segunda-feira, 30 de agosto de 2010

" Ser feliz ou ter razão?"


" SER FELIZ OU TER RAZÃO ? "

Para reflexão...

Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA:

Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência: 'Quero ser feliz ou ter razão?' Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam. Passe este e-mail aos seus amigos, para ver se o mundo melhora... Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?

"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam. "

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O ladrão e o cão de guarda


O ladrão e o cão de guarda

Esopo

Um ladrão veio à noite para assaltar uma casa. Ele trouxe consigo vários pedaços de carne, para que pudesse acalmar o Cão de Guarda, de modo que este não chamasse a atenção do seu dono com latidos.

Assim que o ladrão jogou-lhe os pedaços de carne, o Cachorro disse:

- Se você estava pensando em parar minha boca, cometeu um grande erro. Esta repentina gentileza vinda de suas mãos, apenas me deixaram mais atento. Por trás desses inesperados favores a mim, você deve ter algum interesse oculto em seu próprio beneficio e para prejudicar meu dono.

Moral da História:
Gentilezas inesperadas é a principal característica de uma pessoa com más intenções.


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O membro isolado


O membro isolado

Autor desconhecido

Um membro de um determinado grupo ao qual eu prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar.

Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.

Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-lhe a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O pastor se fez confortável mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.

Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.

Então diminuiu a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.

Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.

Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:

"Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo"

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O milagre da canção de um irmão


O milagre da canção de um irmão

Autor desconhecido

Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada. Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer. A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas.

Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana. Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu. Só que ela estava muito mal. Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary. Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais: "Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças".

Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral. Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha. "Eu quero cantar para ela", ele dizia. A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela. Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva. Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"

Ela levou Michael até a incubadora. Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha: "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..." Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. "Você não sabe, querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora..." Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!", pediu Karen, emocionada.

"Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços..." O bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael." A enfermeira começou a chorar. "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...Por favor, não leve o meu sol embora..."

No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.
O Woman's Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão". Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Karen chamou de milagre do amor de Deus.
Nunca abandone aquele que você ama. O amor é incrivelmente poderoso.


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O custo da gratidão


O custo da gratidão

Autor desconhecido

Qual será o melhor método para se ensinar a virtude da gratidão aos filhos? Haverá uma fórmula especial que dê resultado garantido?

Por vezes, o mais acertado provém de uma tomada de atitude, que determina um período de reflexão.

Mais ou menos como aconteceu com aquele garoto aos seus 13 anos.

Ele e o pai costumavam passear juntos aos sábados. Nada espetacular. Simplesmente uma ida ao parque, ou à marina para olhar os barcos.

Por vezes, uma visita em lojas de bugigangas, só para comprar aparelhos eletrônicos baratos, para desmontá-los ao chegar em casa e verificar seu sistema de funcionamento.
Algumas vezes havia uma parada na sorveteria. Randal nunca sabia se o pai iria ou não parar na sorveteria. Por isso, esperava ansioso, na volta para casa, que o pai enveredasse por aquela esquina decisiva. A esquina que significava animação e água na boca.

O pai do garoto, por vezes, tomava o caminho mais longo. Dizia que era para mudar um pouco o trajeto. Em verdade, parecia um jogo, onde ele ficava testando o autocontrole do filho.

Quando chegava na esquina, ele oferecia:

Quer um sorvete de casquinha?

O garoto pedia sorvete de chocolate, e o pai, de creme. Andavam devagar até o carro e ficavam saboreando o sorvete. Para o garoto, aquilo era o paraíso.

Certo dia, em que rumando para casa, passavam pela esquina, o pai perguntou: e aí, quer um sorvete de casquinha hoje?

Boa pedida! Disse Randal.

Também acho, concordou o pai. Não quer pagar hoje?

O sorvete custava então vinte centavos. A cabeça de Randal começou a girar. Ele podia pagar. Ganhava uma mesada semanal de vinte e cinco centavos, mais uns trocados por serviços eventuais.

Mas ele queria economizar. Economizar era importante. E, por se tratar do seu dinheiro, Randal achou que sorvete não era um bom investimento.

E aí ele disse as palavras mais feias que podia ter dito naquele momento: bom, nesse caso, acho que vou desistir.

A resposta do pai foi lacônica. Concordou e começou a andar em direção ao carro estacionado. Assim que fizeram a curva a caminho de casa, o garoto percebeu o quanto estava errado.

Como ele pudera ser tão mesquinho? Seu pai já perdera a conta de quantos sorvetes lhe pagara e ele nunca comprara nenhum para ele. Como ele pudera perder aquela oportunidade rara de dar alguma coisa àquele pai tão generoso?

Pediu ao pai que voltasse. Em vão. Randal ficou se sentindo péssimo por seu egoísmo, sua ingratidão. Foram para casa.

Aquela semana foi terrível, longa, angustiante. O pai não agiu como se estivesse desapontado ou desiludido. Contudo, o garoto pensava e pensava.

No final de semana seguinte, quando fizeram o novo passeio, ele fez questão de conduzir o pai até à sorveteria e lhe oferecer, sorrindo: pai, quer um sorvete de casquinha hoje? Eu pago!

Naqueles dias, Randal aprendeu que a generosidade tem mão dupla, que a gratidão algumas vezes custa um pouco mais do que um simples "obrigado". No seu caso específico, lhe custou vinte centavos. E lhe valeu uma lição para a vida.

Pensamento

No processo da educação, quase sempre um gesto tem efeito mais poderoso do que muitas palavras.

A sabedoria está, para o educador, em saber usar as palavras certas, nos momentos adequados e a utilizar a eloqüência do silêncio, nas horas precisas

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O anúncio


O anúncio

Contos Sufi de Nasrudin

Nasrudin postou-se na praça do mercado e dirigiu-se à multidão:

- Ó povo deste lugar! Querem conhecimento sem dificuldade, verdade sem falsidade, realização sem esforço, progresso sem sacrifício?

Logo juntou-se um grande número de pessoas, com todo mundo gritando:

- Queremos, queremos!

- Excelente! Era só para saber. Podem confiar em mim, que lhes contarei tudo a respeito, caso algum dia descubra algo assim.


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O amar e o amor


O amar e o amor

Autor desconhecido

O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma palavra:
- Ame-a! E logo se calou.
- Mas, já não sinto nada por ela!
- Ame-a! disse novamente o sábio.
E diante do desconcerto do esposo, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:
"Amar é uma decisão, não apenas um sentimento; amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. O amor é um substantivo, um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas, nem por isso, abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame, simplesmente ame!" A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor faz você implacável.
A diplomacia sem amor faz você hipócrita.
O êxito sem amor faz você arrogante.
A riqueza sem amor faz você avaro.
A docilidade sem amor, faz você servil.
A pobreza sem amor faz você orgulhoso.
A beleza sem amor faz você fútil.
A autoridade sem amor faz você tirano.
O trabalho sem amor faz você escravo.
A simplicidade sem amor deprecia você.
A oração sem amor faz você introvertido e sem propósito.
A lei sem amor escraviza você.
A política sem amor deixa você egoísta.
A fé sem amor deixa você fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor não tem sentido.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Afiando o machado


Afiando o machado

Do livro: Comunicação Global - Dr. Lair Ribeiro

No Alasca, um esporte tradicional é cortar árvores. Há lenhadores famosos, com domínio, habilidade e energia no uso do machado. Querendo tornar-se também um grande lenhador, um jovem escutou falar do melhor de todos os lenhadores do país. Resolveu procurá-lo.

- Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvore como o senhor.

O jovem empenhou-se no aprendizado das lições do mestre, e depois de algum tempo achou-se melhor que ele. Mais forte, mais ágil, mais jovem, venceria facilmente o velho lenhador. Desafiou o mestre para uma competição de oito horas, para ver qual dos dois cortaria mais árvores.

O desafio foi aceito, e o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra, olhava para o mestre, mas na maior parte das vezes o via sentado. O jovem voltava às suas árvores, certo da vitória, sentindo piedade pelo velho mestre.

Quando terminou o dia, para grande surpresa do jovem, o velho mestre havia cortado muito mais árvores do que o seu desafiante.

- Mas como é que pode? – surpreendeu-se. Quase todas as vezes em que olhei, você estava descansando!

- Não, meu filho, eu não estava descansando. Estava afiando o machado. Foi por isso que você perdeu.

Aprendizado é um processo que não tem fim. Sempre temos algo a aprender. O tempo utilizado para afiar o machado é recompensado valiosamente. O reforço no aprendizado, que dura a vida toda, é como afiar sempre o machado. Continue afiando o seu.


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Marca de Amor


Marca de Amor

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:

Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com ele, para que ele fosse o primeiro a entrar e o último a sair.Desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:

Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.

A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:

- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente...

Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.

Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as
pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

- "Minha filhinha está lá dentro!" Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.

Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.

Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saber o que dizer ou fazer, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZES.


Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.

Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..

Essas também são marcas de AMOR.

Jesus te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é, e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.

Nunca se esqueça disso!

"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo.
Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta."

A violeta que se tornou rosa


A violeta que se tornou rosa

Gibran Kaliu Gibran

Havia, num bosque isolado, uma bonita violeta que vivia satisfeita entre suas companheiras.

Certa manha, levantou a cabeça e viu uma rosa que se balançava acima dela, radiante e orgulhosa.

Gemeu a violeta dizendo:"Pouca sorte tenho eu entre as flores!Humilde e meu destino!Vivo pegada a terra, e não posso levantar a face para o sol como fazem as rosas."

A Natureza ouviu, e disse a violeta:"Que te aconteceu, filhinha?As vãs ambições apoderaram-se de ti?

-Suplico-te, o Mãe Poderosa, disse a violeta, transforma-me numa rosa, por um dia só que seja.

-Tu não sabes o que estas pedindo, retrucou a Natureza.Ignoras o que se esconde de infortúnios atrás das aparentes grandezas.

-Transforma-me numa rosa esbelta e alta, insistiu a violeta. E tudo o que me acontecer será conseqüência dos meus próprios desejos e aspirações.

A Natureza estendeu sua mão mágica, e a violeta tornou-se uma rosa suntuosa.

Na tarde daquele dia, o céu escureceu-se, e os ventos e a chuva devastaram o bosque. As arvores e as rosas foram abatidas. Somente as humildes violetas escaparam ao massacre.E uma delas, olhando em volta de si, gritou as suas companheiras:"Hei, vejam o que a tempestade fez das grandes plantas que se levantavam com orgulho e impertinência."

Disse a outra:"Nos apegamos a terra, mas escapamos as fúrias dos furacões."
Disse uma terceira:"Somos pequenas e humildes; mas as tempestades nada podem contra nos."

Então, a rainha das violetas viu a rosa que tinha sido violeta, estendida no chão como morta. E disse:

-Vejam e meditem minhas filhas, sobre a sorte da violeta que as ambições iludiram.Que seu infortúnio lhes sirva de exemplo.

Ouvindo essas palavras , a rosa agonizante estremeceu e, apelando para todas as suas forcas, disse com voz entrecortada:

"Ouvi vos, ignorantes, satisfeitas, covardes. Ontem, eu era como vos, humilde e segura. Mas a satisfação que me protegia também me limitava. Podia continuar a viver como vos, pegada a terra, ate que o inverno me envolvesse em sua neve me levasse para o silencio eterno sem que soubesse dos segredos e glorias da vida mais do que inúmeras gerações de violetas, desde que ha violetas.

"Mas escutei no silencio da noite e ouvi o Mundo superior dizer a este mundo:"O alvo da vida e atingir o que ha alem da vida." Pedi então a Natureza- que nada mais e do que a exteriorização de nossos sonhos invisíveis para transformar-me em rosa. E a Natureza acedeu ao meu desejo.

"Vivi uma hora como rosa. Vivi uma hora como rainha. Vi o mundo pelos olhos das rosas. Ouvi a melodia do éter com o ouvido das rosas. Acariciei a luz com as pétalas das rosas. Pode alguma de vos reclamar essa honra?
"Morro agora, levando na alma o que nenhuma alma de violeta jamais experimentara. Morro,sabendo o que ha atrás dos horizontes estreitos onde nascera. E esse o alvo da vida".

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A trilha do bezerro


A trilha do bezerro

Autor desconhecido

Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa . . . cheia de curvas . . .subindo e descendo colinas.

No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.

Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho:
entravam e saíam, viravam a direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praguejando até com um pouco de razão . . . mas não faziam nada para mudar a trilha .

Depois de tanto uso, esta acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.

Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo e, posteriormente, a avenida principal de uma cidade .

Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro centenas de anos antes . . . Os homens têm a tendência de seguir como cegos pelas trilhas de bezerros de suas mentes, e se esforçam de sol a sol a repetir o que os outros já fizeram. Contudo, a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único . . . sem se atrever a mudá-lo.

A propósito, qual é o seu caminho ? ? ?

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A tenda dos escravos de ouro


A tenda dos escravos de ouro

Do livro O mercador e o Papagaio, Nossrat Peseschkian, Papirus Editora

Um dervixe, cuja felicidade era a abnegação e cuja esperança era o paraíso, encontrou-se, certa ocasião, com um príncipe cuja riqueza excedia tudo o que dervixe já havia visto. A tenda daquele fidalgo, armada fora da cidade para recreação, era feita de tecidos preciosos e mesmo os cravos que a mantinham eram de puro ouro.

O dervixe, acostumado que estava a pregar o asceticismo, atacou o príncipe com uma enxurrada de palavras a respeito da futilidade da riqueza material, da ostentação dos cravos de ouro da tenda e da inutilidade do esforço humano. Quão eternos e majestosos eram, em contrapartida, os lugares sagrados. A resignação, disse ele, era a maior das alegrias. O príncipe escutou com muita atenção e seriedade.

Tomou a mão do dervixe e disse: "Para mim, tuas palavras são como o fogo do sol do meio-dia e a limpidez da brisa vespertina. Amigo, vem comigo, acompanha-me rumo aos lugares santos!" Sem voltar-se para trás, sem ter pego dinheiro nem chamado um servo, o príncipe pôs-se a caminho.

Espantado, o dervixe apressou-se no seu encalço. "Senhor", exclamou ele, "dize-me: falas sério em fazer uma peregrinação aos lugares sagrados? Em caso positivo, espere por mim a fim de que eu possa ir buscar meu manto de peregrino."

Com um sorriso gentil, o príncipe respondeu: "Deixei para trás minha riqueza, meus cavalos, minha tenda, meus servos e tudo o que eu possuía. E tu tens de voltar só por causa de teu manto?" "Senhor", replicou o dervixe com grande surpresa, "por favor esclareça para mim: como podes abandonar todos os teus tesouros e partir mesmo sem teu manto principesco?"

O príncipe falou lentamente, mas com voz resoluta: "Nós fincamos os cravos dourados na terra, mas não em nosso coração!"

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O grande axioma da vida


O grande axioma da vida

Raul Candeloro

Outro dia recebi uma história muito interessante, chamada "O Tesouro de Bresa", onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro.

Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar.

Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.

O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência. Vejo com freqüência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas. Os piores são os que acham que podem dar duro de vez em quando. Ou que já deram duro e agora podem se acomodar.

Entenda: o processo de melhoria não deve acabar nunca. A acomodação é o maior inimigo do sucesso!!! Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino.

O que você é acaba sendo muito mais importante do que o que você tem. A pergunta importante não é "quanto vou ter?", mas sim "no que vou me transformar?" Não é "quanto vou ganhar?", mas sim "quanto vou aprender?". Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje. Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.

O porteiro do meu prédio vem logo à mente. É porteiro desde que o conheço. Passa 8 horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é. Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos. Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou.

Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa. Produz mais, vale mais? Ganha mais. Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro. É só ver o que acontece com os ganhadores da loteria, astros, atletas. Em poucos anos, muitos acabam perdendo tudo.

Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos. Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é. Como diz o Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida: "Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje". Esse deveria ser o foco da sua atenção.

Não são precisos saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos. Melhore 1% todos os dias (o conceito de "kaizen"), em diversas áreas da sua vida, sem parar. Continue, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente / superficialmente pareça que não está melhorando. Porque existe, de acordo com Rohn, um outro axioma: o de não mudar.

"Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve".


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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A Bíblia e a Bebida Alcoólica


A Bíblia e a Bebida Alcoólica


Às vezes parece difícil saber ao certo que postura o cristão deve tomar diante das bebidas alcoólicas. De um lado, acham-se muitos textos que parecem incentivar a abstinência, mas, por outro lado, há trechos em que Jesus transformou a água em vinho, bebeu vinho etc. Qual é o ensino das Escrituras acerca do uso do álcool?

Para entendermos esse assunto corretamente, é necessário começar com uma postura adequada. Devemos descartar as idéias preconcebidas e não procurar encaixar as Escrituras à força na posição que preferimos ou já concluímos ser a mais correta. Precisamos tratar da questão com a mente aberta e tentando apenas descobrir o que a Palavra de Deus ensina sobre o assunto. Este artigo tratará de vários aspectos das Escrituras e, somente após de analisarmos vários textos e conceitos, chegaremos em uma conclusão sobre o cristão e as bebidas alcoólicas.

Quando ler esses trechos que mencionaremos, procure entender cada um por vez, mas aguarde para só no fim do estudo formular uma conclusão que poe em conta todos os aspectos em questão.


Analise vários textos

Esses textos serão citados com poucos comentários. Estude cada um e analise com cuidado o seu significado. "O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio" (Provérbios 20:1). O sábio mostra que há um perigo no vinho e que ele é enganador. "Ouve, filho meu, e sê sabio; guia retamente no caminho o teu coração. Não estejas entre os bebedores de vinho nem entre os comilões de carne. Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem" (Provérbios 23:19-21). "Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos? Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada. Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco. Os teus olhos verão cousas esquisitas, e o teu coração falará perversidades. Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então tornarei e beber" (Provérbios 23:29-35). Que cena patética a do homem que se deixou vencer pelo álcool. "Palavras do rei Lemuel, de Massá, as quais lhe ensinou sua mãe. Que ti direi, filho meu? Ó filho do meu ventre? Que ti direi, ó filho dos meus votos? Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos, às que destroem os reis. Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte. Para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos. Dai bebida forte aos que perecem e vinho, aos amargurados de espírito; para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e de suas fadigas não se lembrem mais" (Provérbios 31:1-7).

O vinho não serve para os reis, mas sim para os que não têm nada por que viverem. "Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice e continuam até alta noite, até que o vinho os esquenta!" (Isaías 5:11). "Ai dos que são heróis para beber vinho e valentes para misturar bebida forte" (Isaías 5:22). "O Senhor derramou no coração deles um espírito estonteante; eles fizeram estontear o Egito em toda a sua obra, como o bêbado quando cambaleia no seu vômito." (Isaías 19:14). "Mas também estes cambaleiam por causa do vinho e não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, são vencidos pelo vinho, não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; erram na visão, tropeçam no juízo. Porque todas as mesas estão cheias de vômitos, e não há lugar sem imundícia" (Isaías 28:7-8).

Junto com a vergonha da embriaguez, as Escrituras geralmente frisam o efeito causado sobre a mente. Quando sacerdotes, profetas e juízes bebem, eles desviam os homens de Deus. O texto a seguir ressalta o mesmo pensamento: "A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o entendimento" (Oséias 4:11). "Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro, misturando à bebida o seu furor, e que o embebeda para lhe contemplar as vergonhas! Serás farto de opróbrio em vez de honra; bebe tu também e exibe a tua incircuncisão; chegará a tua vez de tomares o cálice da mão direita do SENHOR, e ignomínia cairá sobre a tua glória" (Habacuque 2:15-16). "Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus." (1 Coríntios 6:9-10). "Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissenções, facções, invejas, bebedices, glutonarias e cousas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam" (Gálatas 5:19-21). "Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andando em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias. Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão" (1 Pedro 4:3-4). A embriaguez é um pecado muitas vezes condenado.


Analise a História

A bebida forte tem um passado sórdido. O justo Noé caiu por causa do vinho: "Bebendo do vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda" (Gênesis 9:21). Parece que a bebida alcoólica influencia a pessoa para fazer o que jamais faria se estivesse sóbria. Quando as filhas de Ló desejaram ter filhos do pai, elas o embrigaram e depois o procuraram. O álcool em si não estimulou a concepção, mas elas sabiam que Ló ficaria muito mais passível de cometer essa imoralidade se estivesse bêbado. "Subiu Ló de Zoar e habitou no monte, ele e suas duas filhas, porque receavam permanecer em Zoar; e habitou numa caverna, e com ele as duas filhas. Então, a primogênita disse à mais moça: Nosso pai está velho, e não há homem na terra que venha unir-se conosco, segundo o costume de toda terra. Vem, façamo-lo beber vinho, deitemo-nos com ele e conservemos a descendência de nosso pai. Naquela noite, pois, deram a beber vinho a seu pai, e, entrando a primogênita, se deitou com ele, sem que ele o notasse, nem quando ela se deitou, nem quando se levantou. No dia seguinte, disse a primogênita à mais nova: Deitei-me, ontem, à noite, com o meu pai. Demos-lhe a beber vinho também esta noite; entra e deita-te com ele, para que preservemos a descendência de nosso pai. De novo, pois, deram aquela noite, a beber vinho a seu pai, e, entrando a mais nova, se deitou com ele, sem que ele o notasse, nem quando ela se deitou, nem quando se levantou. E assim as duas filhas de Ló conceberam do próprio pai" (Gênesis 19:30-36).

Absalão decidiu matar Amnom enquanto este bebia, talvez por crer que ele seria menos capaz de se defender se estivesse num estado um tanto inebriado: "Absalão deu ordem aos seus moços, dizendo: Tomai sentido; quando o coração de Amnom estiver alegre de vinho, e eu vos disser: Feri a Amnom, então, o matareis. Não temais, pois não sou eu quem vo-lo ordena? Sede fortes e valentes" (2 Samuel 13:28). Um dos pecados de Belsazar, na noite em que viu a mão na parede e em que seu reino foi tomado, foi o fato de estar bebendo: "Beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra" (Daniel 5:4).


Analise a palavra vinho na Bíblia

O termo vinho na Bíblia tem vários significados. Nos textos acima, está claro que a palavra se refere à bebida alcoólica. Mas, em outras ocasiões, significa suco de uva. Examine, por exemplo, Lucas 5:36-38: "Também lhes disse uma parábola: Ninguém tira um pedaço de veste nova e o põe em veste velha; pois rasgará a nova, e o remendo da nova não se ajustará à velha. E ninguém põe vinho novo em odres velhos, pois o vinho novo romperá os odres; entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão. Pelo contrário, vinho novo deve ser posto em odres novos." O vinho novo nesse texto diz respeito ao suco de uva fresco. A idéia é que quando o suco é posto nos odres, ele aumenta durante o processo de fermentação. Se colocado em odres velhos que já estão esticados, estes se romperão. É um fato geralmente aceito, como mostra claramente esse texto, que o vinho na Bíblia nem sempre era alcoólico. Talvez as nossas palavras beber e bebida possam ser um bom exemplo da mesma duplicidade de sentido. Dependendo do contexto, beber pode certamente estar relacionado com bebidas alcoólicas ou apenas significar a ingestão de algum líquido qualquer.

É muito importante lembrarmos desse sentido duplo da palavra vinho. Em João 2, Jesus transformou perto de 600 litros de água em vinho. Fez isso depois que os convidados da festa "beberam fartamente". Jesus fez vinho suco de uva ou vinho alcoólico? Lembre-se que as duas coisas são possíveis tendo em vista a própria definição do termo vinho. Mas há duas considerações que nos levam a crer firmemente que se tratava de suco e não de bebida alcoólica. Em primeiro lugar, Jesus o fez na hora. No primeiro momento em que o vinho daquela época era produzido, ele era suco. Somente após um processo de envelhecimento e de fermentação é que se tornava alcoólico. Em segundo lugar, o que é mais importante, se Jesus tivesse feito vinho alcoólico, ele teria estado incentivando a embriaguez. A questão aqui não é um ou dois copos de vinho. Essas pessoas, após já terem bebido muito, receberam mais umas centenas de litros. Jesus jamais incentivou os pecados do homem, tampouco contribuiu para eles. Portanto, parece claro que esse vinho era do tipo não-alcoólico.

É também útil entender algumas coisas sobre os vinhos alcoólicos das terras bíblicas. Naquela época, só havia fermentação natural. Eles ainda não tinham inventado a tecnologia para acrescentar mais álcool às bebidas fermentadas por processo natural. Isso significa que o mais alcoólico dos vinhos da Palestina tinha cerca de 8% de álcool. Pela lei, esses vinhos eram diluídos em água, normalmente três ou quatro partes de água para uma parte de vinho. Esses vinhos fracos, enfraquecidos mais ainda pela adição de enormes quantidades de água, passaram a ser usados como bebidas para acompanhar as refeições. Não eram usados como bebidas, mas apenas como se usa um copo de água ou uma xícara de café que se bebe com a refeição. Vários textos bíblicos parecem apontar para esse uso do vinho --como uma bebida para acompanhar as refeições (observe 1 Timóteo 3:3, 8; Tito 1:7; Mateus 11:18-19).

Analise algumas conclusões

Provérbios 23, já citado, condena o uso do vinho "vermelho" que brilha no copo. O tipo de bebidas alcoólicas usado em nossa sociedade é o mesmo tipo sistematicamente condenado na Bíblia. Jamais fiquei sabendo de alguém que tomasse um pequeno copo de vinho fraco diluído na proporção 4:1 de água como acompanhamento de uma refeição. Os vinhos, as cervejas e os licores de hoje enquadram-se na categoria de bebida forte, e nenhum texto sequer pode ser encontrado na Bíblia que permita que sejam consumidos por um filho de Deus.

- Paulo estimulou a Timóteo de modo especial para que tomasse "um pouco de vinho" por questões de saúde (1 Timóteo 5:23). Às vezes se usa esse texto para mostrar que é possível beber. Mas, de fato, o que ele faz é justamente o oposto. Se Timóteo tivesse tido o hábito de beber uma cerveja aqui e ali, por que precisou que Paulo lhe desse uma permissão especial para usar um pouco de vinho como remédio? Esse texto nos leva à conclusão de que o uso de álcool pelo cristão deve ser uma exceção, não uma regra. Muitos remédios de nossos dias contêm álcool ou outras drogas intoxicantes. O discípulo de Cristo deve ser muito cuidadoso com eles e usá-los apenas com muita moderação. O fato de que uma exceção precisou ser dada para permitir o uso de remédios com teor alcoólico sugere que é errado beber por prazer.

- O servo de Cristo deve sempre analisar o efeito de seus atos sobre o próximo: "É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra cousa com que teu irmão venha a tropeçar" (Romanos 14:21). Mesmo que o cristão pudesse beber moderadamente, de qualquer modo esse texto ainda o estaria proibindo na maioria dos casos. A bebida alcoólica leva tantos cristãos a cair, que aquele que tenta ajudar o seu irmão a não tropeçar certamente não lhe dará o exemplo, bebendo diante dele.

- A Bíblia sistematicamente exige que sejamos sóbrios (leia com cuidado 1 Tessalonicenses 5:6; 2 Timóteo 4:5; 1Pedro 4:7; 5:8). Entre as primeiras conseqüências da bebida são a ausência de inibições, o enfraquecimento do autocontrole, a falta de juízo. Essas conseqüências ocorrem bem antes da pessoa começar a perder o controle das habilidades motoras, a falar arrastadamente etc. O diabo está sempre procurando-nos tentar; para enfrentar a essas tentações, o filho de Deus deve estar profundamente alerto e sóbrio em todo tempo.

Embora não fosse possível afirmar, com base nas Escrituras, que ingerir qualquer quantidade de álcool por qualquer motivo é sempre pecado, parece claro que o servo de Deus não será alguém que simplesmente bebe canecas de cerveja ou taças de vinho. O beber socialmente que vemos hoje em dia é o tipo condenado em muitos textos das Escrituras. "O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio" (Proverbios 20:1).

Gary Fisher

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Dinheiro: Quanto é o suficiente?


Dinheiro: Quanto é o suficiente?


O dinheiro domina a nossa vida. Consumimos grande parte de nosso tempo ganhando, gastando, poupando, investindo, doando e pensando em dinheiro. Uma pesquisa revelou que tensões e conflitos financeiros são fatores principais em mais de 50% de divórcios.

A Bíblia oferece excelentes conselhos sobre gestão de dinheiro. Boa parte das parábolas de Jesus aborda sobre o trato de bens materiais. Na verdade, Ele falou mais sobre dinheiro do que sobre
céu ou inferno. Isso porque a maior parte das pessoas parece mais interessada no dinheiro.

Há dois mitos muito comuns em relação ao dinheiro:

Mito nº 1: O dinheiro é maligno. O dinheiro em si não é nem bom nem mau. O que a Bíblia ensina é que: “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (I Timóteo 6.10). A Bíblia nos ensina que devemos usar coisas e amar pessoas. Inverter esse princípio gera problemas: amar coisas leva a usar pessoas. Deus nos diz que pessoas são mais importantes do que bens.

Mito nº 2: O dinheiro é chave da felicidade. Obviamente isso também não é verdade. Se dinheiro garantisse felicidade, os que mais o possuem seriam os mais felizes. Entretanto, todos os dias vemos e ouvimos reportagens que anulam essa idéia. Jesus disse que “a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens” (Lucas 12.15).

Então, quanto dinheiro podemos juntar sem nos sentirmos culpados? Deus diz que podemos ter tanto quanto quisermos, contanto que observemos algumas limitações importantes ao nosso desejo de acumular:

. Que não sacrifique a saúde. Pessoas tolas trabalham até à morte. Nossa saúde deve ter prioridade sobre a riqueza. “Não esgote suas forças tentando ficar rico; tenha bom senso!” (Provérbios 23.4).

. Que não sacrifique a família. Famílias desmoronam quando os pais estão ocupados demais ganhando mais dinheiro. Crianças não precisam de mais coisas; precisam, sim, de mais tempo com seus pais. Podemos ficar tão ocupados tentando ganhar a vida, que acabamos esquecendo de ter uma! “O avarento põe sua família em apuros” (Provérbios 15.27).

. Que não sacrifique pessoas. Deus insiste para que ganhemos dinheiro honesta e justamente. Ele afirma que dinheiro ganho desonestamente traz infelicidade. “A herança que se obtém com ganância no princípio, no final não será abençoada” (Provérbios 20.21). “É melhor ter pouco com retidão do que muito com injustiça” (Provérbios 16.8).

. Que demos atenção ao ganho espiritual. É louvável ter metas financeiras, contanto que também se tenha metas de desenvolvimento espiritual. Precisamos de equilíbrio. O objetivo da vida vai além da aquisição de coisas. “Oro para que você tenha boa saúde e tudo lhe corra bem, assim como vai bem a sua alma” (III João 2).

Guarde esta exortação bíblica: “É melhor obter sabedoria do que ouro! É melhor obter entendimento do que prata!” (Provérbios 16.16).

Questões Para Reflexão ou Discussão

. Para você, quanto dinheiro é o bastante?
. O autor mencionou dois mitos em relação ao dinheiro. Que acha disso?
. Que achou das “limitações importantes” ao desejo de ganhar mais dinheiro? Discorda de alguma delas?
. O autor conclui com o aviso de que "é melhor ter sabedoria e entendimento do que prata ou ouro". Que lhe parece?


Se desejar considerar outras passagens bíblicas sobre o tema, veja: Provérbios 11.4,18, 28; 15.16; 18.11; 19.4; 23.5; 27.24.

Por Rick Warren


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Os homens tem que ser super heróis?


OS HOMENS TEM QUE SER SUPER HERÓIS?

Não importa a profissão que o homem tenha, todos estão debaixo de grande pressão, e um número cada vez maior está desistindo de lutar e continuar sua tarefa de viver. A taxa de suicídio de homens é duas vezes e meia maior do que a de mulheres. Os homens sofrem mais com estresse do que as mulheres, isso numa proporção de duas a quatro vezes.
Os homens assumem coisas demais e se esforçam para aparecerem super heróis. Todos esperam que sejamos bem sucedidos como provedores de nossa casa e de nossa família, que sejamos pais amorosos e dedicados, bons filhos para nossos pais já com idade avançada, e que façamos tudo isso ao mesmo tempo que sejamos bons membros em nossas igrejas e exemplos em nossa comunidade.
A sociedade exige homens bem sucedidos e nós envolvidos por essa cobrança nos desgastamos acima das nossas capacidades para desempenhar o papel de vitorioso.
A sociedade avalia os homens e as mulheres através de padrões distintos e injustos. A mulher vale de acordo com sua beleza, pelo quanto é atraente. Os homens são medidos de acordo com seu sucesso e por quanto possui em dinheiro. Você já notou que a sociedade criou termos ofensivos próprios para os homens; perdedor, cansado, mole, parasita, etc... Essas palavras ofensivas são usadas para homens que a sociedade julga serem de pouco valor, porque olham para sua aparente falta de sucesso.
A sociedade recompensa os fortes, os sonhadores, os fortes e os confiantes e isola aqueles que são inseguros (os que parecem ser fracos).
O problema é que sempre damos crédito ao que a sociedade diz, que o valor pessoal é determinado pelo sucesso.
Você precisa ganhar sempre; se não, receberá o rótulo de perdedor.
Ser vencedor tem um preço. E o preço é fadiga e depressão. Esses são os perigos físicos para nós, mas também perdemos a alegria de viver e diminuem nossa produção em todas as áreas de nossa vida.

Mais forte do que a cobrança da sociedade no sucesso dos homens é como caímos na armadilha e adotamos a postura de super herói. Muitos de nós ficam profundamente preocupados quando nossas igrejas desenvolvem algum trabalho evangelístico, o que acarretará em vinda para a igreja pessoas cheias de problemas e crises. Um trabalho evangelístico atrai pessoas “anormais”.
O problema é que cristãos normais não enxergam que pessoas boas podem fazer coisas ruins. Quando líderes cristãos conceituados, maduros e de sucesso são descobertos em seus pecados nos chocam, nos deixam desiludidos e desesperançados.
Nós da comunidade cristã olhamos demais para o sucesso, e zombamos das fraquezas e do fracasso.
Quando enfrentamos dificuldades com a tentação ou o fracasso, esperamos substituí-los rapidamente pela vitória.
Alguns dizem “você pode ir do fracasso ao sucesso em 30 segundos”. Não sei o que você pensa sobre isso, mas os fracassos que enfrento não é possível que eu os pule em apenas 30 segundos.
Os homens que vivem neste tipo de vida são vulneráveis. Ao invés de assumirmos quem somos dizemos: “isso não pode acontecer comigo”.
A Palavra de Deus nos exorta diversas vezes a não confiarmos na nossa força. Somos cobrados a reconhecer nossa fraqueza, em vez de disfarçá-la. Somos sempre ajudados pelo Senhor sempre que nos lembramos que somos fracos. Quando pensamos que somos fortes, que estamos além das fraquezas e do fracasso, estamos prestes a cair.
Esse falso orgulho afligiu a igreja de Laodicéia no Novo Testamento. Jesus os repreende por se considerarem ricos e não terem necessidade de nada. O Senhor lhes diz: “Voce é miserável, digno de compaixão, pobre, cego, e está nu. O homem sábio vê a si como alguém necessitado.
Paulo tinha um passado de conhecimento teológico extraordinário como fariseu filho de fariseu. Falou com Deus face a face em uma visão. Mas fez uma oração maravilhosa pedindo a Deus que o livrasse do espinho na carne. Deus o respondeu de uma forma inesperada. Não, essa foi a resposta. Disse o Senhor; “Paulo Eu não tirarei sua fraqueza, minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”.2 Co. 12:9
O que Paulo declarou? Ele disse: “Eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. ... Pois, quando sou fraco é que sou forte”. 2 Co 12:9,10
Temos que olhar para a condição em que vivemos, apesar de Cristo viver em nós e sermos novas criaturas, permanecemos mistos, quer dizer, vivemos com a nova e a velha natureza. Essa nossa natureza velha é que queremos que nunca ninguém descubra, ela nos empurra para o pecado e a destruição.
Nós cristãos nos referimos a velha natureza da boca para fora, achamos que ela foi domesticada, e que agora somos cristãos dedicados. Nós falamos: “deixei os meus dias de pecado pra trás, agora sou nova criatura e não peco mais, não sou mais capaz de cometer algum pecado terrível.
Mas precisamos entender que temos um lado sombrio, uma inclinação para o mal que nunca será erradicada nesta vida. Na carta que escreveu aos Éfesos Paulo os advertiu que mesmo depois de nos tornarmos cristãos, nosso lado obscuro (o velho eu) torna-se ainda mais corrupto, e não melhor do que era. Efésios 4:22. Nós cristãos somos capazes de cometer atos horríveis quanto qualquer outra pessoa.
Na carta de João vemos que ele coloca as coisas bem claras: I João 1:8 – Se afirmamos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. O apóstolo Paulo quando confessa sua própria luta com seu lado sombrio no capítulo 7 de Romanos ”Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo”. Romanos 7:19
Nós seremos assim até o dia que morrermos.
Muitos de nós passaram anos de sua vida tentando melhorar o visual e fazer coisas para esconder o lado sóbrio e mostrar apenas o nosso lado bom.
Precisamos tomar cuidado pois na igreja podemos nos tornar mais espertos em nos parecer bons ao invés de nos tornar santos.
Deus quer transformar nosso caráter, mas estamos ocupados demais gastando tempo e energia para parecermos bons.
Podemos passar anos de nossas vidas gastando todo o tempo imaginando que vamos receber louvor, afirmação e aprovação se nos dedicarmos a agradar todo mundo. Certamente receberemos muitos elogios pelo caminho da vida mas eles não serão suficientes para preencher nosso vazio.
Os fariseus eram dependentes de aprovação nos dias de Jesus. João 12:43 – Preferiam a aprovação dos homens do que a aprovação de Deus”.
Tudo começa a mudar na nossa vida quando deixamos de nos preocupar com o que as pessoas acham de nós.

Pelo menos 5 problemas aparecem em nós quando buscamos agradar as pessoas em busca de aprovação.
1- Nunca conseguimos dizer não
2- Nossos atos passam a ser guiados pela culpa. Fazemos coisas porque tememos as conseqüências, em vez de as fazermos porque realmente queremos.
3- Não experimentamos a afirmação do nosso verdadeiro eu. O que queremos ao agradarmos as pessoas, aprovação e a afirmação, nunca recebemos. Como vivemos para agradar os outros, nossa verdadeira identidade está presa atrás de um falso eu, o verdadeiro está oculto, não pode ser afirmado.
4- Não conhecemos a pessoa maravilhosa que Deus criou e deseja que sejamos. Passamos a vida tentando ser outra pessoa.
5- Agradar as pessoas é uma forma de idolatria. Estamos fazendo das pessoas o centro do universo em vez de Deus.

Como melhorar nossa vida.

Muitos estão no outro extremo, acreditam em uma vida centrada em si mesmos, tratando as pessoas em sua volta com groceria. Não sentem dificuldade com a questão de ter de agradar as outras pessoas. Eles possuem o problema oposto: narcisismo, preocupação excessiva consigo mesmos. Mas muitos estão vivendo preocupados com a opinião alheia e negamos nossas necessidades e limitações. O equilibrio é encontrado no centro. Cuidado pessoal e coração aberto para ajudar os outros.
Filipenses 2:4 – Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros”.
Galatas 6:2 – Lemos que devemos levar “os fardos uns dos outros”
Os dois versiculos mais à frente dizem: “cada um examine os próprios atos(...) pois cada um deverá levar a própria carga”.
Como os homens presos na armadilha do herói encontram liberdade?
Destruindo a armadilha e construindo um modelo baseado na visão de Deus para eles.

COMO FAZER ISSO?

1 – Seja o que Deus quer que você seja. Viva a visão que Deus tem de você.

Queremos agradar os outros devido nossa auto imagem negativa e nosso debilitado valor próprio.
Quando um número grande de pessoas dizem que gostam e que precisam de nós nos sentimos bem em relação a nós mesmos.
O problema é que esta motivação está vindo da nossa sensação de que somos defeituosos e que não somos suficientemente bons.

Precisamos para de buscar nos outros; esposa, amigos, filhos, chefes, nosso senso de valor pessoal, e em vez disso, assumir a visão de Deus para nós que nos é revelada em sua Palavra.

Salmos 139 celebra a elevada estima que Deus tem por nós, seus filhos.
Fomos planejados pelo próprio Criador, Ele nos diz: “Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção”

Davi nos mostra 2 coisas neste Salmo:
1- Deus realizou um trabalho maravilhoso ao criar você e eu, e Ele sabe disso e nos valoriza profundamente.
2- Davi tinha convicção disso e não tem medo de dizer que foi criado “de modo especial e admirável”.

Precisamos orar para essa segunda realidade pedindo graça de Deus para experimentar:
a- A plena aceitação
b- A crença de que cada um de nós é um exemplo maravilhoso da criação de Deus, de que Ele fez um bom trabalho em nós.


2- Abandone a necessidade compulsiva de ser perfeito

Alguém já disse que o perfeccionista é alguém que carrega grandes dores... e as lança sobre os outros.
O Plano de Deus por toda a história tem feito uso de pessoas imperfeitas.
Davi fracassou terrivelmente.
Moisés fracassou mas foi honrado como um dos grandes líderes da Bíblia.
Pedro fracassou mas foi honrado por Jesus.

Isso não quer dizer que sempre podemos justificar o fracasso, seja moral ou de outro tipo. Mas isso quer dizer que o prefeccionismo motivado pelo medo não é saudável; a necessidade de parecer perfeito impede que reconheçamos a necessidade de pedir ajuda. Quando abrimos mão da ajuda, normalmente estamos apenas alguns passos da derrota.

Quando abrimos mão da necessidade de sermos perfeitos, abrimos a porta para uma cura profunda.


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sábado, 14 de agosto de 2010

10 áreas críticas do casamento


10 áreas críticas do casamento

As regras para um bom casamento podem ser aprendidas, e a idade não é o maior problema. Além do mais, ninguém já nasce feito um bom marido ou boa esposa. Por isso, quero apresentar, no programa de hoje, 10 áreas críticas do casamento.

A primeira área crítica do casamento é a comunicação. A comunicação envolve transmitir e receber. O transmitir está relacionado com cada coisa que falamos ou demonstramos de forma não verbal sobre nós mesmos.
O receber corresponde a tudo que ouvimos ou percebemos e vemos na outra pessoa. Só que antes de qualquer comunicação precisamos estar "ligados", e isso é muito difícil. Desde bem cedo na vida, as pessoas são treinadas para bloquear seus sentimentos porque não desejam ser vulneráveis, ser criticadas ou receber desaprovação.
Para haver comunicação é necessário uma boa sintonia entre duas pessoas. E uma perfeita sintonia só é possível quando há confiança, compreensão e apreço. A pessoa deve se sentir "em boas mãos", caso contrário, ela será muito seletiva quanto a suas revelações.

A segunda área crítica do casamento, que quero destacar é o carinho. Carinho tem que ver com sua capacidade de dizer: "Eu te amo". Inclui palavras, afetos físicos e tudo o que um faz pelo outro.
Uma das mais trágicas constatações sobre a maioria dos casais, hoje em dia, é que depois de casados não expressam o mesmo carinho dos tempos de namoro. Essa omissão é problemática porque o que expressamos afeta nossos sentimentos. E se nada expressamos, nossos sentimentos também se apagam.

A terceira área crítica do casamento é o companheirismo. A capacidade de fazer os outros se sentirem bem. É possível julgar a qualidade do companheirismo pelo que representam os encontros com aquela pessoa, e se não há encontros...
Compare seus encontros de agora com os do tempo do namoro. Vocês gostam de ficar juntos a sós? Arranjam tempo para isso? Ou é exatamente o que não acontece? A maneira como usam o tempo em que estão juntos é o que determina se há ou não companheirismo.

A quarta área crítica do casamento: interesses. Os interesses correspondem àquelas coisas da vida pelas quais você toma a iniciativa. Esportes, hobbies, passatempos artísticos ou devocionais, podem ser considerados interesses. Ou seja, tudo aquilo que dá qualidade à vida.
Ter e desenvolver interesses individuais é bom, mas não o suficiente. É o partilhar coisas em comum, é o identificar-se com os alvos dos outros que acrescenta laços e firma a unidade do casal. É importante aprender juntos, desenvolver um projeto em comum, sentindo a necessidade da participação do parceiro. O resultado será uma intimidade maior com a outra pessoa.

A quinta área crítica do casamento: valores. Todos têm uma escala de valores que inclui dinheiro, crianças, sexo, política, religião e muitas outras coisas. O que é importante para você também é importante para sua esposa ou marido? Algumas pessoas nem mesmo sabem o que é importante para o cônjuge.
Os valores religiosos, por exemplo, são muito importantes porque alargam os propósitos da vida. Se crermos que fomos feitos à imagem divina, vamos nos valorizar muito. E quem foi feito à imagem de Deus deve refletir essa imagem.


A sexta área crítica do casamento é o sexo. Aqui se inclui todo o relacionamento entre marido e mulher - não apenas um momento passageiro. O sexo está num olhar, num toque na maneira de se relacionar. É um comportamento especial que só existe entre marido e mulher. Se há relacionamento especial entre duas pessoas também haverá sentimentos particulares. Se eles forem compartilhados com outros, deixarão de ser particulares, especiais.
Muitas pessoas acham que já perderam o charme. O problema não é que perderam o charme, apenas deixaram de manifestar aquele comportamento que acende o charme.
A família é a sétima área crítica do casamento. Suas relações com a família vão refletir no relacionamento com o marido ou a esposa. Os papéis de marido e pai e mãe e esposa são inter-relacionados. Os filhos serão afetados pelo seu melhor ou pior relacionamento.
Como você considera a família nessa questão que envolve você e o companheiro? Qual a vez das crianças? As resoluções são tomadas levando em conta a "equipe" toda, ou a jogada é individualista?

A oitava área crítica do casamento é o social. Nenhum casamento é estável se funcionar como um clube privado. O casamento é uma relação social que se expande e se fortalece à medida que o seu amor extravasa atingindo a outras pessoas que o circundam. Marido e mulher devem ter amigos comuns mais do que um conjunto de amigos cada um.
Acho que Deus designou a família para ser um centro irradiador de testemunho para todo o Universo. A família não deve ser o fim do amor mas deve ser sua fonte. Se você tem uma família solidária, esse relacionamento deve influenciar os outros. Você deve se interessar pelas outras pessoas também.
Negócios - é a nona área crítica do casamento. Esse é um importante recheio do casamento. Compras, cheques, escolha de móveis, roupas, economias - essa parte administrativa não pode ser isolada das demais atividades do lar. Os negócios devem ser um fator de união do casal. Cada um deve saber o que outro está fazendo e deve aprovar suas atitudes.

E a décima área crítica do casamento que quero destacar: reavaliação. Com essa palavra quero lembrar a importância de o marido e a mulher trocarem idéias sobre o progresso de sua relação matrimonial. Essa reflexão acerca dos rumos, avanços e retrocessos é fundamental para descobrir a necessidade de alguma correção na rota ou para se ter uma idéia global das circunstâncias.

Amigo, todas essas 10 áreas críticas do casamento podem ser controladas se o casal quiser, e é possível que muitos estejam tentando isso. Aliás, quase tudo pode ser conseguido no casamento, se houver cooperação para isso. Ou seja, o lar pode ser um "pedacinho do céu na Terra" ou um inferno, dependendo de como se comportam marido e mulher.

Pastor Montano de Barros

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Conselhos para o bom uso do voto evangélico


Conselhos para o bom uso do voto evangélico

Estamos em um ano eleitoral. Estamos, também, diante da tão conhecida expressão popular que é: Chegou a hora da política, e aí? O pastor é um líder religioso que está diretamente em contato com o público. Considerando que política tem tudo a ver com religião, alguns pastores e líderes acertadamente e por vocação se candidatam e passam a exercer cargos políticos. Mas afinal, você concorda na mistura das duas carreiras? Pode pastores e líderes cristãos se misturarem nesse negócio?

Na velha maneira de fazer política, ouvimos dizer que ocorriam negociações do tipo: Atrair benefícios para a Igreja, como a doação de terrenos para templos; algum tipo de financiamento facilitado; obter concessões de rádios e TVs; ter tratamento especial perante a lei... Esses são apenas alguns tipos de barganhas, "acertos", acordos e composições de interesse que costumavam ocorrer nos bastidores em épocas de campanhas eleitorais, envolvendo também políticos e candidatos evangélicos. Misericórdia!

Mas a visão do Governo do Justo vem exatamente com a proposta de casar a legitimidade da expressão sacerdotal e profética da Igreja com o clamor da sociedade por uma política decente, ordeira, honesta, limpa, ética. No que depender do Governo do Justo, nenhum tipo de velho comportamento será avalizado para fabricação de votos ou apoios.

Como líderes de um povo, devemos considerar o valor da representatividade do povo cristão/evangélico nos pleitos políticos e o fato de que a nossa representatividade fala da mais expressiva, organizada, e com maior capacidade e poder de transferência de votos. Por isso, muito cobiçada dentre todos os segmentos da população por conta do seu poder de influência.

Assim sendo, o Governo do Justo tem entendido a indispensável tarefa de contribuir para que o processo eleitoral não continue sendo margeado pela esperteza dos ímpios e ganância dos poderosos, continuísmo dos mesmos, sofismas dos “espertos” e a tola submissão dos desavisados, que resultou numa sociedade em desagregação que tolera coisas intoleráveis.

O Governo do Justo visa também trazer sua contribuição informativa e formativa à comunidade religiosa a ela vinculada, na intenção de contribuir para um processo eleitoral no qual o voto evangélico não seja manipulado, como muitas vezes já o foi, mas usado com consciência e objetividade, ajudando a Igreja a amadurecer no exercício da sua cidadania política de forma coerente com sua fé, com sua crença.

Inspirado nos revolucionários líderes Moisés e Jesus, que com suas mensagens e mandamentos poderosos ajudaram a sociedade da sua época, e estenderam seus ensinos até os dias de hoje, apresento aqui alguns conselhos, dicas, que considero fundamentais sobre o bom uso do dito voto evangélico.

1. O seu voto é inegociável e intransferível. Com ele, você terá a oportunidade de expressar sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que você, como cristão, tem de seu País, Estado e Município.

2. O cristão deve pautar a sua consciência política nos princípios da Palavra, apesar dos contextos sociais desafiadores vividos em nossos dias. Ele deve ajustar sua maneira de ver a realidade social, pela Palavra de Deus, buscando ajuda do líder da Igreja e através do que Deus está fazendo em sua realidade e conduzir o voto naquela direção.

3. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética, discernimento e compromisso com a Palavra de Deus. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor ou o líder evitará transformar o processo de orientação política numa ação de manipulação e indução político-partidária.

4. Os líderes evangélicos devem ser sábios, democráticos (porque essa é a atual maneira de fazer política) e zelosos do governo divino sobre as instituições. Portanto, devem zelar pelo processo de escolha/indicação de quem a comunidade deve votar. Dentro do possível, deve-se organizar debates multipartidários/multivisionários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias/visionárias possam ser ouvidos sem preconceitos, visando obter conhecimento dos movimentos políticos sociais que de certo ajudarão na decisão final dos apoios/escolhas.

5. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que sejam conduzidos processos com a devida organização, temor, respeito e sabedoria visando o apoio aos candidatos ou partidos dentro do ambiente de vida da igreja evitando o constrangimento dos eleitores (o que é criminoso) e zelando para evitar divisão (em todos os sentidos) na comunidade.

6. Nenhum cristão deve sentir-se obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira eleger-se para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica ou apenas ter um mandato. É óbvio que a Igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais de uma instituição. Um político de fé evangélica deve ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um "despachante" a serviço de grupos. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, os princípios do Reino de Deus, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.

7. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira e muito menos que ele votou em determinado político, porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja ou para si mesmo, quer sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros "trocos", ainda que menores. Conquanto todos assumam que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os "reinos deste mundo" por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.

8. Os votos para Presidente da República e para cargos majoritários e todos os outros devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, nas propostas e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas, suas ideologias e com muitos cuidados que, no Brasil, são, em extremo, determinantes: ‘preste atenção se o candidato tal é ateu’, ou ‘se candidato tal tem posturas contra as igrejas’, ou ‘se o candidato é contra a causa dos evangélicos’. É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo, mas, na prática, não é assim que vemos. Somos em meio ao silêncio acintosamente discriminados e perseguidos nesta Nação.

9. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é compreensível que dê um "voto de confiança" a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é muito bom considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão, em questão, ele terá grande desafio para transcender a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apóiem. Fiquem atentos às ideologias e não se percam nos bonitos discursos que geralmente eles nos enganam. Vejam a barca furada que nos metemos com esse governo atual que quer apoiar abortos e homossexualismo, verdadeiras abominações diante de Deus e da nossa fé.

10. Nesse processo de construção de valores políticos, devem ser observados os papéis com muita prudência. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida como a palavra de um cidadão, e respeitada em concordância com a Palavra de Deus, sem nos esquecermos que esse sacerdote tem-nos acompanhado e aconselhado em todas as áreas da nossa vida e que Deus fala por ele. Mas é possível que você tenha opinião pública política diferente do seu pastor ou seus líderes espirituais. Saiba lidar com essa diferença sem ferir os princípios espirituais.

O pastor é um homem público, e homem público é aquele que lida com uma sociedade, particularmente a comunidade religiosa local, regional ou a nacional, isto vai depender do seu campo de atuação pastoral. Devemos entender que a Igreja está acima da opinião pública, contribuindo para a estruturação de uma visão coletiva e comunitária com base na Palavra de Deus que é a bússola da vida.

Finalmente, quero considerar que precisamos estar atentos aos destinos da nossa sociedade e agir com maturidade, equilíbrio, mas, também com muita garra sabendo que vamos decidir os próximos quatro anos da nossa cidade e que a decisão de agora influenciará nas próximas decisões de daqui a 2 anos. Nós não podemos ser omissos muito menos errar nas escolhas. “Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Haverá um justo que governe sobre os homens, que governe no temor de Deus. E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando pelo seu resplendor e pela chuva a erva brota da terra.” (II Samuel 23:3-4).

Apóstolo Marcel Alexandre - MIR

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História verdadeira que está prestes a acontecer


História verdadeira que está prestes a acontecer

Carl está ao telefone com o seu chefe, sua esposa Susan está pondo a mesa para o jantar. Cathy, de 15 anos, ainda está assistindo o seu programa de televisão favorito e o bebê Johnny está dormindo em seu berço. É exatamente assim que Cathy se lembra de sua família no instante em que todos seus familiares desapareceram.

Confusa e ao mesmo tempo desesperada, ela liga para a polícia, mas para sua surpresa está ocupado! Aparentemente, a maioria dos seus vizinhos está fazendo a mesma ligação! Ela corre para a rua, gritando o nome de sua mãe muito alto, mas pára quando encontra outras pessoas que também gritam o nome de alguém.

Ela se surpreende com o que está acontecendo... então, belisca o próprio braço para conferir se tudo não passava de um pesadelo, mas era a realidade. O programa de televisão que Cathy estava assistindo ficou fora do ar, e um anúncio importante é dado pelos repórteres que também pareciam estar confusos e não preparados para o que eles estavam prestes a anunciar: "NOTÍCIA URGENTE: Milhares de pessoas em todo o mundo desapareceram nos últimos dez minutos. Autoridades ainda estão tentando descobrir uma razão para isso, enquanto fontes desconhecidas dizem que poderia ser um ato de terrorismo. Aconselhamos a população que fique em casa. Não tentem sair porque algo ainda pior pode acontecer a qualquer hora."

Cathy começa a chorar alto. Ela sente uma agonia enorme dentro de si e uma forte sensação de desespero. Depois de alguns minutos, quando o seu choro parece inútil e as suas lágrimas diminuem, começa a orar suplicando a clemência de Deus. De repente, ela se lembra da última vez que orou.

Era uma noite de quarta-feira e o pastor falou sobre o final dos tempos. Porque os seus pais a fizeram ir junto com eles naquele dia - ela não conseguia deixar de pensar no programa de televisão que ia perder por causa do sermão chato sobre o Apocalipse! Ela se recorda de orar na ocasião pedindo a Deus que apressasse o andamento do culto, pois assim poderia assistir à última parte do programa.

Agora, Cathy sente uma forte sensação de culpa e ódio por si mesma. O pastor tinha pregado sobre o que tinha acabado de acontecer com sua família, mas na ocasião ela não acreditou, nem sequer o escutou. Sempre pensou ser muito jovem para entregar a própria vida a Deus. Seus planos para a juventude ainda seriam realizados e tinha uma opinião forte: "sempre haverá um momento para o compromisso mais tarde na vida". Uma posição que a impediu de se tornar séria na fé.

E quanto a você? O que está esperando? Envelhecer? Arrumar aquele emprego? Finalmente pagar todas as suas dívidas? Se casar? Terminar os seus estudos? Ou primeiramente desfrutar de sua juventude? Se você não se decidir depressa, o dia em que você, por fim, tomar essa decisão poderá ser muito tarde. Acorde!

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Do preconceito à salvação


Do preconceito à salvação

"Imaginemos um marginal que agride física e sexualmente uma mulher e depois a mata. Você acha que existe salvação para uma pessoa de sentimentos tão endurecidos? Você conhece alguém que já desceu tão baixo na vida que as possibilidades de recuperação são completamente remotas? Quer saber o que diz a Bíblia a respeito?

No livro de São João lemos o seguinte: "Deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia. E era-lhe necessário passar por Samaria" (João 4:3 e 4).

A Judéia ficava ao sul, a Galiléia na parte norte, e entre ambas estava localizada Samaria. Qualquer pessoa que quisesse fazer esse trajeto deveria ir em linha reta.

Os judeus tinham uma atitude estranha. Desviavam-se para o lado oeste, atravessavam o rio Jordão e subiam pelo deserto. Quando percebiam que já tinham passado Samaria, saiam do deserto e entravam na Galiléia. Com isso, andavam vários quilômetros a mais.

Por que faziam isso? Por que gastavam tanto tempo e energia andando pelo deserto?

A razão era simples: não queriam passar pela terra maldita dos samaritanos. Na opinião deles, o povo de Samaria não era digno da salvação. Numa ocasião um discípulo sugeriu que seria bom que caísse fogo do céu e consumisse aquela gente.

Na opinião dos judeus, os samaritanos eram pessoas que tinham brincado demais com as oportunidades divinas, tinham endurecido tanto o coração que para eles já não restava esperança de salvação.

Mas o texto diz que era necessário que Jesus fosse à Samaria, porque para Ele não existe gente sem esperança, para Ele não existe caso perdido.

Nós, os seres humanos, perdemos as esperanças facilmente. Com freqüência, sou procurado por pais aflitos expressando a tragédia de seus filhos:

- Pastor, já fiz de tudo para ajudar meu filho. São anos de escravidão nas garras do vício. A droga tem acabado com todos os seus sonhos, ideais e valores. Acho que para ele já não há mais solução.

Existem esposas que perderam a alegria da vida porque o esposo tem sido infiel aos votos matrimoniais. De nada adianta as promessas e decisões que o marido toma. Na opinião da esposa, já não existe mais esperança de recuperação para esse homem.

Devemos ser cuidadosos ao rotular as pessoas pensando que não existe saída para elas, porque para Jesus não existe um caso perdido. Por isso, era necessário que Ele fosse para Samaria.

Naquela região, especificamente na cidade de Siquém, vivia uma mulher, que na opinião dos samaritanos, não tinha mais recuperação. Jesus a conhecia muito bem; Jesus conhecia o vazio do coração daquela mulher. Tinha ouvido seu clamor silencioso nas noites intermináveis de insônia que vivia atormentada pelo peso da culpa. Por isso era-lhe necessário passar por Samaria. Jesus nunca permanece indiferente diante das necessidades do ser humano.

O mundo cristão conhece a mulher samaritana como a pecadora que andava roubando o marido de todas as mulheres da cidade. Mas poucos se detiveram a pensar nas raízes do problema daquela mulher.

Ela não tinha nascido adúltera. Era uma mulher sonhadora que desde jovem experimentara o vazio do coração humano. Era uma mulher sincera a procura de um sentido para a vida. Andou por muitos caminhos, alguns deles escabrosos, a procura de algo concreto, mas tudo o que achava, depois de tanto esforço, durava pouco tempo.

Casara-se muito jovem pensando que o casamento preencheria aquela sensação horrível de vazio que doía dentro do coração, mas o casamento não durou muito. Outra pessoa em seu lugar abandonaria esse caminho. Ela não. Ela não se dava por vencida facilmente.

Tentou de novo outros casamentos. Também não deram certo. A história bíblica diz que ela tentou 5 vezes, mas o fim de todas essas tentativas foi o fracasso. A samaritana continuava sendo uma mulher vazia. Os minutos de alegria lhe escapavam como areia por entre os dedos.

O fato de passar de mão em mão pelos homens da cidade, era o grito desesperado de seu coração procurando um sentido para a sua existência.

Pensemos um pouco na situação desta mulher. Todos os dias ela acordava, corria ao banheiro procurando água e encontrava o cântaro vazio, apesar de tê-lo enchido no dia anterior. Então pegava o cântaro vazio e dirigia-se ao poço de Jacó para buscar mais água. Essa água só lhe duraria 24 horas. No dia seguinte ela teria que retornar ao poço. Essa rotina era massacrante em sua vida: sempre procurando alguma coisa e o que achava durava pouco tempo. Não era uma simples leviandade que a levara a ter a fama de adúltera inveterada.

Amigo querido, é perigoso julgar as pessoas simplesmente pelos seus atos. Você pode ver um bêbado jogado na sarjeta e pensar que é um pobre homem sem força de vontade, mas não se apresse a condená-lo. Você não conhece os motivos que o levaram a essa situação.

- Como? - você diz, - a Bíblia não ensina que as pessoas são conhecidas pelos seus frutos?

É verdade, mas é verdade também que precisamos entendê-las pelas raízes.

O que leva um jovem a usar drogas? Sem dúvida nenhuma, a droga é uma fuga, e quando a pessoa fica viciada é fácil cair no crime para sustentar o vício. Mas qual foi o início de tudo isso? O que essa pessoa buscava nas sensações alucinantes dos efeitos passageiros da droga?

Você já foi traído alguma vez? Não condene o amigo que o traiu. Tente entendê-lo. O que o levou à traição? Que complexos esconde esse pobre homem por trás de sua atitude covarde?

Todos temos uma herança genética, cultural, social e familiar que de alguma forma influi em nossos atos. Todos temos motivações inconscientes que nos assustariam se as entendêssemos completamente. Então, por favor, sejamos misericordiosos com a samaritana. Vamos tentar compreendê-la antes de condená-la.

Naquele dia, a samaritana saiu de casa com o cântaro nos ombros para cumprir a rotina da sua vida. Mas aquele dia seria diferente; Jesus seria a diferença. Ele sempre é a diferença entre o fracasso e o sucesso, entre as trevas e a luz, entre o desespero e a esperança, entre o vazio e a plenitude.

O texto bíblico diz que Jesus estava sentado perto do poço, cansado da viagem.

Como? Jesus era Deus. Deus não se cansa. Mas na pessoa de Jesus, Deus se fez homem para poder alcançar o pobre homem condenado à morte. Emociona-me pensar em Jesus cansado. Pergunto-me às vezes, o que Ele viu em mim para deixar a glória celeste e se fazer homem para me buscar? Nunca O entenderei! Mas o que teria sido de você e de mim se Ele não tivesse vindo nos buscar?

O encontro com Jesus mostrou àquela mulher que além de vazia por dentro, era um ser humano cheio de preconceitos.

Nunca saberemos na realidade quem somos até que nos encontremos face a face com Jesus. Separados d'Ele, seremos incapazes de conhecer a nós mesmos. Separados d'Ele, seremos vítimas fáceis do complexo de superioridade ou de inferioridade. Jesus é o único capaz de mostrar-nos uma imagem equilibrada de nós mesmos.

Analisemos o encontro. É Jesus que inicia o diálogo. A iniciativa da salvação sempre é divina. Não é o homem que quer ser salvo; é Deus que quer salvar o homem. A nossa aceitação é simplesmente a resposta ao trabalho que o Espírito está realizando em nosso coração. A iniciativa da salvação sempre é divina. "... Dá-me de beber" (João 4:7).

Por que o Rei do Universo, o Criador do Céu e da Terra, o Dono de todas as fontes de água, pede de beber?

"Se eu tivesse fome, não to diria, pois meu é o mundo e a sua plenitude" (Salmo 50:12). Diz Davi. Por que então Ele pediu água a samaritana?

Aqui, há algo que precisamos compreender. Deus nunca nos pede algo porque precisa do ser humano. Ele pede porque tem algo maior para nos oferecer.

"Dá-me, filho meu, o teu coração..." (Provérbios 23:26).

Para que Deus precisa deste coração egoísta que temos? Ele pede porque tem algo maior para nos oferecer. Não esqueça disso!

Voltemos aos preconceitos da samaritana. Ela não sabia que era preconceituosa. Seus preconceitos se revelaram na presença de Jesus: "... Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos)" (João 4:9).

Pobre mulher! Durante toda sua vida tinha carregado um vazio interior em seu coração. Tentando preencher esse vazio, tinha andado por caminhos estranhos, tinha se machucado e machucado muita gente. Tinha descido a um poço de angústia e desespero. Sua vida não tinha brilho, nem alegria, nem maiores perspectivas. Tudo era uma grande rotina que a asfixiava.

Agora estava ali, diante de sua grande oportunidade. Jesus tinha deixado tudo de lado e dirigido-Se a Siquém para transformar sua vida, mas o preconceito quase põe tudo a perder.

O preconceito tem trazido tanta dor à nossa vida! Não feche seus ouvidos à Palavra de Deus simplesmente porque nasceu "samaritano". Não permita que tradições e preconceitos o impeçam de analisar por você mesmo o plano que Deus deixou para você na Sua Palavra.

Quer ver outro preconceito da samaritana? "... Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde pois tens a água viva?" (João 4:11)

Não havia lógica na promessa de Jesus. Do ponto de vista humano, a mulher estava certa. O poço era fundo e Jesus não tinha corda e nem balde para tirar a água. Como podia oferecer algo que humanamente era impossível conseguir?

É pensando deste modo que muita gente sincera hoje fica carregando dentro de si a sede permanente da insatisfação:

- Como pode Jesus resolver o meu problema? Dê-me uma explicação lógica. Explique-me como isso se encaixa nos princípios da psicologia. Apresente-me argumentos razoáveis; não me diga que tenho simplesmente que acreditar.

A resposta de Jesus não apresentou nenhum argumento que satisfizesse a curiosidade lógica da samaritana. Ele se limitou a falar dos benefícios daquilo que estava oferecendo. "... Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte d'água que salte para a vida eterna" (João 4:13 e 14).

Era disso que ela estava precisando. Uma água cujos efeitos não acabassem nunca. Estava cansada de soluções passageiras. Precisava de algo duradouro. Em sua vida tinha tentado analisar as coisas logicamente, sempre tinha aceitado um argumento depois de raciocinar muito em torno dele, mas de que tinha servido? Quanto tempo tinham durado suas soluções lógicas? Por que não dar àquEle estranho um voto de confiança? "... Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la" (João 4:15).

Mas agora Jesus a confronta com o seu passado. Ela não podia continuar fugindo dele e fingindo que estava tudo bem. Por mais doloroso que fosse, devia reconhecer quem era. O médico só pode curar alguém que reconhece que está doente e que quer ser curado. "Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (João 4:16-18).

Será que Jesus gosta de atormentar uma pessoa lembrando-a de seu passado? Não, claro que não. Mas Ele sabe que para curar uma ferida, é preciso limpá-la, embora isso possa doer. Não existe presente sadio sem um passado limpo. Não é ignorando o passado e fingindo que nunca existiu que poderemos construir um presente sadio. É preciso reconhecer o passado, a culpa e os erros para então levá-los a Jesus. Nada de explicações. Ninguém precisa justificar seus erros. Erros precisam ser perdoados e corrigidos, não explicados.

Conheci um jovem aparentemente fracassado na vida. Iniciara vários cursos universitários e não concluíra nenhum deles. Tinha fracassado em dois casamentos e os filhos não queriam ficar com ele. Não conseguia manter-se empregado e qualquer empreendimento próprio terminava em falência.

Quando o conheci, ficou muito tempo tentando explicar seu insucesso. Jogava a culpa nas ex-esposas, dizia que os filhos não queriam vê-lo porque "elas faziam a cabeça das crianças". Queixava-se da falta de oportunidade, criticava os ex-patrões, jogava a culpa no governo por causa da situação que o país vivia e que não lhe permitia prosperar em seus empreendimentos. Enfim, todo mundo era culpado. O fato de estar experimentando drogas era seu grito de protesto contra a família e a sociedade.

Gastamos muito tempo conversando. Tentei confrontá-lo carinhosamente com sua própria realidade. Nada mudaria se ele não limpasse a ferida infeccionada. Teria que limpar o passado purulento, mas antes era preciso reconhecer que o passado existia e estava cheio de erros.

Chorou, chorou porque doía sem dúvida. Mas caiu aos pés de Jesus e clamou:

- Senhor, dá-me de beber desta água para que nunca mais tenha sede.

E o Senhor abriu os braços e o recebeu.

O tempo passou. Hoje as coisas são diferentes. Reconstruiu o lar com uma das ex-esposas, é um pai querido, um esposo feliz e um profissional realizado.

Esse Jesus maravilhoso está neste momento perto de você com os braços abertos. Não permita que seus preconceitos o impeçam de abrir o coração e dizer:

- Senhor, dá-me dessa água para que nunca mais tenha sede.

Se você já correu muito por essa vida, procurando um sentido para sua existência, experimente Jesus. Com Ele, a cultura, o dinheiro, o poder e a fama ganham maior brilho. Tudo se encaixa, tudo tem razão de ser.

Abra o coração e aceite a Jesus

ORAÇÃO
Pai querido, estou abrindo o coração a Jesus. Tu conheces a minha história. Por favor, responda esta petição sincera. Amém.

Pr. Alejandro Bullón

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