segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Devemos festejar o Halloween?


Devemos festejar o Halloween?

Atualmente está entrando no Brasil esta celebração, mas nos Estados Unidos, é uma comemoração bem difundida, a seguir uma noção histórica e uma análise cristã sobre o assunto

Ano Novo Celta

31 de outubro é o dia mais importante no ano satânico. Marca o ano novo Celta, neste dia, realizavam cerimônias de adoração ao "deus da morte" ou ao"senhor da morte". Isso acontecia na cerimônia "Samhain" durante o festival de inverno, na qual eram oferecidos sacrifícios humanos. Ao mesmo tempo, outros espíritos maus levantavam-se e perturbavam os povos. No dia 31 de Outubro, os Celtas esperavam ser perturbados por fantasmas, por espíritos maus, e por demônios; e não lhes era nenhum divertimento ou jogo! Iluminariam fogueiras para guiar os espíritos da sua própria cidade e para manter fora os espíritos maus de outros lugares.

Os Druidas

os Celtas tiveram padres satânicos chamados Druidas. Em 31 de Outubro, os druidas iam de casa em casa exigir determinados alimentos, e todo aqueles que recusassem doar eram amaldiçoados. Os povos eram atormentados por meio da mágica. Enquanto os druidas carregaram grandes nabos ocos os quais eram consagrados e esculpido faces de demônios como encantos. Cada um acreditava conter o espírito do demônio que havia conduzido pessoalmente ou guiado esse padre - seu pequeno deus. Os trajes eram fantasiados às vezes para esconder a identidade do druida porque ameaçaria povos com as maldições se não cooperassem com o alimento exigido.

Divindade

Aqueles que adquiriam fortuna falando em divindade descobriram que esta era a noite que tinham o maior sucesso. Convidavam Satanás para abençoar seus esforços. Uma forma de divindade devia pôr maçãs em um barril e curvar-se sobre elas. Quem primeiramente conseguisse puxar uma maçã sem usar seus dentes, teria a boa sorte durante todo o ano. Então descascariam a maçã e jogariam a casca sobre seu ombro e olhariam rapidamente ao redor. Esperaram ver uma visão ou um aparição que indicasse com qual desses eles deviam se casar.


Sacrifício

Estas coisas aconteceram diversos séculos antes de Cristo. Os sacrifícios foram feitos aos deuses, especialmente ao deus da morte: Sam Hain . Sacrificava-se tudo desde vegetal ao ser humano eram oferecidos. Isto aconteceu, e em algumas partes do mundo e ainda hoje acontece.

O Oitavo Século

No oitavo século, o papa, em um esforço para fazer os povos parar o festival de Sam Hain, inventou o dia de todos os santos (1. de Novembro). Esta era uma tentativa de afastar os povos da horrível observância de Sam Hain. Todo "dia dos santos" eram prestado homenagens aos mártires do perseguição romana. Não funciona. Nunca funcionará o Cristianismo e um feriado pagão. O santo e o profano não se misturam!!

A Idade Média

Na idade média houve uma grande renovação de práticas satânicas, da feitiçaria a mágicas satânicas - como existe hoje. Durante este tempo, a idéia é que as bruxas viajavam em cabos de vassouras aos sábados negros (a celebração do dia das bruxas a cada 31 outubro) para a adoração a Satanás. Foram guiadas por espíritos na forma de gatos pretos. Os druidas adoravam os gatos que acreditavam ser a reencarnação de pessoas más.

Nos Estados Unidos

O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava.

A PARTICIPAÇÃO DA IGREJA

Este festival da morte sobreviveu todos os esforços da igreja de afastá-la. A igreja está se juntando a oposição comemorando este festival. O diabo foi muito bem sucedido em invadir feriados cristãos como o Natal e a Páscoa. Halloween é diferente, foi sempre satânico por natureza. Satanás engana os cristãos para comemorar seu festival. O dia de todos os santos se transformou (all holly days) para o dia de tudo consagrado (all hallows days) e veio a ser chamado no mundo ocidental a véspera do dia consagrado (all hallows eve), e depois (all hallows Een). Finalmente, a palavra foi reduzida à maneira que nós a temos hoje, Halloween. Isso é a origem do nome , e mesmo se for chamado de (all hallows evening) entardecer ou noite da consagração, não tem nada a ver com a fé cristã e nunca terá!

No fundo é isso: Halloween tem sido tão difundida de uma forma enganosa que muitos pais não estão conscientes de todo o simbolismo que há em truques ou na cerimônia, em vestir trajes fantasiados, toda a decoração típica deste dia. 31 de Outubro é a noite que Satanistas e ocultistas do mundo reservam para a dar a maior honra a Satanás e a orar para a queda da igreja de Jesus Cristo e a destruição das famílias. É a noite do sacrifício humano a Satanás. É o dia mais importante na vida de um Satanista. Não é uma comemoração inocente!!

O Halloween Moderno

E a celebração moderna de Halloween?. Não é o tema inteiro uma escuridão, morte, medo, ameaça de destruição e do diabo? Há bruxas, cabo de vassouras, bastões, corujas, fantasmas, esqueletos, morte, e monstros. Nós vestimos nossas crianças como demônios, bruxas, fantasmas, monstros e mandamo-as (nos Estados Unidos principalmente) para fora nas ruas na escuridão e refazer a prática dos druidas, do alimento exigindo dos povos sob a ameaça dos truques se não cooperar.

Nós pegamos não um nabo, mas uma abóbora e esculpimos as caras do demônios nela e decoramo-as com ela. Em Halloween haverá maçã banlançando, divindade chamando fortuna, casas assombradas, as velas iluminando, e os espíritos chamados. Haverá outras coisas em nome do divertimento e do excitamento. Haverá sacrifícios dos cães, de gatos, de ratos, de galinhas, de cabras e mesmo de seres humanos!

Você diz, "mas... nós não levamos isto a sério" Mas o diabo leva! Particularmente isto é verdadeiro quando a igreja que Jesus comprou com seu sangue se contamina com coisas oferecidas a satanás.

Como Isto Deve Afligir O Senhor!

Halloween nunca foi uma comemoração cristã e não tem nenhum lugar na vida de alguém que nasceu de novo em Jesus Cristo. De fato é uma abominação a Deus e nós devemos nos afastar de tudo que envolve esta celebração. Olhando sua historia, nós descobriremos suas raizes no paganismo, Satanismo, e no ocultismo; e veremos que as expressões modernas não são melhores!

Referências Bíblicas

Oseias 4:6
Ezequiel 44:23
Deuteronomios 18:9-14
Jonas 1:27
2 Corintios 6:14
Filipenses 4:8
Deuteronomios 7:25-26
1 Tessalonissences 5:21-23
1 Corintios 10:19-23

Principal Fonte

Tom McKenny,
"Festival of Death"

Traduzido por
Joel dos Santos

Outros sites sobre o assunto

http://www.iebf.org.br/estudos/bruxas.html

http://www.chamada.com.br/mensagens/artigos/halloween.shtml

http://www.geocities.com/Heartland/Plains/3168/halloween.html
description: Halloween - A Christian Perspective
http://home.computer.net/~cya/cy00061.html
description: Lighting The Darkness
http://www.geocities.com/Heartland/Meadows/4380/halloween.html
description: Halloween
http://www.annieshomepage.com/halloweenlinks.html
description: Annie's Halloween Links Page
http://www.angelfire.com/nd/trickortreat/
description: HALLOWEEN! Harmless? or Hazardous?

http://www.angelfire.com/md/umadblu/halloween.html

sábado, 29 de outubro de 2011

Vencendo O Mundo Interior


Vencendo O Mundo Interior

"No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci
o mundo" (João 16:33).


Alexandre, o Grande, conquistou o mundo diante dele, mas,
foi subjugado por suas próprias concupiscências. Ele morreu
em estado de estupor, completamente bêbado. O cristão
conquista suas próprias concupiscências, a fim de subjugar o
mundo dentro dele. Em Cristo somos mais que vencedores .


De nada adianta vencer todo o mundo ao redor e não vencer o
mundo que existe dentro de nós mesmos. É este último que nos
abate, que nos desencoraja, que nos afasta de Deus. E só
seremos mais que vencedores se expulsarmos o mundo em nosso
interior, substituindo-o pela presença viva e poderosa do
Senhor Jesus Cristo.


Alexandre, o Grande, na realidade, mostrava-se pequeno. Ele
não conseguiu vencer o seu próprio ego, nem seu egoísmo, nem
sua arrogância, nem sua prepotência. Ele era fraco. Jamais
experimentou a verdadeira alegria; nunca conseguiu se impor
sobre seu maior inimigo -- ele mesmo. Ele foi derrotado...
até a bebida era mais forte que ele.


Quando abrimos o coração para Jesus, passamos a ser fortes.
Ele nos fortalece, nos reveste de Sua armadura, nos protege
de todo o mal. Mesmo nas lutas mais duras e difíceis nós
sabemos que conquistaremos a vitória. E quando as
dificuldades se apresentam, sempre ouvimos a voz do Senhor:
"Tende bom ânimo". Sentimo-nos renovados, estimulados,
fortalecidos... e, da mesma maneira que o Senhor venceu o
mundo, nós também venceremos.


Se você sonha alcançar o sucesso em sua vida pessoal, se
quer ser reconhecido como um grande vencedor, lembre-se que
a maior batalha a travar será contra você mesmo. Vencendo
essa luta, todas as demais serão bem menos difíceis.
Esvazie-se de si mesmo e deixe Cristo dirigir seus passos.


O maior conquistador não é aquele que se apresenta como "o
grande" e sim aquele que é dirigido pelo "Grande" Senhor e
Salvador.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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Quando A Última Trombeta Tocar...


Quando A Última Trombeta Tocar...

"Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: Faze-te duas
trombetas de prata; de obra batida as farás, e elas te
servirão para a convocação da congregação, e para a partida
dos arraiais. E, quando as tocarem, então toda a congregação
se reunirá a ti à porta da tenda da congregação. Mas, quando
tocar uma só, então a ti se congregarão os príncipes, os
cabeças dos milhares de Israel. Quando, retinindo, as
tocardes, então partirão os arraiais que estão acampados do
lado do oriente. Mas, quando a segunda vez retinindo, as
tocardes, então partirão os arraiais que estão acampados do
lado do sul; retinindo, as tocarão para as suas partidas.
Semelhantemente, no dia da vossa alegria e nas vossas
solenidades, e nos princípios de vossos meses, também
tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, sobre os
vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por memorial
perante vosso Deus: Eu sou o SENHOR vosso Deus" (Números
10:1-6, 10).


No Velho Testamento, sob o comando de deus, trombetas foram
usadas para chamar os príncipes e toda a congregação,
anunciar viagens, comunicar planos. Eram usadas, também, em
dias de alegria.


Grande alegria haverá, para a Igreja de Cristo, quando a
última trombeta tocar. Nada poderá trazer mais júbilo ao
coração do que ouvi-la. Os mortos no Senhor ressuscitarão e
os vivos serão transformados. As trombetas do Senhor
chamarão todos os cristãos, mortos e vivos, e todos juntos
receberão um corpo glorioso de ressurreição.


Será maravilhoso ouvirmos o Salvador nos chamar pelo nome, e
ao nos apresentarmos, ouvi-Lo ainda dizer: "Vinde bendito de
meu Pai". Estaremos diante dele; poderemos abraçá-lo,
entraremos no Céu de glória para ali viver... para sempre.


Será um dia de grande regozijo para mim e, espero, será de
grande felicidade também para você.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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Uma Cruz Pesada... Ou Não?


Uma Cruz Pesada... Ou Não?

"Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome
cada dia a sua cruz, e siga-me" (Lucas 9:23).


Um homem reclamou, certa vez, para um anjo, que a cruz que
carregava era muito pesada. O anjo o levou a um campo cheio
de cruzes e lhe disse: "Certo, siga o seu coração. Quando
você achar uma cruz que considere melhor, pode trocar pela
sua". Depois de procurar por várias semanas, o homem não
conseguiu encontrar nenhuma cruz mais leve que a sua.


Quanto mais entendemos os planos de Deus para nossas vidas,
mais leve se torna a cruz que carregamos. Quanto mais
sentimos prazer em fazer a vontade do Senhor, mais ignorado
é o peso de nossa cruz. Quanto mais nos colocamos diante do
altar de Deus, mais compreendemos que "todas as coisas
cooperam para o nosso bem", inclusive o peso da cruz que
suportamos.


A nossa caminhada neste mundo é um aprendizado, uma
preparação para grandes desafios, um degrau a mais para
alcançarmos a verdadeira felicidade em Cristo Jesus. Cada
um, de maneira particular, tem uma cruz a carregar. E, por
mais que nos pareça pesada, é ajustada à nossa resistência.
É a nossa cruz... é perfeita para o nosso crescimento
espiritual... não podemos trocá-la por nenhuma outra.


Quando murmuramos pelas dores que ela nos traz; quando nos
curvamos ante as aflições que ela nos proporciona; quando
nos recusamos a suportar a carga que nos é imposta; perdemos
a oportunidade de ir mais longe, de subir mais alto, de
testemunhar das bênçãos maravilhosas que o Senhor tem
preparado para os vencedores.


A sua cruz é pesada? Eu lhe digo que não! Ela tem o peso
exato do que você pode aguentar e os ensinos exatos do que
você precisa aprender. E, com fé, verá que as mãos do Senhor
estão colocadas entre seus ombros e a cruz, e, logo ela se
tornará tão leve que você nem sentira mais seu peso.


Amando ao Senhor, você nem perceberá que está carregando uma
cruz.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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Estamos À Sua Espera


Estamos À Sua Espera

"Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há
de vir assim como para o céu o vistes ir" (Atos 1:11).


Uma pequena menina ouviu sua mãe e outra senhora conversando
sobre a volta de Jesus. Mais tarde, a mãe subiu até o quarto
da filha e a encontrou junto à janela. A menina, vendo sua
mãe, disse: "Mãe, eu ouvi você dizendo que Jesus está
voltando. Eu estou esperando por Ele, pois, quero ser a
primeira a vê-Lo. Eu tomei banho, coloquei roupas limpas e
estou pronta."


Como seria bom se fizéssemos o mesmo que aquela menina. O
nosso Senhor está voltando e precisamos estar preparados
para recebê-Lo. E não podemos aguardá-lo de qualquer
maneira. Precisamos estar com as mãos limpas, com o coração
puro, sem ódio ou ressentimentos, sem mágoas ou murmurações.
Nossas roupas precisam ser bonitas e bem passadas. Precisam
trazer as cores do amor, da generosidade, do afeto, da
sinceridade. Precisamos, como a menina de nossa história,
estar prontos para receber o Salvador.


E se a realidade é outra? E se não estamos prontos? E se
nossas mãos e nossas roupas não estão limpas? Podemos
esperar o pior? Podemos nos conformar em ficar de fora da
festa de Sua chegada? Eu não quero ficar de fora e creio que
você também não quer. Queremos estar bem na frente, para
vê-lo de perto, para ouvir Sua voz, para segurar em Suas
mãos. Oh, que belo dia será! Que grande regozijo haverá em
nossos corações!


Eu quero pedir a Deus que me purifique, que me santifique,
que me lave com Seu sangue e me torne tão branco quanto a
neve. Não quero ter nenhuma mancha em minhas vestes e nem
que o meu rosto perca o brilho do Senhor. Eu quero vê-lo
junto a mim, ouvi-Lo chamar meu nome, quero sentir o Seu
abraço e quero ser levado por Ele ao lugar que me preparou
no Céu de glória.


Eu estou junto à janela da minha bênção... venha estar ao
meu lado... vamos esperá-lo juntos!


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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Seria indícios do Anticristo???


Vaticano pede reformas no sistema financeiro

O Vaticano pediu nesta segunda-feira uma reforma urgente do sistema financeiro e a criação de uma autoridade pública mundial que tenha poder e competência universal e se atenha "aos princípios de auxílio e solidariedade".

O pedido está no documento "Por uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública com competência universal", apresentado pelo cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz.

No documento, o Vaticano também defende a taxação de transações financeiras. A Santa Sé assegura que o liberalismo econômico "sem regras e sem controles" é uma das causas da atual crise econômica e denuncia a existência de mercados financeiros fundamentalmente especulativos, prejudiciais para a economia real, especialmente em países mais fracos.

No texto de 41 páginas, o Vaticano diz que a economia mundial está cada vez mais dominada pelo utilitarismo e materialismo e caracterizada por uma expansão excessiva do crédito e de bolhas especulativas que geraram crise de solvência e confiança.

O documento se inspira na encíclica de Bento XVI "Caritas in veritate" (Caridade na verdade), e defende que a atual crise financeira pôs em evidência comportamentos egoístas e de cobiça coletiva. Para o Vaticano, a raiz da crise não é somente de natureza econômica e financeira, mas sobretudo de natureza moral.

Já sobre a Autoridade Pública Mundial, o Vaticano afirma que seria necessária por causa da crescente interdependência entre os estados. Ela não poderia ser imposta pela força, mas deveria ser expressão de um acordo livre e compartilhado.

O documento também ressalta a necessidade de reformar o sistema monetário internacional e criar um organismo "que atue como um Banco Central Mundial", para regular o fluxo e o sistema dos intercâmbios monetários. Segundo o texto, o Fundo Monetário Internacional perdeu sua capacidade de garantir a estabilidade das finanças mundiais.

Já sobre a taxação às transações financeiras, o Vaticano sugere "alíquotas equitativas que contribuam na criação de uma reserva mundial, para sustentar a economia dos países afetados pela crise e a reparação de seus sistemas monetários e financeiros".

No documento, o Vaticano assinala que os estados devem ceder de forma gradual e equilibrada uma parte de suas atribuições nacionais a uma Autoridade Mundial.

"Hoje se vê como surrealista e anacrônico que um estado considere que pode conseguir de maneira autárquica o bem de seus cidadãos. A globalização está unificando os povos, levando-os a um novo 'estado de direito' em nível supranacional, a um novo modelo de sociedade internacional mais unida, respeitosa com a identidade de cada povo", assinalou.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/10/24/vaticano-pede-reformas-no-sistema-financeiro.jhtm 24/10/2011 - 10h10

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Pressa Espiritual


Pressa Espiritual

"Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para
mim, e ouviu o meu clamor" (Salmos 40:1).

Muitos anos atrás, um jato bombardeiro da Marinha americana
caiu no deserto de Nevada, durante teste de artilharia
colocada em sua asa. O jato estava voando em velocidade
supersônica, mas, as bombas de sua artilharia eram
subsônicas. O que aconteceu foi trágico. O jato chocou-se
com as bombas que acabara de lançar segundos antes. O jato
estava se movendo muito rápidamente.

Algumas vezes nos movemos rápido demais na busca de uma
bênção espiritual. Deus fala e, por causa da rapidez com que
nos movemos, não O ouvimos. Devemos ter cuidado para que a
pressa não nos impeça de ouvir o som da Palavra de Deus. O
melhor é estarmos sempre no centro de Sua vontade.

O salmista nos diz: "Esperei com paciência no Senhor". Por
que não seguir seu exemplo? Aguardar, quieto e sem pressa,
é, quase sempre, a forma mais rápida de alcançar a bênção
desejada. Quando confiamos no Senhor, a possibilidade da
vitória é certa. Ele conhece o tempo e a forma de atender às
nossas necessidades.

Quando nos apressamos na busca da realização de algum sonho,
confiando em nós mesmos, o resultado pode ser tão trágico
quando o de nossa ilustração. Podemos perder o rumo, podemos
cair após um choque com nossa incompetência, podemos
perceber que a pressa nos fez deixar para trás a bênção tão
ardentemente sonhada.

Se estamos buscando, há muito tempo, uma resposta do Senhor,
esperemos um pouco mais. Se almejamos uma grande conquista e
muito tempo já passou, esperemos um pouco mais. Se a nossa
esperança já nos fez esperar bastante, esperemos ainda um
pouco mais. A paciência, com fé em Deus, é a forma mais
rápida de alcançar todas as vitórias.

Você está com pressa? Então Espere!

Paulo Barbosa
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Um Caminho Limpo


Um Caminho Limpo

"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando
envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6).

Uma pequena menina seguia seu pai que vistoriava uma nova
plantação. Ela andava exatamente por onde seu pai andava. Em
determinado momento ela fala ao pai: "Papai, se você
conseguir evitar a lama em seus pés eu também não me sujarei
de lama!" O pai que ama a seus filhos procura andar em um
caminho limpo.

Estamos nós conscientes de que somos responsáveis pela vida
e futuro de nossos filhos? Temos procurado ser um modelo ou
exemplo para eles? Temos nos esforçado para lhes dar uma
educação correta a fim de que sejam vitoriosos e felizes?

Os filhos costumam seguir os passos dos pais. Vêem o que
eles fazem e tentam imitá-los. Eles são seus heróis, as
pessoas que julgam perfeitas e tentam, de todas as formas,
parecer com eles.

Um pai que vive bêbado pode conduzir os filhos ao mesmo
caminho. Um pai que não respeita a ninguém não poderá
impedir que seus filhos sejam iguais. Um pai que mente na
frente dos filhos não conseguirá fazer com que estes sejam
sempre verdadeiros. Ele pode ser a razão de um futuro
vitorioso ou pleno de derrotas para a sua casa.

Precisamos cuidar de nossos filhos, conduzi-los pelos
caminhos da honestidade e respeito, da verdade e da retidão,
da pureza e da humildade. Precisamos iluminar os caminhos
por onde irão passar e, com muito amor e dedicação,
ensinar-lhes o caminho de Deus. Seguros nas mãos do Senhor,
eles caminharão em segurança, fortalecerão as esperanças,
crescerão em fé, realizarão os bons sonhos, serão mais que
vencedores e viverão satisfeitos.

Se você deseja que seus filhos sejam felizes e abençoados,
evite os "caminhos de lama"... ande por "caminhos limpos."


Paulo Barbosa
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Com Alegria E Entusiasmo


Com Alegria E Entusiasmo

"Cantai ao SENHOR, porque fez coisas grandiosas; saiba-se
isto em toda a terra" (Isaías 12:5).

Uma Missionária conta que, certa vez, descrevia o caráter
amoroso do deus dos cristãos para um grupo de mulheres
chinesas. Enquanto ela retratava, com um entusiasmo santo, a
misericórdia de Deus pelos pecadores e por todos os que
sofrem, uma das chinesas se virou para outra, que estava a
seu lado, e disse: "Bem que eu, frequentemente, lhe dizia
que deveria haver um Deus assim."

A nossa ilustração mostra um detalhe interessante: a mulher
chinesa, sem conhecer ao Senhor, já falava, com insistência,
a uma amiga, sobre a possível existência de um Deus de amor
e misericórdia.

E o que dizer de nós, que conhecemos e provamos da bondade
incomparável de Deus? Que dizer de nós, que, no dia em que
abrimos o coração para o Salvador, tivemos os pecados
perdoados e a vida transformada? O que dizer de nós, que
outrora andávamos perdidos e sem alegria e hoje desfrutamos
das ricas e poderosas bênçãos do Senhor? Temos, também,
compartilhado com todos a grande experiência que mudou o
rumo de nossos passos?

Tenho certeza de que aquela missionária, em terras chinesas,
tinha motivos de estar entusiasmada com o que dizia. Não
eram palavras estudadas ou decoradas, mas, a realidade do
júbilo que enchia sua alma e seus dias. Ela amava ao Deus
que a amava, ela obedecia ao Deus que a havia resgatado do
pecado. Ela brilhava pela presença do Espírito do Senhor em
sua vida.

O que Deus faz é tremendo. Eu também estou entusiasmado. Não
posso deixar de falar do Salvador, não posso deixar de
cantar e glorificar o Seu nome. Não posso impedir que o
mundo saiba o quanto eu sou feliz!

Paulo Barbosa
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Dois Tipos De Pessoas


Dois Tipos De Pessoas

"... e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora"
(João 6:37).

Existem apenas dois tipos de pessoas: aquelas que dizem para
Deus "tua vontade seja feita" e aquelas para quem Deus dirá
no fim "tua vontade seja feita". Todos que passarão a
eternidade sem Deus, fizeram essa escolha. Ninguém que tenha
feito escolha diferente ficará longe de Deus. Nenhuma alma
que deseja ardentemente a alegria verdadeira, deixará de
experimentá-la." (C.S. Lewis)

É verdadeira a afirmação de Lewis. Cabe a nós escolher o
lugar onde passaremos a eternidade -- com Deus ou sem Ele.

Quando nossa escolha é fazer a vontade do Senhor, não apenas
estamos assegurando um lugar no Céu, para sempre, mas
passamos a desfrutar de uma vida nova, cheia de regozijo e
plena de conquistas espirituais. Caminhamos seguros e
confiantes de que estamos no rumo certo e, mesmo debaixo de
tormentas, sempre vislumbraremos os raios de sol das bênçãos
de nosso Deus.

Quando escolhemos rejeitar a Deus, perdemos a oportunidade
de gozar de Sua companhia, de ouvir a Sua voz amorosa, de
sentir as carícias de Suas mãos carinhosas, de poder, nos
momentos de dificuldades, ouvir: "não temas que eu estou
aqui, a seu lado".

Se escolhemos fazer a vontade de Deus, temos o nosso nome
escrito no Livro da Vida e ouviremos, naquele último dia, o
convite de nosso Salvador: "Vinde, benditos de meu Pai". Se
escolhemos fazer exclusivamente a "nossa vontade", a única
coisa que poderemos ouvir, quando estivermos diante do trono
do Senhor, será: "Tua vontade seja feita"... e mais nada!

Que tipo de pessoa é você? A que faz a vontade de Deus ou a
que faz sua própria vontade?


Paulo Barbosa
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Mar Vivo Ou Mar Morto?


Mar Vivo Ou Mar Morto?

"... e tu, sê uma bênção" (Gênesis 12:2).

existem dois mares na Palestina. Um é saudável e fecundo --
o Mar da Galiléia. O outro, amargo e estéril -- o Mar Morto.
Qual a diferença entre os dois? O Mar da Galiléia recebe e
dá. O Mar Morto só recebe -- não tem nenhuma saída.

A qual dos dois mares se assemelha a nossa vida espiritual?
Qual dos dois caracteriza o nosso relacionamento com o
Senhor Jesus? Temos sido um canal de bênçãos, compartilhando
tudo o que recebemos de Deus com aqueles que estão à nossa
volta ou temos o costume de guardar para nós aquilo que
recebemos do Senhor?

O Mar da Galiléia foi palco de grandes acontecimentos. Ali
Jesus falava aos discípulos; ali vidas foram transformadas;
ali os corações se encheram de júbilo; ali muitos foram
chamados a um ministério glorioso; ali os milagres
aconteceram. O Mar Morto nada apresentou. Ali não havia
gozo, não havia refrigério, não havia motivação, não havia
felicidade.

Temos nos apresentado diante de Deus como o Mar da Galiléia?
Temos procurado iluminar o caminho por onde andamos? Temos
testificado, com alegria, de tudo o que temos experimentado
na presença do Senhor? Temos repartido todas as maravilhas
que o Senhor tem derramado em nossas vidas e em nossa casa?
As águas que têm banhado nossos terrenos, agora férteis, têm
sido conduzidas aos terrenos áridos daqueles que não tiveram
ainda as mesmas experiências e que ansiam por dias melhores
e mais felizes?

Quando somos abençoados e não abençoamos, perdemos a paz, o
prazer, o estímulo e a felicidade. Somos águas paradas, como
charcos e pântanos. A bênção é perdida e os milagres são
anulados.

Sua vida tem sido um mar de bênçãos ou um mar amargo e sem
nenhuma vida?


Paulo Barbosa
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Mais Escuridão Em Uma Noite Sem Estrelas


Mais Escuridão Em Uma Noite Sem Estrelas

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as
coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2
Coríntios 5:17).


"Retribuir violência com violência apenas multiplica a
violência, acrescentando uma escuridão mais profunda a uma
noite já destituída de estrelas. A escuridão não pode
expulsar a escuridão; só a luz pode fazer isso. O ódio não
pode expulsar o ódio; só o amor pode fazer isso." (Martin
Luther King Jr)


A grande transformação operada pelo Espírito do Senhor em
nossas vidas consiste exatamente em tornar-nos diferentes do
que costumávamos ser antes de conhecer a Jesus. De nada
adiantaria abrirmos o coração para Jesus e continuar amando
o mundo, desprezando os perdidos, odiando aos que nos fazem
mal. Isso já fazíamos no passado. A verdadeira conversão é
demonstrada a partir do momento em que deixamos de odiar e
passamos a amar; em que deixamos de murmurar e passamos a
glorificar a Deus; em que deixamos de duvidar e passamos a
crer completamente; em que deixamos as trevas e passamos a
viver na luz e a iluminar; em que abandonamos a lista dos
perdidos e passamos a estar inscritos no livro dos salvos.


Se agimos da mesma maneira que os incrédulos, nada mais
somos que incrédulos. Se falamos mal das outras pessoas,
continuamos sendo fofoqueiros e mundanos. Se os nossos
amigos e parentes sempre nos encontram de mau-humor, a
alegria do Senhor ainda não nos fortaleceu. Se as nossas
atitudes ainda são tenebrosas, a Luz do mundo ainda não está
brilhando em nossas vidas. Podemos até dizer que "o Senhor é
o nosso pastor", porém, não passamos de ovelhas desgarradas
que não sabem para onde estão seguindo.


Eu não quero escurecer ainda mais uma noite sem estrelas,
não quero encher ainda mais de dúvidas um coração já
incrédulo, não quero servir de maldição para meus amigos e
sim, de um exemplo que deve ser imitado. Eu quero ser uma
bênção... e você?


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
http://www.ministeriopararefletir.com

Onde Estão Os Raios De Sol? Onde Estão As Gotas De Chuva?


Onde Estão Os Raios De Sol? Onde Estão As Gotas De Chuva?

"Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos
fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na
pureza" (1Timóteo 4:12).


Depois da morte de certo pregador, seus parentes encontraram
muitos dos manuscritos de seus sermões. Estes foram reunidos
e amarrados, uns sobre os outros. Por sobre os sermões havia
um cartão onde estava escrito: "Que benefícios esses
sermões, por mim pregados, trouxeram a quem os ouviu?" No
outro lado do cartão havia a resposta. Ele escreveu: "Onde
estão os raios de sol do ano passado? Eles foram para as
frutas, grãos e legumes que alimentaram a humanidade. Onde
estão as gotas de chuva do ano passado, que a maioria das
pessoas já esqueceu? Elas fizeram seu trabalho de refrescar,
e sua influência ainda permanece." Em conclusão o pastor
escreveu: "Da mesma forma, meus sermões também entrarão nas
vidas, transformando-as e fazendo-as mais nobres e mais
cristãs, preparando-as para o Céu."


Que benefícios as nossas palavras trazem às pessoas com quem
falamos? Que benefícios as nossas atitudes transmitem às
pessoas com quem lidamos? Que frutos têm dado a nossa vida
cristã no ambiente em que vivemos?


Somos filhos de Deus, transformados pelo poder do Espírito
Santo, e é necessário que as flores de nossa felicidade
emoldurem o caminho por onde passamos.


O testemunho do cristão precisa ser marcante, verdadeiro,
constante. A nossa vida não pode passar despercebida, não
pode ser insípida, não pode ser desprovida de cores.
Precisamos influenciar o lugar onde estamos, contagiar os
corações que nos cercam, iluminar toda e qualquer escuridão.


Onde estão os raios de sol de nosso exemplo cristão? Onde
estão as gotas de chuva de nosso testemunho de vida? Eles
devem estar firmados na Palavra de nosso Deus e na dedicação
total ao Senhor. Assim seremos uma bênção... assim as
pessoas poderão ser muito mais felizes.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
http://www.ministeriopararefletir.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Senso crítico digital


Senso crítico digital

via GemindGemind
de Marcellus Pereira

A súbita ausência de Steven Jobs eclipsou todas as notícias sobre tecnologia destes últimos dias. Apesar de sua importância, vou deixar para refletir sobre sua vida numa outra coluna, já que vocês, caros leitores, devem ter tido sua cota do assunto.

Algo que me assombrou nestas últimas semanas foi a nossa falta de senso crítico. Alguns podem pensar que a sociedade avançou muito desde a queima de hereges e bruxas, ou dos enforcamentos e esquartejamentos em praças públicas, mas eu não vejo grandes avanços. Ainda estamos dispostos a rir, gritar e atirar ovos podres em qualquer um que seja apontado como ‘herege’, ‘bruxo’, ‘luser’, ‘macfag’, ‘wintard’ e por aí vai.

Vejamos dois exemplos: há algum tempo chegou à minha caixa postal, novamente, uma foto do Exmo. Sr. Presidente Luis Inácio, lendo um livro do Imortal Paulo Coelho (“O Aleph”), de cabeça para baixo (o livro, não o presidente).

Foi motivo de piadas jocosas, tocadilhos e dezenas de republicações no Facebook.

O que mais chama a atenção é que as pessoas que acharam a foto engraçada (e, por conseguinte, consideraram Lula um analfabeto) “nunca jamais” abriram um livro. Se o tivessem feito, notariam que é impossível a capa estar ao contrário na mão esquerda de alguém. E olhem que a foto original já renderia uma ótima piada (Lula lendo Paulo Coelho? Precisa falar mais alguma coisa?).

Comentei esse fato com alguns amigos e eles se saíram com a máxima: “ah… mas que é engraçado, é…”. Engraçada é a nossa incapacidade de construir uma crítica além da piada forçada. E, ainda pior: a grande maioria não percebeu e nem fez questão de verificar a autenticidade da foto.

Outro: uma amiga repassou um email alertando para o fato de que um lote de “papinha para nenê” da Nestlè havia sido retirado do mercado porque encontraram cacos de vidro no fundo de algumas embalagens. O email dava o número do lote e pedia, claro, que repassasse a todos os meus amigos, mesmo aqueles que não tivessem filhos pequenos.

Apesar de ter minhas diferenças com a Nestlè, não imagino uma empresa daquele tamanho, que faz um ótimo trabalho no relacionamento com os clientes, ser tão desleixada com seu processo produtivo.

Em cinco minutos, fui até sua página e verifiquei que, realmente, um lote da tal papinha (P’tit Pot Recette Banana) foi retirado do mercado por indícios da presença de vidro em uma embalagem. NA FRANÇA! O produto nem é comercializado no Brasil…

Relatei a história à tal amiga e ela foi muito sincera: “…nem li direito, só repassei…”.

É claro que a tecnologia não é a culpada. Ficou mais fácil propagar esse tipo de coisa com o email (e culminamos com o botão “Share”), mas Orson Welles já provocava pânico com o suposto ataque marciano em 1938.

Eu poderia citar mais dezenas de exemplos, mas vocês já entenderam o ponto. Talvez seja da natureza humana essa credulidade, essa curiosa capacidade de aceitar as coisas mais absurdas como verdades absolutas. Mas também é verdade que precisamos usar melhor (e não mais) o senso crítico ou continuaremos caindo em golpes nigerianos, jogadas “171″ diversas, roubos de cartões de crédito em sites russos, esquemas de ingressos para a Copa…

sábado, 15 de outubro de 2011

Consciência Política e Evangélicos


Consciência Política e Evangélicos

via Olhar Cristão
de Joao Cruzue



Bíblia - livro "homofóbico"?
João Cruzué

A seriedade dos assuntos atuais que estão na pauta do Congresso Brasileiro e outras Casas legislativas, onde arte de se fazer política com bom senso e responsabilidade precisa de compromisso e atenção, vem definitivamente trazer o eleitor evangélico diante de um "Jordão". A consciência anterior do exercício de votar precisa ser repensada, melhorada, sob pena de, ao aceitar as propostas dos candidatos a "faraós" modernos, comprometermos nossa caminhada em busca uma pátria mais justa para nossos filhos, netos, as novas gerações, principalmente no que diz respeito à liberdade de expressão tanto religiosa quanto nos meios de comunicação. Chegamos a um período sombrio onde cada passo deve ser dado com extremo cuidado.

Irmão vota em irmão. Este bordão vem sendo repetido ao longo de uma geração. Com raríssimas exceções, o resultado tem sido uma safra de políticos fisiológicos mais comprometidos com o atacado do que com o varejo, isto é, cadeira política para cabidões de empregos de familares de ministros, que às vezes recebem sem nem mesmo trabalhar. Ao escolher um candidato evangélico sem nenhuma consulta democrática aos crentes, talvez por medo, a liderança de uma Igreja "espanta" os votos da casa para uma segunda opção. Essa escolha de forma não democrática é difícil de entender, pois é difícil acreditar que os interesses políticos dos fiéis sejam tão "diferentes" das lideranças da igreja.

O voto em descrente. Se a situação anterior é ruim, o voto em candidato descrente é um desastre. Diante de projetos de lei da magnitude de: liberdade de expressão religiosa, concessão e outorga de emissoras de rádio e TV, evangelização de índios, pseudo-homofobia, uso de espaços públicos para eventos religiosos, educação saúde e saneamento básico, capelanias, aborto, pedofilia, pesquisas de células-tronco embrionárias, publicidade de bebidas alcoólicas, classificação horária para conteúdo para TV, planos diretores municipais, respeito aos direitos humanos, reforma agrária, grupos anárquicos, casamentos não heterossexuais e direitos civis e políticos em geral - o que os evangélicos podem esperar de um voto em uma pessoa sem um caráter cristão? Só mesmo um desastre. A velha máxima ainda é válida: "O preço da liberdade é a eterna vigilância".

No momento atual, a nação brasileira aguarda em sinal amarelo com expectativa de grandes mudanças. A costumeira alienação política da maioria dos evangélicos pode ser um "tiro" no pé. A velha guarda quando não compreendia bem os benefícios do uso do rádio, por ignorância o rotulou como a voz do diabo. Fez a mesma coisa com a TV e assim desperdiçou 40 anos que significaram um prejuízo - não recuperável - de no mínimo de 25% na participação na população brasileira. Isso só não foi pior, bem ou mal, graças a visão de três pastores: David Martins Miranda, Romildo R. Soares e Edir Macedo.

Temos hoje assuntos na pauta do Congresso Nacional que estão diretamente ligados à liberdade de expressão religiosa. Ou as lideranças evangélicas dialoguem melhor e democraticamente com seus membros para garantir uma "Canaã" mais justa para as próximas gerações. Ou daqui a pouco a Bíblia pode ser considerada um livro homofóbico pelo seu conteúdo contrário ao homossexualismo. Daí por diante não pára mais. Aulas de "diversidade" (homossexualismo) nas escolas de ensino fundamental, prisões de pastores, mandados de juizes para celebração de casamentos (na marra) de homossexuais nas Igrejas evangélicas, processos com multas indenizatórias altas por exercício da consciência cristã, etc.

Conclusão: se o Brasil tomar um caminho ruim de agora em diante vai ser principalmente por vacilo e falta de consciência cristã das lideranças das grandes Igrejas Evangélicas a continuar com seus métodos unilaterais, antidemocráticos e "expertos" de escolha de pré-candidatos. Este tipo de hipocrisia produz uma resistência latente, uma revolta, contra o "cabresto", e daí vem a origem voto em descrentes, pois na balança da consciência do crente a hipocrisia pesa mais que a incredulidade. O destino da Igreja Evangélica está sendo traçado agora. A cada eleição surge o velho rótulo: política é coisa do diabo! Isso pode ser mortal. Solução: mais consciência, mais transparência, mais respeito, mais responsabilidade, menos sanguessugas, menos cabidões e mais diálogo com a Igreja. Sem consciência política bem formada o povo evangélico comprometerá seu futuro.

Lembremos da promessa de Deus a Israel e por extensão aos crentes: E o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do SENHOR teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir. Deuteronômio 28:13

cruzue@gmail.com

Somente Um Minuto


Somente Um Minuto

"Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará"
(Salmos 37:5).


"Quando um homem se senta com uma moça bonita por uma hora,
parece-lhe como um minuto. Mas faça-o sentar-se em um fogão
quente por um minuto, e lhe será mais longo que qualquer
hora. Isto é relatividade." (Albert Einstein)


Aproveitando a teoria de Einstein, eu quero dizer que, em um
único minuto em que abrimos o coração para o Senhor Jesus,
adquirimos uma felicidade que não durará apenas uma hora,
porém, toda uma eternidade.


A mágoa que guardamos por longos anos, tirando-nos a paz e a
alegria de viver, pode ser apagada em um minuto diante do
Senhor. A vaidade que ilude os nossos dias e impede-nos de
experimentar momentos de gozo e prazer, pode ser apagada em
um minuto diante do altar do Senhor. a incredulidade que nos
impede a realização de sonhos e a conquista de grandes
vitórias, pode desaparecer completamente em apenas um minuto
de confiança e fé no Salvador Jesus Cristo.


Apenas um minuto; apenas uma decisão; apenas um "sim,
Senhor"; apenas um "Eu quero"; e toda a nossa vida é
transformada.


Não adianta gastarmos horas e horas seguindo caminhos
incertos; não adianta passarmos toda a vida buscando
conselhos equivocados; não adianta acreditarmos em milhares
de amigos que nada sabem e nada podem fazer por nós. Basta
conhecermos um só caminho: Jesus. Basta seguirmos os
conselhos de uma só pessoa: Jesus. Basta crermos em um só
Salvador: Jesus. Basta um minuto só para deixar de lado
todas as alternativas incorretas e optarmos pela verdadeira
resposta às nossas inquietudes: Jesus.


Separe um minuto somente de sua vida para determinar o que
será feito de todos os dias, meses e anos de sua existência.
Esse será o minuto mais importante para você. Dele dependerá
sua felicidade.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
http://www.ministeriopararefletir.com

Por que devemos orar pelas autoridades?


Por que devemos orar pelas autoridades?

via Desafiando Limites e Vencendo Barreiras
de Wallace

Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. (ênfases acrescidas)
1 Timóteo 2:1-4

Hoje fiz mais uma visita ao Congresso Nacional, a casa das leis do Brasil. Uma coisa que chama a atenção é o espelho d’água em volta do sítio legislativo. Chama a atenção a sujeira. Mas, apesar de tão sujo, ainda pude ver vários peixes chafurdando nadando em suas águas turvas.

Uma irmã a quem eu acompanhava e ciceroneava comentou que aquela água representava o resultado ou produto de um banho das suas excrescências excelências. Todavia, pensando bem, eu disse que aquela água, apesar de tão suja, ainda era melhor do que o subproduto de um banho legislatório, e quer saber por quê? Simples: aquelas águas barrentas e lodosas ainda tinham VIDA, e o mesmo não pode ser dito de muitos de nossos representantes políticos. Estão mortos em seus delitos e pecados, e a fedentina de sua indefecável presença é sentida em todo o território nacional.

Quando eu estava na sala da presidência da Câmara, passando tristemente a mão na cadeira em que o ilustre presidente assenta seu honorável e impoluto derrière, fiquei questionando qual seria a saída para tirar o Brasil deste lamaçal, desse tremedal horrível em que nos metemos. Muito abatido, fui obrigado a reconhecer que não havia saída para o Brasil, visto que a corrupção desenfreada está em todos os níveis, os que comandam os esquemas têm todas as ferramentas em suas mãos e a seus pés. Nós não temos saída, humanamente falando, essa é a triste realidade que nos choca e abate.

Mas, então me lembrei do texto bíblico da exortação de Paulo a Timóteo, e cheguei à conclusão que o Brasil está na situação que está por culpa da igreja. A igreja tem culpa porque não está fazendo a vontade revelada de Deus: orar pelas autoridades. Ao fazer uma afirmação desse porte, estou ciente de que serei questionado e criticado à vontade, mas vou apresentar as razões que balizarão minha conclusão.
1. Orar pelas autoridades é prioridade

Veja só você o que Paulo disse: “antes de tudo” façam-se orações pelos homens, aqueles investidos de autoridade. Mas, hoje, é comum vermos pessoas orando por quem? Por eles mesmos, pedindo não por seus governantes, mas por bênçãos materiais. Esse é o terrível efeito da teologia da prosperidade: amortecer a consciência cristã e diluir os efeitos do evangelho. Se nossas prioridades estão erradas, a culpa é da liderança que, ao invés de ensinar o correto e repreender o erro, deixa os membros embrenharem-se nesse precipício espiritual.
2. Devemos interceder de várias formas

Às vezes, somos tentados a pensar que devemos interceder pelas autoridades de uma única forma, mas isso é um erro banal. Paulo nos orienta a fazer “súplicas, orações, intercessões, e ações de graças“. O que seria súplica? Seria uma petição insistente e confiante na boa vontade do Senhor, uma oração perseverante, cheia de fé e respeito. E a oração? A oração pode ser descrita como uma conversa regular, constante entre o homem e Deus, ou seja, uma prática cotidiana, símbolo de que não podemos parar de orar pelas autoridades. Você tem orado de forma constante pelas autoridades? Se não, está pecando…

Mas, mesmo essas atitudes ainda carecem de complemento: devemos também interceder. E o que é interceder? É colocar-se no lugar do outro, orar como se estivesse no lugar do outro, conhecendo seus problemas e suas necessidades. Devemos interceder por nossas autoridades pedindo ao Senhor que os ajude a vencer seus obstáculos e dificuldades. Pergunte a alguma autoridade se ela precisa de oração e por qual motivo você deve interceder que você estará cumprindo parte de seu papel no Reino.

E, por fim, ações de graças. Confesso: não é fácil agradecer pelos políticos que temos, e alguns deles tornam essa tarefa ainda mais difícil, mas podemos agradecer ao Senhor pelos bons políticos (Jesus, faça com que eles existam, por favor!). Ore e peça que o Senhor lhe mostre por qual autoridade você deve dar graças e por qual motivo, e você verá como se tornará mais fácil louvar ao Senhor pela vida de alguém, ao invés de apenas ficar reclamando e se desanimando sem achar que existe saída.
3. Para termos uma vida tranquila

Tranquilidade advém de vários fatores, mas posso citar um em especial e muito em voga hoje: a tranquilidade financeira. Não é uma grande ironia que a teologia da prosperidade, que vende uma falsa tranquilidade, na verdade traz a intranquilidade? Pois é a mais pura verdade, visto que nos desvia de orar pelas autoridades, para que Deus as abençoe com sabedoria e decisões acertadas que nos livrem de entrarmos em situações calamitosas, vide a crise mundial de 2008.

Muitos especialistas bradavam que as decisões tomadas levariam, inevitavelmente, à crise mundial em breve, todavia, os líderes continuavam a agir de modo temerário e inconsequente, empurrando com a barriga uma situação que não se sustentaria por muito tempo. E deu no que deu. Se a igreja brasileira não orar por seus governantes, a economia nacional pode descambar em bancarrota como já ocorreu nos anos idos, pelas péssimas decisões de governantes pretéritos. Devemos orar pelas autoridades, sem olhar para as cores partidárias, pois para isso fomos chamados.

Eu me lembro que, no começo de 2008, se não me falha a memória, o irmão Jossy comentou na sala dos jovens da escola dominical da sede em Cuiabá, onde morei: “estive recentemente no Nordeste e o Senhor usou uma irmã dizendo que orássemos pelo Brasil, pois havia muitas reuniões em países para saquear este país, roubar nossas riquezas”. É necessário dizer que vemos isso acontecer, na verdade ser desvelado ante nossos olhos?
4. Para termos uma vida com sossego

Sossego não significa “sombra e água fresca” não, você está enganado. Sossego aqui significa segurança. Você já se deu conta que o país inteiro vive uma crise de segurança? A bandidagem está cada vez mais ousada, mais violenta e agindo à luz do dia. As autoridades parecem estar sem saber o que fazer para conter a onda de criminalidade e violência. Mas nós, igreja, sabemos o que devemos fazer. Só que não estamos fazendo, por isso não há sossego!

Estamos vendo bandidos assaltarem, fazerem pouco caso da polícia e sendo filmados como se fosse um filme e eles fossem intocáveis. Vemos magistrados que querem colocar os bandidos na cadeia serem mortos em pleno dia, e outros se deixando intimidar. Igreja, ore! A solução não está nas mãos dos políticos e governantes, está em seus joelhos! Oremos para que Deus nos dê sossego, senão viveremos nesse clima eterno de insegurança e medo. #fato
5. Para podermos viver em santidade

Existem muitas leis, projetos de leis na verdade, tramitando nos corredores do congresso, aquele lugar onde o fosso que o cerca é mais limpo que a fossa, digo sala onde as excelências se reúnem, que intentam tolher a moral e a ética cristã. São iniciativas como as de Marta Suplicy que pretendem que exerçamos nossa fé intramuros, ou seja, apenas dentro dos templos. Ora, mas e sal serve para alguma coisa se ficar apenas DENTRO do saleiro?

Existem outras propostas que pretendem castrar nossa liberdade de anunciar o evangelho, vide aquela decisão judicial que obrigou a retirada de um outdoor com versículos bíblicos que condenam o homossexualismo. Existem países onde não se pode viver e expressar abertamente sua fé em Cristo, notadamente aqueles muçulmanos e os de ideologia marxista. Se nós não orarmos hoje, talvez não possamos praticar nossa fé em público no futuro, ou seja, viver uma vida piedosa, segundo a Palavra de Deus. Ore pelas autoridades, se você quiser que seus filhos possam viver sua fé em Cristo livremente.
6. Para que possamos viver honestamente

Como trabalho em um órgão de controle (auditoria), é com tristeza que vejo nosso país mergulhado nesse mar de lama e corrupção. Às vezes, não sei se fico revoltado, se fico deprimido, se choro ou grito ao ver tantos bandidos se empanturrando de recursos públicos e rindo da população arrotando impunidade. Mas, a solução não é se indignar (apenas), se revoltar, ficar deprimido, chorando ou gritando feito louco. A solução é orar.

O Brasil é um país muito rico, muito mal administrado e muito bem roubado. Precisamos mudar esse quadro, mas não são os caras-pintadas que derrubaram o Collor – que, aliás, está de volta – que vão dar jeito nessa onda de corrupção que varre o dinheiro público para debaixo do tapete dos larápios. A solução está nas súplicas, orações, intercessões e ações de graças dos santos. Se nós orarmos, Deus vai mover céus e terra e vai nos tirar desse beco sem saída. Deus faz, mas está faltando nós fazermos nossa parte.
7. Porque Deus se agrada disso

Precisamos orar por nossas autoridades porque estaremos fazendo a vontade de Deus e agradando-o. Ao não orar pelas autoridades, você está desobedecendo a Deus e pecando, além de O estar desagradando. Já havia parado parado para pensar nisso, sabichão? Talvez você não goste das “balaústres otoridades” pelas quais Deus lhe chamou para orar, mas isso tudo é uma questão de ser objetivo e obediente: você vai fazer a vontade de Deus ou não?

Temos que entender e acreditar em algo bem simples: que nossa oração tem valor e que Deus faz questão de ouvi-la, principalmente no que diz respeito àquelas feitas pelas autoridades. Você já havia parado para refletir que sua oração pode mudar os rumos de uma cidade, região ou mesmo de uma nação? Pois comece a pensar, e talvez esteja faltando apenas Deus ouvir as suas para começar a agir em favor do povo pelo qual você foi convocado pelo Senhor a interceder.
8. Para que mais pessoas sejam salvas e libertas

Aposto que você nunca pensou nisso, não é mesmo? Deixar de orar pelas autoridades prejudica o avanço do evangelho e, consequentemente, da conversão de almas. Você já parou para se perguntar por que, muitas vezes, pesados investimentos e iniciativas evangelísticas bem planejadas não obtiveram o sucesso previsto? Às vezes, foi a decisão de uma autoridade que colocou todo o trabalho a perder. E por quê? Talvez tenha faltado oração por ela… #triste_realidade

Nós precisamos acordar e despertar a igreja a orar pelas autoridades, e não é nada difícil fazer isso, senão observe.

Qualquer um de nós pode fazer uma simples tabela com uma autoridade por dia da semana para interceder por ela: domingo pelo(a) presidente, segunda pelo(a) governador(a), terça pelos senadores, quarta pelos deputados federais, quinta pelos deputados estaduais, sexta pelo(a) prefeito(a) e sábado pelos vereadores. É apenas uma sugestão, e você pode adaptá-la a seu gosto e critério, o importante é que você ore.

Talvez você ache que deva incluir os juízes, tanto os das instâncias superiores como os das inferiores, os juízes eleitorais. Outros ainda colocariam nessa relação os procuradores e promotores, que apresentam as denúncias para que a justiça julgue. Ainda poderíamos colocar os ministros de Estado, ao orar pelo presidente, e os secretários ao orarmos pelos governadores e prefeitos, e assim substantivamente, como diz um professor meu (risos).
Conclusão

Devemos orar por nossas autoridades, mas orar da forma que Deus quer que oremos.

Quando eu estava para concluir este post, em minha mente pude ver aquela cena de Gideão cercando o arraial midianita com seus soldados. Por meio de Gideão, auxiliado por poucos homens, Deus deu uma grande vitória à nação de Israel, e a nação que pilhava (roubava) Israel foi derrotada. Eu vejo, pelos olhos da fé, Deus levantando intercessores pelas diversas regiões do Brasil, em lugares estratégicos, para orar por nossas autoridades.

Eu posso sentir uma convicção de que Deus vai realizar um grande milagre no Brasil, e está esperando apenas nossa oração para realizar tal obra. Gideão, ao ser chamado, fez poucas coisas, mas com a direção do Senhor, foram mais que suficientes: ele acendeu a candeia, levou um vaso, uma buzina (corneta) e assumiu posições estratégicas ao redor do acampamento inimigo. E fez isso de modo discreto. Você foi convocado pelo Senhor dos exércitos para ser um guerreiro de oração pelo Brasil.

Faça como fez Gideão: acenda sua candeia, quebre seu vaso e toque a buzina bem alto. Tão somente fique na sua posição e veja o rebuliço que Deus vai fazer no arraial inimigo. Deus tem te chamado para fazer diferença, e suas orações serão esse diferencial para colocar o país nos eixos da vontade de Deus. Eu creio nisso, você não crê?

Pode ser que você esteja se perguntando: mas fulano é um grande bandido, e eu ainda vou orar para que Deus o abençoe ainda mais? Você não entendeu o versículo de Paulo. Percebe como a teologia da prosperidade anuvia nosso entendimento? Quer dizer que só existe oração por bênção? Leia de novo os versos e minhas explicações e eu vou dar-lhe um exemplo de como orar, p.ex., pelo(a) presidente:

“Senhor, abençoe nosso(a) presidente, de modo que suas decisões sejam acertadas e a economia de nosso país vá bem (vida tranquila). Abençoe o ministro da Justiça e o das Forças Armadas para que possamos viver em segurança, diminuindo a violência urbana e os assaltos (vida sossegada). Abençoe nosso presidente para que as leis que ele for assinar não venham a nos impedir de pregar a tua Palavra nem restringir nossa liberdade de cultuar o Teu nome publicamente (vida em piedade). Abençoe, Senhor, nossos líderes de modo que a corrupção seja debelada, que os corruptos sejam desmascarados e e presos, e que os juízes julguem corretamente e com justiça, condenando o culpado e livrando o inocente, para que o dinheiro de nossos impostos sejam direcionados à educação, saúde, segurança, etc. (viver com honestidade).

Senhor, eu te peço essas bênçãos por nossas autoridades e governantes para que as pessoas não sejam impedidas de conhecer a tua Palavra, para que elas possam ser tocadas pelo Teu poder e serem libertas pela Verdade e alcançarem a salvação por meio de Jesus Cristo. Em nome de Jesus eu peço. Amém”.

Viu como é fácil orar segundo a vontade do Senhor e aplicando o que Paulo disse à nossa realidade? Ok, agora é a sua vez.

=¬)

Soli Deo gloria.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Se Deus é bom, por que a dor existe?


As abençoadas dores
via Cristão Confuso

por Zé Luís

Se Deus é bom, por que a dor existe? - é o lugar comum das perguntas sobre a benignidade de Deus. A dor, para a grande maioria dos seres humanos, é temida, evitada, e fonte de fobias, já que muito do que se evita na vida é na prevenção de que ela ocorra. O sofrimento nada mais é do que a dor em abundância.

Muitos, ao pensar em sua morte, só clamam em sua alma que ela não venha com dor: “Queria morrer dormindo...” dizem, para não ter que encarar o pior dia de suas vidas.

Quando li Imagem e semelhança de Deus, de Philip Yancey e Dr. Paul Brand, médico especialista em tratamento de lepra, percebe-se o quanto a dor é necessária na vida humana. A doença, merecedora de diversas recomendações e mandamentos nas Leis Mosaicas – fazendo com que o portador da doença se isole da sociedade – já que em muitos casos, é altamente contagiosa - faz exatamente isso: ela elimina a dor, já que as terminações nervosas são destruídas: não percebemos as lesões e pequenas contusões diárias, o que faz com que os membros sejam irremediavelmente perdidos, gangrenados e, em diversos casos, amputados.

Diariamente, em nossas caminhadas, nem percebemos que reequilibramos o peso do corpo entre os ossos dos pés, distribuindo instintivamente durante nossos passos (o que pode ser percebido nas solas de nossos calçados, onde tendemos a gastar mais em determinado ponto). Quando um leproso perde a sensibilidade, é capaz de andar o dia inteiro com dedos dos pés, tornozelos, calcanhares quebrados, sem perceber. O dano é tamanho que muitas vezes é necessária a amputação: Não há neles dor que alerte contra os pequenos percalços de uma simples caminhada, o que nós, seres saudáveis e sujeito as dores simples e complexas, nem notamos, mas passamos ilesos, sem notar quantos perigos evitamos, quantos danos não nos alcançaram.

Um provérbio (27.17) afirma que as amizades são beneficiadas como ferro que afia ferro. Oras! A única forma de um ferro afiar outro é através do atrito, onde sistematicamente, o fio da faca se aperfeiçoa mutuamente com outra, tornando-a cada vez mais eficaz.

As igrejas, cada vez mais cheias de regras e invenções, ao invés de proliferar convívio e amizade, evitam confrontos diretos. Lideranças estabelecem normas e planejamentos para que o momento de crise e confronto nunca alcance a cadeira sagrada onde as coisas sempre vão bem, classificando o que sofre de perdedor, de passar por coisas malignas e inaceitáveis, sem permitir ao que vive a situação saber que as dores nem sempre são o mal, já que algumas destas nos habilitam, com maior ou menor intensidade, na Caminhada pelo estreito caminho, em cada pequeno passo faz-nos cada dia mais firmes, mais equilibrados, mais decididos.

Esse atrito todo, essa dor, é para ser vivida em grupo, em um corpo definido pelo seu Agregador. Logicamente, dores crônicas são alertas que algo precisa ser tratado: uma dor de dente afeta não só o sorriso, uma pequenina pedra no sapato no início do dia fará um corpo manco no fim do dia se não for removida.

Quantas comunidades cristãs interpretam erroneamente as farpas, os pequeninos pedriscos, as luxações, as alergias, quando não tratam de suas feridas? As orações, intimamente, esperam que Deus decepe o membro difícil, arranque o que questiona – justa ou injustamente, que ampute o que não “orna” com as cores estabelecidas pelo seu líder para aquele grupo, esquecendo de manter o Espírito diante dessas decisões e só cabendo a Este o que fazer a seu corpo.

Superando atritos, assimilando as lágrimas necessárias do quebrantamento, fazendo deles mecanismos de aprendizado,superação e crescimento, identificando maduramente estes sinais, um sinal claro para onde deve ser direcionado a cura, sem prejuízos para o corpo.

De Que Se Lembrarão?


De Que Se Lembrarão?

"Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo,
ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o
Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas
tábuas de carne do coração" (2 Coríntios 3:3).


Dois pregadores, que não tinham bom relacionamento,
encontraram-se no meio da rua. Um deles falou: "Eu ouvi seu
sermão faz poucos dias e o reconheci -- você o pregou há 14
anos atrás". O outro, não se deixando abater, retrucou: "Eu
ouvi um sermão seu faz três semanas e não me lembro de uma
palavra sequer do que você disse".


Uma lição pode ser tirada desta história. Nossas vidas
deviam ser como bons sermões, carregando uma mensagem que
deixa uma duradoura impressão -- motivando a vida de outras
pessoas. Quando vivemos de acordo com os ensinos do Senhor,
somos vitoriosos na busca de nossos propósitos, temos a
força de Deus para ultrapassar os obstáculos do caminho e
contaminamos a todos que nos rodeiam com a nossa felicidade.
Somos um exemplo a imitar e não um motivo para que todos se
afastem de nós.


Quando agimos com cortesia e ternura, deixamos marcas de
amor por onde passamos. Quando agimos com honestidade e
sinceridade, deixamos marcas de pureza em todos os
ambientes. Quando nossas atitudes mostram obediência e
submissão à Palavra de Deus, deixamos marcas de salvação e
vida eterna nos corações de todos que nos conhecem.


Quando nossas vidas são insignificantes e vazias, não
inspiramos confiança, não semeamos esperança, não
fortalecemos e nem motivamos os abatidos. O nome do Senhor
não é engrandecido e, depois de nossa morte, nenhum sinal
ficará de nossa passagem por aqui.


Ao deixar esse mundo, o que as pessoas lembrarão de você?

Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
http://www.ministeriopararefletir.com

Mais Cedo Ou Mais Tarde


Mais Cedo Ou Mais Tarde

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus"
(Romanos 3:23).


"Mais cedo ou mais tarde, todos nós temos de encarar o lado
difícil da vida e enfrentar sérios problemas." (Dr. J. A.
Hadfield, Psicólogo)


Seria muito bom se todos os dias de nossas vidas fossem de
paz e harmonia. Seria maravilhoso se todos os nossos passos
nos conduzissem a lugares de regozijo e felicidade. Seria
gratificante se todas as nossas decisões fossem corretas e
nos proporcionassem grandes conquistas. Seria uma grande
bênção se nunca pecássemos e vivêssemos toda a nossa
existência na presença do Senhor.


Mas, infelizmente, isso não é verdade. Todos pecaram. Todos
se afastaram de Deus. Todos seguiram seus próprios caminhos,
ignorando completamente a direção do Senhor. Perdemos a paz,
perdemos a alegria, perdemos a proteção de Deus, perdemos
Sua glória celestial.


É por isso que a nossa vida não é plena de felicidade. É por
isso que nossos dias não são sempre límpidos e ensolarados.
É por isso que a alegria não é perfeita em nossos corações.
É por isso que ainda enfrentamos dias difíceis e
tempestuosos.


Estará tudo perdido? Não poderemos mais viver em alegria?
Não conseguiremos as bênçãos e os sonhos almejados? A
resposta é simples: podemos ter tudo isso de volta!


Cristo veio pagar o preço de nossos delitos e
reaproximar-nos do Senhor. Nele, os dias difíceis se tornam
repletos de júbilo e prazer. Nele, a paz e a vida abundante
perdida são reconquistados. NEle, as angústias e tristezas
são afastadas e a verdadeira alegria é novamente
introduzida. Nele, somos novamente abraçados e salvos...
para sempre.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
http://www.ministeriopararefletir.com

sábado, 8 de outubro de 2011

Ei apologista! A década de 1980 acabou!


Ei apologista! A década de 1980 acabou!

via Teologia Pentecostal
de Gutierres Siqueira

Muitas vezes nós, os aspirantes a apologistas, respondemos perguntas que ninguém faz. A apologética cristã não pode ficar presa nos assuntos "quentes" das décadas de 1980 e 1990. A ameaça de hoje não é a mesma de ontem e não será a igual amanhã. Cada período da história tem a sua própria ameaça à fé cristã. É necessário entender o problema de hoje para responder as inquietações contemporâneas.

O gnosticismo era a principal ameaça à igreja do primeiro século, mas hoje é praticamente inexistente. O agressivo liberalismo teológico francês-iluminista-alemão bateu em nossas portas no século XIX, mas hoje não apresenta a mesma força. Hoje os filhos de Roussel são mais sutis e "pós-modernos".Os liberais de hoje não negam divindade de Cristo, mas sim a ideia "arrogante" de verdade. O neopentecostalismo, com sua falsa promessa de prosperidade, nos sacudiu na década de 1990, mas agora dá sinais de desgaste. A prosperidade deu lugar ao triunfalismo infantil que quase não é combatido.

E as seitas? São uma ameaça? Sem dúvida, mas hoje o perigo é mais interno do que externo! O mundo muda e os problemas também. Hoje o problema é: 1) o racionalismo ou o emocionalismo? 2) A fé de uma seita exótica ou um professor sedutor que, mentindo, diz "pensar fora da caixa"? 3) O budista ou o líder que briga e disputa o poder burocrático de uma denominação? 4) A ignorância doutrinária ou a arrogância do teólogos que compraram diploma? 5) O espírita ou o evangélico supersticioso? Etc.
Caro apologista, apesar do Sarney ainda mandar, a década de 1980 já passou.

Exemplo

O apologista que ainda acha que as universidades são fábricas de ateus mostra a sua "desconexão" com a realidade. Sim, um dia foram, mas hoje o problema é outro. A religião é bem aceita, mas o cristianismo é simplesmente mais uma verdade entre as demais. Sim, você pode ser religioso, mas jamais "arrogante" na reivindicação da verdade singular de Jesus Cristo. Vejam que a questão é bem outra. Ninguém é discipulado do ateísmo (cara algumas exceções), mas sim discipulado na romântica e "humanista" ideia que o lindo Jesus é tão bacana quando o bondoso Buda. Na vida universitária é importante ser feliz e ter uma "fé" (palavra genérica que designa qualquer superstição).
O ponto é entender o mundo para não exercer uma apologética desconectada com as necessidades imediatas. Como nos exorta Alister McGrath:

A apologética tradicional parece muitas vezes radicada em um mundo moribundo, um mundo em que as reivindicações de verdade do cristianismo eram testadas sobretudo nas salas de seminário de velhas universidades, onde a racionalidade era vista como critério máximo de justificação. Acreditava-se que as estratégias apologéticas não dependiam de tempo ou lugar [...] A apologética não tem que ver com a vitória de uma argumentação sobre outra; seu objetivo é conquistar pessoas. [1]

E hoje, mais do que respostas inteligentes de apologistas, as pessoas buscam cristãos que vivam o Evangelho integralmente. Ravi Zacharias comenta: "Não tenho dúvida de que o maior obstáculo individual para o impacto do evangelho não seja a sua inabilidade para fornecer respostas, mas a falha de nossa parte em vivê-lo completamente" [2].

Outro ponto é saber que a apologética muda conforme a ameaça. Logo porque "estejam prontos para falar e explicar a qualquer um que perguntar por que vocês adotaram esse estilo de vida, sempre com a maior gentileza" (I Pedro 3.15 A Mensagem).

Referências Bibliográficas:

[1] MCGRATH, Alister. Apologética Cristã no Século XXI. 1 ed. São Paulo: Editora Vida, 2008. p 10,15.

[2] ZACHARIAS, Ravi e GEISLER, Norman. Sua Igreja Está Preparada? 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. p 23.

Cérebro ateu: viciado em ateísmo


Cérebro ateu: viciado em ateísmo

Matthew Cullinan Hoffman

9 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — As fileiras de ateus famosos respeitados pelos grandes meios de comunicação estão agora recebendo a companhia de um psiquiatra e uma jornalista que conjuntamente escreveram o livro “Why We Believe in God(s): A Concise Guide to the Science of Faith” (Por que Cremos em Deus[es]: Um Guia Conciso para a Ciência da Fé). Os dois autores afirmam, em resumo, que Deus não é nada mais do que uma invenção de nossas imaginações biologicamente determinadas.
Num recente artigo sobre o livro, J. Anderson Thomson, psiquiatra da Universidade da Virginia, e a “escritora médica” Clare Aukofer repetem chavões estragados do repertório do ateísmo alemão do século XIX, vestidos elegantemente como “ciência” moderna. Eles começam citando a letra oca de “Imagine” de John Lennon, em que ele afirma que o paraíso socialista que ele visualiza traria “paz” “sem nenhum céu… sem nenhum inferno abaixo de nós… e também sem nenhuma religião”.
“Sem nenhuma religião”, os autores escrevem com entusiasmo. “O que será que Lennon estava querendo que imaginássemos? Para começar, um mundo sem mensageiros ‘divinos’, como Osama bin Laden, que vivia produzindo violência. Um mundo onde erros, como a perda evitável de vida no furação Katrina, seriam retificados em vez de atribuídos à ‘vontade de Deus’. Onde políticos não mais competem para provar quem acredita mais fortemente no irracional e indefensável. Onde o raciocínio crítico é um ideal. Em resumo, um mundo que faz sentido”.
Como fazemos “sentido” de um mundo que nada mais é do que as agitações cegas da matéria, sem nenhum propósito decisivo, está além de minha compreensão, e é de surpreender que os autores não tivessem lidado com isso. Mas certamente essa dupla poderia propor mais do que as acusações surradas de “violência” que os ateus sempre apontam para a religião. Os ateus sempre parecem se esquecer de que os governos mais cruéis e violentos da História, tais como o da China de Mao e da Rússia de Stálin, foram inspirados por e dirigidos por ateus.
O governo ateísta da China continua a impor assassinatos em massa em seu povo por meio de sua coerciva “política de um filho só”, a qual agora resultou em centenas de milhões de mortes por meio do aborto. Mas quem está fazendo a contagem? Certamente, não os ateus, que têm a improbabilidade até mesmo de reconhecer o valor humano dos bebês em gestação.
Aqueles que defendem o teísmo num sentido geral não afirmam que é uma condição suficiente para uma vida integra. As grandes religiões mundiais nem sempre conduzem à verdade, e os erros que estragam algumas delas têm provocado real sofrimento para a humanidade. Mas negar a existência de Deus, que é a única base concebível para uma moralidade objetiva, é mal a resposta. Se os seres humanos não são nada mais do que uma configuração de átomos sem nenhum propósito decisivo, o conceito de certo e errado fica sem sentido. Certamente até mesmo um psiquiatra pode ver isso, e talvez até mesmo uma jornalista.
Os autores esperam que esqueçamos que a religião produziu muito, ou até mesmo, grande parte da arte e arquitetura de que a humanidade tanto gosta, bem como o moderno sistema educacional? Eles pensam que uma fenda mesquinha acerca de Osama Bin Laden servirá para descartar as vastas obras de caridade, desde hospitais e abrigos para gente sem moradia até imensas agências internacionais de assistência, que foram inspiradas em crenças religiosas? Certamente Thompson e Aukofer podem fazer mais do que ignorar em silêncio esses fatos imponentes, como se ignorá-los os fizesse desaparecer.
Os autores então fazem uso do velho truque de ateus alemães do século XIX como Feuerbach, Marx, Nietzsche e Freud, que nunca fizeram nenhuma tentativa de responder aos argumentos históricos para a existência de Deus, e em vez disso lançaram a pista falsa de explicações psicológicas, econômicas e biológicas para a religião. A suposição é que se pudermos explicar as origens de uma crença, temos de certo modo feito uma refutação dela, uma falsa conclusão boba que só serve para nos lembrar da impotência da posição do ateu.
Thompson e Aukofer pegam a rota biológica, afirmando que somos criados geneticamente para crer em Deus porque tal mecanismo foi útil aos nossos ancestrais como um mecanismo de sobrevivência.
“Como nosso DNA psicológico, os mecanismos psicológicos por trás da fé evoluíram durante eras por meio da seleção natural”, afirmam eles. “Eles ajudaram nosso ancestrais a trabalhar eficientemente em grupos pequenos e a sobreviver e se reproduzir, características desenvolvidas muito tempo antes da história registrada, desde os fundamentos profundos em nosso passado de caçadores-ajuntadores mamíferos, primatas e africanos”.
Os autores falam com tal monotonia de um parágrafo ao outro, citando trilhas evolucionárias especulativas ao teísmo que eles dizem foram oferecidas por pesquisadores. Eles borrifam seu comentário com observações bobas sobre a necessidade que o homem tem de “ligações”, “reciprocidade”, “amor romântico” e “hostilidades grupais”, como se algumas referências banais ao fenômeno psicológico pudessem explicar a convicção quase universal do homem no divino.
Contudo, as questões que eles deixam como se fossem boas quando não são falam mais sobre a própria psicologia deles do que qualquer outra coisa. Se a biologia evolucionária explica a convicção do homem em Deus, como é que explicamos o teísmo dos autores? Eles afirmam ser super-homens que, diferente do resto de nós, podem transcender suas próprias naturezas? Se dá para explicar a religião com nossos genes, o mesmo não seria verdade sobre o ateísmo? O que vale para um vale igualmente para o outro.
Reduzir as ideias do homem à sua biologia, aliás, destrói o fundamento de todo conhecimento. Se nossas ideias são determinadas por nossos genes, então como é que podemos saber que qualquer coisa em que cremos é verdade? Tais refutações foram há muito tempo apontadas contra o raciocínio confuso dos materialistas, mas os autores, confusos pelos grosseiros erros empíricos do moderno cientifismo, aparentemente não estão conscientes do debate histórico. A ignorância da história das ideias é uma característica dolorosamente comum entre os ateus.
O artigo do jornal Los Angeles Times é apenas o mais recente lembrete do efeito do ateísmo numa mente que, em outras circunstâncias, é competente. O fato de que os autores do artigo escreveram um livro inteiro acerca de sua tese evolucionária sobre as origens da religião, ao que tudo indica totalmente inconscientes das falácias simples que sustentam suas premissas, faz pouco mais do que ilustrar uma verdade que já foi provada muitas vezes pelos modernos adeptos da descrença: a irracionalidade do ateísmo mina a capacidade de alguém pensar.
Mande um e-mail ao autor.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês:
http://www.lifesitenews.com/news/this-is-your-brain-on-atheism

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Devemos Ser Eremitas?


Devemos Ser Eremitas? Não!

"Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.
Não são do mundo, como eu do mundo não sou" (João 17":15,
16).


O Senhor não nos deixou qualquer exemplo de uma vida
religiosa afastada do mundo, isto é, de que devemos nos
retirar como ermitãos para nos livrar de todas as tentações.
Nosso Salvador, em Sua sabedoria, nos demonstrou um padrão
bem diferente de vida -- não o de fugir do relacionamento
com os homens para um lugar isolado ou um deserto, mas o de
viver entre os homens, com liberdade e inocência. Às vezes
ele se retirava para momentos privados de oração, como nós
devíamos fazer, mas, passou a maior parte de Sua vida
convivendo com os homens, para que pudessem se beneficiar de
Seus ensinos e exemplo. Está escrito: "Ele foi levado ao
deserto para ser tentado" e não que tenha vivido lá para
evitar a tentação. Ele nos mostrou como negar o mundo sem se
afastar dele. (Adaptado de texto de John Tillotson
(1630-1694)


Nós somos cristãos e o Senhor espera que sejamos Suas
testemunhas, tanto em nossa casa, como em nosso bairro, em
nossa cidade e por todos os lugares por onde passarmos. Não
somos do mundo, mas, não devemos nos afastar dele. Não somos
das trevas mas não podemos fugir delas. Somos luz e,
portanto, devemos iluminar o caminho por onde muitos
passarão, e se acharão, e se salvarão.


Estaremos sempre livres de tentações e de lutas? Não. O
Senhor nos avisou: "No mundo tereis aflições". Porém, é
exatamente neste mundo de aflições que Ele espera que
estejamos. Ele nos mandou ter bom ânimo e nos assegurou que
a vitória jamais deixaria de ser nossa.


O pecado não é maior que a santidade; a angústia não é maior
que o regozijo; as trevas nunca suplantarão a luz. Somos os
filhos de Deus e Ele sempre estará conosco.


Enquanto estamos no mundo -- e não devemos querer sair dele
-- somos a luz do mundo. As aflições são passageiras, mas, a
alegria nos acompanhará por toda a eternidade.


Você prefere se isolar em sua santidade ou ser uma bênção no
mundo?


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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Muitas Corridas, Uma Após Outra


Muitas Corridas, Uma Após Outra

"Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação,
perseverai na oração" (Romanos 12:12).


"Perseverança não é uma corrida longa; São muitas corridas
pequenas, uma após outra." (Walter Elliott)


Muitas vezes perdemos a batalha contra a persistência porque
cremos que precisamos vencer o primeiro embate. Mas a luta
não acaba na primeira derrota, nem na segunda, nem na
terceira... Ela só terminará quando experimentarmos a
vitória! Não podemos desistir na primeira queda, nem na
primeira frustração, nem na primeira decepção. Precisamos
nos levantar, nos encher de esperança e coragem, de otimismo
e fé. Mesmo que a tempestade nos apresente muitos dias de
raios e trovoadas, devemos confiar que, mais adiante, o sol
estará novamente brilhando.


Cada corrida rumo a uma conquista nos fortalece e edifica.
Nossos músculos espirituais irão adquirir resistência, nossa
confiança se renovará, nosso relacionamento com Deus se
tornará mais íntimo, o júbilo de nossos corações aumentará
mais e mais.


Cada percurso dessas corridas é diferente um do outro.
Alguns são simples, outros sinuosos, uns são curtos, outros
longos, em alguns temos companhia, em outros seguimos
sozinhos. Porém, em todos eles podemos contar com a ajuda do
Senhor. Ele estará ao nosso lado para nos amparar nas
quedas, para nos consolar nas frustrações, para nos
estimular em momentos de desânimo, para nos encorajar quando
a angústia nos deixar abatidos, para aplaudir e nos abraçar
quando cruzarmos a linha da vitória final.


Se você se encontra desconsolado por perder uma corrida, ou
duas, anime-se! Comece a terceira... e outras mais. Você é
mais do que vencedor e é possível que o Senhor Jesus esteja
apenas esperando que sua vida se torne forte o suficiente
para vencer a maior de todas as corridas. Se Ele pretende
lhe dar uma grande vitória, primeiro lhe preparará para
isso. Ele sempre exige mais daqueles a quem deseja abençoar
muito. Provavelmente você é uma dessas pessoas de quem Ele
espera grandes coisas.


Persevere... Sua vitória será grandiosa!


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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Um Laço De Felicidade... Perpétuo


Um Laço De Felicidade... Perpétuo

"Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa
alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua,
dando-vos as firmes beneficências de Davi" (Isaías 55:3).


"Quando você alcançar o fim de sua corda, amarre um laço e
agarre-se." (Franklin D. Roosevelt)


Quantas vezes já enveredamos por caminhos enganosos
simplesmente porque achamos que ali poderemos encontrar o
"fim de nossa corda". Caminhamos para aqui, prosseguimos
para lá, subimos e descemos várias vezes e... nada!
Acompanhamos o que julgamos ser a nossa corda de bênçãos,
mas ela não nos leva a lugar algum. O que encontramos são
tristezas, angústias e decepções.


Existem muitos tipos de cordas -- algumas nos levam aos
vícios, outras nos levam ao desespero, outras nos levam à
morte espiritual. Não queremos nenhuma delas. Não são as
nossas cordas; não nos interessamos por nenhuma delas; não
desejamos seguir a direção que nos mostram.


A corda que nos foi preparada por Deus é diferente. Ela nos
encanta, nos estimula, nos faz sorrir e cantar, nos enleva a
alma, nos conduz a lugares de delícias e felicidade. É essa
corda que queremos seguir... é dela que não poderemos nos
desviar... é ela que enche de júbilo o nosso coração.


Ela nos é entregue pelo Senhor Jesus. Ele nos manda
segurá-la e caminhar a seu lado. Ele nos acompanhará por
todo o percurso para que não sejamos enganados por outras
cordas do caminho. Seguindo-a estaremos seguros, estaremos
protegidos.


Eu segui a esta corda com grande gozo e determinação. Eu me
amarrei a ela. Enlacei-me nela. Jamais irei soltá-la. Fiz um
laço e uma aliança... para sempre!


Você já achou sua corda de bênçãos? Já se agarrou a ela?


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Você Já Roubou Uma Melancia?


Você Já Roubou Uma Melancia?

"Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em
benignidade para todos os que te invocam" (Salmos 86:5).


Houve um juiz, de um tribunal juvenil, que teve uma
experiência não muito comum em um de seus julgamentos. Um
homem idoso, que possuía uma plantação de melancias, flagrou
um menino roubando uma de suas frutas e denunciou-o à
justiça. Quando chegou o dia do julgamento, o homem fez sua
reclamação ao tribunal. O juiz, dirigindo-se ao menino,
perguntou: "Filho, o que você tem a dizer em sua defesa?" O
menino, olhando fixamente para o juiz, falou: "Juiz, você já
roubou uma melancia quando era criança?" O juiz, um pouco
surpreso, colocou sua cabeça entre as mãos em um momento de
reflexão, e finalmente respondeu: "O interrogatório está
encerrado. A acusação foi rejeitada."


É certo roubar uma melancia? Claro que não. A Palavra de
Deus nos ensina: "Não roubarás". Qualquer roubo é pecado. E
por que aquele juiz absolveu o menino? Teria ele roubado,
também, uma melancia quando era criança?


Não cabe a mim julgar e nem pretendo fazer isso aqui. Quero
apenas meditar no que poderia o juiz ter pensado nos poucos
momentos em que colocou sua cabeça entre as mãos. Certamente
ele tinha muita coisa do que se arrepender.


Eu jamais roubei uma melancia. Aliás, jamais vi uma
plantação de melancias, em toda a minha vida! Só as conheci
em balcões de supermercados. Porém, muitos erros cometi no
decorrer de minha vida. E como me arrependo de todos eles!


Eu, muitas vezes, neguei a obediência e a adoração ao meu
Senhor. Eu o rejeitava, tratava-o com indiferença. Achava
que não precisava de Deus, que era capaz de dirigir minha
vida e ser um vencedor. Como estava enganado! Sofri muito
por causa disso. Era infeliz, vazio, solitário, fraco e
derrotado. Eu pensava que era grande coisa e não era
ninguém. Pensava que tinha tudo e não tinha Jesus... não
tinha, portanto, nada.


Um dia alguém me levou ao Senhor. Bendito dia aquele...
benditas mãos que me empurraram para a felicidade e para a
vida. Ele me olhou com ternura, com amor, e me perdoou! Eu
era culpado, mas, Ele me perdoou!


Ele quer perdoar você da mesma maneira. Apresente-se a Ele!


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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