alvo da escolha de Deus é que sejamos santos e irrepreensíveis diante dele (Efésios 1.4). Deus nos escolheu para a salvação mediante a santificação do Espírito (2Tessalonicenses 2.13). Fomos predestinados para sermoas conformes à imagem de Jesus Cristo (Romanos 8.29). Muito embora o verdadeiro crente tropece, caia, falhe miseravelmente, ele não permanecerá caído. Será levantado por força do propósito de Deus, mediante o Espírito. Sua consciência não vai deixá-lo em paz. Ele não conseguirá amar o pecado, viver no pecado, viver na prática do pecado. Ele vai fazer como o filho pródigo, “Levantar-me-ei e irei ter com o meu Pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti” (Lucas 15.18). Ninguém que vive na prática do pecado, da corrupção, da imoralidade, da impiedade, – e gosta disso – pode dizer que é salvo, filho de Deus, por mais próspero que seja financeiramente, por mais milagres que tenha realizado e por mais experiências sobrenaturais que tenha tido.

Estava certo o convite que recebi naquele dia: precisamos de santidade! E como! E a começar em mim. Tenha misericórdia, ó Deus!
***

Fonte: O Tempora, O Mores


Márcio Melânia
http://lattes.cnpq.br/5648348525008521

Deus ou o Dinheiro?


Deus ou o Dinheiro? A Exigência é total
– Martyn Lloyd-Jones (1899-1981)

do JOSEMAR BESSA

Ambos (Deus e as riquezas) fazem-nos uma exigência totalitária. Como já vimos, é fato que as coisas do mundo fazem uma exigência totalitária. Como elas tendem a agarrar a personalidade inteira e como nos afetam em todos os aspectos da vida! Exigem nossa total devoção, querem que vivamos absolutamente para elas.

Sim, mas Deus também exige. . . Não necessariamente num sentido material, mas em algum outro sentido Ele diz-nos a todos: «Vai, vende o que tens. . . então vem, e segue-me». «Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim». É exigência exclusivista. . . É uma alternativa exclusivista: «ou. . .ou»; neste ponto é impossível qualquer meio termo. «Não podeis servir a Deus e às riquezas».

Isto é algo tão sutil que muitos de nós somos completa-mente incapazes de percebê-lo. . . Alguns entre nós se opõem violentamente àquilo que chamamos de «materialismo ateu». Mas. . . entendamos que a Bíblia nos fala que todo materialismo é ateu. . . Assim, se um ponto-de-vista materialista nos está controlando, somos ímpios, não importando o que digamos. Há muitos ateus que falam com linguagem religiosa. . . O homem que se julga religioso porque fala acerca de Deus, diz crer em Deus e ocasionalmente vai a um lugar de culto, mas na verdade vive em prol de certas coisas terrenas — quão grandes são as trevas desse homem!. . . Estude cuidadosamente 2 Reis 17.24-41. . .

Os assírios conquistaram certa área. Depois tomaram gente do seu próprio povo e a colocaram naquela área. Esses assírios, naturalmente, não cultuavam ao Senhor. Então apareceram alguns leões e destruíram as propriedades deles. «Isso nos aconteceu», disseram eles, «porque não servimos ao Deus deste território». Portanto,, buscaram um sacerdote que lhes deu instruções gerais sobre a religião de Israel. . . Mas, eis o que diz a Escritura sobre eles: «temiam o Senhor e ao mesmo tempo serviam aos seus próprios deuses». . . A quem você está servindo? Essa é a questão; e há de ser ou a Deus ou às riquezas.

Studies in tne Sermon on the Mount, ii. p. 94,5.

Márcio Melânia
http://lattes.cnpq.br/5648348525008521

domingo, 11 de setembro de 2011

Castelos Que Não desmoronam


Castelos Que Não desmoronam

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida;
ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6).


"Eu lhe digo que a maior lição que você pode aprender na
vida, ou ensinar a seus filhos, é que nem sempre a vida é um
castelo nos céus ou uma eterna felicidade. Precisamos
ensinar a nossos filhos a verdade. É disso que eu estou
falando: construímos ilusões, e elas quebram. (Goldie Hawn)


Nossos filhos sofrem mais influência de nosso caráter do que
de nossas realizações. Eles podem não herdar nossos
talentos, mas, absorverão nossos valores.


E se queremos que nosso lar seja equilibrado, perfeito em
harmonia, cheio de luz e alegria, devemos deixar a verdade
dirigi-lo. E toda verdade deve começar com a Verdade! O
Senhor é a Verdade e deve ser o dirigente de nossa casa.


Quando Cristo está em nossos corações e ensinamos a nossa
casa a, da mesma forma, recebê-lo no coração, não vivemos de
ilusões, não construímos castelos que caem ao menor vento,
não andamos sem rumo e nem nos deixamos seduzir pelos
enganos deste mundo. Vivemos na verdade, somos guiados pela
verdade, construímos nossos sonhos com base na Verdade e a
mentira jamais achará lugar em nossas vidas ou em nosso lar.


Nosso lar será forte, tranquilo, feliz; nossos filhos serão
obedientes e não serão presa fácil para vícios ou qualquer
armadilha semelhante. A verdade, quando abraçada, nos conduz
a uma vida verdadeiramente abençoada.


Quando, em nossa casa, mentimos e enganamos, estamos
ensinando a nossos filhos um caminho de vida falso,
instável, sem perspectivas de sucesso. Eles nos seguirão,
nos imitarão, e alcançarão fracassos como os nossos, e seus
castelos ruirão facilmente, como os nossos.


Se você quer ser feliz e quer que seus filhos experimentem,
também, a felicidade, ofereça-os materiais sólidos e
ensine-os a construir seus castelos na rocha -- Jesus Cristo
-- e, com toda certeza, estes permanecerão para sempre

Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
http://www.ministeriopararefletir.com

Eles Necessitam De Nossa Ajuda


Eles Necessitam De Nossa Ajuda

"E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame
também a seu irmão" (1 João 4:21).


Os registros do Novo Testamento dizem que 40 pessoas, que
sofriam algum tipo de enfermidade, foram curadas por Jesus.
Desse total, 34 foram trazidas a Jesus ou Jesus foi levado a
elas por amigos. Somente 6 sofredores, dentre os 40,
encontraram seu caminho até Jesus sem ajuda." (Dr. J. Wilbur
Chapman)


O nosso texto inicial nos conduz a uma reflexão séria sobre
nossa vida cristã: muitas pessoas necessitam de ajuda para
encontrar Jesus. Para que sejam curadas, física ou
espiritualmente, para que sejam libertas, dos vícios e de
qualquer engano deste mundo, para que encontrem o caminho da
salvação e da vida eterna, é necessário que nós, que já
temos uma experiência pessoal com o Senhor Jesus Cristo,
cumpramos a vontade de Deus e lhes estendamos as mãos para
que sejam plenamente abençoadas.


Quando negligenciamos o mandado do Senhor, quando nos
mostramos indiferentes ao nosso próximo, essas pessoas
continuam perdidas, sem esperança e sem a graça divina. Elas
perdem a bênção, nós perdemos a bênção, e o nome do Senhor
deixa de ser glorificado. Fomos chamados para iluminar o
caminho dos que andam em trevas e esse deve ser nosso
propósito espiritual todos os dias de nossas vidas.


Se nós amamos a Deus, devemos também amar a nosso próximo.
Se o nosso irmão, ou parente, ou amigo, necessita de nossa
ajuda e nós não os socorremos, então mostramos que o amor de
Deus não está em nossos corações e que não amamos
verdadeiramente a Deus.


Quando o Senhor é a razão maior de nossas vidas, o Seu amor
nos envolve e temos prazer em levar outros à Sua presença.
Amamos os perdidos e desejamos que sejam salvos. Amamos os
enfermos e almejamos que sejam curados, não temos nenhum
contentamento em ver nossos amigos oprimidos e nos
esforçamos para que encontrem a paz e a libertação que o
Senhor oferece.


Se as pessoas que você conhece necessitam de ajuda, saiba
que, conduzi-las a Jesus, é um grande privilégio para você.

Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
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Por Amor Ou Por Interesse?


Por Amor Ou Por Interesse?

"O amor é sofredor, é benigno;... não busca os seus
interesses... (1 Coríntios 13:4, 5)


Uma tarde, enquanto era Governador de Nova Jersey, Woodrow
Wilson recebeu a notícia da morte súbita de um amigo
pessoal, um Senador de Nova Jersey. Ele estava ainda se
recuperando do choque quando o telefone tocou novamente. Era
um Político proeminente de Nova Jersey. "Governador", disse
ele, "eu gostaria de tomar o lugar do Senador". Wilson
respondeu: "Para mim está tudo bem, desde que o agente
funerário não se oponha."


Como o mundo seria melhor se não fôssemos tão interesseiros.
Como a igreja de Cristo seria muito mais abençoada se os
seus membros seguissem os ensinos do Senhor. Como seria
maravilhoso se todos nós,em união, estivéssemos servindo a
Deus por puro amor.


Hoje, em nossas igrejas, vemos pessoas comparecendo às
reuniões porque ali é oferecido bênçãos financeiras. Vemos
uma grande quantidade de homens e mulheres que esperam uma
"revelação" que poderá vir através de uma visão de uma
caneta de ouro, ou uma chave de ouro, ou uma chuva de pó de
outro e até dentes de ouro, que até hoje não consegui
compreender para que servem. Em resumo, as igrejas estão
cheias de pessoas que têm algum "interesse" nas reuniões.


Lembro de um caso interessante, acontecido há muitos anos
atrás. Uma senhora não perdia nenhuma reunião. Ali chorava e
chorava e pedia a todos que orassem para que ela recebesse
uma determinada herança. Bem, ela conseguiu receber o
dinheiro almejado. Comprou uma fazenda e nunca mais foi às
reuniões. Depois de mais de um ano afastada, uma irmã a
encontrou em certo lugar e lhe perguntou porque não estava
indo mais às reuniões. A senhora respondeu: "Não estou
precisando de Deus para mais nada no momento!"


A quem estamos enganando? A Deus? Claro que não. O Senhor
não se deixa enganar. Quando vamos à igreja, seja ela qual
for, a nossa motivação deve ser o amor. Vamos às reuniões
porque amamos a Deus, porque o Senhor perdoou nossos pecados
e porque escreve o nosso nome em Seu Livro nos Céus. Porque
Ele cuida de nós e de nossa casa, porque Ele é o nosso
melhor Amigo e o nosso Salvador.


Louve a Deus por amor e não por interesse.

Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
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Quem Fez? Quem Deve Fazer?


Quem Fez? Quem Deve Fazer?

"Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. Por
isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas
Deus, que dá o crescimento. Ora, o que planta e o que rega
são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu
trabalho. Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois
lavoura de Deus e edifício de Deus" (1 Coríntios 3:6-9).


"Eu fiz" falou cada uma das varetas. "Eu fiz", falou o
papel. "Eu fiz", falou o menino. "Não, eu fiz", falou o
vento. Mas, todos eles, juntos, fizeram o papagaio voar. Se
as varetas quebrarem, se o papel se rasgar, se o rabo
prender em uma árvore, se o vento cessar, o papagaio cairá.
Cada um tem a sua parte.


Todos nós temos um trabalho a fazer. Se a obra do Senhor
precisa alcançar sucesso, então, todos nós, membros da
igreja, temos de fazer a nossa parte. Há o trabalho de
visitação, de oração, e outros incontáveis trabalhos a
fazer. Disso depende o êxito da igreja local. Nós devemos
fazer o trabalho em união, cada um ajudando naquilo que pode
fazer. É um trabalho de equipe.


Quando nós compreendemos que a obra é de Deus e que nós
apenas tomamos parte nela, então o nome do Senhor é
engrandecido, vidas angustiadas são transformadas, lares são
restaurados, todos ficam muito felizes e cada um de nós se
regozija com as fabulosas bênçãos do Senhor.


Quando entendemos que a nossa participação no trabalho de
Deus é muito importante, seja ela qual for, sem a
preocupação de ser maior ou melhor, então as coisas fluem
perfeitamente, como um manancial de alegria.


Se você quer ser uma bênção na mão de Deus, se deseja ver as
vidas salvas e os lares brilhando com a luz de Cristo, então
procure se unir aos demais, fazendo sua parte com amor, com
gratidão a Deus pelo privilégio de estar ligado a uma equipe
que será sempre mais que vitoriosa.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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Sem Medo De Vender O Papagaio


Sem Medo De Vender O Papagaio

"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não
tem de que se envergonhar..." (2 Timóteo 2:15).


"Procure viver a vida de tal maneira que não tenha vergonha
de vender o papagaio da família para a maior fofoqueira da
cidade." (Colleen Spencer)


Qual tem sido a nossa conduta diária? Como temos vivido nos
momentos em que estamos longe da igreja ou dos irmãos que
nos conhecem apenas das reuniões? Como temos agido nas
empresas que possuímos ou que trabalhamos? Temos sido
honestos em nossos negócios, em nossas compras, em nossos
pagamentos? As pessoas que conosco convivem, fora da igreja,
podem ser convidadas para ir conosco louvar ao Senhor ou
ficariam surpresas em saber que temos Jesus no coração?


Quando damos lugar, verdadeiramente, ao Senhor em nossas
vidas, nada temos a temer em relação às pessoas com quem nos
relacionamos. Não precisamos escolher palavras com receio de
que descubram nossa hipocrisia e nem que nos peguem em uma
mentira qualquer. Se estamos na verdade e fomos por ela
libertos, todas as nossas atitudes e tudo o que falamos
servirá de louvor e glória ao nome do nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo.


Não somente os possíveis "papagaios de família" como todos
os nossos parentes e amigos testificarão de que somos filhos
de Deus e que nada temos que possa nos envergonhar.


Andar com o Senhor nos alegra o coração, nos enche de
regozijo em tudo o que fazemos, nos motiva na hora de buscar
a realização de um sonho, nos dá forças e perseverança ao
enfrentarmos decepções e fracassos. Viver na presença do
Senhor nos impede de cair nas armadilhas do mundo, de
fraquejarmos na fé, de desistirmos por falta de esperança.


Se você deseja viver em plena felicidade e não ter medo de
que um papagaio espiritual espalhe o que você fazem secreto,
deixe Jesus dirigir , todos os dias, a sua vida.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
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Ajuda-nos


Ajuda-nos

"E Asa clamou ao SENHOR seu Deus, e disse: SENHOR, nada para
ti é ajudar, quer o poderoso quer o de nenhuma força;
ajuda-nos, pois, SENHOR nosso Deus, porque em ti confiamos"
(2 Crônicas 14:11).


Wayne Elpus conta a história de seu avô, imigrante nos
Estados Unidos. Ele e sua família chegaram à América,
maltrapilhos, vindos da Polônia. "O vovô sabia somente uma
frase em Inglês- "Help us" (Ajuda- nos). Quando o oficial do
governo na ilha de Ellis perguntou seu nome, vovô respondeu:
"Help us". O oficial escreveu Elpus e seu nome passou a ser
esse daquele dia em diante. O vovô jamais contou aos
familiares qual era seu verdadeiro nome. Ele nunca olhou ou
voltou atrás."


Quando chegamos diante de nosso Salvador, pobres e
maltrapilhos por causa do pecado, basta que conheçamos uma
frase para que sejamos libertos e transformados:
"Ajuda-nos". Ele está pronto a nos abraçar, a nos consolar,
a nos perdoar. Ele é o nosso Ajudador!


Ao entrar na "terra das promessas" do Senhor, passamos a
fazer parte de uma nova família -- a família de Deus. Que
bênção maravilhosa!


Que glorioso é podermos dizer aos nossos filhos, aos nossos
netos, a toda a nossa casa: somos filhos do Deus Altíssimo.
Não precisamos mais fugir das frustrações, das decepções,
das angústias e das derrotas. Agora estamos protegidos, o
Senhor cuida de nós. Ele está conosco e nós estamos com Ele.


Muitas vezes buscamos ajuda de lugares e pessoas não
confiáveis. A ajuda não vem e, mesmo que venha, não é a
ajuda de que necessitávamos. Continuamos deprimidos,
desanimados, sem forças e sem esperanças. Nossas vestes
espirituais continuam maltrapilhas e perdemos muito tempo
até encontrarmos a felicidade almejada e que seria mais
rapidamente alcançada se o "ajuda-nos" fosse dirigido à
Pessoa certa.


Abra o seu coração, busque ao Senhor, e você nunca mais
desejará olhar ou voltar atrás.



Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
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Casa Limpa


Casa Limpa

"Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado"
(João 15:3).

Um dia, eu estava ensinando à minha classe bíblica de
crianças e contei sobre a visita de Jesus à casa de Marta e
Maria. Eu expliquei, com detalhes, como Maria e Marta se
apressaram para limpar a casa e fazer uma comida especial.
Então, fazendo uma pausa, eu perguntei: "O que você faria se
Jesus fosse visitar sua casa hoje?" Uma pequena menina,
rapidamente, respondeu: "Eu poria a Bíblia sobre a mesa".
(Louise Day)

A nossa ilustração poderia ser interpretada de várias
maneiras, mas, prefiro entendê-la da seguinte forma: A
Bíblia é o que de melhor temos para limpar nossa casa e a
comida mais especial para um crescimento espiritual firme e
saudável.

Quando não permitimos que a Palavra de Deus faça uma limpeza
total em nós, logo nos enchemos das traças do egoísmo, das
teias de aranha de mágoas e rancores, das manchas de vaidade
e da poeira constante de todo tipo de pecado.

A Palavra de Deus nos limpa e, ao mesmo tempo, nos alimenta.
Quando nos deixamos purificar pelos ensinos do Senhor,
tornamo-nos mais alvos que a neve e mostramos o brilho da
presença de Cristo em cada passo dado. O nome de Jesus é
exaltado e somos fortalecidos pela alegria de Seu coração.

Se antes nos alimentávamos de ódio, indiferença,
incredulidade e vícios, passamos, com a palavra, a desfrutar
de uma comida mais do que especial. Nossa alma passa a
provar do amor de Deus, de Sua misericórdia, de Suas
promessas maravilhosas. Nosso coração passa a sentir os
efeitos das vitaminas da fé e da esperança e, limpos e
alimentados, nossos dias se tornam cheios de júbilo e
felicidade.

E você, que faria ou o que está fazendo para receber a
visita do Senhor em sua casa?



Paulo Barbosa
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Celular: 31 8602-3594
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Vai estudar...


VAI ESTUDAR........


O cara termina o segundo grau e não tem vontade de fazer uma faculdade.
O pai, meio mão de ferro, dá um apertão:
- Ahh, não quer estudar? Bem...perfeito. Vadio dentro de casa eu não mantenho, então vai trabalhar...
O velho, que tem muitos amigos, fala com um deles, que fala com outro até que ele consegue uma audiência com um político que foi seu colega lá na época de muito tempo atrás:
- Rodriguez!!!! Meu velho amigo!!! Tu te lembra do meu filho? Pois é, terminou o segundo grau e anda meio à toa, não quer estudar. Será que tu não consegue nada pro rapaz não ficar em casa vagabundeando?
Aos 3 dias, Rodriguez liga:
- Zé, já tenho. Assessor na Comissão de Saúde no Congresso, R$ 9.000,00 por mês, prá começar.
- Tu tá louco!!!!! O guri recém terminou o colégio, não vai querer estudar mais, consegue algo mais abaixo...
Dois dias depois:
- Zé, secretário de um deputado, salário modesto, R$ 5.000,00, tá bom assim?
- Nãooooo, Rodriguez, algo com um salário menor, eu quero que o guri tenha vontade de estudar depois....Consegue outra coisa.
- Olha Zé, a única coisa que eu posso conseguir é um carguinho de ajudante de arquivo, alguma coisa de informática, mas aí o salário é uma merreca, R$ 2.800,00 por mês e nada mais....
- Rodriguez, isso não, por favor, alguma coisa de 500,00 ou 600,00, prá começar.
- Isso é impossível Zé!!!*
- Mas, por que???*
COM ESTE SALÁRIO AÍ EU SO TENHO VAGA PRA PROFESSOR
E AÍ PRECISA DE CURSO SUPERIOR, MESTRADO, DOUTORADO, ETC.... É DIFÍCIL... E PRECISA SER APROVADO EM CONCURSSO.


Verdade PURA

Este é um protesto em apoio aos nossos professores que ganham muito pouco e estão de greve a dois meses por melhores salários.

domingo, 4 de setembro de 2011

Cabelos Brancos


Cabelos Brancos

"Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no
Senhor; andai como filhos da luz" (Efésios 5:8).

Uma pequena menina, sentada perto de sua mãe na cozinha,
observava-a lavando a louça do almoço. De repente,
percebendo vários fios brancos entre os cabelos negros da
mãe, perguntou: "Mamãe, por que alguns de seus cabelos são
brancos?" A resposta da mãe foi: "Bem, toda vez que você faz
alguma coisa errada e eu fico infeliz, um de meus cabelos
fica branco". A pequena menina pensou um pouco a respeito da
resposta da mãe e fez nova pergunta: "Mamãe, como foi que
todos os cabelos da vovó se tornaram brancos?"

Aproveitando a anedota de nossa ilustração, até que ponto
estamos deixando o nosso Senhor infeliz com nossa rebeldia,
indiferença e desobediência? Ele nos amou, enviou Seu Filho
para pagar o preço de nossos pecados, enviou Seu Espírito
para nos consolar e para nos abençoar, tem Se mostrado o
melhor dos Amigos... e o que temos Lhe oferecido em troca?

Quando nos esquecemos de Deus em nossas decisões, quando O
colocamos em segundo plano em nossas vidas, quando
preferimos o mundo aos Seus cuidados e proteção, quando O
ignoramos em tudo o que fazemos, entristecemos o Seu coração
e, em uma linguagem puramente humana, O deixamos de cabelos
brancos.

Ele nos ama, quer estar sempre ao nosso lado, quer fazer
parte de todos os nossos momentos diários, quer que
seguremos em Suas mãos para não errarmos o caminho, para
sermos vitoriosos e muito felizes.

E o que temos feito? Quais têm sido as nossas atitudes?
Não oramos mais e isso significa que não queremos conversar
com nosso Deus. Não lemos a Sua Palavra e, assim, estamos
Lhe dizendo que não nos importamos com Sua direção. Não
buscamos comunhão com os irmãos e, dessa maneira,
confessamos ao Senhor que os amigos do mundo são mais
preciosos, para nós, que a família do Senhor.

Você tem deixado o Senhor de "cabelos brancos"?



Paulo Barbosa
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Receita De Amor E Felicidade


Receita De Amor E Felicidade

"Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como
a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si
mesmo" (Efésios 5:28).

Tenha muito cuidado na hora de fazer a escolha.Após a
seleção, dedique toda a sua atenção no preparo para uso
caseiro. Algumas esposas insistem em mantê-los em conserva,
outras estão, constantemente, colocando-os em água quente.
Estes processos os deixam duros, azedos e, às vezes,
amargos. Até variedades sem muita qualidade podem se tornar
doces, tenros e bons, desde que sejam guarnecidos com
beijos, que sejam embrulhados com um cobertor de amor, e
mantidos aquecidos com um fogo de afeto e servidos com
pêssegos e creme. Sendo preparados desta maneira, eles se
manterão por anos!

Não há receita melhor para uma vida feliz no lar do que
aquela que tem por principal ingrediente, o amor. Onde há
amor há harmonia, há compreensão, há respeito e paz. Onde há
amor não existe lugar para a arrogância, nem para o egoísmo,
nem para a vaidade. O entendimento impede o "tem que ser
como eu quero" e o brilho de Deus é percebido por todos que
visitam o local.

Em um lar onde o Senhor se faz presente, o marido não é o
dono ou o patrão da esposa e nem a esposa se arvora superior
ao marido. Os dois caminham juntos, se dedicam um ao outro,
têm prazer em agradar um ao outro, se respeitam e se amam. O
Senhor está sempre presente em todas as relações e tudo o
que fazem engrandece a Deus.

Se algo não vai bem no lar, o casal se une, dialoga, ora, se
coloca diante do altar do Senhor e busca um conserto para
que a felicidade seja restaurada. As brigas e o
desentendimento devem ser as últimas opções e,
preferivelmente, guardados em um local inacessível.

Faça sua escolha de acordo com a vontade de Deus e busque
dEle a direção para que dure para sempre.



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Confiança Pessoal


Confiança Pessoal

"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu
vim para que tenham vida, e a tenham com abundância" (João
10:10).

"Devemos nos apossar da dádiva do perdão de Deus, isto é,
precisamos aceitá-lo individualmente. Embora ele seja uma
oferta universal, não tem efeito na dívida do pecado de um
homem ou de uma mulher a não ser nos que, pessoalmente, põem
sua confiança em Cristo. É como um cheque que nunca é
sacado; é como um comprovante de um presente que nunca é
buscado; é como uma corda de resgate que é ignorada por uma
pessoa que está se afogando." (Charles Stanley)

Muitas vezes passamos nossos dias em angústia e sofrimento
somente porque não nos apossamos do perdão de Deus através
de Cristo, na cruz do Calvário. Lamentamos os erros do
passado, choramos pelas decepções enfrentadas no caminho,
entramos em depressão por velhas frustrações que já deviam
ter sido esquecidas, fechamos nossos corações por que fulano
nos magoou, porque beltrano nos humilhou, porque passamos
por um amigo que não nos cumprimentou.

Parece que aceitamos, sem lutar, as mentiras e enganos do
diabo. Ele tem por objetivo nos destruir e sempre fará de
tudo para tirar a nossa paz. Mas, não somos do mundo e nem
do diabo. Somos de Cristo, do nosso amado Salvador. Ele
perdoou nossos erros, apagou nossas decepções, curou-nos das
frustrações, substituiu todas as mágoas por um amor genuíno,
verdadeiro, eficaz. Perdoamos a todos que, um dia, nos
feriram, porque fomos perdoados de todos os nossos pecados.
Estamos livres de condenação, estamos livres de tristezas,
estamos livres da vida medíocre e apagada.

Jesus veio nos dar vida com abundância. Isso significa que
nada poderá tirar nossa alegria, nada poderá desviar-nos da
presença de Deus, nada poderá impedir-nos de, com o Senhor
Jesus, chegar ao Céu de glória e à eternidade.

Você já tomou posse do perdão de Deus? Então, sorria! Viva!



Paulo Barbosa
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Tenha cuidado ao regar seus sonhos


Tenha cuidado ao regar seus sonhos

seus sonhos podem se tornar pesadelos

Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Gálatas 6:7

Quando morei em Cuiabá/MT, uma das cidades mais calorentas do Brasil, aprendi que a forma como regamos nosso presente vai impactar decisivamente nossa colheita no futuro. Veja como foi:

Eu gostava de tomar café “fora”, ou seja, na área interna de casa, onde havia um pequeno espaço de terra murada, e era onde nossos pequenos companheiros peludos viviam, brincavam, chafurdavam, etc., ou seja, era um território compartilhado, harmonicamente – quase sempre -, entre eles e nós. Era lá que eu tomava meu café da manhã e da tarde, olhando para além dos muros altos e casas de vizinhos. Era lá também que cultivávamos algumas plantas: goiaba, acerola, pinha, entre outras.

Então, um dia, joguei sementes de mamão num canteiro. E, delas, nasceram alguns pés de mamão. Escolhi o que me pareceu mais viável e promissor e comecei a regá-lo. Alguém havia me dito que a borra do café era um bom adubo, então, todo santo dia eu pegava a borra do café e gentilmente depositava aos pés daquela plantinha verde. Durante alguns meses fiz isso. Ela cresceu, debutou por assim dizer: desabrochou, se é que você me entende. Foi com esperança e ansiedade que vi aqueles pequenos frutos tomarem forma e crescerem, dia após dia, semana após semana, diante de meus olhos.

Então, finalmente, chegou o dia em que pude colher um mamão. Colhi-o com o maior carinho, como quem estivesse embalando um bebê, e deixei-o em um local descansando e amadurecendo. Um ou dois dias depois, quando ele já deveria estar maduro, cortei-o delicadamente e coloquei um pequeno pedaço na boca para saboreá-lo. Para minha surpresa (ou não!), aquele pequeno pedaço de mamão tinha um sabor totalmente diferente de qualquer outro que eu já havia provado: era um mamão, com certeza, eu o vi nascer, digo brotar e crescer, mas seu fruto tinha um estranho gosto de… café!

Sim, foi isso mesmo que você leu: adubei café no mamão e colhi mamão de café! Não ria, ou melhor, pode rir, não foi com você.

Mas, diante disso, aprendi que temos que ter muito cuidado ao regar e adubar nossos sonhos e projetos. E é isso que quero compartilhar com você, caro leitor, para evitar que você, um dia, quem sabe, não precise comer mamão “cafeinado”. (risos)
1. Nem tudo o que nos recomendam é útil e verdadeiro

Quando me disseram que borra de café era um bom adubo, a pessoa que disse provavelmente ouviu isso de outra, que ouviu de outra, de outra… até chegar a alguém que, de fato, fez uso e aprovou a técnica. Mas, só porque algo serviu, um dia, a alguém, não quer dizer que a mesma coisa vai servir para nós, em circunstâncias e condições diferentes.

Cada um tem sua vida, vive da sua maneira, e escolhe caminhos a trilhar que vão fazer parte de sua história. As experiências do outros podem nos ser muito úteis, sim, concordo, mas se corretamente interpretadas, adaptadas e contextualizadas. E, geralmente, permita-me lembrar-lhe, são as experiências desagradáveis e escolhas erradas dos outros que mais nos ensinam, muito mais do que os seus supostos acertos.

Ao ouvir um conselho de alguém, procure dar mais atenção àqueles que dizem “não faça isso, porque fulano fez e se deu mal” do que os “faça assim, porque beltrano fez e se deu bem“. Você deve entender que as pessoas são diferentes, e as experiências seguem a mesma tendência: só porque eu passei em um concurso público e gosto de jiló não quer dizer que você vai comer jiló até passar em um [concurso], não é mesmo?
2. Não devemos alimentar nossos projetos com aquilo que rejeitamos

Ao adubar aquele pé de mamão, eu pensava que estava fazendo um grande negócio. Quem sabe, talvez exista um nicho de pessoas que gostem ou gostariam de provar “mamão com café”, mas duvido que eu ganharia dinheiro com isso. Devemos ter em mente que, para alimentarmos bem nossos sonhos, precisamos adubá-los com qualidade e quantidade corretas para que eles cresçam de forma saudável e produtiva.

Lembro-me de uma história parecida, onde um pé de abóbora nasceu num monte de lixo. Cresceu que foi uma beleza, estendendo-se por vários metros quadrados, com folhas enormes e bonitas, mas que… não produziu fruto algum. Se você quer que seus sonhos e projetos se tornem realidade, e não pesadelos e decepções, vigie bem que tipo de fertilizante está utilizando para adubá-los.
3. Não basta regar um dia, temos que regar mesmo depois de colhermos os frutos

Disso posso falar bem. Após estudar de forma quase ininterrupta por 2 anos, até chegar onde queria, onde estou agora, a vontade que tinha era sair, viajar, descansar, passear. Puxa vida, finalmente havia chegado minha hora! Eu poderia tirar um tempo para mim mesmo (família, lazer, etc.) e colocar os livros de lado, poderia voltar à vida, enfim!

E foi isso que procurei fazer, desde então. Todavia, descobri que é preciso ocupar aquele lugar preenchido pelos livros, apostilas e provas com alguma outra coisa produtiva, senão você acaba surtando. Depois de um tempo, desafiando seus limites, e rompendo as barreiras, o gosto pela aventura e pela superação não pode simplesmente ser sufocado. É preciso achar algo de bom para fazer, ou continuar fazendo aquilo de bom que você fazia antes de dar um tempo e investir em seus sonhos.

Confesso: perdi algumas oportunidades, desperdicei algumas chances por estar ainda vivendo a ilusão do “agora é a hora de colher, de usufruir”. Se somos seres vivos, parar de crescer significa iniciar o processo de morrer. E você vai morrer justo agora que conseguiu aquilo por que tanto lutou? Acorda, rapaz! Acorda pra vida, sacode essa poeira e saia desse marasmo, a vida é muito mais do que isso e tem muita coisa boa a ser vivida. Experimente!
4. Nunca se esqueça que existe um tempo entre começar a regar e começar a colher

Sim, isso está implícito em tudo o que fazemos, mas muita gente se esquece e acaba se decepcionando, parando no meio do caminho. Minha primeira experiência em concursos, na segunda fase de minha curta existência, até então, foi traumática, justamente porque eu estava negligenciando essa verdade.

Após 10 anos sem regar meus estudos, resolvi, de uma hora para outra, parar com tudo e investir, mais uma vez, no sonho de ser aprovado em um concurso público. Comecei a regar esse sonho em janeiro de 2005, e já queria colher os frutos em março de 2005. Resultado? Não estavam maduros o suficiente. Foi uma frustração, uma decepção que me perseguiu durante todo o restante daquele ano. Falei um pouco disso aqui.

Mas, em dezembro, caí na real. Em janeiro de 2006, voltei a regar, de novo, meu sonho. Dessa vez, a colheita vingou: em março de 2006 colhi meu primeiro e pequeno fruto. A animação foi tão grande ao descobrir que meus esforços não eram em vão que comecei a fazer jorrar água à vontade em minha pequena plantação. E olha, não é pra me gabar não, mas “choveu na minha horta”, viu! Colecionei mais 5 frutos desse esforço, sendo que hoje ainda saboreio o maior e melhor deles.
Conclusão

Não se deixe abater, seja porque você não soube regar seus sonhos, seja porque regou-os com água poluída ou, quem sabe, porque desistiu de regá-los porque a colheita estava demorando. É assim mesmo, demora. Mas, continue regando, mas regue bem, regue com boa água, regue sempre porque, um dia, você vai colher.

Hoje, eu já não me esforço mais para vencer meus limites confrontando bancas examinadoras, isso já não me seduz mais, mesmo porque já provei para mim mesmo e para quem quisesse saber que venci. Hoje, elegi como desafio coisas maiores: ser um esposo melhor, ser um profissional melhor e ser um blogueiro-escritor melhor. Desses, confesso, só estou conseguindo, até agora melhorar como escritor. Não chega a ser muita coisa, também, porque eu não escrevia nem lista de compras pro supermercado, então toda evolução é visível… risos

Mas, tenho me esforçado para trazer textos relevantes, textos inspiradores e significativos para vocês. Nem sempre tenho conseguido, reconheço, mas, mesmo assim, continuo regando esse sonho de um dia, quem sabe, ajudá-lo a seguir em frente até chegar o dia da sua colheita. As coisas estão difíceis para você? E que tal fazer desse limão uma limonada?

Aqui, no Desafiando Limites, a gente não faz chover, mas prepara o tempo… risos

http://wallysou.com/tenha-cuidado-ao-regar-seus-sonhos/