quinta-feira, 4 de agosto de 2011

As seis vestes de Jesus


As seis vestes de Jesus

Há algum tempo visitei o Wartburg, o castelo onde Lutero traduziu a Bíblia. Há muitas coisas interessantes para ver ali – além da sala onde Lutero trabalhou. Por exemplo, nas paredes há retratos de todo tipo. Chama a atenção que as mulheres se apresentam em seus melhores trajes. E os homens usam vestimentas ricamente enfeitadas com medalhas, ou então magníficos uniformes ou armaduras. As pessoas faziam-se retratar em toda a sua dignidade, principesca ou real.

Diz o ditado popular: “O hábito faz o monge”. De fato, muitas vezes as roupas dizem algo a respeito do caráter de uma pessoa, suas idiossincrasias ou preferências. É bem verdade que há pessoas ricas e influentes que se vestem de forma simples, mesmo que os tecidos que usam sejam muito caros. Assim, uma simples olhada de relance realmente pode dar uma impressão errada.

As estrelas e celebridades da nossa época normalmente não poupam esforços nem dinheiro a fim de se apresentarem com as melhores e mais chamativas roupas, apenas para continuarem in e para que se fale delas.

Como o Senhor Jesus, o Rei dos reis e Senhor do senhores, estava vestido no dia de Sua morte (crucificação)? Ele usou seis vestimentas diferentes. Em minha opinião, Deus quer nos transmitir uma mensagem por meio delas. Vamos analisá-las uma a uma.

1 - A roupa resplandecente

As estrelas e celebridades da nossa época normalmente não poupam esforços nem dinheiro a fim de se apresentarem com as melhores e mais chamativas roupas, apenas para continuarem in e para que se fale delas.

Quando Pôncio Pilatos descobriu que Jesus era da Galiléia, e que Herodes, cujo domínio incluía a Galiléia, estava em Jerusalém naquele momento, ele enviou o Senhor até Herodes (Lc 23.6-7). Fazia tempo que este desejava ver um sinal milagroso realizado por Jesus. Mas como o Senhor não respondeu às suas perguntas (v.9) nem realizou milagres, o aparente interesse por Jesus imediatamente se transformou em zombaria e gozação: “E Herodes, com os seus soldados, desprezou-o, e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente, e tornou a enviá-lo a Pilatos” (v.11, RC). Outras traduções chamam esta roupa de “manto esplêndido”, “manto branco” ou “manto real”.

É óbvio que Herodes queria usar isso para expor a reivindicação da realeza de Jesus ao deboche público. Pois, pouco antes Jesus tinha respondido à pergunta de Pilatos: “És tu o rei dos judeus?” com “Tu o dizes” (v.3). Todo o Sinédrio reunido naquele lugar tinha escutado essas palavras, e os mesmos homens agora acusavam Jesus diante de Herodes, com certeza também pela Sua reivindicação de ser o Rei dos judeus (cf. Lc 23.3,10).

Com esta roupa resplandecente que Herodes tinha mandado que vestissem em Jesus, ele O tinha exposto à zombaria das pessoas. Elas zombavam dEle por causa daquilo que Jesus realmente era: o Rei dos judeus; a verdade absoluta e comprovada a respeito de Jesus foi debochada.

Algo muito parecido acontece hoje: inúmeras publicações sobre Jesus arrastam a verdade a respeito de Sua Pessoa na lama. Nenhuma outra religião é tão vilipendiada quanto o verdadeiro cristianismo, pois a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo que ela prega é a verdade. Por trás disso está o pai da mentira, o diabo (Jo 8.44), que combate essa verdade com todos os meios de que dispõe.


Inúmeras publicações sobre Jesus arrastam a verdade a respeito de Sua Pessoa na lama. Nenhuma outra religião é tão vilipendiada quanto o verdadeiro cristianismo.

A roupa resplandecente colocada sobre Jesus também significa que o Senhor tomou sobre si todos os pecados, mesmo aqueles que o ser humano tanto gosta de usar, mas que não o fazem feliz: roupas maravilhosas, esplêndidas, e jóias preciosas. Os homens gostam de se apresentar com elas, mas, na maioria das vezes, por baixo só estão escondidos egoísmo, orgulho e uma ambição ilimitada.

A “roupa resplandecente” dos homens tenciona esconder a sua miséria e natureza pecaminosa, o “manto branco” precisa ocultar a hipocrisia, o “manto esplêndido” tenta neutralizar o mau cheiro da debilidade humana e o “manto real” procura testemunhar imortalidade, mesmo que o ser humano seja totalmente mortal.

Jesus vestiu, tomou sobre si e carregou tudo isso. Agora Ele transforma qualquer pessoa que crê nEle em “rei e sacerdote” (cf. Ap 1.5-6).

2 - O manto escarlate

Depois que Pilatos tinha mandado açoitar Jesus (Mt 27.26), o texto continua: “Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate” (vv. 27-28). Outras traduções falam em “manto de púrpura”, “capa de soldado púrpura” ou “manto vermelho”. Tratava-se de uma capa vermelha do tipo usado por soldados. Foi uma capa dessas que colocaram nos ombros de Jesus.

Sem saber, em seu deboche e zombaria os soldados fizeram algo cujo significado mais profundo indica o motivo do sacrifício de Jesus. Afinal, o “manto vermelho” ou “escarlate” nos lembra todo aquele sangue derramado sobre a terra, as incontáveis guerras e as muitas vítimas inocentes. Ele proclama que o homem não se entende com seu próximo, que há apenas brigas entre eles. Ele nos lembra assaltos, violência, poder desmedido e injustiça, assassinatos e homicídios e o espírito assassino inventivo da humanidade. Ele nos lembra as grandes guerras (entre os povos) e as pequenas guerras (nas famílias, entre vizinhos, etc.).

O “manto escarlate” do soldado representa ódio e vingança, retaliação, busca por poder e exercício da tirania. Mas ele também expressa que o homem não vale nada para os outros homens. Esse “manto vermelho do soldado” deveria estar sempre diante dos nossos olhos.


O “manto vermelho” proclama que o homem não se entende com seu próximo, que há apenas brigas entre eles. Ele nos lembra assaltos, violência, poder desmedido e injustiça, assassinatos e homicídios e o espírito assassino inventivo da humanidade.

Jesus quis tomar nossa culpa sobre si de forma voluntária, e fez isso de forma conseqüente. Essa era a Sua missão, a Sua tarefa. Jesus tomou sobre si a culpa de todas as discórdias do relacionamento humano, todo ódio e todo assassinato: esta é a verdade ilustrada pelo “manto vermelho do soldado”, que Ele permitiu que fosse colocado em Seus ombros.

3 - Suas próprias roupas

“E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado” (Mt 27.31, ACF).

As roupas de Jesus eram feitas por mãos de homem, para serem usadas por homens; eram de material terreno. Jesus usou essas roupas durante a Sua vida.

Sendo Deus, Ele vestiu essa “roupa” para se tornar completamente homem. Ele praticamente “vestiu nossa pele” e assumiu humanidade completa.

E como Jesus usou essas roupas feitas por homens, elas também realizaram milagres. Uma mulher tocou a bainha da Sua roupa e imediatamente ficou curada (Mc 5.25ss.).

As roupas de Jesus indicam que Ele se tornou homem, e nos ensinam que Ele quer tornar a nossa humanidade completa. E quando nós O convidamos a preencher nossa humanidade, Cristo, a esperança da glória (Cl 1.27), vive em nós.

Suas roupas se transformaram em símbolo da redenção, pois quatro soldados as tomaram e dividiram entre si (Jo 19.23). As roupas de um condenado à cruz eram despojos dos carrascos. Assim, as roupas de Jesus, crucificado vicariamente pela nossa culpa, transformaram-se em “vestes de salvação” para nós (Is 61.10).

Tiraram dele a “capa” e “vestiram-lhe as suas vestes”. Jesus não era nem como Herodes (manto esplêndido) nem como os soldados (capa). Ele os usou e depois foi despido delas. Mas Ele continuou sendo verdadeiro homem.

4 - A túnica

“Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela para ver a quem caberá – para se cumprir a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. Assim, pois, o fizeram os soldados” (Jo 19.23-24).


A túnica de Jesus não tinha costuras. O sacerdócio de Jesus é indivisível, não há nenhuma costura que possa ser desfeita, ele é uma unidade.

O texto diz expressamente que essa túnica tinha sido tecida sem usar qualquer costura. As roupas do sumo sacerdote também eram feitas dessa forma: “Farás também a sobrepeliz da estola sacerdotal toda de estofo azul. No meio dela, haverá uma abertura para a cabeça; será debruada essa abertura, como a abertura de uma saia de malha, para que não se rompa” (Êx 28.31-32). A diferença estava no fato de que o sumo sacerdote usava essa peça por cima de todas as outras, e Jesus a usava por baixo. Isso também tem um significado mais profundo: Jesus Cristo é o verdadeiro Sumo Sacerdote, ainda ocultado. Ele veio ao mundo como Filho de Deus e revelou-se como Messias de Israel em Seus atos. Mas era preciso que também ficasse claro que Ele era mais que isso: o eterno Sumo Sacerdote de Seu povo. No fim de Sua vida ficou claro qual era o Seu destino inicial.

O povo celebrou-O como Filho de Davi, louvou-O como Messias e grande Profeta. Contavam com a vitória sobre os romanos e o estabelecimento de um reino messiânico. Mas eles não perceberam que primeiro Jesus teria de morrer pelos pecados dos homens, como o Cordeiro de Deus. Podemos chegar a Ele, o Senhor crucificado e ressuscitado, com toda a nossa culpa. Ele intercede por nós, é nosso Advogado diante do Pai celeste: Seu sacrifício vale perante Deus. Jesus é tudo de que nós precisamos!

A túnica de Jesus não tinha costuras. O sacerdócio de Jesus é indivisível, não há nenhuma costura que possa ser desfeita, ele é uma unidade. Seu sacerdócio não pode ser dividido com Maria, outra assim chamada mediadora, nem com os sacerdotes eclesiásticos, nem com o papa nem com nenhuma outra religião. Somente Ele é o eterno e verdadeiro Sumo Sacerdote, o único Mediador entre Deus e os homens (cf. 1 Tm 2.5-6).

5 - O pano

Como Jesus fora despido de Suas roupas e de Sua túnica, Ele ficou dependurado na cruz coberto apenas por um pano. Estava praticamente nu. O Salmo 22.17-18 O descreve desta forma: “Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes”. Hermann Menge traduziu a última parte do versículo 17 desta forma: “...mas eles olham para mim e se deleitam com a visão”.

A nudez retrata pecado e vergonha. Ela personifica o pecado original. Desde Adão todos nós nascemos em pecado, por isso chegamos ao mundo nus. Em Gênesis 3.7 lemos: “Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si”. Adão disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (v.10). E Deus respondeu: “Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (v.11).

O primeiro Adão pegou o fruto proibido da árvore, e tornou-se o pecador cuja iniqüidade pesa sobre todos os homens.

O último Adão foi pendurado num madeiro e “feito pecado” (2 Co 5.21). Jesus tomou sobre si a culpa original do pecado a fim de eliminar a culpa do homem. Quem crê em Jesus não tem somente o perdão de seus pecados, mas também do pecado original, no qual todos nós nascemos.

6 - Os lençóis

“Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis (de linho) com os aromas, como é de uso entre os judeus na preparação para o sepulcro” (Jo 19.40).

O linho era usado nas vestes sacerdotais (Lv 6.10). Também os tapetes, toalhas e cortinas do tabernáculo eram feitos de linho (Êx 26.1,31,36; cf. também 1 Cr 15.27).

Era costume que os judeus mortos fossem sepultados enrolados em lençóis de linho. Jesus foi “sepultado” como um verdadeiro judeu.

Mais tarde, quando Jesus ressuscitou, o texto diz: “Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte” (Jo 20.6-7).

Em minha opinião, os lençóis nos lembram as obras da lei, o sacerdócio do Antigo Testamento, o tabernáculo, as leis e prescrições, as obras e os esforços dos judeus que seguiam a lei.

Jesus foi colocado no túmulo envolto em linho, mas na Sua ressurreição Ele deixou os lençóis para trás. Ele cumpriu a lei de forma completa. Ele é o cumprimento da lei (Mt 5.17). Nele qualquer pessoa que Lhe pertença é tornada completa.

Aplicação pessoal

Jesus usou o manto esplêndido de Herodes, o orgulho e a soberba da humanidade sem Deus. O Senhor permitiu que Lhe colocassem o manto vermelho dos soldados, o ódio abismal e a brutalidade do ser humano. Jesus usou Suas próprias roupas: Ele se tornou completamente homem. Ele usou uma túnica sem costuras: Ele é o verdadeiro Sumo Sacerdote. Na cruz Ele foi coberto somente com um pano. Jesus levou não somente os pecados, mas o pecado original. Na morte o Senhor usou os lençóis de linho, depois despidos na ressurreição. Jesus é o cumprimento da lei.

Agora toda pessoa renascida é chamada a despir o velho homem e vestir o novo homem em Cristo: “...[despojai-vos] do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e [renovai-vos] no espírito do vosso entendimento, e [revesti-vos] do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Ef 4.22-24). “...revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13.14). (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 2007.
Revista mensal que trata de vida cristã, defesa da fé, profecias, acontecimentos mundiais e muito mais. Veja como a Bíblia descreveu no passado o mundo em que vivemos hoje, e o de amanhã também. Assine aqui »

Norbert Lieth

A Lepra no tempo de Jesus - doença infecto contagiosa ou espiritual?


A Lepra no tempo de Jesus - doença infecto contagiosa ou espiritual?

Prezado Amigo a lepra (ou hanseníase ou mal de Hansen, do nome de Gerhard Hansen, que identificou o agente da doença) é uma moléstia infecciosa crônica. A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. A Bíblia é uma fonte de confusão quanto à existência da Hanseníase entre os judeus na época do êxodo. O termo “tsaraath”, no hebraico, significava uma condição anormal da pele dos indivíduos ,das roupas, ou das casas, que necessitava de purificação. Segundo o Livro Sagrado, o “tsaraath”na pele dos judeus seriam “manchas brancas deprimidas em que os pelos também se tornavam brancos”. Na tradução grega, a palavra “tsaraath”foi traduzida como lepra e “lepros”em grego, significa “algo que descama”.A palavra lepra também foi usada pelos gregos para designar doenças escamosas do tipo da Psoríase. A Hanseníase mesmo, eles chamavam de Elefantíase.
Em suma, nem sempre os que foram curados eram Hansenianos. Esse tipo de doença atingia qualquer um, independente de classe social, raça ou credo.

Como qualquer doença ela tem seu principal foco no espírito adoecido com certeza. A própria ciência já constatou que, a maioria das doenças são psicossomáticas, ou seja, derivadas da mente, da alma, do espírito e, dessa forma, se manifestando através de algum tipo de doença ou mal físico.
Já foi comprovado também que a fé pode melhorar um quadro clínico pois, através da força do pensamento, o indivíduo libera neuro-transmissores responsáveis pela função de acelerar o processo de cura. Sob o aspecto da conduta imprória, todos nós, sem excessão, temos nossas pequenas ou grandes mazelas, oriundas das nossas imperfeições...nossas alergias, nossa baixa imunidade, nossas doenças que vem e vão...tudo está ligado ao nosso espírito ainda profundamente impuro... e, através dos males físicos e do sofrimento, é que trilhamos o caminho da depuração espiritual...ninguém está isento de contrair uma doença se ela for a necessidade de seu aprendizado.Essa é a Postura de Deus, que é um Pai Justo, Bom e acima de tudo um Grande Educador!

Anônimo
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070921064138AA8sOYo

JESUS contamina o leproso!


JESUS contamina o leproso!

O leproso curado por JESUS no evangelho de Marcos é a representação de todos os impuros, marginalizados e excluídos pela lei, pela Sinagoga, pelo sistema que oprime e não salva, que exclui e não inclui, que é legalista e não conhece a misericórdia.

O leproso no tempo de JESUS é o impuro, o evitado, aquele que contamina quem o toca, que deveria viver longe no deserto, um morto vivo, falar com eles é perigoso e suspeito, o leproso é a maldição e o castigo supremo, carrega no corpo a doença que o destroi e expulsa da vida, do amor, da convivência, da condição humana.

O leproso de joelhos apela, suplica, desafia o desejo de JESUS: Se queres podes curar-me!

JESUS estendeu a mão como fizera com a sogra de Pedro, o tocou e disse: Quero, fica curado!

Jesus tocou nele e pela lei da Sinagoga ficou contaminado, não poderá entrar na cidade, deverá morar no deserto no meio dos excluídos! Mas o que acontece é o contrário o leproso é curado, incluído.

JESUS anda na contramão não é contaminado, contamina pela graça e pelo Amor!

JESUS não aceita a Lei, a transforma implodindo o legalismo que condena construindo o amor que liberta.

O leproso deveria apresentar-se na Sinagoga para ser declarado puro, mas parece que não vai porque não acredita na Lei mas em JESUS que é VIDA!

Não obedece à ordem de silêncio e torna-se entusiasmado pregador e com tal entusiasmo e ardor que JESUS não pode mais entrar nas cidades mas anda no meio dos pobres e excluídos no deserto para onde tinham sido banidos e de todos os lados acorriam a ELE.

Senhor cura-me de tudo que me afasta de TI!
Se queres podes curar-me!
E que a cura me entusiasme para falar de TI, para ser solidário sem discriminar.

Marcos mais uma vez quer nos ajudar a responder: Quem é JESUS ?

www.oarcanjo.net
Pe. Júlio

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ateísmo = desesperança


Ateísmo = desesperança

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Amy Winehouse foi encontrada morta na tarde de sábado, 23 de julho, pondo fim a curta existência vivida numa corda bamba ou à beira de um abismo. Em 2008, com 25 anos, ela confessara ao amante da vez, Alex Haines, acreditar que entraria para o clube de roqueiros que se suicidaram ou sofreram overdose aos 27 anos. “Ela me disse: ‘tenho o sentimento de que vou morrer jovem’”, contou Haines. Amy não profetizou sua própria tragédia. Apenas expressou o que sua alma, atormentada por suas escolhas erradas, sinalizava. Possivelmente os jovens britânicos que a admiravam nem sabem o que ou porque estavam chorando após a triste notícia.

Amy, George Michael, Pete Doherty, entre tantos outros famosos e anônimos e seu mergulho nas drogas representam justamente uma geração empurrada ao abismo por intelectuais ateus, liderados principalmente pelo biólogo Richard Dawkins, governantes “modernizadores”, leia-se anuladores da fé e princípios cristãos na Inglaterra — outrora abençoada pela influência do Cristianismo e seu personagens célebres, a exemplo de John Wesley, Spurgeon e outros. A expulsão de Deus materializada nas palavras de um ex-prefeito de Londres é oportuna no calor da tragédia da hora, conforme as palavras da jornalista britânica Melanie Phillips.

O [então] prefeito de Londres Ken Livingstone disse em uma entrevista radiofônica que a Grã-Bretanha “não é mais um país cristão”, porque as pessoas não vão mais à igreja. As autoridades locais e os corpos governamentais estão sistematicamente atentando para riscar o Cristianismo de sua existência por se recusar a liberar verbas para grupos voluntários cristãos sob o argumento que ser cristão significa que eles não estão comprometidos com a “diversidade”.



Mas que diversidade controversa é essa que propicia todas as condições para a abreviatura de um talento aos 27 anos? Que diversidade é essa que incentiva o abandono da ética e respeito aos direitos mais elementares da humanidade e leva um tradicional jornal, como o “News of the World” a desaparecer do mapa por invadir a intimidade das pessoas? E coloca outro, o “Trinity Mirror” na mira da Justiça pela mesma papagaiada criminosa?

Uma investigação da BBC encontrou evidências de que o tabloide britânico Sunday Mirror também pode ter feito escutas telefônicas ilegalmente. O jornal é do grupo Trinity Mirror e concorria com o News of the World, de Rupert Murdoch, fechado recentemente após revelações de que grampeou ilegalmente telefones do país. O programa da BBC Newsnight falou com um jornalista que trabalhou no Sunday Mirror na década passada e afirmou ter testemunhado rotineiramente as escutas ilegais sendo feitas na redação, incluindo o telefone de celebridades como a atriz Liz Hurley e o jogador de futebol Rio Ferdinand.



Que diversidade é essa que está conduzindo os jovens ao desenfreamento sexual contra professoras e colegas nas escolas? Dados divulgados há dois anos pelo Departamento de Infância, Escolas e Famílias do governo britânico apontou que cerca de 3,5 mil estudantes foram punidos em um único ano por “condutas sexuais inapropriadas”. Os dados, divulgados pela cadeia pública BBC, causaram profunda preocupação e comoção social no país. Que diversidade é essa que levou recentemente um adolescente ao tribunal por assassinar a namorada em troca de um café da manhã?

“Durante o julgamento, [o réu] Joshua Davies negou ter matado a ex-namorada, mas disse ao júri que "às vezes" odiava Rebecca e que um amigo havia sugerido que ele "se livrasse dela". O amigo prometeu pagar um café-da-manhã se ele fizesse isso e Davies aceitou a "aposta". A mãe do assassino chorava, mas o rapaz não demonstrou nenhuma emoção durante a leitura do veredicto” [BBC 28/julho/2011]



Que diversidade é essa que faz com que pessoas sejam espancadas simplesmente por serem obesas, a exemplo da britânica Marsha Coupe? Que esperar de uma diversidade que tolera a propaganda de clínicas onde bebês em formação são assassinados? Que diversidade é essa que leva o “futuro” do país a se unir em gangues e usar o estupro como arma? Que diversidade é essa que faz a juventude se enveredar pelo caminho mortal das drogas?

Uma droga vendida legalmente na Grã-Bretanha e que vem se popularizando entre os jovens. A polícia britânica divulgou que dois adolescentes morreram em decorrência da droga, que foi apelidada de "miau-miau" entre os jovens. A notícia provocou protestos entre pais e professores que pedem agora que a droga seja proibida. A substância está entre as drogas legais que estão sendo analisadas a pedido do governo por um conselho especial, que recomendará proibições. Os jovens Louis Wainwright, de 18 anos, e Nicholas Smith, de 19, morreram em decorrência do uso da droga. A polícia prendeu três pessoas – entre elas um menor de idade. [BBC, março/2010]



Ateus, anticristos
Nos Estados Unidos, os militantes ateus, correligionários de Dawkins, estão inconformados com uma cruz feita com destroços do 11/09, fincada no memorial erguido dos escombros do World Trade Center. Invocaram a constituição, laicidade — que na verdade não passa de desculpa esfarrapara para banir o Deus bíblico da sociedade. Mas seu argumento fajuto sucumbiu diante da resposta firme da Fundação WTC, como noticiou a France Press.

Em resposta, a World Trade Center Memorial Foundation defendeu os monumentos [cristãos], citados como "símbolos de conforto espiritual para milhares de trabalhadores que atuaram no resgate de vítimas do (chamado) Ground Zero".



Antes, em 2009, com a mesma alegação, organizações ateístas autodenominadas “Coligação da razão” copiaram a ideia de Dawkins nos ônibus e metrô de Londres (“Provavelmente Deus não existe agora pare de se preocupar e curta a vida”) e também emplacaram estações de metrô de Nova York com o slogan ateístas: “Um milhão de nova-iorquinos passa bem sem Deus. E tu?”

A pergunta inevitável é: O que os ateus têm para colocar no lugar da cruz? A resposta, sem nenhum esforço intelectual é tão-somente: NADA! Só a sua raiva contra o Criador bendito eternamente. Apenas as elucubrações de quem optou por crer na dúvida cruel.

Nunca haverá esperança no nada. Pouco se aproveita numa existência que rejeita a fé que dá sentido à vida. Conforme Myer Pearlman, uma das palavras gregas traduzidas por “homem”, anthropos, é uma combinação de palavras significando literalmente “aquele que olha para cima”, ou simplesmente adora a Deus.

Olhar para cima com lentes de ceticismo é inútil. Olhar para a aurora ou o pôr-do-sol sem fé é o mesmo que nada. Nihil. Vazio. Passar a curta vida sob o pano de fundo do materialismo é se colocar atrás dos vegetais, minerais ou seres irracionais que rendem glórias ao seu criador.

Desde os primeiros tempos os homens viram a terra, o céu e tudo quanto Deus fez, tendo conhecido sua existência e seu grande e eterno poder. Assim, eles não terão desculpa alguma (quando estiverem diante de Deus no Dia do Juízo).
Sim, eles bem sabiam de Deus, mas não admitiram, nem O adoraram, nem mesmo agradeceram a Ele todo o seu cuidado diário. E, depois, começaram a fazer ideias tolas de como Deus seria e o que Ele queria que eles fizessem. O resultado foi que suas mentes insensatas ficaram confusas e em trevas.
Dizendo-se sábios sem Deus, tornaram-se em vez disso completamente tolos., Romanos 1.20-22, Bíblia Viva

Estariam os ateus satisfeitos com o caos e todos resultados nefastos à humanidade propiciados ontem e hoje por seus adeptos e ideólogos? O sangue de milhões estão a clamar pelo julgamento das atrocidades de regimes de terror comandados Lênin, Stálin, Pol Pot, Hitler e outros carniceiros da humanidade. Regimes de opressão e eliminação do diálogo, do respeito à opinião diversa, como o exemplo horrendo citado pela Wikipedia ocorrido no dia 28 de julho de 1942.

O líder soviético Josef Stalin lança a Ordem n° 227 em resposta ao alarmante avanço alemão na União Soviética, determinando que todo aquele que recuasse ou deixasse sua posição sem uma ordem expressa deveria ser imediatamente executado.



Nada. Desespero. Morte. Razão sem coração. Só o material, sem amanhã. Sem vida eterna.

Estima-se que, em menos de os últimos 100 anos, os governos sob a bandeira do comunismo causaram a morte de algo em torno de entre 40.472.000 a 259.432.000 de vidas humanas. Dr. R. J. Rummel, professor emérito de ciência política na Universidade do Havaí, é o primeiro estudioso que cunhou o termo democídio (morte por governos). Dr. R. J. Rummel estima que o comunismo provocou a morte de cerca de 110.286.000 pessoas entre 1917 e 1987. [Fé Explicada]



Uma cruz de sucata no Marco Zero incomoda os apologistas do ateísmo...

De fato, fosse uma cruz de madeira ou de lata, o “problema” que os incomoda é toda a carga de significados alentadores da esperança. A cruz aponta para o Crucificado que veio trazer o Rumo, a orientação ao um mundo perdido, a ordem aos caos espiritual.

Eu sou o caminho, a verdade e a vida, João 14.6

A cruz e o Deus crucificado falam da mescla entre o divino e o anthropo que possibilita a restauração da adoração, o reencontro entre criatura e Criador, o perdão das iniquidades que fazem a separação entre Deus e seus filhos.

Fala de um amor inexplicável materializado na doação de si mesmo pelos outros. Expressa o conceito original, não-deturpado de religião, o religare, em que Cristo toma, de um lado, a mão do ser humano crente em Seu sacrifício e, do outro, a mão do Pai (re)unindo-os para sempre!

Cristo tornou-Se um ser humano, e morou aqui na terra entre nós, e era cheio de perdão amoroso e da verdade. E alguns de nós vimos a glória dEle - a glória do Filho único do Pai celeste!, João 1.14, Bíblia Viva

Porque Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho único, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna, João 3.16, BV

José San Martín Camiña Neto
Dedico a Deus o que escrevi

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Esses crentes lerdos e tolos!


Esses crentes lerdos e tolos!
via Desafiando Limites e Vencendo Barreiras de Wallace em 31/07/11

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rubio pé-de-chinelo

E ele lhes disse: O néscios [tolos], e tardos de coração [lerdos] para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. [ênfases acrescidas] Lucas 24. 25, 26 e 27

Antes de tudo, permita-me uma explicação: o título é chamativo por si devido à natureza do tema e também por causa de minha deliberada vontade em deixá-lo chamativo. Se você veio aqui indignado porque chamei os crentes de tolos e lerdos, leia o restante e vai entender o título, quem sabe até concordar comigo. Agora, se veio aqui regozijando-se pensando que eu estava ridicularizando os crentes, sinto decepcioná-lo, ou não né! risos
Introdução

Existe uma espécie de consenso social de que ser crente é ser alguém que abriu mão de sua intelectualidade, de seu raciocínio, para crer em baboseiras e contos da carochinha. Esse estereótipo é alimentado por articulistas, comentarista e novelistas que vendem uma imagem daquele que crê em Deus como uma espécie que deveria ser extinta da sociedade, uma anomalia social carente de extirpação. Essa imagem, veremos adiante, não corresponde à realidade, embora haja algumas coisas que a alimentem.

Por que a mídia insiste em denegrir uma importante parcela da população? Porque ser crente, ao contrário do que esse deturpado consenso acredita, é ser detentor de um senso crítico acima da média, e isso representa uma verdadeira ameaça à manipulação massificada que a mídia emplaca na sociedade. É bem verdade que alguns crentes não fazem bom uso desse discernimento disponível a todo cristão, enfim…

É preciso reconhecer que algumas figuras proeminentes no meio evangélico contribuem para que esse estereótipo de crente retardado, sem noção e sem autocrítica mínima se estabilize e até ganhe corpo, mesmo não representando a realidade. Infelizmente, alguns líderes de renome e de grande projeção midiática agem de forma beligerante, enquanto outros agem de forma manipuladora descaradamente.

Agora, você pode estar se perguntando: existem crentes lerdos e tolos? Sim, existem. Calma que vou lhes mostrar que tipo de crente age dessa forma, para que você analise e verifique se não está, ainda que temporariamente, enquadrado nesse seleto rol de celebridades (risos)!
Somos crentes lerdos e tolo quando…

1. Demoramos a crer nas promessas de Deus

A Palavra de Deus merece crédito, é verdadeira e nos traz orientação para a vida prática. Não é uma mera cadeira filosófica que você deve aprender para colar grau e tirar seu diploma. Um dos maiores desastres que um crente pode experimentar em sua vida é deixar de crer nas promessas de Deus para sua vida. Todavia, uma das coisas mais prejuízo podem trazer é demorar a crer nas palavras do Senhor.

Infelizmente, hoje vemos muitas pregações com uma ênfase exagerada no “agora“, no “é pra já“, no “receba sua vitória agora“, etc., e isso tem gerado uma leva de crentes que simplesmente não sabem esperar, que desaprenderam a ver a beleza de Salmos como o 37.4 “Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração” e 40 “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor“. Perdemos muito em sermos negligentes na fé.

Observe que o Senhor os repreendeu por demorarem a crer, e não por deixarem de crer. Será que nós também não estamos nos deixando levar pelas circunstâncias e necessitando de um pequeno puxão de orelhas de Deus? Eu, confesso, tenho um histórico de indolência e relutância em crer nas promessas de Deus, mas posso afirmar hoje que quase todas as promessas que Ele me fez se cumpriram ou estão perto de se cumprir. Lembre-se: Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa (Nm 23.19)!

E você, está esperando Deus repreendê-lo pela demora em crer?

2. Achamos que a glória vem sem sofrimento

Existe, infelizmente, uma grande parcela da população evangélica que se rendeu aos encantos da sereia da teologia da prosperidade, e estão perdendo grandes oportunidade de crescimento e maturidade na fé simplesmente por estarem alinhavados ao chavão “eu rejeito o sofrimento na minha vida“, como se sofrer por amor ao evangelho e a Cristo fosse uma erisipela ou espécie de lepra contagiosa.

Outros, por motivos diversos, e falta de paciência, querem apressar as coisas e atropelar etapas necessárias à vida cristã saudável e acabam por sacrificar valores eternos no altar da efêmera vaidade (#prolixidade intencional), e vão colher consequências desastrosas! Aprenda com Jesus: no caminho da glória, havia uma pedra; havia uma pedra (Gólgota, a pedra da Caveira) no meio do Caminho!

Apesar de ser uma afirmação totalmente fora de moda e que não atrai seguidores, ainda assim eu me arrisco a dizer que as derrotas podem nos ensinar muito mais que as vitórias! Quem quer crescer em Cristo, deve estar ciente de que, como Ele padeceu, nós também podemos sofrer:

Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu. Hebreus 5:8

3. Não nos esforçamos para entender a Palavra de Deus

Como entender a Palavra de Deus, as Escrituras Sagradas, seguindo o conselho de Jesus?

* considerando TODA a Palavra de Deus. É alarmante sabermos que uma pesquisa nos revela que uma pequena quantidade de pastores leram a Bíblia toda, pelo menos UMA vez. É inadmissível que uma pessoa vocacionada a pastorear o rebanho do Senhor não tenha lido a Bíblia completa. Quando eu estudava para concursos, me vi obrigado a ler a Constituição Federal quase toda. Sabe quantas vezes eu li aquele bendito livro? Talvez umas 40! Se eu não lesse, não passava! E a Palavra de Deus, que é alimento para a alma?
* quando o verso diz que Jesus começou por Moisés e foi seguindo pelos profetas, isso nos diz que a leitura bíblica deve ter ordem e sequência lógica. Não adianta você pegar a Bíblia, abrir a esmo, fazer um uni-duni-tê e colocar o dedo aleatoriamente e ficar lendo a prestação, você nunca vai crescer na fé assim. Faça um plano de leitura bíblica anual ou leitura por temas, mas inicie uma leitura constante e sequencial da Bíblia e você vai ver que sua fé vai crescer junto.
* tudo o que Deus faz tem um propósito, tudo. A Palavra de Deus é, antes de tudo, a revelação por excelência do plano de Deus para resgatar o homem e levá-lo de volta ao Lar, tal como se fosse o resgate de alguém raptado. Mas, é também uma carta de amor de Deus para o homem. Ao ler a Bíblia, você deve ter em mente que ela foi escrita por seu Autor com um objetivo definido e específico e, ao mesmo tempo em que ler essa Carta faz você conhecer a mente por trás do projeto, permite que você conheça os planos do Autor.

Tendo isso em mente, ou seja, evitando essas armadilhas:

1. Demorar a crer nas promessas de Deus;
2. Iludir-se que glória prescinde de sofrimento, e;
3. Que é desnecessário esforçar-se para entender a Bíblia,

você estará apto a crer naquilo que Deus lhe prometer, esperar o tempo do cumprimento dessas promessas e entender o propósito que o Senhor tem para sua vida, para honra e louvor de Seu santo nome.

Que o Senhor te abençoe de forma poderosa.

ps. desculpe se lhe decepcionei se você achava que eu iria “descer o porrete” em algum profeteiro de plantão, mas sem noção… risos

O cristianismo suicida


O cristianismo suicida:
como o “evangelicalismo cult” gosta de veneno!
via Teologia Pentecostal
de Gutierres Siqueira

Minha geração precisa perceber que o cristianismo é mais do que fragilidade chique, autorrevelação infindável e a impassividade que vem com a autenticidade. (Kevin DeYoung) [1]


Recentemente a revista Veja entrevistou o filósofo judeu Luiz Felipe Pondé nas suas famosas “páginas amarelas”. Ele, que não é e nunca foi cristão, fez uma interessante defesa do cristianismo na revista mais lida do país. Ora, isso é motivo de alegria para os cristãos, pensariam aqueles guiados pelo óbvio. Mas não! Para um grupo a entrevista foi um horror! Como assim?

Pondé cometeu o pecado de atacar a sacrossanta Teologia da Libertação. Então, um grupo enorme de devotos da dupla Boff e Betto desqualificou a entrevista do filósofo, não cristão, que defende o cristianismo. É difícil entender esse povo! É a síndrome suicida. Eles preferem filósofos atacando o cristianismo! Esse mesmo grupo estaria em êxtase se um Leonardo Boff da vida dissesse à Carta Capital que o cristianismo é a coisa mais horrenda do mundo.

O próprio filósofo Pondé brinca com essa tendência suicida dos cristãos: “Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro –, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele” [2]. E o leão não costuma ser manso.

Conheço um pastor que fez doutorado em Ciências da Religião em uma famosa universidade protestante. Ele me disse que foi o lugar onde mais ouviu sobre a “herança maldita” do cristianismo. Ali, tudo era culpa dos cristãos, desde a escravidão à opressão econômica. Todos os males do mundo têm um dedo da cristandade, assim se professa nessa universidade cristã (?). Não que devamos ignorar os erros do cristianismo, mas nessa academia seguir a cristandade é sinônimo de desgraça.

A autocrítica é essencial para o cristianismo. Ler a Bíblia é ler um livro que nunca teve medo de esconder o pecado de ninguém, mesmo que esse seja o poderoso Rei Davi ou o espetacular apóstolo Paulo. Nem Pedro e nem ninguém escapou das reprimendas. Mas ao criticarmos a polícia, nos dizia o inglês G. K. Chersteton, não nos esqueçamos dos ladrões:

A autoridade religiosa sem dúvida foi muitas vezes opressora e exorbitante, exatamente como todos os sistemas legais (e especialmente o nosso sistema atual) tem sido insensíveis e cruelmente apáticos. É racional atacar a polícia. Mais que isso, é maravilhoso. Mas os críticos modernos da autoridade religiosa são como homens que atacariam a polícia sem jamais ter ouvido falar de ladrões. Pois a mente humana corre um grande perigo concreto: um perigo tão prático como o latrocínio. Contra esse perigo a autoridade religiosa foi erigida, certo ou errado, como uma barreira. E contra ele algo certamente deve ser erguido como uma barreira, se quisermos evitar a destruição de nossa raça. [3]

Os evangelicais cults (já escrevi sobre eles) são pessoas engraçadas, pois se alguém fala bem do cristianismo eles acham um pecado. Eles escrevem textos descrevendo a tragédia que seria um país de maioria protestante (!). Não que eu ache que o país viraria um paraíso com uma maioria cristã-protestante, mas não vejo nenhuma tragédia se isso um dia acontecer. O “princípio protestante” tem em seu cerne um impeditivo para tendências teocráticas, graças ao bom Deus. Eu também tenho ojeriza pela Teologia do Domínio, mas creio que o protestantismo pode contribuir para o bem do país.

Aliás, como seria bom que alguns valores protestantes influenciassem a nossa cultura ibérica. Valores como a meritocracia, a livre-iniciativa, a liberdade de expressão e outras formações da cultura ocidental devem muito ao protestantismo. Seja o liberalismo norte-americano ou a social-democracia nórdica, o protestantismo teve o seu papel determinante. Já a cultura ibérica prefere o “capitalismo de compadrio”...

Na sua famosa carta, Pedro Vaz de Caminha fala que as terras brasileiras são boas e aproveita para pedir um emprego estatal ao rei. Eis um documento que é a cara do país: terra rica com um povo que busca sempre uma “boquinha do Estado”. Tudo é baseado nas relações (que sejam boas) com o poder.

O Estado laico, por exemplo, é uma típica produção protestante. André Biéler observa:

Mesmo que um Estado laico nunca exista verdadeiramente, tão grande é o poder de sedução das ideologias de substituição, que os políticos no poder procuraram sempre impor, que o crente cristão prefere um Estado laico a qualquer outro, porque, em princípio, este não lhe propõe oficialmente uma ideologia ou uma religião de forma compulsória. [4]

O Estado laico não ensina religião e nem impõe uma educação sexual, por exemplo. Só que em nosso país só existe laicidade para a religião, pois o Estado vive a querer gerir aspectos individuais dos cidadãos, como se esses fossem crianças indefesas. O Estado brasileiro quer, inclusive, determinar que comida possa se comer ou não. É o Estado babá.

Nesse aspecto, a cultura advinda do protestantismo só faria bem ao nosso país. É engraçado ver cristãos (?) empenhados em colocar o cristianismo no armário. Eles sonham com um cristianismo que não saia da casa do sujeito crente. Nada de Teologia do Domínio e a falaciosa Batalha Espiritual que expulsa demônios que guardam cidades, mas o cristão precisa ser visto como cristão em todos os aspectos de sua vida. Não se pode dividir a vida cristã entre o sagrado escondido na intimidade e o secular aos olhos do mundo. Não se deve privatizar a fé. O sagrado permeia toda a vida, como escreveu Francis A. Schaeffer:

A verdadeira espiritualidade abrange toda a realidade. Há coisas que a Bíblia nos mostra como pecaminosas- as quais não estão de acordo com o caráter de Deus. Mas, tirando isso, o senhorio de Cristo abrange toda a vida e toda a vida igualmente. Isto é, a verdadeira espiritualidade abrange não somente toda a vida, mas abrange todas as partes do espectro da vida igualmente. Neste sentido, não há nada na nossa realidade que não seja espiritual. [5]

Não há sacerdotes versus leigos. Todos são sacerdotes do Senhor e em todo o tempo, inclusive no meio cultural. É um princípio protestante, como nos lembra Paul Tillich:

Os que são chamados ao ministério da igreja, ministram exatamente como qualquer outra profissão. Se depois de algum tempo o pastor abandona o seu ministério e se torna comerciante, ou professor, ou sapateiro, ele deixa de ser ministro e não retém em sim nenhum poder sacramental. Qualquer cristão piedoso, por outro lado, pode ter esse poder sacerdotal em relação a outras pessoas sem necessidade de qualquer tipo de ordenação. [6]

Portanto, é sempre espantosa a campanha do evangelicalismo Cult para que o cristianismo saia da arena pública. Não que queremos ser donos da arena, mas por que não podemos participar dela com as demais vozes do mundo? Estado laico não é exclusão da religião, mas sim o impedimento de uma religião majoritária e censuradora das demais. Estado laico não é Estado secular que exclui a religião complemente do debate. Isso não é democracia.

A teologia que perde a Revelação é uma filosofia de quinta categoria!

O problema da chamada teologia contemporânea, que não é tão contemporânea assim, é que essa despreza a revelação. A teologia cristã sem revelação é mera filosofia chata e pobre, inferior a todas as outras filosofias. A Teologia da Libertação, por exemplo, trocou a revelação pelo marxismo. Os teólogos da libertação nada mais não do que sociólogos que fariam sucesso em um partido de extrema-esquerda falando mal do “sistema” enquanto fumariam maconha no campus de FFLCH da USP. Nada mais boçal.

Karl Barth, grande teólogo suíço, já percebia isso no seu enfrentamento com os antigos cults:

A teologia perdeu a sua peculiaridade ao perder a revelação e com isso o grão de mostarda da fé, com a qual se pode transportar montanha. Mesmo a montanha da cultura humanística moderna. A prova de que a teologia havia perdido realmente a revelação está em que lhe foi possível vender seu direito de primogenitura- viver da revelação- ao mudar para receber a noção de religião. [7]

E Barth completa:

Ao tentar comparar e harmonizar a revelação com a religião denuncia uma incompreensão do que seja a revelação como tal. A revelação, obra de Deus, no marco do problema que nos ocupa, deve ser considerada como de natureza superior à religião, obra de homens. Não pode ser de outra maneira. [8]

Comentando um dos textos de Barth sobre as tarefas da teologia, o teólogo católico Joseph Ratzinger observa: “Ao recusar uma filosofia independente da fé como fundamento da fé: a nossa fé estaria então fundamentada, em última análise, em teorias filosóficas mutantes” [9]. É uma verdadeira miséria, já que não temos nem boa teologia e simplesmente uma filosofia rasa.

Isso não quer dizer que a teologia cristã deve desprezar as questões contemporâneas, longe disso, mas sim observar o método que faz a sua leitura do mundo. O método da teologia cristã é a revelação de Jesus Cristo e não uma escola sociológica. A teologia, quando traída pelos próprios teólogos que desprezam a revelação, torna-se mera “antropologia moral inconsistente” [10], para usar uma expressão do filósofo Luiz Felipe Pondé.


Referências Bibliográficas:

[1] DEYOUNG, Kevin e KLUCK, Ted. Não Quero um Pastor Bacana. 1 ed. São Paulo: Mundo Cristão, 2011. p 39.
[2] Leia a entrevista completa neste link: http://www.blogdokimos.com/entrevista-de-luiz-felipe-ponde-a-veja
[3] CHESTERTON, Gilbert K. Ortodoxia. 1 ed. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. p 55-56.
[4] BIÉLER, André. A Força Oculta dos Protestantes. 1 ed. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 1999. p 164.
[5] SCHAEFFER, Francis A. Um Manifesto Cristão em: A Igreja no Século 21. 1 ed. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2010. p 166.
[6] TILLICH, Paul. História do Pensamento Cristão. 4 ed. São Paulo: ASTE, 2007. p 236.
[7] BARTH, Karl. Revelação de Deus: como sublimação da Religião. 1 ed. São Paulo: Fonte Editorial, 2011. p 29-30.
[8] Idem. p 31.
[9] RATZINGER, Joseph. Fé, Verdade , Tolerância: O Cristianismo e as Grandes Religiões do Mundo. 1 ed. São Paulo: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência Raimundo Lúlio, 2007. p 127.
[10] PONDÉ, Luiz Felipe. Do Pensamento no Deserto: Ensaios de Filosofia, Teologia e Literatura. 1ed. São Paulo: Edusp, 2009. p 15-16.

domingo, 31 de julho de 2011

Suas Forças Estão Esgotadas?


Suas Forças Estão Esgotadas?

"Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque
eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento
com a destra da minha justiça" (Isaías 41:10).

Um pequeno menino tentava erguer uma pedra pesada. Apesar de
seu acesso de ira e gritos, não conseguiu movê-la. Seu pai,
que a tudo assistia de perto, perguntou a ele: "Você está
usando toda sua força?" "Sim, eu estou", respondeu o menino,
chorando enfurecido. "Não, você não está", disse o pai.
"Você não pediu a minha ajuda." (Mark Mohnkern)

Muito choro e muita angústia nós evitaríamos se usássemos a
principal força que dispomos para vencer as lutas e
dificuldades: a ajuda de nosso Pai celestial. Quando
compreendemos que somos limitados e que não somos capazes de
resolver todos os problemas que aparecem em nossa frente,
não relutamos em buscar a ajuda de nosso Deus. Ele nos ama e
tem prazer em estender Sua mão a nosso favor. Em qualquer
momento, em qualquer situação, Ele está bem perto de nós,
esperando apenas que lhe peçamos: "Senhor, ajuda-me".

Quando nos julgamos auto-suficientes e soberbos ao ponto de
dizer "não preciso de ninguém", não apenas perdemos a
oportunidade de comunhão com nossos irmãos e amigos -- que
também podem nos ajudar, como perdemos a bênção de contar
com a graça e ação amorosa do Senhor que tem sempre o melhor
para nós.

Que melhor solução teríamos para um problema de solidão do
que a companhia de nosso Amigo verdadeiro, Jesus Cristo? Que
melhor médico poderíamos buscar, para um problema sério de
enfermidade, do que o Médico dos médicos, Jesus Cristo? Que
melhor recurso poderíamos encontrar, para um problema de
falta de dinheiro, do que aquele que nos prometeu suprir
todas as necessidades, Jesus Cristo? Que melhor consolo e
esperança poderíamos obter, para nossos instantes de
angústia e estresse, do que a presença do Companheiro que
nos prometeu: "vinde a mim e vos aliviarei", Jesus Cristo?

Se você acha que suas forças estão esgotadas, lembre-se de
que ainda lhe falta pedir ajuda do Pai. Peça agora mesmo
essa ajuda e tudo se resolverá.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Como Responder aos Adventistas do Sétimo Dia


Como Responder aos Adventistas do Sétimo Dia

O ADVENTISMO DO 7º DIA

Introdução:

Não podemos pensar na origem dos "sabatistas" sem recordar os conflitos entre o apóstolo Paulo e os judaizantes. A luta entre o legalismo e o evangelho da graça de Deus é muito antiga. Continua em tempos modernos no vigoroso programa dos adventistas do Sétimo Dia. O sabatismo não é uma seita como, muita gente pensa: "uma denominação igual às outras, com a única diferença de guardar o Sábado". É uma seita perigosa que mistura muitas verdades bíblicas com erros tremendos no que se refere as doutrinas cristãs ou interpretações de profecias.

Origem do Adventismo:

Duas das Igrejas que estaremos estudando neste trimestre podem traçar sua origem nos ensinos de Guilherme Miller, embora não tivesse fundado nenhuma delas. São as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo dia.

a) Síntese Histórica:

No princípio do século dezenove houve um despertamento de interesse pela Segunda vinda de Cristo entre os cristãos. Guilherme Miller, pastor batista no Estado de Nova Iorque, dedicou-se ao estudo detalhado das escrituras proféticas. Convenceu-se de que Daniel 8.14 se referia à vinda de Cristo para "purificar o santuário". Calculando que cada um dos 2.300 dias representava um ano, tomou como ponto de partida a carta de regresso de Esdras e seus compatriotas a Jerusalém e 457 a.C., e chegou à conclusão de que Cristo voltaria à terra em 1843, Isto foi em 1818.

b) O fracasso de Miller:

Por um quarto de século, Miller proclamou a mensagem para classes especiais a cristãos de diferentes Igrejas. O interesse dos crentes em relação à mensagem era crescente e o número deles ia de cinqüenta a cem mil pessoas preparando-se para o fim do mundo. Muito crentes doaram suas lavouras, e se prepararam para receber o Senhor no dia 21 de março de l843. Chegou o dia e o evento esperado não aconteceu.. Miller revisou os seus cálculos, descobriu um erro de um ano. Devia ser no dia 21 de março de l844. Ao chegar essa data, nada aconteceu. Uma vez mais um novo cálculo indicou que seria o dia 22 de outubro de mesmo ano. Porém essa previsão também falou.

c) O Arrependimento de Miller:

Guilherme Miller, dando toda a prova de sua sinceridade e honradez, confessou simplesmente que se havia equivocado em seu sistema de interpretação bíblica. É preciso certa grandeza de alma, ou graça do Senhor para reconhecer abertamente seu próprio erro. Miller a teve e não mais tratou de defender a interpretação que havia proclamado por um quarto de século. Porém nem todos os seus discípulos estavam dispostos a abandonar a sua mensagem. Dos muitos que o haviam seguido, três se uniram para formar uma nova Igreja, baseada numa nova interpretação da mensagem professada por Miller.

O desenvolvimento da seita

O dia depois "da grande desilusão", Hiram Edson um fervoroso discípulo e amigo pessoal de Miller, teve uma "revelação". Nela compreendeu que Miller não estava equivocado em relação a data, mas sim em relação ao local. Disse que Cristo havia entrado no dia anterior no santuário celestial, não no terrenal, para fazer uma obra de purificação ali. Edson partilhou com outros membros de seu grupo as "boas-novas". Outros dois grupos se uniram a essa nova revelação: um dirigido por Joseph Bates que dava ênfase a guarda do Sábado e outro dirigido por Hellen G. White, que dava ênfase aos dons do Espírito.

a) As revelações de Helen White:

As revelações de Helen White tiveram muito que com a formação das doutrinas dos adventistas, e seus escritos prolíficos contribuíram grandemente para a expansão da Igreja. Ela e seu esposo disseminaram amplamente seus ensinos proféticos e doutrinários por meio de revistas e livros. Embora a Igreja adventista afirme que a Bíblia é sua autoridade doutrinária, ainda crê que Deus inspirou Helen White em sua interpretação das Escrituras e em seus conselhos, conforme se encontram em seus livros.

b) Obras da Sra White:

Como já dissemos, os livros da Sra. White são considerados "inspirados" por Deus e no mesmo nível da Bíblia, que citam apenas para comprovar o que ensinam, buscando versículos ou passagens isoladas. O livro "o grande conflito" é considerado a obra prima da Sra. White e recomendam-no largamente. Tal livro já foi editado em mais de 30 línguas com uma vendagem superior a dois milhões de exemplares. Entre outras obras, as mais importantes são: Vida de Jesus, Patriarcas e Profetas, Veredas de Cristo, O desejado de Todas as Nações.

c) Os nomes da Seita:

Os adventistas do sétimo dia já usaram através dos tempos os seguintes títulos: Igreja Cristã Adventista (1855); Adventistas do Sétimo dia (1860); União da Vida e Advento (1864);Igreja de Deus Adventista (1866); Igrejas de Deus Jesus Cristo Adventistas (1921); Igreja Adventista Reformada; Igreja Adventista da Promessa; Igreja Adventista do sétimo dia ( Atual). Existem outros grupos como Igreja Adventista da Promessa, Igreja Adventista do pacto, etc, porém o mais importante é a Igreja Adventista do Sétimo dia, conhecida como Sabatista ou Sabatismo.

As Doutrinas do Adventismo

Os sabatistas misturam algumas verdades com seus abundantes erros, daí poder enganar aos que com sinceridade se lançam em busca da verdade. Normalmente, citam a Bíblia, porém sem o cuidado de examinar o contexto. Embora muitas de suas doutrinas sejam ortodoxas, existem outras que desviam o crente do caminho real. Convém que os membros das Igrejas evangélicas conheçam essas doutrinas e saibam como refutá-las, tendo em vista que eles também se dedicam ao proselitismo entre as Igrejas Evangélicas. Veja Mt 23.15

a) A expiação incompleta:

Os adventistas ensinam que Jesus entrou no santuário celestial no ano de 1844, e agora está cumprindo a obra de expiação. Esta doutrina a expiação incompleta e contínua é uma tergiversação das Escrituras num esforço para justificar as previsões errôneas de Miller. Não duvidamos da sinceridade dos que creram haver achado uma solução para o problema nessa "revelação" de Edson, porém ela não concorda com as Escrituras. A Bíblia ensina que Jesus penetrou no santuário celestial ao ascender ao céu e não no ano de l844. (Hb 6.19,20;8.1,2; 9.11,12, 23-26; 10.1-14).

b) Nossos pecados lançados sobre Satanás?

Os adventistas ensinam que o bode emissário (ou bode para azazel) de Levíticos 16.22,26 simboliza Satanás. Todas as nossas iniqüidades serão carregadas pelo diabo. Segundo eles durante o milênio, Satanás, levará sobre si a culpa dos pecados que fez o povo de Deus cometer, e será confinado e esta terra desolada e sem habitantes. Parece fantástico que alguém que se diz evangélico aceite doutrina tão contrária ao evangelho. Será que não se dão conta das implicações de tal ensino? Isto faria o diabo nosso co-salvador com Cristo, a expiação de nossos pecados seria realizada em parte por Cristo e em parte por Satanás. O simbolismo real desta passagem mostra Cristo levando sobre si os nossos pecados. Veja Jo 1.29; Is 53.6; Hb 10.18; J0 19.30; 2 Co 5.21; Rm 8.32.

c) O Sono da Alma:

Os adventistas ensinam que as almas dos justos dormem até a ressurreição e o juízo final. Este "sono da alma" é um estado de silêncio, inatividade e inteira inconsciência" . Baseiam esta crença principalmente em Eclesiastes 9.5, que diz: "Os mortos não sabem coisa nenhuma". O contexto demonstra que o autor deste versículo está falando sobre a relação dos mortos com a vida terrena e não sobre o estado da alma depois da morte. Leia os versículos 4 a 10 desse capítulo. Provas bíblicas da consciência da alma depois da morte acham-se nas palavras de Paulo quando diz que ao deixar o corpo estaria com o Senhor, cf. Fp 1.23,24 2 Co 5.1-8). Veja também Lc16.19-31; Lc 23.43. No monte da transfiguração, Moisés não estava "silencioso, inativo e totalmente inconsciente" enquanto falava com Cristo, cf. Mt 17.1-6. Veja ainda Ap 6.9-11. Etc.

Outras crenças errôneas

Normalmente, as crenças de uma seita ou religião baseiam-se em motivos muito fortes relacionados a experiências de seus fundadores, ou livros escritos e interpretados por eles. Nesse caso, os escritos dos fundadores tornam-se regra de fé e prática. No adventismo, como em outras seitas, temos verificado que os escritos de seus fundadores continuam sendo seus sustentáculos doutrinários, independentes da Bíblia.

a) A aniquilação de Satanás e dos maus:

Os adventistas ensinam que Satanás seus demônios, e todos os maus serão aniquilados, completamente destruídos. A Senhora White diz que a teoria do castigo eterno é "uma das doutrinas falsas que constituem o vinho das abominações da Babilônia". Jesus Cristo usou a mesma palavra para referir-se à duração das bênçãos dos salvos e os tormentos dos perdidos em Mt 25.46: Eterno. Além disso, ele não disse aniquilação eterna, mas castigo eterno. Veja Também Mc 9.43,44. Em Ap 14.10,11, vemos que os adoradores do Anticristo serão atormentados "e o fumo de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos". Isto não parece com aniquilação. Confira ainda: Ap 19.20; 20.2,7,10,15 etc.

b) A observância obrigatória do Sábado:

Os adventistas ensinam que os cristãos devem observar o Sábado como o dia de repouso, e não o Domingo. Crêem que os que guardam o Domingo aceitarão a "marca da besta". A senhora White ensina que a observância do Sábado é o selo de Deus. O selo do Anticristo será o oposto a isto, ou seja, a observância do Domingo. Vemos, pois, que o Sábado é uma parte do pacto especial feito entre Deus e Israel (Ez 20.10-13). O próprio Moisés explicou que era uma memorial de sua libertação da terra do Egito. Ao repousar de seu trabalho semanal, deviam recordar como Deus lhes havia dado o repouso da dura servidão do Egito ( Dt 5.12-15).

c) O Sábado foi abolido:

A palavra profética previa a chegada do Novo Concerto (Jr 31.31-33) e o fim do Sábado (Os 2.11), que se cumpriu em Jesus(Cl 2.14-17). Por essa razão, o Sábado não aparece nos quatro preceitos de Atos 15.20,29. O texto de Colossenses 2.16,17 deita por terra todas as teses dos adventistas. Paulo parece que está escrevendo aos adventistas quando escreve aos Gálatas e trata de livrá-los dos enganos dos judaizantes que queriam fazê-los guardar a lei. O livro inteiro ressalta que a salvação não é pelas obras da lei, mas pela fé em Cristo. Faz menção da observância de certos dias como uma parte da escravidão da lei (Gl 4.3-11)./ Cristo é o fim da lei ( Rm 6.14; 10.4).


Conclusão:

O discutir com os adventistas não dá nenhum bom resultado. Estão bastante preparados para discutir e convidam a discussão. Recorde-se que as discussões somente fazem que a pessoa resolva defender melhor a sua própria doutrina. É quase certo que o adventista citará Ap 14.12 e 1 Jo 2.4, para provar que devemos guardar o Sábado. Para isto devemos mostrar-lhes quais são os andamentos de Deus no Novo Testamento. Que ele mesmo leia 1 Jo 3.23; Jo 6.29; Rm 4.5; Gl 2.16; Jo 13.34,35; 5.10 e Rm 13.8-10; Ap 22.14. Procure fortalecer sua fé na obra perfeita de Cristo e guiá-los a um repouso perfeito nele, fazendo-os ver que agora a pessoa pode ter a certeza da salvação.


Copiado de http://www.planetaevangelico.com.br/religioes/princadv.htm. Autor anônimo.

http:// solascriptura-tt.org/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Titanic em nossa sociedade


Titanic em nossa sociedade

_Norbert_Lieth_

Até onde chegamos? Quanto já afundamos? Essas perguntas foram analisadas por Joachim Zoellner na revista alemã Família & Cia. Este artigo resumido fala por si só, de modo que, na verdade, qualquer comentário seria dispensável:

Qualidade de vida às custas dos filhos?
Admirável mundo novo? A nova realidade: ele usa Viagra. Ela toma a pílula. A filha está convicta de que o ventre lhe pertence. O filho vai desfrutar as noites românticas munido de um preservativo. Educação sexual nas escolas. Homossexuais e lésbicas em destaque. A televisão dá aulas de sadomasoquismo. Pornografia infantil na internet. "Ficar" ao invés de união indissolúvel. Período de experiência ao invés de casamento. O sexo é o esporte mais popular.

A família está em retirada. "Singles" por opção. O número de separações cresce – o de casamentos diminui. Prazer ao invés de amor, divertimentos no lugar de deveres, a carreira ao invés da família – essas parecem ser as aspirações mais comuns na sociedade moderna, e para muitos são evidências de qualidade de vida mais elevada.

Os filhos são as vítimas. Toda separação danifica suas almas infantis. Muitos não conhecem direito seus pais. Outros vivem com estranhos ou se criam em famílias dilaceradas. Eles são entregues a babás, são colocados em creches, abandonados na frente da televisão. De onde, afinal, vem a violência nas escolas, qual é a raiz da criminalidade infantil, por que a fuga para as drogas?

Entretanto, milhões de pais ainda amam seus filhos mais do que tudo no mundo, os protegem e cuidam deles. Que eles nunca se deixem enganar! Eles, e não os outros, são os construtores de um mundo verdadeiramente admirável.

Existem pessoas neste mundo que falam uma linguagem bem mais clara do que muitos crentes. Eles vêem a decadência da nossa sociedade e os frutos dela resultantes – e têm a coragem de identificar e apontar os problemas. Que Deus abençoe tais homens e mulheres!

As palavras do Senhor no Salmo 106.21 parecem servir melhor para nossa época do que para qualquer outra:

Esqueceram-se de Deus, seu Salvador...

Por isso, é justamente a nossa geração que precisa tanto do Libertador e Salvador. A Bíblia diz:

"Ora, é para esse fim que labutamos e nos esforçamos sobremodo, porquanto temos posto a nossa esperança no Deus vivo, Salvador de todos os homens, especialmente dos fiéis", 1 Timóteo 4.10

Não vamos cessar de anunciar o Seu Evangelho a todo o mundo em amor, orando para que o Senhor Jesus ainda se torne Salvador de muitos. Somente por Ele é que as famílias se tornam sadias, os filhos ganham esperança e um fundamento que não vacila. Somente por meio de Jesus a alma é curada, somente através dEle a nossa sociedade pode ser renovada.

Norbert Lieth
Diretor internacional da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite (Mateus 25.6)
http://www.chamada.com.br/ - Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, setembro de 1999. Foto: Corbis

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O progresso do Ateísmo na Inglaterra.


Provavelmente...

Finalmente o biólogo Richard Dawkins e seus seguidores conseguiram emplacar cartazes com mensagem ateísta em 800 ônibus na Inglaterra, além de estações do metrô, em uma “resposta” aos anúncios cristãos comuns nos coletivos britânicos. Os ateus receberam doações e apoio de uma entidade humanista e do próprio Dawkins. “Provavelmente, Deus não existe. Agora pare de se preocupar e aproveite sua vida”, é o conselho pintado nos cartazes.

Trata-se apenas de mais um capítulo no processo de expulsão de Deus do país. Já em 2001, uma sondagem feita pelo Instituto Gallup revelava que apenas 13% da população acreditava que a sociedade do seu país era cristã. É a materialização da campanha pró-secularização com a exaltação do humanismo, hedonismo e toda sorte de idéias e doutrinas anticristãs.

O laureado jornalista português Gilberto Ferraz, correspondente na Inglaterra, lembra que ainda no início deste século autoridades católicas inglesas lamentavam que o Cristianismo tinha praticamente desaparecido, devido especialmente ao fato dos jovens estarem indiferentes aos valores e à moral cristã e os adultos entregues à droga, à pornografia e ao álcool.

Esta afirmação foi confirmada em 2004 pela segunda mais importante figura hierárquica da Igreja Anglicana , o Dr. David Hope, antigo Arcebispo de Iorque, que afirmou numa entrevista à televisão em 2004 que a Grã-Bretanha jamais se poderia considerar como país Cristão. As pesquisas lhe davam razão. Dados publicados em 2005 revelavam que apenas 6,8% da população britânica (58,8 milhões - censo de 2001), freqüentava a igreja. Comparados a 1980, em que dados análogos registravam 14,5%, a baixa era reveladora. Outro fator curioso, este referente ao número de pessoas que acreditava que Jesus Cristo é o filho de Deus, baixou de 71% em 1957, para 45% em 1999 e outros 22% da amostra entrevistada afirmava que Cristo não passava de uma treta.

Certamente Dawkins e seus correligionários tiveram na própria liderança cristã grande ajuda ao desmantelamento da fé. Ordenação de ministros homossexuais e outras aberrações antibíblicas, tanto quanto a busca de interesses pessoais em detrimento da defesa e aplicação da Sã Doutrina. Entre 1980 e 2000 cerca de 300 igrejas por ano foram fechadas na Inglaterra. Em contraste, no final de 2006, era evidente o aumento tanto do islamismo (com cerca de dois milhões, com predominância no norte e centro do país), como do budismo ainda que menos acentuadamente.

Perguntas básicas precisam ser feitas: Quais os “benefícios” do ateísmo à nação palco de grandes avivamentos espirituais no passado e que agora é levada a se revoltar contra Deus por idiotas-instruídos como Dawkins? Para onde caminha a o Reino Unido? O que está por trás da massificação da idéia de que “provavelmente Deus não existe”? Como “aproveitar a vida” sem as regras morais de Deus que garantem o equilíbrio social?

Deus é maravilhoso. Notem: Um dia antes da notícia sobre a campanha ateísta a Agência EFE informou que 3,5 mil estudantes na Inglaterra foram punidos por condutas sexuais inadequadas.

Isso significa que “indiferença juvenil aos valores e à moral cristã” — tanto quanto “adultos entregues à droga, à pornografia e ao álcool”, são reflexos claros do que a opção pela ausência de Deus provoca numa sociedade pós-cristã.

Cerca de 3,5 mil estudantes foram punidos no Reino Unido em um único ano por "condutas sexuais inapropriadas", informaram nesta segunda-feira [5] dados do Departamento de Infância, Escolas e Famílias do Governo. Os dados, divulgados pela cadeia pública BBC, correspondem ao ano letivo 2006-2007 e causaram profunda preocupação e comoção social no país.

A maioria de expulsões temporárias ou definitivas por "assédio sexual" aconteceu no ensino médio, mas também houve 260 casos nas escolas primárias - correspondente ao ensino fundamental.

E o que isso tem a ver com a apostasia pregada por Dawkins? O desenfreamento moral é um sinal claro do que está por vir, pois se “Deus provavelmente não existe”, como rezam os anúncios, também não existem regras morais, Leia-se: freios, limites. Tudo é acaso. Sem culpa, sem pecado, sem céu ou inferno.

É a soma de ateísmo mais Humanismo (“uma série de valores e ideais relacionados à glorificação do ser humano”. Ou “doutrinas que colocam o homem e a condição humana em primeiro lugar, medindo tudo o mais segundo as suas características, necessidades e interesses) e Hedonismo (Doutrina que considera a busca do prazer como o bem supremo, o principal objetivo da vida moral).

É o homem no centro. Deus banido ou, quando muito, "provavelmente", na periferia.

Por que e pra quê, então, punir estudantes que apenas deram vazão aos seus instintos naturais adquiridos nos milhões e milhões de anos de evolução de uma bactéria-macaco ao homo sapiens? Se “Deus provavelmente não existe”, por que o comportamento inapropriado de jovens que querem copular entre si e com todas as fêmeas em todos os lugares possíveis — inclusive na escola — causam “profunda preocupação e comoção social no pais”?

Leiamos a frase novamente sobre a reação social à prostituição-abrasamento sexual precoce e inapropriado, sublinhemos as palavras-chave e notemos seus significados:

Os dados [sobre as condutas sexuais inapropriadas] causaram profunda preocupação e comoção social no país.

Preocupação: ansiedade, inquietação, nervosismo, medo, compulsão, obsessão. Comoção: alvoroço, sobressalto, abalo. Quem cunhou a frase na notícia não foi um religioso carola. Não foi um crente inocente, mas um jornalista num texto que deixa a objetividade de lado e entra no mérito da questão.

A verdade é que a exemplo dos EUA, que a cada dia também se afastam de Deus —cujas adolescentes fazem pacto para engravidar e lideram os índices de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs/AIDS) —, a Inglaterra é estimulada por intelectuais ateus a perseguir um estilo de vida temerário. A notícia continua o relato da decadência juvenil e infanto-juvenil:

A maioria de expulsões temporárias ou definitivas por "assédio sexual" aconteceu no ensino médio, mas também houve 260 casos nas escolas primárias - correspondente ao ensino fundamental.

O relatório governamental também utiliza uma pesquisa da ONG "Young Voice" (Voz Jovem), oferece outro número inquietante: um de cada dez jovens britânicos com idade entre 11 e 19 anos foi forçado, em alguma ocasião, a participar de um ato sexual.

As "condutas sexuais inapropriadas" incluem pichações com desenhos sexualmente explícitos, apelidos com conotações sexuais, toques não consentidos e abusos mais graves.

Isso é comprovado desde a declaração do ex-prefeito de Londres Ken Livingstone numa entrevista radiofônica — “A Grã-Bretanha não é mais um país cristão, porque as pessoas não vão mais à igreja” —, até a constatação de quem são neste exato momento alguns dos astros que servem de modelos do público infanto-juvenil de libido fervente.

Entre os ícones britânicos de sucesso que deveriam estrelar a campanha do anticristo Dawkins está Amy Winehouse, convocada pela Justiça da Noruega para comparecer ao país neste dia 12 de janeiro, para o desencadeamento de um processo por posse de drogas. A cantora, seu ex-marido e o cabeleireiro foram detidos em outubro de 2007 em Bergen com sete gramas de maconha.

Amy representa perfeitamente a juventude britânica que Dawkins e sua turma está a discipular no ateísmo. Bulimíaca,viciada em drogas, sexo e candidata a morte precoce. A revelação partiu do seu último amante Alex Haines, que também contou como a ganhadora de Grammys torra o equivalente a 14 mil reais por semana com a compra de drogas. A notícia do News of the World que ganhou o mundo termina como uma nota triste.

Haines declarou ao jornal que Amy, 25 anos, comentou com ele que acredita que vai morrer jovem. “Era como ter a minha própria estrela pornô. Ela acha que vai entrar para o clube de roqueiros que morreram aos 27 anos. Ela me disse 'tenho o sentimento de que vou morrer jovem” - contou o ex-amante de Amy.

Ainda poderíamos citar o guitarrista dos Rollings Stones, Ron Wood, internado há quatro meses por tripla dependência: álcool, drogas e sexo. Quem melhor, além de Winehouse serviria de inspiração aos estudantes adeptos do sexo livre, dentro e fora da escola? Nem falemos dos cantores homossexuais drogados George Michael decadente tanto quanto Amy e o sobrevivente Elton John (que confessou ter passado grande parte de sua vida sob efeito de entorpecentes), entre outros.

Vamos reler a arenga do anticristo: “Provavelmente, Deus não existe. Agora pare de se preocupar e aproveite sua vida” .

Ué, se Deus "provavelmente" não existe, por que se preocupar com sua existência? Quem dá bola para o que não existe a não ser um louco? Por que não escreveram direto: “Deus não existe. Curta a vida”? Por que o “provavelmente”? Por que falar de preocupação com o fato de Deus existir se têm certeza do contrário?

É porque velhos ateus e seus rastros seguidos por Dawkins não conseguiram matar o Criador — Seja Darwim a 150 anos, seja Nietzsche há pouco mais de 100! Porque não dá para preencher o vazio em forma de Deus no coração humano com idéias sem sentido provenientes de uma mente pós-macaco irrelevante. Se tudo é acaso, como zombou C.S. Lewis, logo nossas elucubrações valem nada!

É porque também há Phds, doutores, cientistas e pessoas no mesmo nível de Dawkins manifestando a sua fé no Criador (os doutores Alister e Joanna McGrath que o digam em seu "O delírio de Dawkins" (Editora Mundo Cristão), em que revelam a inconsistência de argumentos, aliados à intolerância desmedida de Dawkins em "Deus, um delírio" (Companhia das Letras). É porque não dá para simplesmente dizer que a fé é ópio do povão, pois ela é a razão de vida de muitos na elite financeira e intelectual, tanto quanto de gente simples e anônima. A evolução é impossível sem as mentiras, manipulações da opinião pública, os “milhões de anos”... Há controvérsias cada vez mais graves, a exemplo de uma simples iguana descartada por Darwin revelada recentemente.

Como é possível aproveitar a vida, destruindo-a? Como ser feliz vivendo desenfreadamente em condutas sexuais inapropriadas? O quadro que se desenha na nação inglesa não é novidade. É a velha história da derrocada nacional proporcionada pelo materialismo aos países do leste europeu, especialmente à Rússia, bem como tantos outros lugares onde milhões de seres humanos foram massacrados.

O tom triste no texto do repórter da Agência EFE não deixa dúvidas sobre o que pode ocorrer àqueles que tentam "deletar" ou ser indiferentes a Deus.

O próprio Governo, através do ministro de Infância, Escolas e Famílias, Ed Balls, pediu recentemente à Anti Bullying Alliance (Aliança contra o Abuso Escolar) que elaborasse um guia para ajudar os professores a enfrentar os abusos de caráter sexual. O guia, ainda não publicado, visa a ajudar os docentes a combater a linguagem obscena, a combater os casos de assédio e a promover uma relação saudável entre os adolescentes de ambos os sexos, no momento em que os analistas consideram que há um aumento da misoginia por culpa da cultura de gangues.

O porta-voz do Sindicato dos Professores, Chris Keates, explicou que suas pesquisas em 2008 concluíram que se trata de um fenômeno que tem como vítimas quase únicas as mulheres, estudantes e professoras. "A evidência concluída por nossos filiados é de que os estudantes sofrem o mesmo comportamento atroz. É inegável que temos um problema", ressaltou Keates

“O homem que diz: ‘Deus não existe!’, é completamente louco. O resultado dessa idéia errada é a perda da moral. Quem acha que Deus não se importa com nossa vida é incapaz de fazer coisas boas e certas. 2 Lá do Céu o Senhor olha para a humanidade, procurando alguém que compreenda seus planos, procurando alguém que deseje comunhão com Ele. 3 Mas, de que adianta? A humanidade inteira se desviou do caminho certo e se perdeu. Todos os homens foram estragados pelo pecado. Não há um homem sequer que procure fazer o bem; não há nem um homem bom por natureza! 4 Será que essa gente, vivendo em completo pecado, destruindo o meu povo como quem come um pedaço de pão, não percebe a existência do Senhor, nem procura falar com Ele em oração? 5 Eles serão dominados pelo medo porque Deus está ao lado de quem obedece à sua vontade. 6 O Senhor é a proteção dos pobres e humildes quando os perversos exploram e maltratam os justos”, Salmos 14 Bíblia Viva

José San Martín
'Consagro a Deus o que escrevi'

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- Deus o(a) abençoe!

Um Retrato Novo


Um Retrato Novo

"Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o
nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos" (Isaías
64:8).

"Esteja mais preocupado com seu caráter que sua reputação,
porque seu caráter é o que você realmente é, enquanto sua
reputação é meramente o que outros pensam que você é." (John
Wooden - Treinador de basquete)

O que nos traz mais apreensão: o que somos verdadeiramente
ou o que os outros pensam que somos? Preocupa-nos mais o
nosso íntimo ou o exterior? Esforçamo-nos em mostrar os
verdadeiros sentimentos ou a capacidade de sermos
hipócritas?

Muitas vezes somos elogiados, distinguidos, homenageados e
até recomendados por atitudes falsas, fabricadas, enganosas,
imerecidas. As pessoas pensam que somos o que não somos.
Vêem em nós valores que não existem. Impressionam-se por uma
embalagem que encobre um interior vazio e mentiroso.

Se o que está escrito acima é um retrato nosso, precisamos
imediatamente mudá-lo. Não basta fazer retoques com um
photoshopp espiritual -- precisamos de um retrato novo. E
para isso, a melhor decisão é chamar o "retratista" Jesus
Cristo. Ele, com muito amor, nos toma nas mãos e, como um
oleiro que trabalha o barro, nos moldará até que uma nova
vida seja formada. Não ficará nada do velho retrato. A nossa
vida se tornará nova, autêntica, brilhante, capaz de
contagiar e alegrar a todos que nos vejam daquele momento em
diante.

Com Cristo no coração seremos cristãos. Com o amor de Cristo
em nossas vidas, seremos generosos e amorosos. Com a fé que
Ele plantar em nossos corações, seremos capazes de
ultrapassar barreiras, atravessar tempestades, escalar
montanhas de dificuldades. Com a presença da Verdade dentro
de nós, a hipocrisia será derrotada, a mentira será banida,
a falsidade não será mais convidada. Seremos o que somos e o
nosso retrato espiritual nos mostrará, ao mesmo tempo, por
dentro e por fora. Todos verão Cristo em nós e saberão que
somos, sem dúvidas, filhos de Deus.


Você continuará mostrando o velho retrato ou chamará o
Senhor para tirar um retrato novo?

Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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A uni ciência do Diabo.


A uni ciência do Diabo.

Em todos os anos como pastor e ministro de Deus, tenho ouvido e visto muitas coisas difíceis de ser explicada e uma delas é, até que ponto o Diabo sabe de nossos pensamentos, como ele parece adivinhar onde deve atacar?

A palavra diz que somente Deus é onisciente, onipotente e onipresente. Então como Satanás consegue às vezes prever e destruir nossos planos.

Talvez o texto a seguir nos dê uma idéia do que pode ser a porta de entrada do inimigo em nossas vidas:

A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo teu corpo terá luz;

se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes são tais trevas! (Matheus 6: 22, 23).

Se você reparar bem, notará que o Senhor Jesus fala de contaminação interna, pois toda pessoa que vê o mundo com maus olhos tende a ter uma conduta de acordo com o que vê. Se o que vê e mau então tudo pra ele será ruim.

Mas examinando melhor o texto, A candeia do corpo são os olhos, veremos que candeia, ou lâmpada são objetos que foram feitos para trazer luz ao seu derredor, da mesma maneira os olhos são luz para todo o corpo, os olhos também joga a luz do corpo para fora, e se esta luz ruim toda pessoa e não só o inimigo tem acesso ao teu interior. Hoje é muito divulgada uma prática chamada de leitura fria, onde consiste em ler pelo semblante das pessoas muitas características que estão escondidas, sabem até se estão mentindo ou dizendo a verdade. Se um ser humano tem essa “capacidade” quanto mais Satanás, que vive todo o tempo para tentar te destruir. Ele sabe como você se levanta, o que comeu, se foi hostilizado por alguém, entre uma infinidade de outras coisas.

Mas esta semana fui surpreendido por uma outra revelação, vocês já devem ter ouvido muito que não deve contar seus sonhos para qualquer um, vamos ler o texto abaixo.

Ora, chegado o dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles.

O Senhor perguntou a Satanás: Donde vens? E Satanás respondeu ao Senhor, dizendo: De rodear a terra, e de passear por ela. (Jô 1: 6, 7).

Quero que preste atenção na primeira parte deste versículo, Ora, chegado o dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles.

Como vê Satanás tem acesso à sala do trono de Deus, onde o Senhor toma as suas “decisões”. O Diabo não é onisciente, mas sabe quando Deus tem um plano para alguém, Deus coloca esse plano diretamente em seu coração, e a partir daquele momento Satanás fica se comichando para saber que planos são, para no momento oportuno fazer o que lhe é atribuído, a sua razão de ser, destruir os Planos de Deus.

A partir deste momento começa uma corrida diabólica, uma investigação sem limites para descobrir o que Deus colocou no nosso coração.

Quando contamos para alguém, mesmo que próximo, o Diabo fica sabendo automaticamente, e começa, então, a traçar a sua estratégia.

Eis o motivo pela qual temos que ter cuidado, não só com o que falamos, mas também com o que demonstramos com os nossos gestos.

O Diabo sabe com o seu jeito de falar, vestir, caminhar e se comportar, como entrar na sua vida.

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Como Nuvem Passageira? Não!


Como Nuvem Passageira? Não!

"... como nuvem passou a minha felicidade" (Jó 30:15).


"Nós agimos como se o conforto e o luxo fossem os requisitos
principais da vida, quando tudo de que necessitamos para
alcançar a felicidade é alguma coisa que nos deixe
entusiasmados." (Charles Kingsley, Escritor - 1819 - 1875)


É uma grande ilusão achar que o dinheiro é a fonte de toda
felicidade. Ele nos fornece uma vida confortável, é verdade,
mas, o conforto por ele produzido, nem sempre nos conduzirá
a dias realmente felizes. Se assim fosse, por que nem todos
os ricos são felizes? Por que muitos deles se enveredam pelo
mundo dos vícios e jamais encontram o caminho da vida
abundante? Por que alguns deles, ainda bem jovens, morrem em
profunda tristeza?


O dinheiro pode trazer luxo, mas, não traz entusiasmo. Pelo
contrário, a facilidade de se ter tudo com o dinheiro tira o
prazer da conquista, da realização dos sonhos, do desafio à
vitória. O dinheiro até pode ser o prêmio da conquista, mas,
não deve ser o combustível para alcança-la.


Quando temos dinheiro e ajudamos alguém, o ato é mecânico e
comum. Quando não temos dinheiro, mas, movidos pelo amor,
ajudamos alguém, mesmo que a ajuda seja pequena, o nosso
coração se enche de regozijo e o entusiasmo por estarmos
obedecendo à vontade de Deus nos enche de grande felicidade.


Assim como o dinheiro pode acabar, como um tesouro pode
desaparecer, como o conforto pode deixar de existir, assim é
também a felicidade alicerçada em coisas materiais. É como
uma nuvem que aparece no céu. Ela surge bem distante...
passa por cima de nossas cabeças... e... vai embora... até
desaparecer completamente.


O nosso entusiasmo é ter Jesus no coração. Esta é a nossa
grande felicidade. É um entusiasmo definitivo e não
passageiro como uma nuvem. Ele nos acompanhará todos os dias
da vida.

Paulo Barbosa
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Amor, Sim -- Egoísmo, Não


Amor, Sim -- Egoísmo, Não

"E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em
verdadeira justiça e .santidade... para que tenha o que
repartir com o que tiver necessidade" (Efésios 4:24, 28).


Algumas roupas foram enviadas para uma colônia de leprosos,
para que fossem distribuídas entre os internos. Perguntaram,
a um menino, de qual roupa ele mais necessitava. Ele
respondeu: "Minhas mãos ainda estão boas e, assim, eu posso
remendar minhas roupas quando elas precisam de conserto.
Existem, porém, alguns cujas mãos não podem mais fazer esse
trabalho. Quando suas roupas apresentam buracos, eles não
podem remendá-las e os buracos vão ficando cada vez maiores
até que as roupas não podem mais ser usadas. Eu sou muito
grato a Deus porque minhas mãos estão boas. Por favor, levem
as roupas para aqueles que não podem remendar suas próprias
roupas. Eles estão mais necessitados do que eu."


Como seria bom se mostrássemos a mesma generosidade. Não
deveríamos murmurar e reclamar, quando sabemos que existem
pessoas mais necessitadas do que nós.


Por que somos tão egoístas? Por que estamos querendo sempre
ter mais e mais, quando o que temos já é mais do que
suficiente para as nossas necessidades? Por que lembramos
apenas de nós mesmos, não nos preocupando com aqueles que,
ao nosso redor, estão carentes de tantas coisas de que temos
de sobra?


Nosso egoísmo não se restringe às coisas materiais. Queremos
ter dois, três ou mais cargos na igreja, ignorando aqueles
que desejam fazer alguma coisa sem conseguir. Queremos que
os nossos amigos sejam exclusivos e ficamos magoados quando
os vemos sair com outros amigos. Queremos que todos os
holofotes sejam dirigidos a nós, não aceitando que outros
recebam algum reconhecimento ou aplauso. Somos os melhores
em tudo e queremos que todas as coisas aconteçam por nós e
para nós. O importante sou eu e os demais...


Quando Cristo entra em nossas vidas, o egoísmo é expulso e o
amor assume o comando de todas as nossas atitudes. Os nossos
dias se tornam muito mais agradáveis e a nossa felicidade
não tem mais fim.

Paulo Barbosa
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Enquanto É Dia...


Enquanto É Dia

"Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto
é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar" (João
9:4).


Você já gastou um pouco de seu tempo para ir visitar uma
pessoa que vive só? Escreveu uma carta ou mandou um email
para alguém de quem se lembrou, de repente? Leu a Bíblia
para uma pessoa que não pode ler sozinha, por estar enferma?
Encorajou alguém que esteja passando um momento de
dificuldade na vida cristã? Orou por alguém que esteja
hesitante na fé? Procurou estudar a Bíblia com uma pessoa
que esteja perdida? Disse a um adolescente que estava se
orgulhando dos seus esforços para viver na presença do
Senhor? Gastou mais tempo orando do que no telefone
conversando? TODO CRISTÃO PODE FAZER ALGO para ENCORAJAR
OUTRA PESSOA!


O que temos, realmente, feito para a edificação do reino de
Deus? Qual tem sido a nossa atuação como discípulos de
Cristo? Que testemunho temos dado de transformação de vida?
Quais têm sido as nossas novas prioridades? Ou continuamos
vivendo da mesma forma que vivíamos antes de um encontro
pessoal com o Salvador?


No início de nossa reflexão, citei várias coisas importantes
na vida de um cristão. Se eu me dedico a cumpri-las, mostro
que Cristo realmente faz parte de minha vida. Se as ignoro,
mostro que Cristo continua sendo apenas coadjuvante em meus
propósitos. Se Cristo vive em mim, eu me preocupo com os que
estão a meu redor. Quero vê-los felizes, abençoados,
vitoriosos. E se eu posso ajudá-los no crescimento
espiritual, mais feliz do que eles serei eu mesmo.


Se, como um filho amado de Deus, quero ajudar aos meus
irmãos a orar, a ler a Bíblia, a brilhar em um mundo
tenebroso, é necessário que, primeiro, eu mesmo tenha uma
vida de oração, de estudo da Palavra, de comunhão íntima e
constante com o Senhor Jesus Cristo.


Todo cristão pode e deve trabalhar para o Senhor. Em que
você tem trabalhado?

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